Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

OBAMA E OS TERRORISTAS MERCENÁRIOS QUE ATACAM A SÍRIA


A atitude de Obama, reincidente nesse tipo de infração à lei, não seria boa base para um processo de impeachment  contra o presidente?

Mercenários de Obama atacam Síria

26.11.2014
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Segundo o Washington Post, o governo dos EUA está discutindo um aumento no número de mercenários treinados pela CIA, na Síria:
O governo Obama analisa planos para ampliar o papel da CIA para armar e treinar mercenários para lutarem na Síria, movimento que visa a acelerar o apoio clandestino que os EUA continuam a dar a facções rebeldes, enquanto o Pentágono prepara-se para estabelecer suas próprias bases de treinamento, disseram funcionários do governo Obama.
A avançada da CIA será ampliação de missão clandestina que cresceu substancialmente ao longo do ano passado, disse um funcionário. A Agência agora seleciona e treina cerca de 400 mercenários por mês – a mesma quantidade de mercenários que o Pentágono espera poder treinar, quando seu programa alcançar capacidade máxima, no próximo ano.
A matéria fala de campos de treinamento na Jordânia e no Qatar.
Hurriyet noticia que o treinamento será iniciado também na Turquia:

Oficiais do Comando Europeu dos EUA [orig. United States European Command (EUCOM)] e do Comando Central dos EUA [orig. U.S. Central Command (CENTCOM)] e oficiais militares turcos de alta patente acertaram vários detalhes sobre o treinamento a ser oferecido na Turquia, a mercenários a serviço da oposição síria. 

Membros do Exército Sírio Livre, inclusive turcomenos sírios, serão treinado no centro de treinamento do quartel de Hirfanlı em Kırşehir, informaram as fontes ao diário Hürriyet Daily News. Oficiais militares dos EUA também participarão do treinamento. 
Basicamente, os EUA fornecerão armas e munição para a oposição síria, e os custos do treinamento, pelo que se espera, serão pagos por Washington.  
Estima-se que cerca de 2 mil combatentes sírios receberão treinamento militar, que deve começar no final de dezembro. 
Nenhum jornalista, até agora, parece ter-se interessado por perguntar ao governo Obama qual a base legal para que os EUA insistam em treinar e infiltrar esses mercenários em território sírio, para lutarem contra o governo sírio. 
O que diz a lei internacional ou, mesmo, a lei norte-americana, sobre presidente dos EUA que, sem declaração de guerra, manda um exército de mercenários lutar contra o estado sírio, ou qualquer outro estado?!  
O governo Obama sabe muito bem que a base legal sobre a qual tenta manter-se empoleirado é muito, muito frágil. O pessoal que está sendo treinado são criminosos e não estão sendo treinados para respeitar as leis que regem as guerras nem, sequer, os direitos humanos. A solução que o governo dos EUA encontrou, para continuar a desrespeitar a lei é... tentar mudar a lei: 
O governo Obama pediu repetidas vezes ao Congresso que seus esforços militares contra o Estado Islâmico sejam excluídos de uma lei que há muito tempo proíbe que os EUA deem assistência a torturadores e criminosos de guerra (...)
 ... 
Dois pedidos de isenção semelhantes foram discretamente rejeitados no Congresso, numa lei da Defesa aprovada em setembro, informou um auxiliar do Senado. Aquela lei garantiu $500 milhões para treinar mercenários para lutar na Síria, e um fundo antiterrorismo de $1 bilhão destinado ao Oriente Médio.  
Nos dois casos, o governo Obama tentou excluir os beneficiados pelos financiamentos da obrigação de prestar contas a inspetores de direitos humanos e de respeitar limitações nesse campo – como mostra o histórico da tramitação. 
Até agora, o Congresso continua a rejeitar qualquer alteração ou exceção nos termos da Emenda: 
A Lei Leahy de 1997, que recebeu o nome do senador Democrata por Vermont Patrick Leahy, impede que os EUA financiem unidades suspeitas de “violações graves de direitos humanos” (assassinato, tortura e aprisionamento extrajudicial). 
Todos os grupos do Exército Sírio Livre que CIA e Pentágono estão treinando cometeram esses crimes e atualmente colaboram com grupos terroristas. 
Recentemente, a Reuters elogiou o sucesso do Exército Sírio Livre no sul, onde, como noticiamos há dois meses, mercenários do Exército Sírio Livre treinados pela CIA vieram da Jordânia e, protegidos pela artilharia israelense, capturaram a colina de Golan para, dali, avançar em direção a Damasco. Visando a enganar, não a informar, a Reuters escreve que: 
As forças de Assad controlam Damasco, a costa mediterrânea e grande parte da área entre esses dois pontos. O Estado Islâmico, braço recém brotado da al Qaeda, controla o leste, e a al-Nusra controla boa parte do noroeste e está expandindo-se, ganhando território dos moderados. 
As províncias do sul próximas da fronteira da Jordânia são exceção; ali, rebeldes que se se autodenominam “Frente Sul” ainda controlam território e estão conseguindo resistir a Assad, ao mesmo tempo em que têm evitado confrontos diretos com al-Nusra. 
A CIA/ESL no sul não apenas evitaram “confrontos diretos com a al-Nusra”: eles cooperaram intensamente com a Frente al-Nusra. Os terroristas de al-Nusra são os atacantes da linha de frente em todas as batalhas no sul. (O Exército Sírio iniciou ampla contraofensiva contra esses ataques no sul, e logo conseguirão detê-los completamente, antes que cheguem a ameaçar Damasco.) 
Violações extensivas de direitos humanos documentadas desde o início de 2012 e forte cooperação com grupos terroristas são a marca dos mercenários anti-Síria que CIA e Pentágono estão treinando. Esse treinamento é, portanto, ilegal, nos termos da lei norte-americana. Obama sabe disso, motivo pelo qual insiste, até agora sem sucesso, em que seja modificada a lei que rege o financiamento, pelo governo dos EUA, de grupos terroristas. 
A atitude de Obama, reincidente nesse tipo de infração à lei, não seria boa base para um processo de impeachment contra o presidente? 
A lei internacional proíbe ataques contra o estado soberano sírio. Obama só faz reincidir no mesmo crime, cada vez que manda mercenários para lutar contra o estado sírio. O próprio Obama, ontem mesmo, disse o seguinte: 
Acreditamos que nações e povos têm o direito de viver em segurança e em paz; que uma ordem segura efetiva (...) deve ser baseada – não em esferas de influência cou coerção ou intimidação nas quais grandes nações violentam as menores – mas em alianças para segurança mútua, lei internacional e normas internacionais que têm de ser respeitadas, e na resolução pacífica das disputas. 
Só as platitudes de sempre, típicas de Obama, é claro. Mas a questão é: Por que nenhum jornalista da imprensa-empresa dominante, para começar, não questionou o presidente? Afinal o governo dos EUA faz exata e precisamente o contrário do que o presidente proclama... *****

15/11/2014, Moon of Alabama – http://goo.gl/Pk8s9
http://port.pravda.ru/mundo/26-11-2014/37669-mercenarios_obama-0/#

Obama-Boehner 'cromnibus' gives half-billion to equip ISIS-linked Syrian rebels



Free Syrian Army fighters posing for a picture after destroying a government troops carrier on the outskirts of Rastan, a rebel-held city in restive Homs province of central Syria.
Free Syrian Army fighters posing for a picture after destroying a government troops carrier on the outskirts of Rastan, a rebel-held city in restive Homs province of central Syria.
AFP/Getty Images
As part of the $1.1 trillion "cromnibus" bill passed by the House, five billion dollars will be set aside for anti-ISIS efforts, including $1.6 billion for training "moderate" rebel forces in Syria and an extra half-billion is set aside to equip those forces. But it seems there's just one problem with that idea. On Friday, Infowars' Kit Daniels said a good number of those rebels either have ties to ISIS or have already signed a non-aggression pact with the radical Islamic group.
“The Secretary of Defense is authorized, in coordination with the Secretary of State, to provide assistance, including training, equipment, supplies, sustainment and stipends, to appropriately vetted elements of the Syrian opposition and other appropriately vetted Syrian groups or individuals,” the bill says. But who, exactly, are these groups?
In September, the Agence France-Presse said Islamic State jihadists signed a non-aggression pact with Syrian rebels in a Damascus suburb. According to the agreement, "the two parties will respect a truce until a final solution is found and they promise not to attack each other because they consider the principal enemy to be the Nussayri regime." 
The AFP explained that Nussayri is a pejorative term for the sect of Islam to which Syrian President Bashar al-Assad belongs.
Abu Khaled, a "moderate" commander of the Free Syrian Army, admitted collaboration with ISIS, Daniels added. Bassel Idriss, the commander of an FSA-aligned rebel brigade, also admitted collaborating with ISIS and the Nusra Front in its fight against the Syrian army.
A very large number of FSA members [in Arsal] have joined ISIS and Nusra,” said Abu Fidaa, a retired Syrian Army colonel who now heads the Revolutionary Council in Qalamoun. “In the end, people want to eat, they want to live, and the Islamic State has everything."
Quoting Sen. Rand Paul, R-Ky., Daniels said there's nothing stopping rebels from joining ISIS, possibly providing them with arms paid for by U.S. taxpayers. According to Paul, that has already happened.
“It’s a mistake to arm them," he told CBS after rebels sealed their pact with ISIS. "Most of the arms we’ve given to the so-called moderate rebels have wound up in the hands of ISIS, because ISIS simply takes it from them, or it’s given to them, or we mistakenly actually give it to some of the radicals."
The bill which has caused major pushback from conservatives is now being debated in the Democratic-controlled Senate. According to Rep. Jim Moran, D-Va., Democrats were given pretty much everything they wanted, even though the bill does provide for some things conservatives have sought for some time.

http://www.examiner.com/article/obama-boehner-cromnibus-gives-half-billion-to-equip-isis-linked-syrian-rebels

A UNIÃO EUROPÉIA E O PETRÓLEO ROUBADO DA SÍRIA

A União Européia está comprando petróleo

roubado da Síria 

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embaixador 34 p
A afirmação é do Embaixador da República Árabe da Síria no Brasil, Dr. Ghassan Nseir, durante visita a Curitiba para se encontrar com a colônia síria da capital paranaense. Segundo ele, alguns países da União Europeia estão comprando petróleo do Levante Islâmico – que afirmam combater. Trata-se de petróleo roubado da Síria. 

No último dia 28, o Embaixador da Síria, Dr.Ghassan Nseir, visitou Curitiba a convite do Consulado Honorário da Síria para o Paraná e Santa Catarina. Naquela oportunidade, durante a visita ao Consulado sírio, concedeu a seguinte entrevista:
“Sempre tive vontade de conhecer e visitar Curitiba. Agradeço sinceramente ao Cônsul Honorário da Síria para o Paraná e Santa Catarina, Dr. Abdo Abage, pelo convite, pela oportunidade e pela hospitalidade.
Há tempos venho acompanhando o que acontece em Curitiba, especialmente o que é publicado nos jornais de bairros locais, incluindo os jornais Água Verde, Santa Cândida e Mercosur, além de sites na internet. São raros os jornais que, como os citados, publicam a verdade dos fatos na Síria.
As informações que chegam ao Brasil para a grande mídia são falsas porque são contra a Síria, já que são produzidas por agências de notícias norte-americanas. Portanto, temos grande orgulho da imprensa de bairros de Curitiba porque ela tem publicado a verdade e não se submete ao domínio imperialista e sionista da imprensa ocidental.
A imprensa tem muita influência na vida das pessoas, e por isso tem de ser responsável por aquilo que publica, e não apenas reproduzir informações de fontes tendenciosas.
Desde o início, a Síria tem dito que esta é uma guerra contra o terrorismo, contra os takfiristas. “Takfir” é uma palavra que significa que somente a sua religião está certa e a dos outros é errada. Quando você pensa que só você tem razão e o mundo inteiro está errado, então você é um takfirista. Os terroristas que hoje combatem na Síria são takfiristas, além de muitos mercenários.
Na verdade, o governo norte-americano tem dado suporte ao terrorismo na Síria, da mesma forma que manipula o tráfico de drogas mundial contra os povos e nações. A Síria sempre falou que a sua luta é contra o terrorismo. Este terrorismo, proveniente de 83 países de todo o mundo, cujos governantes são fantoches do imperialismo e do sionismo.

embaixador 40 p


Hoje estão convencidos de que estão errados, mas o tratamento dado ao combate ao terrorismo continua errado. Estão usando meios ilegais para agir contra o terrorismo. Essa aliança entre EUA e outros países para combater o terrorismo não está de acordo com o Direito Internacional e não tratou com o governo mais interessado na paz, com o governo mais experiente no combate ao terrorismo, ou seja, o governo da Síria.
O mais importante é a soberania de um Estado. Quando um avião militar entra no espaço aéreo brasileiro sem permissão do governo brasileiro, isso significa violação do espaço aéreo nacional e, portanto, violação da soberania brasileira. Mas na Síria esse crime contra a soberania do país está sendo visto como algo normal pela diplomacia internacional.

Se eles querem, de fato, combater o terrorismo, devem ouvir e cooperar com a Síria, o país que há dezenas de anos vem combatendo o terrorismo.
O governo, o povo e as forças armadas da Síria vem combatendo o terrorismo, então por que o governo dos EUA não ouvem a Síria? Na verdade, o governo norte-americano e seus aliados querem dominar a Síria, querem dividir o país para que ele não ofereça resistência à política expansionista de Israel, e neste sentido eles apoiam e financiam o terrorismo que alegam combater.
Para combater o terrorismo de forma efetiva, é preciso primeiramente secar as fontes do financiamento estrangeiro ao terrorismo e de quem o financia, evitando, desta forma, a sua continuidade. Quem está financiando os terroristas? Não são Estados? O governo dos EUA – através da CIA – está financiando, armando e treinando esses terroristas, preparando-os para entrar na Síria e desestabilizar o governo nacional. A Síria tem uma fronteira extensa com a Turquia, totalmente aberta. A Turquia está treinando terroristas, está facilitando a entrada deles na Síria, está mantendo relações comerciais com eles.
Existe hoje um vôo direto entre a Líbia e a Turquia para trazer terroristas da Europa e do norte da África até a Turquia para, posteriormente, entrarem na Síria. Existem terroristas da Arábia Saudita, do Catar, da Austrália, da Alemanha, da França, da Inglaterra, do Iêmen e de outros tantos países. Trata-se de uma grande e milionária campanha feita pelo governo dos EUA para desestabilizar a Síria, através do declarado apoio e financiamento do terrorismo.
A democracia americana, na prática, não tem nada de democracia. Palavras como “liberdade”, “direitos humanos” e “democracia” são usadas para enganar os povos e tentar justificar a guerra, a agressão e a dominação dos povos.
É preciso respeitar o modo de cada povo e de cada nação de exercer a democracia. Todos eles têm suas culturas próprias e merecem respeito.
Quem quer democracia não destrói escolas, hospitais e universidades. Quem quer democracia não destrói a infraestrutura de um país. Quem quer democracia não entrega armas e financia terroristas. Quem entrega armas e financia os terroristas quer destruir e não construir um país.
A Síria não aceita se submeter a nenhum governo estrangeiro. A Síria defende sua soberania. Nós, sírios, entendemos que estamos defendendo os direitos humanos em todas as partes do mundo, através de nossa heroica resistência, e defendendo a verdade e a justiça que podem levar a humanidade ao progresso e desenvolvimento humano. A maioria dos povos já se cansou das mentiras norte-americanas.

Faço uma pergunta: Você já viu os Estados Unidos entrarem num país e deixarem a situação em paz ou tranquilidade? Onde? Em Hiroshima e Nagasaki? No Afeganistão, no Iraque, na Líbia, no Sudão? Vamos fazer uma revisão desde Hiroshima e Nagasaki até os dias de hoje. O que os EUA deixaram nos países por onde passaram? Os governantes dos EUA se consideram os donos do mundo, se consideram superiores aos demais povos do mundo. Para eles todos os demais povos são inferiores.
embaixador 39 p


O governo dos EUA manipula palavras e termos políticos para levar guerra e destruição aos demais povos do mundo para roubar suas riquezas naturais, utilizando-se de pretextos políticos, e contando com a cumplicidade da mídia.
Quando a Síria anunciou as eleições passadas, o governo norte-americano e seus aliados não aceitaram. Ora, eles não defendem a democracia? Por que não apoiaram as eleições na Síria? E mais do que isso, chegaram a impedir as eleições em embaixadas da Síria no exterior. Impediram que os imigrantes sírios votassem. Por que? Eles não defendem a democracia? Por que eles não permitiram a eleição nas embaixadas, deixando nas mãos do povo a decisão sobre a democracia? Se a maioria do povo votasse contra o presidente Bashar Al Assad, ele deixaria o governo.
O presidente Bashar Al Assad tem hoje o apoio de 75% da população síria. Não há nenhum governo ocidental que conte com esse apoio. Na França, Hollande tem 25% de apoio dos franceses. Mas a imprensa estrangeira sempre deturpa os fatos para prejudicar os povos que enfrentam o imperialismo.
Para combater o terrorismo as nações ocidentais devem parar de comprar petróleo dos terroristas. A União Europeia já legalizou a compra de petróleo dos terroristas. Onde estão os direitos humanos? Comprar petróleo roubado, legalizar petróleo roubado? Com que direito fazem isso? Eles estão financiando os terroristas que cortam cabeças, violentam mulheres e crianças, vendem mulheres e crianças como escravos sexuais nos países vizinhos. Esses são os terroristas financiados pela União Europeia, EUA, Israel, Catar e Arábia Saudita.
Na Síria, as lideranças e o povo combatem o terrorismo. Não aceitamos ser dominados por potências estrangeiras. A Síria tem oposições fabricadas no exterior: Uma oposição fabricada na França, outra oposição fabricada nos EUA e outra fabricada no Catar. Essas oposições são apoiadas e financiadas por países estrangeiros, e todas elas pedem ajudas estrangeiras e intervenção militar. Mas que oposição é esta que depende de ajuda estrangeira para destruir o país? Lutam para que o país seja dominado, seja colonizado?
Nós sírios não vamos nos entregar. Defendemos os verdadeiros direitos humanos. Temos amigos e apoiadores em todo o mundo, porque estamos ao lado da justiça, e a maioria dos povos sabe que o povo sírio sempre lutou pela sua liberdade e soberania. A Síria perdeu muitas vidas de honrados patriotas nesta luta contra o terrorismo.
O presidente da Síria, Dr. Bashar Al Assad, governa a Síria com apoio do povo, com muita sabedoria, com muita determinação, honradez e muito conhecimento. Ele está provando ao mundo que está lutando pela justiça e pela verdade, beneficiando toda a humanidade porque está lutando na defesa da soberania de uma nação milenar. Ele está firme no apoio ao comando da resistência, e será vitorioso, enquanto que em muitos países, nos primeiros sinais da guerra, os governantes fogem para países aliados, deixando a população entregue aos invasores.
O presidente Bashar Al Assad tem um ditado que sempre faz questão de lembrar. Ele diz: “Se chegar o momento crucial em que tenhamos de oferecer nossas vidas na defesa da pátria, temos de morrer de pé, combatendo”. O povo sírio não aceita viver na escravidão. O povo sírio só aceita viver com dignidade.
Um povo que tem uma história de civilização de mais de 10 mil anos, não se entrega. A Síria escreveu sua história com suas posições baseadas em sólidos princípios, com o seu apoio às causas da nação árabe e aos movimentos de libertação em todo o mundo, que hoje respondem com ingratidão.
Por que a guerra contra a Síria? Porque a Síria, ao longo de sua história, sempre defendeu os países árabes nas lutas de libertação do colonialismo europeu. A Síria defendeu e defende a Causa Palestina. A Síria apoiou o Líbano na última guerra contra o inimigo sionista (Israel), que desejava invadir o país com o apoio dos EUA.
A Síria apoia os movimentos de libertação no mundo, que lutam pela libertação frente aos países colonialistas e aos governos seguidores do sionismo e do imperialismo. Os governos estrangeiros que promovem guerras para dominar, explorar e roubar as riquezas naturais de muitas nações são imperialistas e sionistas e são nossos inimigos comuns.
A Síria quer que a Causa Palestina siga em frente, viva, até chegar a um acordo duradouro que traga a paz justa para a região.
Em toda a sua história a Síria sempre apoiou a luta dos povos por libertação. Desde a guerra do Vietnã, passando pela luta contra o apartheid na África do Sul, sempre apoiamos os povos que lutam por independência. E neste sentido, uma vez que apoiamos todos os movimentos de libertação no mundo, como deixaríamos de apoiar a luta por libertação do nosso povo frente aos terroristas financiados por governos estrangeiros que hoje atacam a Síria? Essa filosofia de apoiar os povos, de lutar pela justiça, é uma tradição milenar do povo sírio, e não há nenhum país naquela região que tenha praticado essa política progressista com tanta determinação quanto a Síria.
Na Síria a educação é gratuita, a saúde é gratuita e os alimentos recebem subsídios.
Os terroristas destruíram na Síria 700 hospitais e 2.000 escolas. Havia na Síria escolas itinerantes que atendiam até mesmo as caravanas de nômades pelos desertos.
Afirmo, com certeza, que venceremos esta guerra porque a Síria, em toda a sua história milenar, nunca se rendeu.
Respondendo a pergunta do jornalista, sobre o que o povo brasileiro pode fazer para prestar solidariedade à Síria e ao povo sírio, respondo que cada um pode colaborar da maneira que julgar conveniente. Em primeiro lugar é preciso compreender que a imprensa ocidental é mentirosa, está a serviço do imperialismo e do sionismo. Divulgam mentiras para justificar as guerras e para roubar riquezas naturais dos povos.
O governo dos EUA e seus aliados dizem que querem promover a democracia na Síria, mas tentaram impedir a eleição no país, e promoveram embargos que impediram o povo sírio de receber alimentos e medicamentos. Que democracia é essa? Eles enviaram terroristas para todas as partes do mundo!
O que acontece hoje na Síria pode acontecer em qualquer parte do mundo. Um dia no Oriente Médio, outro dia na África, outro dia na Ásia, na América Latina. Há mais de 50 anos, o governo dos EUA promove um bloqueio econômico contra Cuba. Por que? É isso que chamam de direitos humanos? Eles não querem que os povos vivam em paz. Não querem que nenhum povo tenha acesso ao progresso e ao desenvolvimento. Eles querem transformar todas as nações em escravas do dólar. Nos EUA, o ser humano vale aquilo que tem, que é a face mais nefasta do materialismo, onde o ser humano não passa de simples mercadoria.
A solidariedade do povo brasileiro é muito importante para nós e pode ser feita da maneira que considerar adequada.
Eu agradeço esta oportunidade e desejo a todos um Feliz Natal e próspero Ano Novo. E que a paz volte a reinar na Síria.

Extraído  de:
http://www.orientemidia.org/a-uniao-europeia-esta-comprando-petroleo-roubado-da-siria/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

CBERS-4 - SATÉLITE SINO-BRASILEIRO DE RECURSOS TERRESTRES

Satélite sino-brasileiro lançado no domingo envia primeiros sinais



CBERS-4 já monitora Amazônia e inicia mapeamento da expansão agrícola e das cidades
Lançado da base de Taiyuan, na China, neste domingo (7), o satélite sino-brasileiro de sensoriamento remoto CBERS-4, sigla que, em inglês, significa Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, enviou seus primeiros sinais orbitais ao atingir 742,5 quilômetros de altitude. Foi a confirmação final de que seu lançamento, a partir da base de Taiyam, no norte da China, havia sido um sucesso. Para a Agência Espacial Brasileira (AEB), foi mais do que isso: o sucesso de toda a operação deixou definitivamente para trás o insucesso do lançamento anterior, ocorrido há exatamente um ano (09/12) quando a coifa que protegia o equipamento não se descolou do foguete.

O novo satélite brasileiro – com vida útil de três anos – já envia do espaço, desde as 10h de ontem, imagens aéreas e dados do Brasil, de seus vizinhos da América Latina e de todo o Hemisfério Sul, à velocidade de uma órbita em torno da Terra a cada 90 minutos.

O CBERS-4 amplia a aptidão e a independência do Brasil para monitorar seu próprio território, desde regiões estratégicas como a Amazônia até expansão urbana do Sudeste, por exemplo, sem depender das imagens de satélite da Comunidade Europeia ou dos Estados Unidos. Além do fornecimento de dados para monitorar e combater o desmatamento, o CBERS-4 vai ajudar o Brasil a acompanhar a expansão de sua agricultura e os obstáculos naturais ou geográficos para a expansão das cidades, além dos estudos sobre o comportamento das bacias hidrográficas e da ocorrência das queimadas.

Em seu perfil no Twitter, a presidenta Dilma Rousseff comentou o sucesso do lançamento, lembrando que o satélite é fruto da cooperação na área especial entre Brasil e China. “O Cbers-4 amplia também a cooperação Sul-Sul, pois fornecerá imagens aos países da América Latina e da África”, afirmou.

De acordo com o jornal China Daily, o presidente chinês Xi Jinping acenou com expectativa de que entendimentos entre as duas nações favoreça-as em termos sócio-econômicos na próxima década. O assunto repercutiu nos principais veículos do país asiático.

O lançamento foi monitorado em tempo real pelo Centro de Controle de Satélite do Inpe, em São José dos Campos (SP). Acompanharam autoridades como o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clélio Campolina, e o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho.

Com duas toneladas de peso e equipado com quatro câmaras o Cbers-4 dará 14 voltas no planeta por dia. O satélite demora cinco dias para fazer imagens de toda a superfície em baixa resolução, 26 dias para imagens em média resolução, e 52 dias para imagens em alta resolução.

A abertura do painel solar do satélite ocorreu cerca de 20 minutos após o lançamento. Em seguida, a câmara MUX entrou no modo stand by, as câmaras PAN e IRS entraram em operação e o painel solar indicou estar com corrente nominal. Após esses procedimentos o satélite passou a fazer ajuste de órbita utilizando seus próprios motores.

Cbers
Iniciado nos anos 1980, o programa Cbers (sigla em inglês para China-Brazil Earth Resources Satellite) é coordenado pela AEB e desenvolvido pelo Inpe. O Cbers-4 é o quinto satélite do Programa, exemplo bem-sucedido de cooperação em alta tecnologia e um dos pilares da parceria estratégica entre o Brasil e a China.

Sua ida ao espaço, inicialmente programada para dezembro de 2015, foi antecipada em um ano devido à falha ocorrida no lançamento do Cbers-3, em dezembro de 2013. Antes, foram lançados com sucesso o Cbers-1 (1999), Cbers-2 (2003) e Cbers-2B (2007).


Fonte da Notícia:  http://www.ptnosenado.org.br/textos/122-curtas/30409-satelite-sino-brasileiro-lancado-no-domingo-envia-primeiros-sinais

http://petistas.blogspot.com.br/2014/12/satelite-sino-brasileiro-lancado-no.html



Histórico

:: Antecedentes da Cooperação

A busca por meios mais eficazes e econômicos de observar a Terra motivou o homem a desenvolver os satélites de sensoriamento remoto. Mas os altos custos dessa tecnologia tornam os países em desenvolvimento dependentes das imagens fornecidas por equipamentos de outras nações. Na tentativa de reverter esse contexto, os governos do Brasil e da China assinaram em 06 de Julho de 1988 um acordo de parceria envolvendo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e a CAST (Academia Chinesa de Tecnologia Espacial) para o desenvolvimento de um programa de construção de dois satélites avançados de sensoriamento remoto, denominado Programa CBERS (China-Brazil Earth Resources Satellite, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres). Com a união de recursos financeiros e tecnológicos entre o Brasil e a China, num investimento superior a US$ 300 milhões, foi criado um sistema de responsabilidades divididas (30% brasileiro e 70% chinês), tendo como intuito a implantação de um sistema completo de sensoriamento remoto de nível internacional. A união entre os dois países é um esforço bilateral para derrubar as barreiras que impedem o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sensíveis impostas pelos países desenvolvidos. A parceria conjunta rompeu os padrões que restringiam os acordos internacionais à transferência de tecnologia e o intercâmbio entre pesquisadores de nacionalidades diferentes. 




Mais informações AQUI: http://www.cbers.inpe.br/



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

FACEBOOK SABE DE TUDO INCLUSIVE NOSSOS SEGREDOS

Facebook sabe todo, incluso nuestros secretos

¿Cuántas veces nos ha pasado que escribimos un texto en Facebook  pero al final decidimos no publicarlo? La autocensura es el último objeto de análisis por parte de la red social  de Mark Zuckerberg. Las cosas que no decimos, pero que se piensan y se teclean después en la caja dedicada a cambiar el estado, también se registran en Facebook, publicó el diario español “El País”.
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Durante el verano de 2012 Facebook guardó todos los ‘estados fallidos de 3.9 millones de usuarios. Facebook no oculta, por ejemplo, que recopile muchos otros datos, como las peticiones de amistad que nunca se aceptan, señala el diario.

La intención de la red social es conocer mejor a su público, aunque esto signifique registrar lo que nunca se publica, y entre ello se incluye tratar como “error del servicio” que sus usuarios se autocensuren.
Adam Kramer, científico de datos de Facebook, y Sauvik Das, becario durante el verano de 2012, son los autores de un análisis de 15 páginas en el que arrojan algunas conclusiones interesantes. Consideraron “autocensura” cualquier actualización de más de cinco caracteres que no se publicó una vez pasados 10 minutos, cita “El País”.
Durante los 17 días que duró la fase de toma de datos, el 71 por ciento de los usuarios estudiados escribieron al menos un estado, un comentario o ambos, y no lo publicaron. De media, 4,52 estados y 3,2 comentarios. Entre los motivos para pensárselo dos veces y no darle al clic, los investigadores encontraron motivos políticos, bien por no encontrar afinidad en la audiencia potencial, o por cuestiones relacionadas con el género.

Descubrieron que las posibilidades para autocensurarse son menores si se trata de un comentario al estado de un amigo, pero mucho más probable si se comienza una conversación en el perfil propio.
Según los investigadores, reside en que se dan respuestas breves y con más conocimiento de la audiencia potencial. Al mismo tiempo, observaron que el nivel de censura era mucho menor en el caso de los grupos de participación restringida, más acotados y con más afinidad entre participantes.