Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

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sábado, 7 de fevereiro de 2015

POR QUE A CULPA NÃO É DO COLONIZADOR?

Por que não culpam o colonizador? 

Vamos esclarecer uma coisa. 

Não há nenhum problema palestino. O problema é Israel. 

Os palestinos não invadiram a Europa. 

Os palestinos não ocuparam nenhuma nação européia. 

Os palestinos jamais perseguiram quem quer que seja por questões religiosas. 

Governantes muçulmanos palestinos sempre trataram respeitosamente quaisquer membros de outras religiões. 

Jamais perseguiram os judeus europeus ou ocidentais. 

Os europeus cristãos é quem perseguiam os judeus. 

Os europeus cristãos é quem criaram os campos de concentração. 

O holocausto é um produto cristão europeu. 

E o muçulmano é o terrorista? 

A criação de Israel foi uma ação cínica do Ocidente para livrar-se de seus judeus já que os campos de concentração não bastaram. 

Roubaram uma terra que não lhes pertencia para doá-la a pessoas que não tinham nenhuma relação com a região. 

E os palestinos é que pagam a fatura? 

Vamos esclarecer uma coisa. 

A Palestina é uma nação ocupada. 

E como nação ocupada tem o direito de utilizar todos os meios a seu alcance para se libertar. 

Foi o que fizeram todas as nações africanas. 

Foi o que fizeram as nações asiáticas. 

Foi o que fizeram as nações americanas para se libertar do jugo colonialista. 

A Palestina é uma nação ocupada. 

Terrorista é o ocupante. 

Por isso engana-se quem trata o Hamas como um movimento terrorista. 

Terroristas são os invasores e colonizadores. 

Não se esqueçam. O presidente inconteste da Palestina, Yasser Arafat, sentou-se à mesa de negociação e apertou a mão de Rabin. 

Rabin foi assassinado por um terrorista judeu. 

E a cada reunião de Arafat com os israelenses, mudava-se a oferta. 

A cada reunião com Arafat, o mapa da Palestina encolhia. 

E acusavam Arafat de intransigente. 

Dos 100% da Palestina, a ONU ofereceu 47% aos palestinos. 

Os 100% originais, que passaram a 47%, foram encolhendo a cada reunião. 

Hoje Israel oferece 17% e acusa os palestinos de não quererem negociar. 

Eles querem enganar a quem? 

Fossem eles sinceros, teriam negociado com Arafat. 

Ao invés disso o mantiveram em prisão. 

Arafat morreu e até hoje pairam dúvidas sobre a sua morte. 

Morreu ou foi assassinado? 

Foram realizadas eleições na Palestina e o Hamas venceu. 

Os observadores internacionais que acompanharam essa eleição, entre os quais o ex-presidente dos EUA, Jimmy Carter, afirmaram que foram eleições limpas e transparentes. 

E qual foi a reação de Israel? 

Dividir a Palestina e criar um cerco brutal. 

Na Cisjordânia, o muro da vergonha. 

Em Gaza, um cerco onde ninguém entrava, ninguém saía. 

Isto são fatos. 

A Palestina é uma nação ocupada que busca a liberdade. 

Israel é o opressor que não distingue seus alvos. 

O Hamas é um movimento de libertação que tenta libertar sua terra da fome, da miséria, do muro da vergonha e do maior campo de concentração de que se tem notícia. 

Por isso, NÃO CULPEM o Hamas. 

Culpem o colonizador. 


Postado por bourdoukan
Atualização : Money Spender disse: " Admito que tudo que vc escreveu é verdadeiro, mas apenas que o que incomoda é a visível parcialidade na forma como vc escreveu..."

Eles é que agem com "parcialidade".
Este é o "OUTRO LADO DA HISTÓRIA" que querem ocultar do Mundo!
Se você admitiu ser VERDADEIRO é porque é mesmo. Então, não veja como "parcialidade" minha... mas, como VERDADE.
POR QUE NÃO CULPAM O COLONIZADOR?
São invasores e ocupantes e tem massacrado o Povo Palestino. É isso!

Informe-se por fontes fidedignas.
Atualização 2: Ricardo D disse: "OS PALESTINOS NÃO EXISTIAM ANTES DE 1960. Existiam pessoas morando lá, mas nunca foram uma nação...."

Ah... Então, existiam pessoas MORANDO lá?!
Existiam e existem... e ...são os verdadeiros donos das terras.
PREZO E BUSCO A VERDADE.
A verdade ... tão somente a VERDADE... doa a quem doer.

O Mundo quer PAZ!
Eu quero PAZ!
Os Iraquianos querem PAZ!
Os Palestinos querem PAZ!

Você quer PAZ ou GUERRA?
Atualização 3: MGoulart: Quem lança bombas, invade, humilha, oprime, massacra, destrói ...é Israel.
Contar vantagem com o sangue alheio nas mãos é fácil.


Melhor resposta
Concordo plenamente. Onde é que subscrevo?

PS.: Os sionistas já perceberam que os judeus se não são os mais inteligentes são os menos burros. Assim, há muito tempo os sionistas vem apostando na ignorância dos outros povos - para manipulá-los. Por isso, agora, a História de palestinos começa em 1960. E o argumento de que existiam pessoas morando lá, mas que não foram uma nação é uma “pé****”. Por que essas pessoas que moravam lá nunca constituíram uma nação? Porque de seis em seis meses, ou todos os anos mudavam essas pessoas?
Vamos nos fazer valer do que há na Internet a respeito:

“A palavra Palestina deriva do grego Philistia, nome dado pelos autores da Grécia Antiga a esta região, devido ao facto de em parte dela (entre a actual cidade de Tel Aviv e Gaza) se terem fixado no século XII a.C. os Filisteus.”
Este povo é igualmente mencionado nos escritos do Antigo Egito. Em meados do século XV a.C. a região foi conquistada pelo faraó Tutmósis III, sendo perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.
Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica.
As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Palestina
Entendem porque há tanto ressentimento entre as partes? Exatamente porque essa guerra não tem somente 49 anos: ela é muito mais antiga que a religião muçulmana. Portanto, se alguma religião interfere de modo obstinado, impedindo qualquer acordo - é a judaica, que já existia antes do conflito ter início. Este conflito sempre foi insuflado pela religião judaica, que quer impor a todos os outros povos a idéia de que os judeus são “o povo escolhido”. Ou seja, é a mais antiga forma de declarar a “superioridade” de uma raça: declará-la escolhida por Deus.
Na verdade, essa declaração tem sido uma tentativa milenar de impor à toda humanidade uma vontade humana como se fosse divina. Israel não é o povo escolhido por Deus, mas, ao revés, o povo que luta contra Deus - pois esse nome teria se originado da luta de Jacó (fundador da nação hebraica) contra um anjo que, mais tarde, na mesma passagem, é retratado como Deus(Gênesis primeiro livro da Bíblia. Cap. 32; vers. 24-30).
Mas, confiando que ninguém vai perceber esse “detalhe”, os judeus se vendem como o povo escolhido.
Mas se a maioria dos povos tem um território (como russos, chineses, americanos, indianos, brasileiros entre centenas de outros), por que, justamente o povo escolhido, não teria o seu território, tendo de usurpá-lo de outro povo? O fato é que as verdades que existem na História de Israel têm sempre sido ofuscadas pelas lendas, pelas inverdades e pelas distorções.
Enquanto ficamos nas suposições de que se "eles pudessem lançariam bombas para destruir Israel", Israel, efetivamente, lançam milhares de mísseis e usa de armamentos permitidos - e proibidos - para, efetivamente, exterminar seus opositores.

Source:

    https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090220212840AAYhN3k

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A PROPAGANDA NAZISTA E OS SIONISTAS

Nova publicação em Caminho Alternativo

A propaganda nazista foi baseada no que os sionistas disseram

by Caminho Alternativo
Tradução: Google tradutor

Sionismo e antissemitismo

Nós imploramos e rogamos aos nossos irmãos judeus que percebam que os sionistas não são os salvadores do povo judeu e garantes da sua segurança, mas sim os instigadores e a causa original do sofrimento judeu na Terra Santa e no mundo. A idéia de que o sionismo e o Estado de "Israel" é o protetor dos judeus é, provavelmente, a maior fraude já perpetrada no povo judeu. Na verdade, onde mais a partir de 1945 os judeus estiveram em tal perigo físico como no estado sionista?!
Judeus são intimados por suas leis religiosas para serem leais ao país de que são cidadãos. Desde a destruição do Templo Sagrado em Jerusalém e do exílio do povo judeu cerca de dois mil anos atrás, nós fomos intimados a ser escrupulosamente leais aos países em que residimos. Dos grandes profetas bíblicos, Jeremias, no capítulo 29 de seu livro proclamou a mensagem de D'us a todos os exilados; versículo sete lê-se: "Buscai o bem-estar da cidade para a qual eu estou exilado e oremos para que o Todo-Poderoso, por meio de seu bem-estar, você terá o bem-estar." Este tem sido um dos pilares da moralidade judaica em toda a nossa história até hoje.
Os verdadeiros judeus seguidores da Torah desejam viver em paz e harmonia com seus vizinhos em todos os países entre a comunidade de nações, inclusive na Palestina histórica. Eles lamentam os atos e as políticas de violência realizadas por aqueles que, fazendo mau uso do nome de Israel, nosso antepassado, ter substituído os valores eternos da Torá, a eterna herança divinamente outorgada ao povo judeu, pelo ideal do nacionalismo chauvinista.
Tem sido antiga a intenção do sionismo em agitar intencionalmente o antissemitismo em qualquer lugar possível, e ainda mais comumente, para tirar proveito de qualquer sofrimento dos judeus em qualquer lugar, a fim de reforçar a sua causa. Na verdade, o ódio aos judeus e sofrimento dos judeus é o oxigênio do movimento sionista, e desde o início tem sido o de incitar deliberadamente ódio aos judeu e, em seguida, em horror fingido, usá-lo para justificar a existência do estado sionista - isto é, naturalmente,maquiavelismo elevado ao mais alto grau. Assim, os sionistas prosperam no ódio e sofrimento dos judeus, e procuram beneficiar-se, assim, por meio de manter os judeus no medo perpétuo, levando-os a ignorar a verdadeira natureza do sionismo e considerar que o estado sionista é a sua salvação.

O antissemitismo pelo sionismo político

Embora sionistas e outros o disputam, o fato inegável é que os elementos seculares e apóstatas revolucionários na comunidade judaica na Europa contribuiu grandemente para a hostilidade contra os judeus depois da Primeira Guerra Mundial. Isso despertou o ódio aos judeus em geral entre muitos não-judeus. Enquanto um prisioneiro em 1924 na fortaleza de Lansberg no rio Lech, Hitler escreveu seu Mein Kampf. Quando ele se tornou chanceler da Alemanha, em 1933, ele foi assistido por Goebbels, Roseberg e Streicher. Deles vieram as declarações: "Os judeus da Alemanha causaram a derrota da Alemanha na guerra 1914-1918; os judeus da Alemanha foram responsáveis pelas terríveis condições na Alemanha que se seguiram à guerra; os judeus da Alemanha são estrangeiros e que desejam manter os estrangeiros; eles não têm nenhuma lealdade ao país de seu nascimento; eles não são humanos; eles são cães imundos; eles não têm o direito de se intrometer nos assuntos da Alemanha; há também muitos judeus na Alemanha.
Na medida em que o sionismo está em causa, o fundador do sionismo e apóstata,Theodor Herzl, buscou intensificar o ódio ao judeus a fim de reforçar a causa do sionismo político. Aqui estão algumas de suas "pérolas":
"É essencial que o sofrimento dos judeus... piore... isso vai ajudar na realização de nossos planos...Eu tenho uma excelente idéia... Vou induzir antissemitas para liquidar a riqueza judaica... Os antissemitas nos ajudarão, assim, na medida em que irá reforçar a perseguição e opressão aos judeus. Os antissemitas são nossos melhores amigos". (De seu Diário, Parte I, pp. 16)
Palavras adicionais da imaginação fértil deste sonhador, da p. 68 da Parte I do seu Diário.

Então, o antissemitismo, que é uma força profundamente enraizada na mente subconsciente das massas, não iria prejudicar os judeus. Na verdade, eu acho que ela seja vantajosa para a construção do caráter judaico, a educação das massas que levarão a assimilação. Esta educação só pode acontecer através do sofrimento, e os judeus vão se adaptar.
Visualizações de ódio aos judeus como sendo sub-humanos não foram inventados pelos teóricos nazistas como Hitler, Goebbels, Rosenberg e Streicher. Esta ideologia foi simplesmente adaptada de declarações de sionistas políticos, como as encontradas nos escritos do sionista Yehezkel Kaufman, em 1933.
Em 1920 houve declarações hostis aos judeus expressas na Universidade de Heidelberg. Estas afirmações, argumentando que os judeus da Alemanha tinham causado o tumulto que se seguiu à guerra; que os judeus da Alemanha não tinha nada em comum com os alemães, e que os alemães tinham o direito de impedir que os judeus da Alemanha, de se intrometer nos assuntos de seus volk, não foram feitas por Adolf Hitler em Mein Kampf, mas por Nahum Goldmann, que depois se tornou o presidente da Organização Sionista Mundial e chefe do Congresso Judaico Mundial, e, indiscutivelmente, o mais influente político sionista no mundo, perdendo apenas para o primeiro-ministro do Estado de Israel.
Em 1921, os alemães na Alemanha foram informados de que:
"Nós, os judeus somos estrangeiros... um povo estrangeiro em seu meio e nós... desejamos ficar desse jeito. Um judeu nunca pode ser um alemão leal; todo aquele que invocar a terra estrangeira sua Pátria é um traidor ao povo judeu".
Quem disse estas palavras vis? Foi Jacob Klatzkin, o segundo de dois ideólogos sionistas políticos na Alemanha na época, onde os judeus da Alemanha estavam desfrutando direitos políticos e civís completos. Foi ele quem havia defendido enfraquecer as comunidades judaicas como um certo modo de aquisição de um estado. "Eles não tiveram escrúpulos em matéria de derrubar as comunidades judaicas existentes."

Quem falou em um discurso público em uma reunião política sionista em Berlim e declarou que "a Alemanha... tem muitos judeus"? Foi Hitler ou Goebbels? Não, foiChaim Weizman, que viria a ser o primeiro presidente do Estado de Israel. Este discurso foi publicado em 1920, e, portanto, quatro anos antes de Hitler ter escrito Mein Kampf.
Quantos sionista judeus sabem desta traição viciosa proferida por esses líderes sionistas políticos seniores, estes apóstatas do povo judeu? Nos julgamentos de Nuremberg dos Criminosos de Guerra, o propagandista nazista, Julius Streicher testemunhou: "Eu não fiz nada mais do que repetir o que os líderes sionistas vinham dizendo", é claro que ele tinha dito a verdade.
Além de Hitler, Rosenberg, Goebbels e Streicher, muitos outros líderes nazistas usavam declarações de sionistas para validar as suas acusações contra os judeus da Alemanha. Tais são os esforços dos líderes sionistas para o dia de hoje para manter um alto grau de antissemitismo, a fim de capacitá-los, em horror fingido, para, em seguida, apontar para o antissemitismo e apoiar sua causa idólatra e anti-judaica. Em 1963, Moshe Sharett, então presidente da Agência Judaica, disse no 38º Congresso Anual da Federação Scandinavian Juventude que a liberdade de que gozam a maioria dos judeus em perigo o sionismo e, no 26º Congresso Sionista Mundial, os delegados foram informados de que o judeu está ameaçado pela flexibilização da antissemitismo nos Estados Unidos "Estamos ameaçados por liberdade", declarou.
Como dissemos anteriormente, o sionismo prospera no antissemitismo. Ben Gurion declarou: "...nem sempre e não em todos os lugares que eu me opponho ao antissemitismo"Sionistas regularmente puxam o seu prático cartão "antissemita" contra alguém, judeu ou não judeu, que se atreva a falar contra a maldade do sionismo.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a organização Lehi, um desdobramento do Begin Irgun que foi chefiada por Yitzchak Shamir procurou uma aliança com os nazistas! O que se segue é uma citação dos escritos de Lehi em seu contato com os nazistas:
"A criação do Estado judeu histórico em uma base nacional e totalitária e vinculados por um tratado com o Reich alemão seria no interesse de reforçar a futura posição alemã de poder no Oriente Médio... O NMO na Palestina se oferece para levar um papel ativo na guerra ao lado da Alemanha... a cooperação do movimento de libertação de Israel também seria, de acordo com um dos últimos discursos do chanceler do Reich alemão, em que Herr Hitler sublinhou que qualquer combinação e qualquer aliança seria inscrito com o fim de isolar a Inglaterra e derrotá-la."
Para aqueles que assumem que os sionistas têm estado do lado da liberdade e da igualdade, estas palavras parecem estranhas. No entanto, para aqueles que entendem a raiz do sionismo, que é a transformação e erradicação do conceito do judeu tradicional e judaísmo, essas declarações não são estranhos a todos. Eles são de se esperar.
Os sionistas concordaram com o nazismo em geral, mesmo antes do advento do nazismo. Eles acreditavam que os judeus não podiam, e não deviam, viver em harmonia em qualquer outra sociedade no mundo, e que deveriam ser removidos dessas sociedades em benefício dessas sociedades. Eles acreditavam que a nova existência judaica do seu próprio Estado iria refazer a imagem dos judeus como "inúteis" e "parasitas". Essas idéias já existiam muito antes de Adolf Hitler!
Há uma enorme quantidade de literatura que descreve como os sionistas tornaram muito difícil a salvação de judeus durante e após a II Guerra Mundial. Como vários indivíduos e organizações estavam tentando organizar partidas de judeus para os países ocidentais, os sionistas trabalharam horas extras para evitar que isso acontecesse. Eles expressaram a opinião de que a construção da população judaica da Palestina era mais importante do que permitir que os judeus fossem para países terceiros, e que insistiu para potências ocidentais de que os judeus não deveriam ser aceitos em qualquer lugar que não fosse a Palestina. Na verdade, Yitzchak Greenbaum, um famoso sionista, proclamou que "uma vaca na Palestina valia mais do que todos os judeus na Polônia." O infame David Ben-Gurion, disse em 1938:
"Se eu soubesse que era possível salvar todas as crianças na Alemanha, levando-as para a Inglaterra, e apenas metade das crianças, levando-as para Eretz Israel, eu escolheria a segunda solução. Por que devemos levar em conta não apenas as vidas dessas crianças, mas também a história do povo de Israel".
Depois da guerra, um sionista líder "religioso", o rabino Klaussner, que estava no comando de pessoas deslocadas apresentou um relatório antes da Conferência Americana judaica em 02 de maio de 1948:
"Estou convencido que as pessoas devem ser forçadas a ir para a Palestina... Para eles, um dólar americano aparece como a conquista mais elevada. Pela palavra "força", eu estou sugerindo um programa. Ele serviu para a evacuação dos judeus na Polônia e na história do 'Exodus'... para aplicar esse programa é preciso, em vez de fornecer 'deslocados' com conforto, criar o maior desconforto possível para eles... em uma segunda etapa, um processo, convidando o Haganah para perseguir os judeus."
É irônico que os sionistas proclamem seu Estado como o porto seguro para o povo judeu, quando desde a Segunda Guerra Mundial nenhum lugar na terra foi tão perigoso para os judeus, tanto espiritual como fisicamente, como o estado sionista.
Os sionistas trabalharam incansávelmente para criar medo entre os judeus nos países árabes depois que o estado sionista foi estabelecido. Seu trabalho tático com mais sucesso foi no Iemên, Marrocos, Iraque, Argélia, Líbia e Tunísia.
É de conhecimento comum entre os judeus iraquianos que durante 1949-1950 o famoso sionista, Mordechai ben Porat, que tinha o apelido de Morad Abu al-Knabel (Mordechai Bomber), foi fundamental na tentativa de subornar autoridades iraquianas após a criação do estado sionista para aprovar leis que encorajassem os judeus a deixar o Iraque. Isto foi reforçado pelos sionistas bombas de plantio nas sinagogas em Bagdá, em março de 1950. Informações sobre isso é facilmente disponível na internet.
Os escritos de documento Sr. Naim Giladi em detalhe o que os sionistas fizeram em Bagdá, em 1950, para provocar a saída dos judeus para o estado sionista. Os sionistas não se importam com o efeito que suas políticas têm sobre as comunidades judaicas de todo o país. Quando eles acusam as nações européias de todo o pecado sob o sol, os sionistas se importam se isso vai produzir hostilidade para com os judeus? Não! Nem um pouco. Pelo contrário, como já vimos, eles prosperam em tais circunstâncias, agarrando-se da vã esperança de que essas comunidades judaicas corram para a "salvação" do "porto seguro" do Paraíso sionista onde os judeus estão em perigo constante como o regime sionista compromete toda forma de provocação cruel contra os não-judeus.

As acusações terríveis de violência e intimidação

Leia Morein nos tempos mais recentes, os sionistas têm procurado todas as oportunidades para encorajar os judeus a deixarem seus países de origem. Sempre que houver o menor caso de hostilidade contra os judeus na esteira da política sionista, ou se houver sinais de instabilidade econômica e de deslocamento, os sionistas o ampliam mil vezes, procuram humilhar impiedosamente as nações envolvidas, e agitam para que os judeus migrem para o estado sionista, a chamada "casa natural" do povo judeu. Este tem sido o caso em países como FrançaArgentina, Uruguai, a antiga União Soviética e no Egito.
As promessas da Torá estão sempre a ser realizadas. Este versículo da Torá demonstra que aqueles que são seus inimigos vão pagar um preço quando o reino de D'us prevalecer.
Deuteronômio 32:43: Elogie seu povo, ó nações: Por ele vingará o sangue dos seus servos. Ele vai tornar a vingança contra os seus adversários e fará expiação pela sua terra e seu povo.
Artigo relacionado
Caminho Alternativo | janeiro 26, 2015 às 12:54 am | Tags: sionismo | Categorias: Mundo | URL:http://wp.me/p29z3m-KG

sábado, 1 de junho de 2013

DOCUMENTÁRIO - AS PROVAS DE NORMAN FINKELSTEIN

"Grandes alegações requerem grandes provas. E eu te dou algumas: vivem hoje 25.000 judeus pacificamente no Irã; morreram ao todo 1.516 crianças palestinas e 129 crianças israelenses desde 2000; No total, 6.638 palestinos e 1097 israelenses morreram desde 2000; Feridos: 49.518 palestinos e apenas 9.081 israelenses. O Sionismo é um regime racista e fascista".

"Quando você visita outros vídeos de assuntos correlatos a este e defende a causa Sionista, está apoiando o governo de Israel, que tem como principal cláusula filosófica o terrorismo de estado, a manipulação da mídia e das decisões da mariONUete. O estado de Israel é, como pode ser facilmente provado, mais terrorista que o Hezbollah, que simplesmente não existiria se não fosse por uma resposta a esse sistema imposto pelo governo israelense. Você, portanto, se considera um terrorista?"

"Maravilhoso! Nasce um ídolo para mim. Já conhecia Pappe e cheguei aqui simplesmente para pesquisar sobre o autor de um livro que me foi emprestado (Imagem e Realidade...). Não imaginava que me depararia com uma personalidade tão poderosamente apaixonante como a que conheci aqui".

"Corajoso e muito inteligente, corre o risco, como Jesus, de ser assassinado por alguém de seu próprio povo por dizer apenas a Verdade. Lamentável o judeu produzir seu próprio holocausto ao pobre povo Palestino. Quem poderá defendê-los? Norman está agonizando, não resistirá ao lento e irreversível sufocamento imposto pelo patrulhamento ideológico e o poderio econômico de de seu próprio povo".

"Norman Finkelstein e Noam chomsky são, na minha opinião, as maiores personalidades do mundo de hoje - ambos judeus (não sou judeu)".

"É preciso ser muito altruísta pra ser um "Finkelstein". Chama-lo de antissemita é no mínimo hilário, piada pronta".

"Deus o abençoe e o proteja. Perseguição sionista não tem limites".

"That's how a free thinker is treated almost everywhere. Sad".

"Um grande homem, um grande judeu".



A luta do professor e ativista pelos direitos humanos Norman Finkelstein contra a exploração da memória do sofrimento das vítimas do holocausto em benefício de grupos mafiosos; assim como seu empenho na defesa dos direitos humanos do povo palestino que vem sendo dominado e massacrado pela ocupação militar do Estado de Israel.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Shlomo Sand: A INVENÇÃO DA TERRA DE ISRAEL

Neste encontro com Shlomo Sand podemos entender com clareza o absurdo que é a tentativa de justificar o fato de que um grupo de cidadãos europeus haja decidido partir para um território que alegam ter-lhe sido entregue à perpetuidade por ninguém menos que o próprio Deus, e do qual teria sido expulso pelos romanos há mais de dois mil anos. Com a justificativa de que aquela é sua terra de pleno direito, apesar de terem estado distantes da mesma por todo este tempo, eles decidem submeter e expulsar dali os habitantes cujas gerações lá viviam há mais de um milênio. Seria impossível que alguma pessoa de mente equilibrada e de bom caráter não considerasse tais propósitos uma verdadeira aberração. Ninguém em sã consciência poderia aceitar que Deus seja entendido como um grande corretor de imóveis que tem alguns clientes preferências em detrimento de outros. Apesar do absurdo desta ideia, ela foi posta em prática e, pior de tudo, com a conivência e o benepácito da ONU, a qual naqueles tempos (como agora) era manipulada pelas grandes potências imperialistas que sempre a usam para favorecer seus próprios interesses mesquinhos e em seu próprio benefício. Para dar sustentação a seu projeto de colonização da Palestina, os europeus organizadores do movimento sionista (quase todos ateus, ou não religiosos) apelaram para uma releitura da Bíblia e a transformaram de livro religioso em fonte de verdades históricas de validade eterna. Além disso, imaginem que, para dar maior sustenção a suas teses de cunho religioso, os líderes sionistas (seculares e ateus) decidam até mesmo falsificar alguns dos conceitos presentes na Bíblia de modo a adaptá-los a seus interesses do momento. Boa parte desta sórdida tramoia é revelada nesta conversa de Shlomo Sand. Aqui, além de desconstruir os mitos bíblicos que os sionistas encamparam e difundiram entre as comunidades judaicas pelo mundo afora, poderemos entender com mais clareza os motivos que os moviam (e movem) neste projeto colonialista. Juntamente com os mitos da eternidade e excepcionalidade do povo judeu, de sua eterna luta por reconquistar o território de onde teriam sido expulsos há mais de dois mil anos, os sionistas precisavam (e hoje precisam muito mais) que o antissemitismo nunca deixasse de estar presente como uma constante ameaça a todos os judeus. Se, na prática, o antissemitismo como pensamento político público quase que desapareceu nos países ocidentais, para os sionistas seria mister encontrar maneiras de reativá-lo, de verdade ou ficticiamente. As palavras com que Shlomo Sand conclui sua intervenção neste encontro são dignas de profundas reflexões. Diz Shlomo Sand: "Se, no passado, os antissemitas eram as pessoas que odiavam os judeus, hoje em dia, antissemitas são aqueles a quem os sionistas odeiam".

 

sábado, 14 de abril de 2012

A LUTA DO HAMAS - Ahmad Yassin - Why Hamas fight



SHIEKH AHMAD YASSIN - Fundador do Hamas - Movimento Islâmico de Resistencia

Quadriplegic, half blind 70+ years old
Israel assassintaed him on 22 March 2004 using a hellfire missile
11 other people were killed

"Our homeland is stolen
I have a home and a land
 in Askalan (Ashkelon)
others in Yafa (Jafa), Gaza

We ask for our right ... nothing more

We don't hate the Jews and
fight them because they are Jews

They are people of religion and
We are people of religion

We love all people of religion

If my brother who has the same
religion and parents as me ...
If he takes my home and
expels me from my land ...
I will fight him
I will fight my brother
I will fight my cousin if he does that to me

So when a Jew takes
my home and expels me
I will fight him as well

I don't fight the USA,
Britain or other countries
I am at PEACE with all people
I love all people and wish them well
Even the JEWS ...

The Jews lived with us for a long time
We never assaulted them ...
or transgressed on their rights
They used to hold high position
in the government and ministries
but if they take my home and ...
make me a refugee ...
We have 4 million Palestinian
refugees outside Palestine

Who has more right in this land?

The Russian immigrant who left
this land over 2000 years ago?
Or the one who left it 40 years ago?

Who has more right?

We don't hate the Jews
We want only them to give us our rights".

sábado, 4 de junho de 2011

ISRAEL APÓS 63 ANOS

Como todos os leitores deste blog  já devem ter percebido, eu aprecio "caçar" artigos interessantes na internet, que não se encontram assim tão acessíveis, principalmente na mídia considerada  "livre e independente".

PALESTINA
Fonte: http://somostodospalestinos.blogspot.com/2011/05/israel-apos-63-anos.html


ISRAEL APÓS 63 ANOS

por Abdel Latif Hasan Abdel Latif

médico palestino

jamilelatif@ig.com.br



Em 15 de maio último, Israel completou 63 anos.

Aparentemente, há muitos motivos para comemorar.

Nas ruínas da Palestina plural, engendrada ao longo de milhares de anos, pela mistura e encontro de povos, os sionistas criaram seu singular Estado exclusivamente judeu.

Após limpeza étnica e genocídio contra os nativos daquela Terra, sobraram poucos palestinos em Israel. São tratados como estrangeiros e cidadãos de terceira categoria dentro de sua própria pátria. Vivem ameaçados de expulsão a qualquer hora.

Os palestinos nos territórios ocupados em 1967 vivem em bantustões, guetos e campos de prisioneiros, controlados por Israel.

O resto dos palestinos, que vivem nos miseráveis campos de refugiados nos países vizinhos, são problema criado pelos judeus, mas a ser resolvido pelos árabes, conforme apologia sionista.

Após 63 anos, os palestinos não representam de fato uma ameaça real para o Estado Judeu, pelo menos a curto prazo. Por que então não há comemoração em Israel?

É verdade que o processo de paz entre árabes e israelenses está paralisado. Mas isso não deveria causar maiores preocupações para Israel, porque quando as negociações retornarem, a chamada comunidade internacional se submeteria novamente à posição israelense, resumida a seguir.

A paz na região significa a segurança absoluta do Estado judeu e rendição árabe, mesmo quando essa alegada segurança significa negar o direito básico dos palestinos e árabes em geral e violar o Direito Internacional.

A segurança de Israel é uma constante imutável da política americana e européia em geral. Todos os presidentes americanos e líderes europeus, antes de mencionar paz, justiça, Deus ou qualquer outro assunto, lembram de seu compromisso inabalável com a segurança e futuro do Estado Judeu.

É inimaginável alguém no mundo perguntar por que um Estado rico e armado até os dentes, com todo seu arsenal nuclear e potência financeira mundial, necessita de garantias internacionais para sua segurança, enquanto os palestinos, miseráveis, expulsos da sua terra, massacrados, presos em guetos e campos, não merecem ao menos o mesmo tratamento, ou pelo menos terem mencionados seus anseios em relação a sua segurança e seu futuro?

Por que tentar responder essas perguntas, se é Israel quem controla os governos americanos, independentemente de quem ocupa a Casa Branca, como declarou o então primeiro ministro Israel Sharon?

Por que então não comemorar?

Os sionistas criaram o Estado mais potente no Oriente Médio, capaz de enfrentar todos os países árabes juntos. Recebe apoio político incondicional de seu patrocinador e servo americano, além da mais do que generosa ajuda financeira, que ultrapassa os 3 bilhões de dólares anuais, fora das doações das comunidades judaicas ao redor do mundo.

Israel, apesar de tudo o que fez e está fazendo, continua sendo tratado como parte da civilização ocidental, goza de impunidade total, apesar de seus crimes contra os palestinos e vizinhos árabes e desrespeito ao Direito internacional em relação a vários países, inclusive Estados Unidos, Argentina, Itália, Rússia etc.

Os crimes de guerra e os crimes contra a humanidade deixam de ser crimes, se praticados por Israel.

Nenhum país no mundo desrespeitou e viola de forma sistêmica e intencional as leis e resoluções internacionais, como faz Israel, sem ser punido sequer uma vez.

O mundo que se auto-proclama civilizado adotou novos conceitos em relação a Israel: massacrar crianças árabes é ato de auto-defesa; campos de concentração para palestinos em Gaza e Cisjordânia são Estado palestino; negar os direitos básicos dos palestinos a um Estado livre e independente é garantia de segurança para Israel; discriminação contra os não judeus em Israel é necessário para manter o caráter judaico do Estado; ter lei de retorno de dois mil anos a judeus e negar o direito dos palestinos expulsos desde 1948 a retornar é essência do Estado judeu; “democracia” que exclui uma significativa parte da população (os não judeus) é “democracia” etc

O Ocidente, hipócrita e não totalmente redimido de seu passado colonialista, não apenas aceita e defende essas distorções e anomalias, mas exigem que os palestinos e árabes devem se submeter a elas.

Após 63 anos, não há comemorações em Israel e não poderia ser diferente. Um Estado projetado, construído e mantido com princípios racistas, no século XX e nesse início do século XXI, não apenas enfrenta as sombras do passado e presente criminosos, como também as incertezas de seu futuro.

Questões como cidadania, nacionalidade, quem é judeu, relação com os palestinos “cidadãos” do Estado judeu e palestinos em geral, a relação de Israel com seus vizinhos árabes, aceitar ou não um Estado Palestino, os refugiados, as fronteiras indefinidas, Constituição inexistente e muitas outras questões não podem ser ignoradas por muito tempo.

A resposta sionista a todas essas questões é simples: construir o maior gueto de todos os tempos. A espada e a muralha de aço são as únicas respostas que os sionistas apresentam.

Os sionistas nada aprenderam dos sábios judeus não sionistas. Aquele que mata com espada, com espada morrerá.

Israel é um projeto colonialista inacabado. Suas vítimas estão vivas e determinadas a viver e corrigir a injustiça histórica cometida contra o povo palestino e sua pátria.

Os milhões massacrados, destinados a serem esquecidos, estão batendo às portas da Palestina.

As casas palestinas, historicamente, tinham janelas olhando para o céu e portas sempre abertas.

Os muros não fazem parte da paisagem palestina.

É uma questão de tempo para os verdadeiros donos do espaço e tempo palestinos devolverem à Palestina sua verdadeira essência: terra de todas as religiões e todos os profetas, terra livre para homens livres!