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domingo, 18 de outubro de 2015

MÍSSEIS DOS EUA FORNECIDOS PARA OS TERRORISTAS CONTRA A SÍRIA


Infelizmente, isso você não vê na sua ‪#‎TV‬... Eles não mostram.

‪#‎Mísseis‬ anti-tanque de ‪#‎fabricação‬ ‪#‎estadunidense‬ estão surgindo na ‪#‎Síria‬, através da Arábia Saudita, como parte de um programa secreto da ‪#‎CIA‬ para impulsionar ‪#‎terroristas‬ ‪#‎anti_Assad‬. Os mísseis anti-tanque, chamados ‪#‎TOW‬, são armas sofisticadas projetadas para destruir os tanques inimigos e explodir bunkers reforçados. Esta arma está nas mãos dos #terroristas do ‪#‎ISIS‬, ‪#‎Al_Qaeda‬, ‪#‎Al_Nusra‬ e ‪#‎FSA‬, que atuam sob ‪#‎ordens‬ de ‪#‎Washington‬, ‪#‎Ankara‬, ‪#‎Riad‬ e ‪#‎Tel_Aviv‬.


EUA fornece mísseis anti-tanque TOW para os terroristas na Síria

Mísseis anti-tanque de fabricação estadunidense estão surgindo na Síria, através da Arábia Saudita, como parte de um programa secreto da CIA para impulsionar terroristas anti-Assad. Os mísseis anti-tanque, chamados TOW, são armas sofisticadas projetadas para destruir os tanques inimigos e explodir bunkers reforçados. Esta arma está nas mãos dos terroristas do ISIS, Al-Qaeda, Al-Nusra e FSA, que atuam sob ordens de Washington, Ankara, Riad e Tel Aviv.

Publicado em 17 de out de 2015
American-made anti-tank missiles are surfacing in Syria as part of a CIA secret program to boost anti-Assad terrorists.

The anti-tank missiles, called TOWs, are sophisticated weapons designed to kill enemy tanks and blow up reinforced bunkers.

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sábado, 4 de julho de 2015

VERDADES SOBRE O ISIS E A AL QAEDA

24 verdades sobre o ISIS 

e

a Al- Qaeda que não 

querem que você saiba 2

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Michel Chossudovsky/Resumen Latinoamericano/
Global Research, 26 de maio de 2015 –

O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, o MOSSAD e o MI6 para acabar com a Síria. O professor Michel Chossudovsky, economista canadense e diretor do Centro de Investigação sobre a Globalização, de Montreal, enumerou 24 verdades que os governos ocidentais não querem que a população conheça sobre o ISIS ( Estado Islâmico) e a Al-Qaeda… Como é possível que sigam o jogo dos Estados Unidos encaminhado a criar um estado mundial policial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie em sua máxima dimensão.
COISAS QUE NÃO QUEREM QUE SAIBAMOS SOBRE A AL-QAEDA
1 – Os Estados Unidos apoiaram a Al Qaeda e suas organizações afiliadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegano-soviética.
2 – A CIA criou campos de treinamento para a Al-Qaeda no Paquistão. No período de dez anos, desde 1982 até 1992, cerca de 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.
3 – Desde a época da Administração Reagan, Washington apoiou a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.
Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Tudo era por “uma boa causa”: a luta contra a União Soviética e a mudança do regime, o que levou ao desaparecimento de um governo secular no Afeganistão.
Apenas precisamos lembrar os filmes de propaganda da época, como o célebre Rambo III…
4 – Os livros de textos jihadistas publicados pela Universidade de Nebraska. Os Estados Unidos gastaram milhões de dólares para fornecer livros de textos repletos de imagens violentas e ensinamentos islâmicos às escolas afegãs.
5 – Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda e homem mais odiado dos Estados Unidos, foi recrutado pela CIA em 1979, no próprio começo da guerra jihadista do Afeganistão contra a União Soviética. Na época, Bin Laden tinha 22 anos e foi treinado em um campo de treinamento de guerrilhas patrocinado pela CIA.
Segundo o Professor Chossudovsky, a Al Qaeda se encontrava por trás dos ataques do 11 de setembro. De fato, o ataque terrorista de 2001 proporcionou uma justificativa para uma guerra contra Afeganistão, sob o argumento de que o Afeganistão era um estado patrocinador do terrorismo da Al Qaeda.
6 – O Estado Islâmico ou ISIS era originalmente uma entidade afiliada à Al Qaeda, criada pela inteligência dos Estados Unidos, com o apoio do M16 Britânico, o Mossad Israelense, os serviços da Arábia Saudita (GIP ou Ri’āsat Al-Istikhbarat Al-‘Amah (رئاسة الاستخبارات العامة).
7 – As brigadas do ISIS sempre estiveram envolvidas no apoio à insurgência que os EUA e a OTAN têm dirigido contra o governo sírio de Bashar al Assad.
8 – A OTAN e o Estado Maior da Turquia foram os responsáveis pela contratação de mercenários do ISIS e Al Nusrah desde o início da insurgência síria, em março de 2011.
Segundo fontes da inteligência israelense, publicadas na web DEBKA, esta iniciativa consistiu em: “Uma campanha para recrutar milhares de voluntários muçulmanos em países do Oriente Médio e do mundo mulçumano para lutar junto dos rebeldes sírios. O exército turco aloja estes voluntários, os treina e assegura sua entrada na Síria”.
9 – Existem membros das forças especiais ocidentais e agentes de inteligência ocidentais dentro das fileiras do ISIS. Membros das Forças Especiais Britânicas e do M16 participaram do treinamento dos rebeldes jihadistas na Síria.
10 – Especialistas militares ocidentais contratados pelo Pentágono treinaram os terroristas no uso das armas químicas.
“Os Estados Unidos e alguns aliados europeus estão utilizando contratados da defesa para treinar os rebeldes sírios sobre como assegurar os arsenais de armas químicas na Síria, segundo informou um alto funcionário dos Estados Unidos e vários diplomatas de alto nível à CNN”.
11 – As decapitações brutais realizadas pelos terroristas do ISIS constituem os programas de treinamento patrocinados pela CIA nos campos da Arábia Saudita e Qatar e cujo objetivo é causar pavor e comoção.
12 – Muitos dos criminosos recrutados pelo ISIS são presidiários condenados libertos dos cárceres da Arábia Saudita, país aliado do Ocidente. Entre eles encontram-se cidadãos sauditas condenados à morte, que foram recrutados para se unirem às brigadas terroristas.
13 – Israel apoiou as brigadas do ISIS e Al Nusrah dos Altos do Golán, em sua luta contra o governo de Al-Assad e as forças xiitas da Hezbollah.
Combatentes jihadistas se reúnem regularmente com oficiais das Forças de Defesa Israelenses (FDI), assim como com o primeiro ministro Netanyahu.
O alto comando das FDI reconhece tacitamente que: “elementos da jihad global dentro da Síria, membros do ISIS e Al Nusrah, são apoiados por Israel”.
14 – Os soldados do ISIS dentro da Síria trabalham sob as ordens da aliança militar ocidental. Seu mandato tácito é causar estragos e destruição na Síria e Iraque.
Uma prova disso é a foto em que o senador estadunidense John McCain se reúne com líderes terroristas jihadistas na Síria.
15 – As milícias do ISIS, que atualmente são o alvo de uma campanha de bombardeios dos Estados Unidos e da OTAN sob o manto da “luta contra o terrorismo”, continuam sendo apoiadas secretamente pelo Ocidente.
Forças xiitas que lutam contra o ISIS no Iraque, assim como membros do próprio exército iraquiano denunciaram repetidamente as ajudas militares fornecidas pelos Estados Unidos aos terroristas do ISIS, enquanto combatiam contra eles.
16 – Os bombardeios estadunidenses e aliados não estão apontando o ISIS, mas possuem o objetivo de bombardear a infraestrutura econômica do Iraque e Síria, incluindo suas fábricas e refinarias de petróleo.
17 – O projeto do ISIS de criar um califado faz parte de uma agenda política exterior dos Estados Unidos, que pretende dividir o Iraque e a Síria em territórios separados: um califado islâmico sunita, uma República Árabe xiita e a República do Curdistão.
18 – “A Guerra Global contra o Terrorismo” se apresenta frente à opinião pública como um “choque de civilizações”, uma guerra entre os valores e as religiões quando, na realidade, trata-se de uma guerra de conquista, guiada por objetivos estratégicos e econômicos.
19 – As brigadas terroristas da Al Qaeda, patrocinadas secretamente pelas agências de inteligência ocidentais, foram implantadas no Mali, Níger, Nigéria, República da África Central, Somália e Iêmen para levar o caos a esses países e justificar uma intervenção militar ocidental.
20 – Boko Haram na Nigéria, Al Shabab na Somália, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia, (apoiado pela OTAN em 2011), Al Qaeda no Magreb Islâmico e Jemaah Islamiya na Indonésia, entre outros, são grupos afiliados à Al Qaeda, que são secretamente apoiados pela inteligência ocidental.
21 – Os Estados Unidos também estão apoiando organizações terroristas afiliadas à Al Qaeda na região autônoma Uigur, na China. Seu objetivo é desencadear a instabilidade política no oeste da China.
22 – A ameaça terrorista local, como a que vemos nos EUA ou Europa, é uma fabricação promovida pelos governos ocidentais e apoiada pelos meios de comunicação com a finalidade de criar uma atmosfera de medo e intimidação, que leve a uma anulação das liberdades civis e favoreça a instalação de um estado policial.
Por sua vez, as prisões, julgamentos e condenações de “terroristas islâmicos” servem para sustentar a legitimidade do Estado de Segurança Interna dos Estados Unidos e a crescente militarização de suas forças de segurança.
O objetivo final é inculcar na mente de milhões de estadunidenses que o inimigo é real e que a Administração dos Estados Unidos protegerá a vida de seus cidadãos.
O mesmo podemos dizer de países como França, Reino Unido ou Austrália.
23 – A campanha “antiterrorista” contra o Estado Islâmico contribuiu com a demonização dos muçulmanos que, aos olhos da opinião pública ocidental, se associam cada vez mais aos jihadistas, assentando assim as bases para um choque de religiões e civilizações.
24 – Qualquer um que se atreva a questionar a validade da “Guerra Global contra o Terrorismo” é qualificado como terrorista e se vê submetido às leis antiterroristas.
Estabelece-se com isso, um primeiro instrumento para perseguir qualquer tipo de dissidente ideológico, associando-o ao terrorismo.
Esta ferramenta poderá ser estendida posteriormente a qualquer outro tipo de dissidência ideológica.
Como vemos, a administração Obama finalmente impõe um consenso diabólico, com o apoio de seus aliados e do papel cúmplice do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A imprensa ocidental abraça esse consenso de forma obediente e entusiasta; descreve o Estado Islâmico como uma entidade independente, surgida do nada, um inimigo exterior que ameaça os valores “pacíficos e democráticos” do mundo ocidental.
Criou-se um inimigo que pode aparecer e atuar em qualquer momento, como um fantasma com o qual se assusta a população quando mais convenha e empurrá-la a aceitar qualquer tipo de política repressiva das liberdades e qualquer tipo de ação militarista a serviço dos grandes poderes ocidentais.
E pelo visto, este drama, apenas começou…
Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/05/26/24-cosas-sobre-isis-y-al-qaeda-que-no-quieren-que-sepas/
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

O AUTO DENOMINADO "ESTADO ISLÂMICO" E SUA ORIGEM BIZARRA

A história bizarra da origem do ISIS – o auto denominado “Estado Islâmico”

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A história bizarra da origem do ISIS, um dos grupos mais radicais existentes hoje

ISIS é a sigla em inglês para “Estado Islâmico no Iraque e na Síria”, também conhecido como “Estado Islâmico do Iraque e do Levante”, ou, hoje em dia, apenas como “Estado Islâmico” (EI).
Embora muitos se refiram ao EI como um grupo terrorista, essa é uma categorização simplista para explicar o que ele representa. Chuck Hagel, que foi secretário de Defesa dos Estados Unidos até pouco tempo atrás, disse que o EI era um projeto de Estado com armas sofisticadas, uma ideologia totalitária e recursos abundantes obtidos por meio de financiamento externo.
O grupo começou como mais um dos vários que se opunham ao regime de Bashar al-Assad na Síria, mas hoje afirma ser a autoridade religiosa sobre todos os muçulmanos do mundo e tenta impor uma versão ultraconservadora do Islã a diversos países.
E como uma organização como essa, conhecida por ser uma dissidência da Al-Qaeda, a qual acusou de não ser suficientemente radical, surgiu e se tornou tão forte tão de repente? Afinal, poucos de nós haviam ouvido a sigla “ISIS” antes de um ou dois anos atrás.
O site americano Cracked conversou com várias pessoas que estiveram no Iraque e chegou à conclusão de que, se os EUA não for o pai do ISIS, é pelo menos algum tipo de tio. Isso por que…

5. Os EUA colocaram todos os seus líderes no mesmo campo

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Durante a Guerra do Iraque, entre 2003 e 2011, soldados americanos e da coalizão passaram muito tempo lutando e capturando dezenas de milhares de combatentes insurgentes no país, colocando-os sempre no mesmo lugar: Campo Bucca, no Iraque.

O local tornou-se um importante centro de detenção de… Qualquer pessoa. Provavelmente, isso fez com que o Bucca virasse uma espécie de “escola de extremismo”.
Nove principais líderes do Estado Islâmico passaram um tempo em Campo Bucca. Uma das fontes do Cracked, que pediu para permanecer anônima, esteve lá durante o mesmo tempo que um homem chamado Abu Bakr Al-Baghdadi. Se esse nome soa familiar para você, é porque ele é o chefe da ISIS e autoproclamado califa do Estado Islâmico:

como surgiu o isis 5-
“Não podíamos chamar o Campo Bucca de prisão, porque ninguém que estava lá havia sido acusado ou condenado de qualquer coisa”, explica a fonte. Ou seja, qualquer um pego fazendo qualquer coisa que os EUA não gostassem era jogado lá, uma maneira fácil de acabar tornando jovens irritados em extremistas violentos. Nunca saberemos quantos homens inocentes acabaram radicalizados como resultado de seu encarceramento no Campo Bucca (é possível que até 90% dos reclusos tenham sido originalmente presos por engano), mas não é à toa que um dos antigos comandantes do local o tenha descrito como uma “panela de pressão para o extremismo” – no Twitter!
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4. Os radicais aprenderam a trabalhar juntos

Scores of outposts in Iraq have closed as American forces regroup on larger bases as a prelude to withdrawing from virtually all cities by June. The United States plans to close its prison at Camp Bucca in southern Iraq and turn the inmates over to the Iraqi authorities, and commanders are considering using the base as a way station for troops heading home.

Muitos dos detidos de Bucca, longe de casa pela primeira vez em um campo de prisioneiros, estavam compreensivelmente solitários e assustados. Logo, os presos mais radicais ofereceram apoio emocional, o que facilitou a radicalização de seus companheiros mais tarde.

Além disso, uma vez que estavam dentro dos muros de Bucca, todos tinham que viver sob uma versão estrita da lei islâmica – muito em linha com a forma como o ISIS opera hoje.
A fuga de Bucca era difícil, mas, dentro das cercas, os presos tinham a liberdade para fazer cumprir muitas de suas próprias regras e até mesmo realizar punições letais em outros detidos que quebrassem essas regras. A fonte do Cracked diz que, depois de punir alguém arbitrariamente, os outros detidos simplesmente o levavam para perto das cercas do campo e diziam que o haviam encontrado assim.
Estima-se que muitos dos futuros líderes e soldados do ISIS tiveram sua primeira experiência de trabalho e planejamento de ataque juntos dentro do Campo Bucca, onde mostraram a mesma criatividade e astúcia que lhes permitiu tomar conta de pelo menos metade do Iraque nos últimos anos.
Funcionários da “prisão” tentaram segregar os mais radicalizados dos mais pacíficos, mas isso não impediu que ambos se misturassem e até mesmo esquematizassem juntos. “Eles passavam notas entre si. Um grupo fazia um motim de um lado, enquanto outro fazia uma fuga do outro”, explica a fonte.
De qualquer forma, o Campo Bucca deixou vários insurgentes violentos em contato uns com os outros, obrigando-os a trabalhar em equipe.

3. Os EUA recrutaram ex-terroristas para lutar contra terroristas

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Lembra dos “Filhos do Iraque”? Em suma, eram um bando de muçulmanos sunitas da província de Anbar que organizaram um exército financiado pelos militares dos EUA para estabilizar a região. O único problema é que muitos deles começaram suas carreiras “militantes” lutando exatamente contra soldados americanos e civis iraquianos.

Uma segunda fonte consultada pelo Cracked, um soldado americano estacionado em Anbar naquele momento, recordou sua primeira reunião com alguns dos homens que se tornariam os Filhos do Iraque. Os EUA não tinham aliados locais competentes. O novo exército iraquiano, treinado e equipado pelos americanos, não era bom. A solução foram esses caras.
Os Filhos do Iraque não eram grandes fãs dos Estados Unidos, mas eram competentes (alguns deles tinham lutado contra os EUA durante anos) e queriam dinheiro.
E como as pessoas começaram a aceitar pagar aqueles que tinham sido seus inimigos apenas algumas semanas antes? Em alguns casos, mentiu-se que os Filhos do Iraque eram apenas cidadãos locais, agricultores, preocupados com a sua comunidade. Ou dizia-se que eles lutavam contra os EUA porque Al-Mahdi lhes pagava, e os americanos começaram simplesmente a pagar melhor.
De qualquer maneira, não demorou muito para que os militares percebessem que estes extremistas perigosos armados não tinham que obedecer às mesmas regras de guerra que os soldados americanos. Ou seja…

2. Os EUA transformaram o ISIS em um organizado esquadrão da morte

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O termo “esquadrão da morte” é preciso para descrever os Filhos do Iraque. Qualquer pessoa que a ONU não deixava os EUA matar, o país alegremente passava para o “esquadrão”, o que significa que elas acabavam mortas de qualquer jeito.

Nos últimos cinco meses que a segunda fonte do Cracked passou lá, de abril a agosto de 2007, os soldados americanos não sofreram ataques. Do lado dos mais mortais, eles estavam também mais seguros.
Só que os Filhos do Iraque não tinham quaisquer regras específicas para seguir. Durante patrulhas americanas, se os americanos invadiam uma casa, as mulheres choravam. Se os Filhos do Iraque estavam junto, eram os homens que choravam, pois sabiam que iam morrer – sem dúvida alguma.
O esquadrão tinha praticamente carta branca para jogar qualquer um em qualquer vala. Se isso parece horrível, é porque era. Uma queda de 90% da violência na região foi atribuída diretamente devido aos Filhos do Iraque – pelo medo que todos tinham deles. E o que tudo isso tem a ver com o ISIS?

1. Os EUA delegaram a responsabilidade por ambos os grupos ao governo iraquiano, e logo surgiu o ISIS

Nouri Maliki

Em 2008, o presidente Bush deu ao governo iraquiano o controle sobre todos os prisioneiros feitos na guerra, incluindo aqueles no Campo Bucca. Assim, os iraquianos libertaram Abu Bakr Al-Baghdadi em 2010, sob a suposição de que ele tinha tirado todo o terrorismo de seu sistema. Ele se tornou o líder do ISIS no mesmo ano.
Usar os Filhos do Iraque como um esquadrão da morte funcionou muito bem só para os EUA, visto que causou uma queda acentuada na violência contra seus soldados. Terminado esse propósito, em 2008, o governo americano quis se livrar deles, passando-os ao controle dos iraquianos.
Em 2011, o país caiu nas mãos do primeiro-ministro Nouri Maliki, um muçulmano xiita. Ele imediatamente mandou prender seu vice em comando, que era sunita. Em seguida, parou de pagar os Filhos do Iraque de maioria sunita.
Sem emprego, muitos deles se juntaram ISIS por, novamente, dinheiro. A maioria dos Filhos do Iraque foi na verdade assassinada pelo grupo ao invés de se tornar um aliado dele, mas o que realmente importa era que o maior obstáculo do Estado Islâmico tinha ido embora. O exército iraquiano continuou tão ineficaz quanto sempre foi, de forma que o ISIS agora controla mais de metade do país.
Conclusão: os EUA cutucaram ali, cutucaram ali, e só fizeram o cocô feder mais. Espera-se que eles aprendam a lição um dia, mas isso não deve acontecer tão cedo. Como uma última curiosidade divertida, o financiamento dos Filhos do Iraque custou aos Estados Unidos cerca de US$ 200 milhões por ano. O Pentágono estima que vai custar US$ 22 bilhões por ano para continuar lutando contra o ISIS. [Cracked, BBC]
Autor: Natasha Romanzoti tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos
http://hypescience.com/historia-bizarra-da-origem-do-isis-um-dos-grupos-mais-radicais-existentes-hoje/

quinta-feira, 19 de março de 2015

OS MAUS CONSELHOS DE THOMAS FRIEDMAN

Nova publicação em Caminho Alternativo

‘New York Times': EUA deveria armar o Estado Islâmico para fazer frente ao Irã

by Caminho Alternativo
Tradução: Caminho Alternativo
 (19-03-2015) "Por que é do nosso interesse destruir o último bastião sunita [o Estado Islâmico] que faz frente à conquista total do Iraque pelo Irã? Por que as milícias xiitas que agora dirigem a luta contra o ISIS governarão Iraque melhor? Sério?", se pergunta Thomas Friedman, três vezes ganhador do Prêmio Pulitzer e colunista do 'The New York Times'.
"O Estado Islâmico, sendo horrível como é, surgiu como a resposta do arabismo sunita à derrota desse mesmo arabismo sunita (... ) Deveríamos estar armando ao Estado Islâmico? Por que, pela terceira vez desde o 11 de setembro, estamos liderando uma guerra em nome do Irã?", se interroga.
"No impiedoso Oriente Médio, o único que chama a atenção é a ameaça de queda do regime pela força. [Barack] Obama não têm essa vantagem no Irã (...) estamos negociando [sobre o acordo nuclear] com Irã sem uma influência crível de ameaça da força. E os aiatolás o sabem", adverte o colunista.
No artigo, Friedman lamenta que EUA tenha aniquilado a dois dos 'inimigos' do Irã. "Em 2002, destruímos o principal inimigo sunita do Irã no Afeganistão (o regime dos talibãns). Em 2003, destruímos ao principal inimigo sunita do Irã no mundo árabe (Saddam Hussein). Mas falhamos na hora de erguer uma ordem pluralista auto-sustentável que pudesse ter servido de contrapeso duradouro ao Irã, já que criamos um vazio no Iraque e no resto do mundo árabe sunita. É por isto que os representantes de Teerã dominam indiretamente quatro capitais árabes: Beirut, Damasco, Saná e Bagdá", sustenta Friedman.
Fonte: RT
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Comentário do blog
Thomas Friedman é um judeu sionista, colocado na redação do sionista New York Times para criar propaganda pró-Israel e contra os países que a máfia Rothschild quer invadir. Em tom imperialista, Friedman declara abertamente que o ISIS é o aliado dos EUA.
E qual o propósito? Atacar o alvo do regime israelense.
No mesmo texto admite os crimes cometidos pelos EUA no Iraque e Afeganistão, países invadidos através de mentiras criadas pela CIA/Pentágono e que foram divulgadas na mídia corporativa. O resultado foi milhões de civís assassinados e o petróleo roubado pelo cartel petroleiro Rockefeller/Rothschild.
Através destes "colunistas" a opinião pública é formada nos EUA para que a população apoie as invasões e genocídios cometidos pelas tropas estadunidenses, da OTAN e Israel.
O que foi marcado em vermelho no artigo é a confirmação de que as corporações petroleiras e bancos internacionais (máfia Rothschild) estão numa cruzada a nível global para derrubar governos e pilhar seus recursos. Quem possui petróleo, minérios, gás, água e terras cultiváveis são "terroristas", "inimigos" e "ameaça à segurança dos EUA e Israel".
Caminho Alternativo | março 19, 2015 às 7:38 pm | Tags: isis, nwo, sionismo, ww3 | Categorias:Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-Mr

segunda-feira, 9 de março de 2015

MITOS SOBRE O ESTADO ISLÂMICO

Desde que o grupo conhecido como ISIS ou "Estado islâmico" declarou o restabelecimento de um califado em 29 de Junho de 2014, o universo midiático relatou diversas ações realizadas pelo grupo, a mais recentemente, a execução de 21 cristãos coptas na cidade líbia de Sirte. Infelizmente, muitos jornalistas, acadêmicos e analistas têm disseminado em seus discursos que esses crimes são uma "normalidade" para um califado.
Por isso, eu senti que era necessário educar muçulmanos e não-muçulmanos sobre os valores islâmicos verdadeiros, para impedir o público de confundir o Islã com atos extremos. Além disso, é imperativo que os muçulmanos que são qualificados em matérias relacionadas com a shariah (lei islâmica) e história islâmica esgotaram seus esforços em educar as pessoas de todos os credos porém, nenhum sobre como é a vida sob um califado, como testemunhado por mais de mil anos de civilização islâmica.
-Valores islâmicos em prática
A governança islâmica é fundamentalmente baseada na justiça e compaixão. Estes são os valores centrais do Islã que são expressos através de uma sincera crença na existência de um único Deus, no qual seus servos (muçulmanos) procuram agir de uma forma que é agradável a Ele. Ao destacar-Lo para o culto e consciente de sua responsabilidade, um muçulmano é incentivado a agir de forma justa. O Alcorão afirma claramente a este respeito:
"Ó vós que credes, sejam firmes na sua devoção a Deus e testemunhem com imparcialidade: não deixe o ódio dos outros levá-los para longe da justiça, mas adiram à justiça, para que sejam mais perto de ser conscientes de Deus. Esteja conscientes de Deus:. Deus está bem inteirado de tudo o que vocês fazem"
"Ó vós que credes, defendem a justiça e deem testemunho de Deus, mesmo que seja contra vós mesmos, seus pais, ou seus parentes próximos. Se a pessoa é rica ou pobre, Deus pode cuidar melhor de ambos. Abstenha-se de seguir o seu próprio desejo, para que você possa agir com justiça -. Se você distorcer ou negligenciar a justiça, Deus está plenamente consciente do que você faz "
Assassinatos em massa, limpeza étnica, o sectarismo, a intolerância, matança de jornalistas, sequestros e outros males são o oposto do comportamento compassivo e misericordioso que é a marca de um verdadeiro Estado islâmico. Como afirma o Alcorão:
"E o que te fara entender o que É vencer como vicissitudes?
É libertar um escravo, alimentar em um momento de fome um órfão, parente ou uma pessoa pobre em perigo, e para ser um daqueles que acreditam e exortar mutuamente a firmeza e compaixão."

-Minorias sob o governo islâmico
No passado, quando esses valores foram praticados e internalizados, os muçulmanos que tinham autoridade política criaram uma sociedade que foi sem precedentes na história. Considerando o tratamento das minorias, como os judeus e os cristãos. O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) no tratado de Medina disse:
"Cabe a todos os muçulmanos ajudar e estender tratamento simpático aos judeus que entraram em um acordo conosco. Nem uma opressão de qualquer tipo deve ser perpetrada contra eles, nem seus inimigos devem ser ajudados contra eles ".
A popular historiadora Karen Armstrong aponta como esses valores estabeleciam uma convivência sem precedentes:
"Os muçulmanos tinham estabelecido um sistema que permitiu que judeus, cristãos e muçulmanos vivessem em Jerusalém juntos pela primeira vez."
O historiador acadêmico judeu Amnon Cohen ilustra a aplicação prática dos valores islâmicos, e como os judeus da Jerusalém otomana eram livres e contribuíram para a sociedade:
"Ninguém interferia com a sua organização interna ou as suas atividades culturais e econômicas externas ... Os judeus da Jerusalém otomana gozavam de autonomia religiosa e administrativa dentro de um Estado islâmico, como um elemento construtivo, dinâmico da economia local e da sociedade que podiam contribuir para o seu funcionamento ".
Omar Ibn al-Khattab, o companheiro do profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) e o segundo califa do Islã, concedeu aos cristãos da Palestina liberdade religiosa, segurança e paz. Seu tratado com os cristãos palestinos, declarou:
"Essa é a proteção que o servo de Deus, Amir al-Mumineen (Líder dos fiéis), da para o povo da Palestina. Assim, a proteção para as suas vida, suas propriedade, igrejas, cruzes, para os doentes e sadios, e para todos os seus correligionários. Desta forma, suas igrejas não devem ser transformadas em casas de habitação, nem serão demolidas, nem qualquer prejuízo será feito contra eles ou para os seus gabinetes, nem para a sua cruz, e nem nada a ser deduzido da sua riqueza. Não há restrições a serem feitas em relação às suas cerimônias religiosas. "
Em 869, o patriarca de Jerusalém, Theodosius, confirmou a adesão dos muçulmanos ao Tratado de Omar:
"Os sarracenos [ou seja, os muçulmanos] mostram-nos uma grande boa vontade. Eles nos permitem construir nossas igrejas e observar nossos próprios costumes sem obstáculos. "
Estas narrativas históricas não são acidentes históricos, mas baseiam-se nos valores islâmicos intemporais de tolerância e misericórdia.
Conversão forçada
Conversões forçadas são totalmente proibidas no Islã e os muçulmanos não são permitidos, sob quaisquer circunstâncias, e converterem à força alguém. Isto é devido ao seguinte versículo do Alcorão:
"Não há compulsão na religião: a verdadeira orientação tornou-se distinta do erro ..."
Michael Bonner, uma autoridade sobre a história do início Islã, explica a manifestação histórica do versículo acima:
"Para começar, não houve conversão forçada, sem escolha entre o" Islã e a Espada ". A lei islâmica, seguindo um princípio corânico claro (2: 256), proíbe qualquer uma dessas coisas:. Dhimmis [não-muçulmanos sob domínio islâmico] são autorizados a praticar a sua religião. "
Um dos principais historiadores do Islã, Lacy O 'Leary, expõe os mitos atribuídos aos ensinamentos islâmicos:
"A história deixa claro, no entanto, que a lenda de muçulmanos fanáticos varrendo o mundo e forçando o Islã na ponta da espada sobre povos conquistados é um dos mitos mais fantasticamente absurdos que os historiadores já repetiram."
Imposto aos não-muçulmanos: Jizya
A autoridade do governo islâmico, com base em vários preceitos das escrituras, cobraram dos não-muçulmanos um tipo de imposto sobre o cidadão. Este imposto - conhecido como jizya - não era um fardo, e era geralmente menos do que o que os muçulmanos tinham de pagar como imposto. O imposto recaia sobre todos os adultos do sexo masculino, no entanto, as mulheres, as crianças, os doentes e os pobres eram isentos. Era pago no final de cada ano e os ricos não-muçulmanos teriam que dar 48 dirhams (o que equivale a cerca de 500 euros por ano), e os moderadamente ricos não-muçulmanos pagariam muito menos. Se alguém pudesse não pagar este imposto, não teria que pagar nada.
Na realidade, cabia às autoridades garantirem que o cidadão não-muçulmano tivesse o suficiente para alimentar suas famílias e manterem um padrão de vida decente. Por exemplo, Omar ibn' Abd al-Aziz, um dos califas do Islã, escreveu a seu agente no Iraque:
"Procure O Povo do Livro (cristãos e judeus) em sua área, que podem ter crescido crescido de idade (idosos), e são incapazes de ganhar (o próprio sustento), e forneça-lhes estipêndios regulares do tesouro para cuidar de suas necessidades."
A manifestação prática do imposto aos não-muçulmano pode ser encontrada na seguinte carta escrita por um rabino em 1453. Ele estava incitando seus correligionários a viajarem para terras muçulmanas depois das ondas de ataques contra judeus na Europa, e que eles estariam economicamente emancipado :
"Aqui na terra dos turcos não temos nada de que nos queixar. Possuímos grandes fortunas; muito ouro e prata estão em nossas mãos. Nós não somos oprimidos com impostos pesados e nosso comércio é livre e sem entraves. Ricos são os frutos da terra. Tudo é barato e cada um de nós vive em paz e liberdade ... "
Segurança e proteção
O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) em narrações autênticas atribuídas a ele, disse:
"Aquele que prejudica uma pessoa sob o convênio, ou cobre mais do que ele pode, eu vou argumentar contra ele no Dia do Juízo."
"Aquele que machuca um dhimmi [a não-muçulmanos sob proteção muçulmano] me machuca." [18]
O jurista do século XIII, al-Qarafi praticamente explica os ensinamentos proféticos acima:
"O pacto de proteção nos impõe certas obrigações para com a Ahl al-dhimmah [não-muçulmanos sob proteção muçulmana]. Eles são nossos vizinhos, sob nosso abrigo e proteção mediante a garantia de Deus, Seu Mensageiro, e da religião do Islã. Quem viola estas obrigações contra qualquer um deles por tanto como uma palavra abusiva, por difamar sua reputação, ou fazendo-lhe algum dano ou auxiliando no mesmo, violou a garantia de Deus, Seu Mensageiro (que a paz esteja com ele), e da religião do Islã. "[19]
Em face do exposto, não é de admirar o Alcorão descreve o Profeta (que a paz esteja com ele) como "uma misericórdia para os mundos" , e que a misericórdia de Deus "abrange todas as coisas".
Quando esses valores foram realizados na história, as minorias foram protegidas, experimentaram a paz e elogiaram as autoridades muçulmanas. Por exemplo, Bernard, o Sábio, um monge peregrino, visitou o Egito e a Palestina, no reinado de al-Mu'tazz (866-9), e ele tinha o seguinte a dizer:
"... Os cristãos e os pagãos [muçulmanos] tem esse tipo de paz entre eles de tal forma que se eu estivesse indo em uma viagem, sobre um camelo ou um burro, que por ventura viessem a morrem, e eu tivesse que abandonar todos os meus bens, sem qualquer guardião, e fosse para a cidade em um outro animal de carga, quando eu voltasse, eu encontraria todos os meus bens ilesos: tal é a paz lá ".
O impacto sem precedentes e efeitos dos valores islâmicos, fizeram que as pessoas preferissem a misericórdia e tolerância do Islã. Reinhart Dozy, uma autoridade em início da Espanha islâmica, explica:
"... A tolerância ilimitada dos árabes também devem ser tidas em conta. Em matéria religiosa eles não colocaram pressão sobre nenhum homem ... os cristãos preferiam seus governos de que o dos francos (que eram cristãos). "
O professor Thomas Arnold, historiador e orientalista britânico, comentando sobre uma fonte islâmica, afirma que os cristãos estavam felizes e em paz com o Islã ao ponto de eles "invocarem bênçãos sobre as cabeças dos muçulmanos".
Islã e cooperação inter-racial
Longe de ser uma fonte de conflito racial, o Islã ofereceu um modelo viável de cooperação inter-racial com base em ensinamentos islâmicos. O Alcorão afirma com veemência:
"Oh povo, nós criamos a todos de um único homem e uma única mulher, e fizemos-lhe em raças e tribos, para que vocês reconhecessem um ao outro. Aos olhos de Deus, o mais honrado de você são os mais recordantes dele:. Deus é onisciente, consciente "
O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) deixou claro que o racismo não tem lugar no Islã:
"Toda a humanidade é a partir de Adão e Eva, um árabe não tem superioridade sobre um não-árabe, nem um não-árabe tem qualquer superioridade sobre um árabe; também um branco não tem superioridade sobre um negro, nem um negro tem qualquer superioridade sobre um branco exceto por piedade e boas ações. "
Como Hamilton AR Gibb, o historiador em Orientalismo, declarou:
"Mas o Islã tem ainda um outro serviço a prestar à causa da humanidade. Ergue-se depois de tudo mais perto do verdadeiro Oriente do que a Europa, e possui uma magnífica tradição de compreensão e cooperação inter-racial. Nenhuma outra sociedade tem esse histórico de sucesso unindo em uma igualdade de status, de oportunidade e de empreendimentos tantas e tão diversas raças da humanidade ... Islã ainda tem o poder de conciliar elementos aparentemente irreconciliáveis de raça e tradição. Se alguma vez a oposição das grandes sociedades do Oriente e do Ocidente, fossem ser substituídas pela cooperação, a mediação do Islã é uma condição indispensável. Em suas mãos reside em grande parte, a solução do problema com que a Europa se depara em sua relação com o Leste. Se eles se unirem, a esperança de uma questão pacífica é incomensuravelmente maior. Mas se a Europa, por rejeitar a cooperação do Islã, atira-se nos braços de seus rivais, a questão só pode ser desastrosa para ambos. "
O respeitado historiador AJ Toynbee também confirma:
"A extinção da consciência de raça entre os muçulmanos é uma das mais importantes conquistas do Islã e no mundo contemporâneo há, como acontece, uma necessidade premente para a propagação dessa virtude islâmica ..."
Talvez um dos resumos mais pungentes da grandeza da civilização islâmica estava em um discurso do ex-CEO da Hewlett Packard, Carly Fiorina:
"Era uma vez uma civilização que foi a maior do mundo. Ela foi capaz de criar um super-estado continental que se estendia do oceano para o mar, e de climas do norte para regiões tropicais e desertos. Dentro de seu domínio viveram centenas de milhões de pessoas, de diferentes credos e origens étnicas. Uma de suas línguas se tornou a língua universal de grande parte do mundo, a ponte entre os povos de uma centena de terras. Seus exércitos eram feitos por pessoas de muitas nacionalidades, e sua proteção militar permitiu um grau de paz e prosperidade que nunca tinha sido conhecido.
E esta civilização foi impulsionada mais do que qualquer coisa, por invenções. Seus arquitetos projetaram edifícios que desafiavam a gravidade. Seus matemáticos criaram a álgebra e algoritmos que permitiriam a construção de computadores, bem como a criação de criptografia. Seus médicos examinaram o corpo humano, e descobriram novas curas para doenças. Seus astrônomos olharam para o céu, nomearam as estrelas , e abriram o caminho para viagens e explorações espaciais. Seus escritores criaram milhares de histórias. Histórias de coragem, romance e magia.
Quando outras nações tinham medo de idéias, esta civilização prosperou sobre elas, e os manteve vivas. Quando os censores ameaçaram acabar com o conhecimento de civilizações passadas, esta civilização manteve o conhecimento vivo, e passaram-o para os outros. Enquanto modernas ações da civilização ocidental possui muitas dessas características, a civilização que estou falando foi o mundo islâmico a partir do ano 800 a 1600, que incluiu o Império Otomano e os tribunais de Bagdá, Damasco e Cairo, e governantes iluminados como Suleiman, o Magnífico .
Apesar de estarmos muitas vezes ignorantes a nossa dívida para com esta outra civilização, seus dons são uma parte muito importante do nosso património. A indústria da tecnologia não existiria sem as contribuições dos matemáticos árabes. Líderes como Suleiman contribuíram para nossas noções de tolerância e liderança cívica. E talvez possamos aprender uma lição com o seu exemplo: Foi uma liderança baseada na meritocracia, não na herança. Foi uma liderança que aproveitou todos os recursos de uma população muito diversificada, que incluiu o cristianismo, islamismo e as tradições judaicas. Este tipo de liderança esclarecida - liderança que alimentou a cultura, sustentabilidade, diversidade e coragem -. Conduziram 800 anos de invenção e de prosperidade "
Conclusão
A principal razão que fez com que muçulmanos fossem capazes de alcançar tais sociedades tolerantes e compassivas, foi porque afirmando a Unicidade de Deus, agrada-Lo e adorá-Lo era a base espiritual e moral de suas vidas. Isso proporcionou aterramento moral atemporal, universal e objetivo a alcançar, o que o economista do século XVIII Adam Smith afirmou ser "o primeiro Estado do mundo a ter o grau de tranqüilidade que o cultivo das ciências requer ..."
Espera-se que esta breve visão sobre os valores que sustentam a atividade política islâmica mostre como as ações atribuídas a alguns grupos muçulmanos não estão em conformidade com o Islã normativa. Significativamente esperamos que esta pequena introdução ajude a promover uma perspectiva mais equilibrada no que é islâmico e o que não é.