Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

Mostrando postagens com marcador Putin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Putin. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de fevereiro de 2015

JORNALISTAS AUTORES DE DOCUMENTÁRIO SOBRE A ATUAÇÃO DOS EUA NO ONZE DE SETEMBRO MORRERAM ESTRANHAMENTE

Noticias > Mundo

Murieron autores de documental sobre actuación de EE.UU en 11-S

El periodista de la cadena CBS, Bob Simon, murió en un accidente automovilístico cadena CBS, Bob Simomurió en un accidente automovilístico | Foto: APFecha de publicación 19 febrero 2015

Bob Simon, David Carr y Ned Colt pretendían descubrir el verdadero interés del

 Gobierno norteamericano en el atentado contra las torres gemelas el

 11 de septiembre de 2001.

Tres periodistas que elaboraron un documental sobre la implicación del Gobierno de Estados Unidos en el ataque contra las torres gemelas, murieron esta semana. 
El pasado miércoles 11 de febrero, falleció el corresponsal, escritor y presentador del programa 60 minutos de la cadena CBS, Bob Simon, en un accidente automovilístico del que aún se desconoce la causa. 
El pasado jueves pereció el corresponsal de la cadena NBC, Ned Colt, de un supuesto derrame cerebral masivo. Ese mismo día, David Carr, de 58 años, sufrió un colapso y murió en su oficina ubicada en la redacción del diario New York Times. 
David Carr formó parte del New York Times desde el 2002 (Foto: pixshark.com)
Aunque existe poca información sobre los acontecimientos, algunos medios internacionales calificaron las muertes como extrañas, debido a las circunstancias y fechas cercanas entre los tres decesos.
Hace un mes, Carr, Simon y Colt formaron una compañía independiente de noticias en vídeo junto a Brian Williams, quien trabajaba en la cadena NBC desde 2004, pero tuvo que renunciar recientemente por divulgación de información falsa sobre Irak. 
Los cuatro presentaron documentos requeridos para tener acceso a archivos confidenciales del Kremlin (sede Gobierno ruso), que contienen pruebas relacionadas con los atentados ocurrido el 11 de septiembre de 2001. 
Ned Colt falleció a los 58 años de edad por presuntos problemas del corazón (Foto: nbcnews.com)
El presidente ruso, Vladimir Putin, había alertado sobre su existencia y destacó que iba a divulgarlos. Se trata de pruebas sobre la participación del gobierno de Estados Unidos y los servicios de inteligencia en el ataque perpetrado en las torres gemelas. 
Recientemente, se reveló que la Agencia Central de Inteligencia (CIA) habría permitido el atentado el 11 de septiembre de 2001. Las informaciones precisan que el Gobierno de EE.UU. (presidido entonces por George Bush hijo) promovió el asesinato de sus propios ciudadanos por intereses petroleros en Oriente Medio. 
El trabajo de los cuatro periodistas pretendía descubrir la verdad del ataque a las torres gemelas. David Carr fue quien ideó hacer el documental tras haber visto el material audiovisual Citizenfour y estudiar cada confesión del exanalista de la CIA, Edward Snowden.
“No pudo dormir luego de que en el diario New York Times elaboró la memoria de la guerra de Ucrania. No solo por no decir la verdad del hecho, sino porque sabían de los emblemas nazis en la cascos de soldados de Ucrania luchando contra los rebeldes”, señalan algunos portales web. 
Carr trabajó en ello con Williams y Colt, quien después de salir de NBC News optimizaba sus labores humanitarias en el Comité Internacional de Rescate. A su vez, Bob Simon, consideraba “extremadamente lamentable la manipulación de los medios de comunicación en el período previo a la guerra de Estados Unidos en Irak” según medios locales.
Respecto a la guerra en Irak, el presidente de Estados Unidos, Barack Obama ha reiterado su interés en autorizar operaciones militares en Siria, Irak y hasta Ucrania.
En contexto 
El 11 septiembre de 2001, el Centro Mundial del Comercio de la ciudad de Nueva York (noroeste de EE.UU.) uno de los núcleos financieros más importantes del mundo, fue atacado por militantes de la organización Al Qaeda para ese entonces liderada por Osama Bin Laden, un antiguo socio de Washington armado y entrenado por la CIA.
NO DEJES DE LEER
http://www.telesurtv.net/news/Murieron-autores-de-documental-sobre-actuacion-de-EE.UU-en-11-S-20150219-0004.html

domingo, 11 de janeiro de 2015

A MÍDIA SIONISTA COMEÇA PROPAGANDA MUNDIAL CONTRA O ISLÃ

Mídia corporativa sionista começa propaganda mundial contra o Islã

Tradução: Caminho Alternativo
EUA publica fortes imagens do Estado Islâmico como propaganda anti-islâmica
(06-09-2014) O Departamento de Estado dos EUA lançou um vídeo de propaganda contra o Estado Islâmico para prevenir os possíveis casos de recrutamento de estadunidenses muçulmanos por parte da rede jihadista.
“Pense bem, vire-se para trás”, este lema simples se repete num video de propaganda contra o Estado Islâmico publicado pelo Departamento de Estado dos EUA em seu canal oficial no YouTube, informa a CNN.
As imagens contêm fragmentos de gravações de propaganda do Estado Islâmico publicadas nos forums jihadistas e mostram atrocidades cometidas pelos integrantes do EI, cujas ações se descrevem sarcásticamente no video como “conhecimentos úteis”.
Segundo o video, que leva o título ‘Bem-vindo à terra do Estado Islâmico’, todos os simpatizantes do grupo radical podem aprender a explodir  mesquitas com muçulmanos no interior, a crucificar e executar muçulmanos e a saquear os recursos naturais públicos. Além, informa de que a viagem ao Estado Islâmico é barata, “porque não é necessário bilhete de volta”, aparece impresso no vídeo enquanto se mostram imágens de brutais execuções.
“Nossa missão é expor os dados reais sobre os terroristas e sua propaganda. Não permita que o enganem os que destroem as famílias e seu verdadeiro patrimônio”, explica o Departamento de Estado em sua página oficial no Facebook.
Completado com imágens de terríveis torturas e assassinatos, este vídeo que revela a natureza bárbara do grupo criminoso islâmico é o último esforço do Departamento de Estado para combater o recrutamento jihadista nos EUA.
Segundo a estatística revelada pela CNN, mais de 100 cidadãos estadunidenses viajaram ao estrangeiro para unir-se a esses terroristas em sua luta contra os Governos da Síria e Iraque.

FonteRT
Comentário do blog
Pura propaganda sionista para colocar o mundo contra a religião Islâmica. Já estava planejado desde 1871 pelo Illuminati Albert Pike:
A Terceira Guerra Mundial é para produzir o ódio ao mundo muçulmano com propósitos de manobrar o mundo Islâmico e a política sionista um contra o outro. Enquanto isto está ocorrendo, as nações remanescentes deveriam ser forçadas a lutarem até a exaustão mental, física, espiritual e econômica.
Não escolheram o nome do grupo “Estado Islâmico” à toa, o fizeram propositalmente, para colocar no imaginário coletivo de que o grupo terrorista ISIS é a representação do Islã. O objetivo é colocar a política sionista contra o Islã e para isto precisam agredir e demonizar os muçulmanos. Precisam obter deles uma reação e quando os muçulmanos reagirem à esta agressão sionista, a mídia dirá: “Viram como eles são os agressores e terroristas?”
Em primeiro lugar, o ISIS não é criação islâmica, foi criado e financiado pela CIA e MOSSAD israelense, países árabes e europeus também financiam este grupo, e o chamado “califa” é um judeu agente do MOSSAD chamado Elliot Shimon.
O Califa Abu Bakr al-Baghdadi é na verdade Elliot Shimon, um judeu e agente operativo treinado pelo Mossad e CIA
É através desta farsa de “Estado Islâmico” que as corporações transnacionais e bancos norteamericanos sionistas se infiltram na África para fazer frente aos investimentos chineses na região. Ou seja, como não podem enviar tropas sob bandeiras dos EUA, Inglaterra, França ou Israel, criam estes grupos terroristas para que ataquem os países alvos ricos em petróleo, gás e recursos minerais. Na África querem impedir o crescimento chinês e roubar as riquezas dos países  invadidos. É a mesma farsa da Al-Qaeda, que foi usada para atacar o Iraque e Afeganistão.
Talvez muitos não tenham reparado, mas a maioria dos integrantes deste grupo estão encapuzados, o fazem para impedir a sua correta indentificação. Iriamos perceber de cara que estes mercenários terroristas são na verdade europeus, israelenses e norteamericanos.
Outro fato importante, o ISIS ataca o Iraque, a Síria, ameaça o Irã e até a Vladimir Putin, mas em nenhum momento ataca Israel. Nem a Al-Qaeda o faz nas colinas de Golã. Por quê?
Óbviamente nao atacarão Israel porque são grupos criados pelo sionismo, para atacar os vizinhos da Palestina e assim criar um “Grande Israel“. Em Golã Israel quer o controle do gás na região.
O mapa de expansão do ISIS(Estado Islâmico) é o mesmo que o plano expansionista de Israel para criar um “Grande Israel”. Invadindo território do Iraque, Jordânia, Egito e Síria.
Por isso o Egito sofreu golpes de estado e “primavera árabe” patrocinada pelo judeu George Soros, para facilitar a expansão de Israel sem necessidade de atacar o país militarmente. Usam a tática de “golpe suave”, através do financiamento de grupos opositores locais e grupos terroristas com mercenários.
Falando em financiamento, ninguém reparou na quantidade de pickups 0Km da Toyota e Hyundaique o ISIS utiliza? Quem paga por elas? Quem as entrega? Como chegam até eles?
A mídia sionista tenta nos enganar dizendo que eles conseguem a grana através de roubos a banco por onde vão passando e venda de petróleo clandestino. Isto é ridículo! As agências bancárias não ficam com grandes quantias de dinheiro em espécie, experimente o leitor sacar mais de 5 mil reais num banco e será informado de que precisa agendar o saque com 24 horas de antecedência. Não há dinheiro nas agências porque hoje é feito tudo eletronicamente, portanto, os bancos, mais uma vez a banca sionista, estão envolvidos no financiamento ao ISIS. Somente através dos bancos poderiam adquirir armamento em diversas regiões do Oriente Médio.
Se eles vendem petróleo a algum país, então quem está comprando?
Primeiro, o petróleo não é refinado no mesmo local de onde se extrai. Segundo, os barris de petróleo não podem ser transportados em pickups Toyota para as refinarias, somente através de navios petroleiros. E se há navios petroleiros fazendo o transporte, então estamos assumindo que corporações petroleiras nortamericanas e/ou européias são as que estão roubando o petróleo conquistado através do ISIS. E tudo isto começa a fazer sentido, porque as refinarias estão nos EUA e Europa!
A Al-Qaeda e o ISIS possuem dois objetivos, colocar todos os recursos energéticos e minerais do Oriente Médio nas mãos das corporações e bancos sionistas e permitir a expansão de Israel a outros países.
Há quanto tempo o Afeganistão foi invadido e pilhado? Por que ainda existem tropas dos EUA no Afeganistão? O leitor sabe? Por que lá existem riquezas incalculáveis e que são exploradas pelas corporações ocidentais sionistas!
Para conseguir invadir uma nação rica o sionismo inventa inimigos e divulga falsas decapitações. As duas últimas, de Foley e Sotloff são uma fraudeSteven Sotloff  é um judeu israelense e agente do Mossad, o Times of Israel já publicou sua identidade.
Steven Sotloff
Mais propaganda ainti-Islã, a rede MSNBC descaradamente diz que o ISIS é o Islã, uma clara intenção de criar ódio aos muçulmanos em todo o mundo e conseguir um pretexto para atacar aSíria e o Irãos dois últimos países da lista de sete países a serem invadidos.
Esta campanha de ódio aos muçulmanos têm o financiamento do lobbies judaicos nos EUA.Chegaram a espalhar diversos cartazes anti-muçulmanos em Nova York.
Cyrus McGoldrick, um membro do Conselho de Relações Americano-Islâmicas, numa tentativa de falar com uma mulher enquanto ela caminha em frente a uma propaganda onde se lê: “Em qualquer guerra entre o homem civilizado e o selvagem, apoie o homem civilizado – Apoie Israel / Derrote a Jihad” na estação de metrô da Times Square, em Nova York, 24 de setembro de 2012.
Se vão começar a generalizar, dizendo que TODOS os muçulmanos são terroristas e que ISIS representa os muçulmanos e o Islã, então o mundo poderá dizer que TODO judeu é um nazi-sionista.
O que os banqueiros querem é isto, criar uma guerra mundial onde os muçulmanos, junto com os russos, sejam o novo inimigo a ser combatido.
O plano foi exposto, resta que o mundo não acredite neste circo montado pelos Rothschild, Rockefeller e demais famílias de banqueiros.
Artigos relacionados

quinta-feira, 22 de maio de 2014

GUERRA MUNDIAL À VISTA

22/05/2014 - Copyleft

Uma guerra mundial se aproxima

Com os postos avançados da OTAN localizados no Leste Europeu e

nos Bálcãs, o último amortecedor que faz fronteira com a Rússia está

sendo dividido.





Arquivo
John Pilger - CounterPunch


Por que toleramos a ameaça de uma nova Guerra Mundial? 

Por que permitimos mentiras que justificam esse risco? 


A escala da nossa doutrinação, escreveu Harold Pinter, é um “brilhante, até espirituoso e altamente bem sucedido ato de hipnose,” como se a verdade “nunca tivesse acontecido mesmo quando está acontecendo.”

Todo ano, o historiador americano William Blum publica seu “sumário atualizado do relatório da polícia externa dos EUA” o qual mostra que, desde 1945, os EUA tentaram derrubar mais de 50 governos, muitos democraticamente eleitos; interferiu grossamente nas eleições de 30 países; bombardeou a civilização de 30 países; usou armas químicas e biológicas; e tentou assassinar líderes internacionais.
Em vários casos a Inglaterra colaborou. 


O nível do sofrimento humano, não só criminalmente falando, não é muito conhecido no Oeste, mesmo com a presença da comunicação mais avançada do mundo e do jornalismo mais ‘livre.’ Que as maiores vítimas do terrorismo – nosso terrorismo – são muçulmanos, é um fato.
Que o jihadismo extremo, que levou ao 11/9, foi nutrido como uma arma da polícia Anglo-Americana (Operação Ciclone no Afeganistão) é suprimido. Em abril o departamento de Estado dos EUA notou que, seguindo a campanha da OTAN em 2011, “Líbia se tornou um refúgio para os terroristas.”

O nome do “nosso” inimigo mudou com o passar dos anos, de comunismo para Islamismo, mas geralmente é qualquer sociedade independente do poder ocidental e que ocupa estrategicamente território útil ou rico em recursos. Os líderes dessas nações obstrutivas são violentamente postos de lado, como os democratas Muhammad Mossedeq no Irã e Salvador Allende no Chile, ou são mortos como Patrice Lumumba no Congo. Todos estão sujeitos a uma campanha midiática ocidental que os denigre e os caricatura – como Fidel Castro, Hugo Chávez, agora Vladimir Putin.

O papel de Washington na Ucrânia é diferente somente nas suas consequências para o resto de nós. Pela primeira vez desde os anos de Reagan, os EUA estão ameaçando iniciar uma guerra. Com os postos avançados da OTAN no Leste Europeu e nos Bálcãs, o último “amortecedor” que faz fronteira com a Rússia está sendo dividido. Nós do Ocidente estamos apoiando os neonazistas em um país onde os nazistas ucranianos apoiaram Hitler.

Tendo arquitetado o golpe em Fevereiro contra o governo eleito democraticamente em Kiev, o confisco da histórica e legítima base naval de águas mornas Russa na Criméia, falhou. Os Russos se defenderam como fizeram contra qualquer ameaça e invasão vindos do oeste por quase um século.

Mas o cerco militar da OTAN acelerou, junto com os ataques americanos orquestrados aos russos étnicos na Ucrânia. Se Putin pode ser provocado até pedir auxílio, seu papel pré-ordenado de ‘alheio’ vai justificar uma guerrilha coordenada pela OTAN que, provavelmente, vai cair em próprio território russo.

Ao invés, Putin frustrou o partido da guerra quando estava procurando acomodação com Washington e a União Européia, retirando tropas da fronteira ucraniana e insistindo para que os russos étnicos ao Leste da Ucrânia abandonassem o referendo da semana. Essas pessoas que falam russo e os bilíngues – um terço da população ucraniana – tem solicitado há um tempo uma federação democrática que reflita as diversidades étnicas do país e que seja autônoma e independente de Moscou. A maioria não é nem separatista e nem rebelde, somente cidadãos que querem viver seguros em sua pátria.

Como as ruínas do Iraque e do Afeganistão, a Ucrânia se tornou um parque temático da CIA – dirigido pelo diretor da CIA, John Brennan, em Kiev, com ‘unidades especiais’ da CIA e do FBI criando uma ‘estrutura de segurança’ que fiscaliza possíveis ataques aos que se opuseram ao golpe em Fevereiro


Veja os vídeos, leia os relatórios das testemunhas do massacre em Odessa. Bandidos fascistas queimaram a sede do sindicato, matando 41 pessoas que estavam presas dentro. Assista a polícia ficar parada. Um médico disse tentar resgatar as pessoas, “mas fui impedido por pró-Ucrânia Nazistas radicais. Um deles me empurrou e disse que logo todos os judeus em Odessa teriam o mesmo destino. Me pergunto porque o mundo está em silêncio.

Ucranianos que falam Russo estão lutando para sobreviver. Quando Putin anunciou a retirada das tropas russas da fronteira, a secretária de defesa de Kiev – uma das fundadoras do partido fascista Svoboda – alertou que os ataques aos ‘insurgentes’ iriam continuar. De um jeito Orweliano, a propaganda no ocidente inverteu isso para Moscou “tentando orquestrar conflito e provocação,” de acordo com William Hague. Seu cinismo combina com o ‘parabéns’ nojento de Obama à junta do golpe pela sua ‘memorável repressão’ seguindo o massacre em Odessa. Ilegal e fascista, a junta é descrita por Obama como ‘devidamente eleita.’ O que importa não é a verdade, disse Henry Kissinger uma vez, mas sim o que se percebe como verdade.

Na mídia Americana, a atrocidade de Odessa tem sido chamada de ‘sombria’ e ‘tragédia’ na qual ‘nacionalidades’ (neonazistas) atacaram ‘separatistas’ (pessoas que coletavam assinaturas para o referendo na federação Ucraniana). O Wall Street Journal de Ruppert Murdoch condenou as vítimas – “incêndio mortal na Ucrânia foi iniciado por rebeldes, diz Governo.’ As propagandas na Alemanha vem sendo como na Guerra Fria, com o Frankfurter Allgemeine ¬Zeitung alertando seus leitores da guerra “não declarada” da Rússia. Para os alemães, é uma ironia Putin ser o único líder a condenar a ascensão do fascismo na Europa do século 21.

Um truísmo popular é que “o mundo mudou depois do 11/9”. Mas o que mudou? De acordo com Daniel Ellsberg, um golpe silencioso aconteceu em Washington e quem comanda agora é o militarismo excessivo. 

O Pentágono atualmente coordena as ‘operações especiais’ – guerras secretas – em 124 países.
Em casa, elevando a pobreza estão os corolários históricos de um estado em guerra perpétua. Adicione o risco de uma guerra nuclear, e a pergunta é: por que toleramos isso?



http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/Uma-guerra-mundial-se-aproxima/6/30994


Créditos da foto: Arquivo

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

PUTIN CONTRA O SIONISMO

Natalia Forcat e outras 2 pessoas compartilharam a foto de Topete GLZ.












Putin contra el sionismo: Prohíbe a funcionarios rusos tener capitales
en bancos de los Rothschild -

Finalmente Putin se alza contra el cartel sionista internacional liderado
por la familia genocida Rothschild prohibiendo a los funcionarios de Rusia
tener activos o capitales en bancos de esta nefasta familia.

En este marco 
cabe señalar que además Rusia es un país libre de transgé
nicos.

No obstante su floja actuación en Siria, el Kremlin se apresura a dictaminar 
que los funcionarios del Estado no pueden invertir en bancos de la familia 
Rothschild. 

Una fuente de la administración presidencial dijo a Kommersant 
que un 
estricto control sobre los activos se considera necesario. 

“En pie con los pies en Rusia” “Es una cuestión de lealtad de los 
funcionarios del 
gobierno 
y una evaluación de su patriotismo”
, dijo la
fuente, en un artículo publicado el viernes pasado. 

Asimismo, un proyecto de ley co-redactado por Vyacheslav Lysakov 
indica que Rusia prohibirá activos extranjeros en poder de funcionarios,
sus esposas y sus hijos menores de 18 años.

La ley cubre a las personas en la administración pública desde el nivel municipal
hasta el nivel federal, Lysakov dijo por Vesti FM a principios de este mes, 
“esto incluye a funcionarios de los servicios de seguridad, la Oficina
 del Fiscal General, el Servicio de Aduanas y la Comisión de Investigación”.