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domingo, 8 de fevereiro de 2015

AS TORRES GÊMEAS E OS INTERESSES DOS EUA

Melhor resposta
Há vídeos no You Tube que mostram que as Torres Gêmeas não poderiam cair por força das colisões dos dois aviões. Aquelas duas torres foram muito bem construídas. 

A queda das torres é mostrada ao lado de implosões - e a semelhança é total. São mostradas explosões em várias partes das torres, como as detonações que antecedem as implosões. Há um close do segundo avião, mostrando que ele é detonado milésimos de segundos antes de colidir com a segunda torre e, nesse close, o avião parece militar. Afirma-se que os aviões foram teleguiados. 

Muitos dos que presenciaram os instantes que antecederam a queda da primeira torre, relatam que antes de ruir, foi ouvida uma grande explosão nessa torre. Há um vídeo de uma das redes de Tvs que transmitiam ao vivo a agonia das torres, em que se ouve perfeitamente essa explosão: uma grande explosão é ouvida e, logo em seguida, a torre vem abaixo. O detalhe a se observar é que ela não cai para um dos lados: ela cai na vertical e se desintegrando - como numa implosão. 

A história de que, em meio a um incêndio que carbonizou o avião, o passaporte de um dos autores do atentado foi encontrado intato - enquanto todo o cimento que compunha as duas torres foi pulverizado - é, no mínimo, inacreditável. 

Claro, toda a história - oficial - dos atentados de 11 de setembro nos é imposta por quem tem todos os interesses em que essa história seja a única. Ninguém na mídia tem interesse em investigar e saber se, realmente, o que o governo americano relata como - a verdade - realmente aconteceu. É como se o governo americano nunca houvesse criado uma versão mentirosa - como as armas de destruição em massa - que nunca existiram -, a ligação de Saddam Hussein com Osama Bin Laden e os atentados do 11 de setembro que nunca houve; a presença de Bin Laden no Afeganistão - quando ele sempre esteve no Paquistão. 

O governo norte-americano já mentiu quando tentou justificar a necessidade do uso das bombas atômicas contra o Japão - mas o próprio Japão não viu nada demais; já mentiu durante a guerra do Vietnam - mas até aquela vítima fotografada quando menina, correndo desesperada porque uma bomba incendiária estadunidense a atingira e consumira suas roupas e sua pele, perdoou o seu algoz e o abraçou como se ele fosse o amor de sua vida. 

https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110503064118AAJLPDy

O IRAQUE DESARMADO DE SADDAM HUSSEIN

Por que o Iraque - desarmado - de Saddam Hussein constituía “grave ameaça” ao mundo? 

Se China (comunista), Índia e Paquistão que, realmente, têm armamentos atômicos e que, os dois últimos, vivem a ser palco de terríveis atentados, planejados e postos em prática por radicais, fanáticos religiosos, jamais foram considerados ameaças?
Atualização : Parece-me que todos os países que, hoje, possuem armas de destruição em massa jamais são considerados como “graves ameaças” aos povos do mundo porque compactuam com os gravissimos erros das 7 - 8 nações que exercem a liderança no mundo. 
Eu, particularmente, penso que Saddam Hussein foi o único líder a constituir uma oposição autêntica, verdadeira ao sistema degenerado que EUA e UE lideram. O acusaram de tudo que Bush, Blair, Berlusconi & CIA são. Foi como se decretassem: “você, Saddam, é contra nós, mas será conhecido no mundo pelos crimes que abomina em nós. Nós o roubaremos e o chamaremos de ladrão, nós imporemos sobre você a lei da força, da violência, constituiremos um tribunal de exceção, composto só para condená-lo e o rotularemos de ditador sanguinário; nós o assassinaremos e o chamaremos sempre de assassino cruel e brutal”.
Atualização 2: Mas tanto esses falsos líderes, quanto a mídia que compactuou com seus crimes, omitindo e distorcendo a verdade, fabricando e reproduzindo em todos os idiomas mentiras odiosas, estão a ser atingidos por uma derrota tão inesperada quanto - para eles - improvável. A cada ano diminui drasticamente o número de leitores de jornais, principalmente os da mídia dominante. Por razões diversas, milhões de pessoas em todo o mundo deixam de ter necessidade ou curiosidade para adquiri-los sob qualquer forma. 
Os falsos líderes têm seus crimes desvendados, revelados para todo o mundo. E mesmo que não sejam punidos pela Justiça humana, vêem o dinheiro roubado perder o valor, sentem na pele o descrédito, a desconfiança. E se são desmascarados e passam a ser reconhecidos como mentirosos, indignos de qualquer confiança, ladrões inescrupulosos, inimigos da lei e da ordem, urdidores de vinganças sórdidas, assassinos implacáveis - como poderão continuar a enganar os povos?
Atualização 3: Se no ano passado a crise de confiança atingiu os mercados financeiros e as mais importantes instituições financeiras passaram a ser alvo do descrédito, hoje esse descrédito atinge os governos, antes tidos como confiáveis e hoje reconhecidos como corruptos, desonestos, indignos de qualquer credibilidade. 
A vingança dos injustos - como um boomerang - retorna àqueles que a originaram. E, deste modo, mais uma vez, a humanidade assiste a ruína de um grande império - destruído por suas próprias injustiças. O mal se reedita - e as suas consequências igualmente.

https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100131150545AAW1erK

“Mantenham-se alertas, pois a traição pode ocorrer em momentos de desconcerto.” 
SADDAM HUSSEIN

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A DESTRUIÇÃO DO IRAQUE PELAS OPERAÇÕES DE CONQUISTA IMPERIAL NOS PAÍSES PETROLEIROS

Me pregunto… qué relación tiene esta nueva embestida USA en Irak con el genocidio perpetrado por Israel al pueblo palestino en Gaza? Ustedes lo saben?
LAS CLAVES DE LA DESTRUCCIÓN DE IRAK. 

La "somalización`" petrolera de Irak está en marcha. División del país en tres países. Un país chií, un país suni, y un país kurdo, con las áreas de producción petrolera perfectamente controladas por EEUU.

Es el "Plan A" que guía hoy todas las acciones de Obama.

EEUU derrocó a Saddam Hussein en 2003 utilizando como fuerza de choque a los kurdos, y como estructura institucional y militar a la mayoría chií. 

Los sunies, que respaldaban a Saddam fueron marginados. 

El lunes Washington operó un golpe de Estado para derrocar al gobierno chií conducido por el primer ministro Al-Maliki.

¿Por qué lo hizo? 

Al-Maliki se alejó de las imposiciones de Washington y trazó una alianza con Irán y Rusia que incluye el petróleo y la compra de armas a Moscú. 

Desde el lunes Al-Maliki resiste a la destitución y desplegó el ejercito (entrenado y equipado por EEUU) en Bagdad, y es apoyado por un sector chii pero otro responde A EEUU. 

Lo que puede detonar a su vez una guerra civil entre los chiies. Que se sumaría a las guerras civiles ya existentes de los sunies contra los chiies, y de los kurdos contra los sunies por el control del petróleo. 

Veamos como EEUU consiguió esta maravilla de sangre, fragmentación y locura.

A) primero le dio protagonismo a los sunies, creando el ejército terrorista del Estado Islámico integrado por fundamentalistas sunies.

B) Luego lanzó a ese grupo en una operación sangrienta contra los chiies en el centro, y contra los kurdos en el norte. A su vez la CIA equipó a los kurdos con armas USA para que se defiendan del "terrorismo Islámico" controlado por la CIA.

C) Esta acción sincronizada creó un estado de violencia y caos sangriento sin limites. Que ya lleva (desde junio) más de 5.000 muertos, miles de heridos y millones de desplazados que huyen de la muerte y las torturas del terrorismo controlado por la CIA. 

Técnicamente, y como se hace en estrategia, primero EEUU puso al país en llamas, creó el CONFLICTO con el terrorismo, para luego aportar la SOLUCIÓN. Y la "solución" de Washington es presentarse como "mediador" y garante militar de la "paz" entre las facciones divididas y en guerra.

De esta forma, y sin comprometer a sus tropas, controlar todos los procesos de la fragmentación con el petróleo incluido. 

Y como el Gobierno de Al-Maliki se negó al plan de Obama de partición de Irak, fue destituido por los sectores pro-Washington.

Y en el Irak bañado en sangre de los civiles, niños, mujeres y hombres, que sirven como variable de ajuste de los planes criminales de EEUU, nada está cerrado.

Lo único cerrado, por ahora, es la muerte, la destrucción y la anarquía sin limites.

La síntesis de todas las operaciones de conquista imperial en los países petroleros.
Por MANUEL FREYTAS / IAR Noticias

Foto: LAS CLAVES DE LA DESTRUCCIÓN DE IRAK. La "somalización`" petrolera de Irak está en marcha. División del país en tres países. Un país chií, un país suni, y un país kurdo, con las áreas de producción petrolera perfectamente controladas por EEUU.  Es el Plan A que guía hoy todas las acciones de Obama. EEUU derrocó a Saddam Hussein en 2003 utilizando como fuerza de choque a los kurdos, y como estructura institucional y militar  a la mayoría chií. Los sunies, que respaldaban a Saddam fueron marginados. El lunes Washington  operó un golpe de Estado para derrocar al gobierno chií conducido por el primer ministro  Al-Maliki. ¿Por qué lo hizo? Al-Maliki se alejó de las imposiciones de Washington y trazó una alianza con Irán y Rusia que incluye el petróleo y la compra de armas a Moscú. Desde el lunes Al-Maliki resiste a la destitución y desplegó el ejercito (entrenado y equipado por EEUU) en Bagdad, y es apoyado por un sector chii pero otro responde A EEUU. Lo que puede detonar a su vez una guerra civil entre los chiies. Que se sumaría a las guerras civiles ya existentes de los sunies contra los chiies, y  de los kurdos contra los sunies por el control del petróleo. Veamos como EEUU  consiguió esta maravilla de sangre, fragmentación  y locura. A) primero le dio protagonismo a los sunies, creando  el ejército terrorista del Estado Islámico integrado por fundamentalistas sunies. B) Luego lanzó a ese grupo en una operación sangrienta contra los chiies  en el centro, y contra los kurdos en el norte. A su vez la CIA equipó  a los kurdos con armas USA  para que se defiendan del "terrorismo Islámico" controlado por la CIA. C)  Esta acción sincronizada creó un estado de violencia y caos sangriento sin limites. Que ya lleva (desde junio) más de 5.000 muertos, miles de heridos y millones de desplazados que huyen de la muerte y las torturas del terrorismo controlado por la CIA.  Técnicamente, y como se hace en estrategia, primero EEUU puso al país en llamas, creó el CONFLICTO con el terrorismo , para luego aportar la SOLUCIÓN. Y la "solución" de Washington es presentarse como "mediador" y garante militar de la "paz" entre las facciones divididas y en guerra. De esta forma, y sin comprometer a sus tropas, controlar todos los procesos de la fragmentación con el petróleo incluido. Y como el Gobierno de Al-Maliki se negó al plan de Obama de partición de Irak, fue destituido por los sectores pro-Washington. Y en el Irak bañado en sangre de los civiles, niños, mujeres y hombres, que sirven como variable de ajuste de los planes criminales de EEUU, nada está cerrado. Lo único cerrado, por ahora, es la muerte, la destrucción y la anarquía sin limites. La síntesis de todas las operaciones de conquista imperial en los países petroleros.
Por MANUEL FREYTAS / IAR Noticias

segunda-feira, 8 de julho de 2013

OS ESTADOS UNIDOS E A AL-QAEDA

O que é a Al-Qaeda, 

quem criou?













Quem criou a Al-Qaeda ? 
Os Eua usaram o Talibã para expulsar os soviéticos 
do Afeganistão.
Bush através de sua empresa Arbusto Energy 
estabeleceu negócios de petróleo com membros da
  família Bin Laden
Como a Al-Qaeda serve para influenciar as nossas vidas e o
 preço do Petróleo.
O que é a “Al-Qaeda” ?
Após o 11 de setembro a Al-Qaeda
 tornou-se mundialmente famosa.
 O nome significa “a Base”
segundo a versão oficial, 
esse grupo terrorista seria fundado em 1987 ou 1988 
pelo famoso Bin Laden. 
Existem muitas coisas que não batem certo,
 relativamente à Al-Qaeda,
 muitas coisas sem sentido.
Podem ter certeza que a Al-Qaeda 
vai influenciar as nossas vidas, 
mas não como se pensa.
Os EUA usam a Al-Qaeda para justificar tudo, 
para justificar a “guerra contra o terrorismo”, 
a invasão do Iraque, 
Afeganistão e
 futuramente de Paquistão, 
e  a subida dos preços do petróleo!
Algo que se reflete nos bolsos de todos nós. 
Eles, desde 2001, 
lançam “alertas” de
 eventuais ataques,
 mantendo a população americana 
sob constante guerra psicológica, 
controle mental.
Em setembro de 2001 
a Al-Qaeda atacava o World Trade Center
e de repente torna-se uma ameaça a nível mundial,
 sabendo que o atentado do World Trade Center
tem muitas inverdades, 
envolvimento do governo, 
muita conspiração
 e 
serviu de lançamento
 para a luta contra o terrorismo.
O que ganha a Al-Qaeda com mortes de
 reféns jornalistas, 
de
 várias nacionalidades?
Nada. 
Mas os Eua assim poderão ter apoio de
 outros países, 
cujos cidadãos reféns foram mortos, 
eis a questão.
 Mais tarde surge um vídeo de 
um americano decapitado,
 que se comprovou ser
 uma 
video-montagem
 Veja também a história secreta dos
clãs Saud e Bush 
Como tudo começou,
 Estados Unidos
 apoiaram
 o 
Taliban
Os Eua têm interesse no Afeganistão,
 não só pelo negócio
do 
ópio 
(80% do ópio a nível mundial vem do Afeganistão) 
mas também porque
 querem construir lá
 um oleoduto e gasoduto. 
O Paquistão e Afeganistão 
suportam cerca de
 60% da droga
 que é enviada
 para os
Estados Unidos.
Segundo o relato 
histórico oficial.
Os Soviéticos invadiram o Afeganistão
 em meados de 1979.
 Entre 1982 e 1992 os Estados Unidos,
 operação através da Cia
financiaram cerca de 100.000 radicais islâmicos 
( de 40 países islâmicos)
 que se uniram para expulsar os Soviéticos.
 Conseguiram expulsar os Russos, 
com apoio dos Eua ,
 isto é sabido
 em todo o mundo
 e 
notificado
 em 
inúmeros jornais.
A Cia ( Central Intelligence Agency ) apoiou
 a
Jihad ( Guerra Santa )
em conjunto com o
ISI do Paquistão
 ( Inter Services Intelligence ).
Os Estados Unidos injetaram cerca de
 6 bilhões de
 dólares no Afeganistão,
 em armamento, treinos, etc.
Os Taliban foram muito úteis aos
 Eua
 para expulsar os 
inimigos Russos.
Porém a verdade é um pouco diferente,
os Estados Unidos provocaram 
os Soviéticos para que esses 
invadissem o Afeganistão. 


A invasão Soviética deu-se em 

Dezembro de 1979, 
mas em Julho de 1979 ( 5 meses antes ),
 o presidente Jimmy Carter
assinou a diretiva para o apoio aos
 afegãos contra soviéticos,
 de acordo com declarações de Zbigniew Brzezinski,
conselheiro de segurança do presidente dos EUA. 
Uma operação secreta da CIA “empurrou”
 os soviéticos para a armadilha 
dos Taliban.
Ou seja , os EUA de algum modo queriam 
arrastar 
os soviéticos para guerra e, 
quando eles invadiram o Afeganistão, 
os Eua meses antes já preparavam
 a guerra contra eles, 
usando os Taliban, muito bem treinados e
 armados, 
injetando ainda no país ,
 6 bilhões de dólares.
Os taliban conheciam bem
 o terreno do Afeganistão, 
eram os homens indicados.
O Jornal New York Times noticiou dia 15/09/01
 que pelo menos
sete dos “pilotos suicidas” do 11 de setembro
foram
treinados em bases
militares dos Eua.
Bin Laden foi para o Afeganistão em 1980,
especialista em recrutar e treinar mujaidins,
 ele foi também treinado pela CIA. 
Sabe-se que a família Bush tem negócios de
 armamento e petróleo com a família Laden, 
por isso é que as declarações “oficiais” 
do Pentágono sempre diziam que
 Bin Laden não tinha contato com a família, 
que era um renegado, 
o que é falso.
Ele mantém laços com a família,
a sua fortuna
estima-se em cerca de 300 milhões de dólares,
 contudo deve ter muito mais.







Bush e família Laden
Negócio de petróleo

Em 1979 o primeiro negócio de Bush
era a “Arbusto Energy” (arbusto é Bush em espanhol). 
James Bath 
um amigo próximo da família apoiou-o
 com 50 milhões de dólares, 
ficando
 com 5% de ações .
 James era representante de negócios de Salem Bin Laden
nos Eua, ( Salem é um dos 17 irmãos de Bin Laden )
Bush teve algumas empresas nos últimos anos e faliram todas.
Bush (pai) 
enquanto presidente
 fora também diretor da CIA.
Para invadir o Iraque , 
os EUA, inicialmente,
 usaram alguns argumentos
 alegando que haviam ligações
 entre Iraque e Al-Aaeda, o que é falso. 


Saddam sempre foi 

inimigo de Bin Laden.


Além disso também nunca foram 

encontradas armas quimicas e
 nucleares no Iraque.
Como a Al-Qaeda
 (organização encoberta da CIA) 
vai influenciar as nossas vidas?
Daqui para frente , 
na TV, iremos sempre ouvir “alertas” 
de perigo e
 ainda vão ocorrer alguns atentados, 
sempre em nome da Al-Qaeda,
 está claro.
Após o atentado em Khobar,
 o preço do petróleo atingiu máximos históricos, 
tudo por causa das “ameaças” da Al Qaeda,
 toda esta especulação
 faz subir o preço da gasolina,
 que todos nós (em todos os países)
vamos 
sentir na carteira.
Cada vez
 ressente-se
mais no final do mês
 as despesas com a gasolina,
cada vez estamos mais em crise.
Em consequência disso, 
todos os transportadores de bens e alimentos,
 face ao preço dos combustíveis, 
aumentam o preço
assim temos bens e alimentos 
cada vez mais caros! 
Além disso,
 esta crise do petróleo 
afeta a economia dos
 países europeus e de outros.
Basta algum americano da Casa Branca berrar:
“A Al-Qaeda vai atacar!”
 e é o suficiente para o mundo inteiro 
entrar em crise e o
 petróleo subir de preço, 
já viram ?!
Tudo não passa de interesses
as grandes multinacionais produtoras de petróleo 
querem lucrar com os aumentos,
 reparem em Portugal a Galp, Shell e Bp 
subiram mais de 15 vezes o preço,
 e continuam a subir 1 cêntimo, 
aumentam umas 15 vezes o preço 
e depois baixam 1 ou 2, 
voltando a subir.
Devemos recordarmos também que a família Bush
Laden e o grupo Carlyle têm negócios de
 petróleo,
eles adoram a subida dos preços,
 lucram bilhões de dólares,
quando quiserem mais,
 basta dizer
“a Al-Qaeda vai atacar”.
Nós estamos financiando a guerra:
Repare eu,
 você,
 todos nós,
 ao pagarmos combustíveis cada vez mais caros
e
consequentemente,
 o gás doméstico também,
estamos contribuindo para que essas empresas
 lucrem bilhões de dólares.
Se a família Bush, Grupo Carlyle,
  família Laden têm negócios do petróleo ,
eles lucram.
Eu vejo isso
 como uma história de lobo,
 tantas vezes gritam “lobo”,
 e nada ocorre
 (porque são falsos alertas, já deve ser o centésimo alerta)
 e qualquer dia quando realmente 
fizerem sujeira,
 já ninguém acredita na história ,
 porque tantas vezes a ouviram.
Bin Laden – o bode expiatório a serviço da CIA…
Os EUA criaram o Bin Laden,
“o diabo dos tempos atuais, 
que ameaça o mundo inteiro”.
Ninguém capturou o Bin Laden porque não quiseram ,
ainda custa a acreditar
 que a família Laden e a família Bush têm ligações,
negócios de armamento e petróleo ?
Que Bin Laden é um homem da CIA,
um bode expiatório islâmico apenas
 para justificar esta “guerra contra o terrorismo” ?
Se ainda duvidam,
aqui ficam mais notícias intrigantes!
Em janeiro de 2001 após eleições presidenciais, 
foi dito ás agências de inteligência
 para interromperem
 com as investigações acerca da família Bin Laden 
e famílias reais sauditas 
(foi noticiado pela BBC no dia 06/11/01 )
Maio de 2001, 
chefes da segurança nacional dos EUA,
 rejeitaram diversas vezes a oferta de 
documentos secretos 
que o Sudão lhes oferecia
 a respeito da família Laden e Al-Qaeda,
 investigações, etc, 
os Eua não se mostraram interessados
 nesses documentos
 (noticiado pelo The Guardian, a 30/09/01 )
Maio de 2001
o secretário de Estado, Colin Powell 
dá 43 milhões de dólares aos Talibans,
foi noticiado pelo Los Angeles Times em 22/05/01),

 No ano 2000, já haviam fornecido
 113 milhões de dólares ao regime Taliban
 (State Department Fact Sheet 12/11/01).
Por que capturaram Saddam e 
ainda não capturaram Bin Laden?
Porque não querem ,
 estão enganando o mundo e 
forjando vídeos dele
 a todo o momento. 
Não capturaram Bin Laden 
porque ele é apenas um personagem fachada,
 querem mais provas ?
14 de junho de 2001, 
Bin Laden recebeu tratamento hospitalar de
 um doutor canadense ( Dr. Callaway )
no hospital americano de Dubai ( esse Dr. nunca quis prestar
 declarações à imprensa), Bin Laden
recebeu também a visita de dois agentes da CIA. 
( Este fato é amplamente conhecido, divulgado em vários meios,
 entre eles o London Times em 11/01/01 e
 no The Guardian a 11/01/01).
Saiba mais:

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

ONG WIKILEAKS APRESENTA VAZAMENTO EM ESTADO BRUTO

Vazamento em estado bruto

Para vencedor do Pulitzer, a divulgação de 92 mil registros secretos atesta que a América é um navio fazendo água

CAROLINA ROSSETTI

Uma ampulheta aprisiona dois mundos.

 O primeiro, opaco, de onde vazam segredos sujos, aos poucos se destrói - para então se recompor em um planeta novo, mais transparente, honesto.

É esse o logo e a filosofia da ONG WikiLeaks, que se disseminou em jornais e blogs nessa semana ao divulgar 92 mil documentos das ações militares americanas e de forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Afeganistão durante os anos de 2004 a 2009 da era Bush filho.

 "Eu adoro esmagar canalhas", disse o idealizador do site e hacker australiano Julian Assange, em entrevista coletiva em Londres, referindo-se aos responsáveis por supostos crimes de guerra revelados pelo calhamaço de relatórios publicado simultaneamente pela revista alemã Der Spiegel, pelo jornal britânico The Guardian e pelo americano The New York Times.

Entre as denúncias estão descrições detalhadas de execuções de civis, a existência de um esquadrão encarregado de "capturar ou matar" sem julgamento 70 líderes do Taleban e evidências do envolvimento do serviço secreto do Paquistão, aliado americano na guerra, com o movimento fundamentalista afegão.

Max Nash/AP
Após revelação dos documentos, Assange, do WikiLeaks, bradou: ‘Adoro esmagar canalhas’

Em sua home page, o WikiLeaks se define como uma "avenida global" para a disseminação de documentos de interesse público.

Ali, qualquer pessoa pode divulgar o que quiser sobre quem quiser.
Sem amarrações e em total anonimato.
Nem os organizadores do site têm acesso à identidade de suas fontes.

Mesmo assim, o soldado Bradley Manning, de 22 anos, foi apontado como responsável pela extração dos registros do sistema interno de inteligência do Exército e pela postagem do conteúdo no site de Assange.

Manning já era o suspeito-mor de ter divulgado em abril, também no WikiLeaks, um vídeo mostrando, do interior de um helicóptero Apache americano, uma operação em Bagdá que resultou na morte de 11 civis iraquianos, dois jornalistas da Reuters - e nenhum insurgente.

Em 2008, o WikiLeaks pipocou no noticiário internacional quando publicou uma cartilha do Exército americano que ensinava como seus soldados deveriam tratar os prisioneiros de Guantánamo e quando espalhou a conta de e-mail de Sarah Palin, ex-governadora do Alasca e candidata a vice-presidente na chapa do republicano John McCain.

Mas em nenhum dos casos o site recebeu tanta atenção quanto agora.

Entusiasmado com a enorme repercussão do agora chamado Diário de Guerra do Afeganistão, Julian Assange chegou a compará-lo em importância aos Papéis do Pentágono.

A divulgação desse material secreto, entregue em 1971 ao The New York Times pelo analista militar e ex-funcionário do Pentágono Daniel Ellsberg, teria contribuído para o fim da Guerra do Vietnã.

O mesmo não se dará em relação aos documentos do WikiLeaks, avalia o repórter investigativo do NYT e vencedor do Prêmio Pulitzer de jornalismo em 1988, Tim Weiner, para quem a comparação entre os dois vazamentos é completamente forçada.

 "Os Papéis do Pentágono eram 47 volumes de análise histórica cruciais para o cidadão americano entender que a guerra não poderia ser ganha com poderio militar. O material do WikiLeaks é uma tonelada de informação bruta." E completa: "Tentar obter informação útil do serviço de inteligência americano é como tentar beber um gole d’água em uma mangueira de incêndio".

Autor de um livro sobre a história da CIA, Legado de Cinzas, publicado no Brasil pela editora Record, Weiner é especialista em segredos de Estado. A ele foi concedido o prêmio mais importante do jornalismo americano por uma série de reportagens publicadas no The Philadelphia Inquirer nas quais desmascarou um orçamento secreto do Pentágono usado pelo governo para financiar a pesquisa e o desenvolvimento de novas armas.

Weiner é um crítico ferrenho do serviço de inteligência americano, que, a seu ver, não cumpre o papel de assessorar a tomada de decisões estratégicas bem fundamentadas e conscientes.

"O mais poderoso país do Ocidente falhou em criar um serviço secreto de primeira categoria", escreve Weiner em seu livro sobre os inúmeros erros da CIA.

 Para citar alguns, ele menciona a incompetência da agência em calcular as reais chances de vitória na invasão da Baía dos Porcos, em 1961, a incapacidade de prever o 11 de setembro e a invenção de que no Iraque havia armas de destruição em massa, argumento usado pelos americanos para invadir o país e depor Saddam Hussein.

            "Quando a inteligência falha,
                      pessoas morrem."
E a resistência da população local aumenta.

 É assim que se perde uma guerra contra um oponente infinitamente mais fraco, alerta Weiner.

É possível controlar a circulação de informações na era do WikiLeaks?

Primeiro, os documentos publicados pelo WikiLeaks traziam o selo de "secreto". O governo americano produz milhões de documentos "secretos" por ano. Acima do "secreto" existe o "top secret". E, acima do "top secret", incontáveis programas criptografados com senhas. Quando tudo é secreto, nada é secreto. Você não consegue manter segredos em uma sociedade aberta. A América é um navio com um furo no casco.

Recentemente o jornal The Washington Post publicou uma série de reportagens sobre o sistema de inteligência dos EUA mostrando que hoje 854 mil pessoas têm acesso a informações consideradas sigilosas. A rede de inteligência americana fugiu do controle?

Tentar obter informação útil do serviço de inteligência americano é como tentar beber um gole d’água em uma mangueira de incêndio. O sistema ejeta uma enorme massa de informação bruta, que sufoca a capacidade humana de análise e compreensão. As organizações de inteligência têm o propósito de servir como ferramentas para traçar estratégias inteligentes. Raramente elas cumprem esse papel. Quando a inteligência falha, pessoas morrem - soldados e civis. Presidentes e generais tomam decisões ignorantes. Exércitos atacam alvos errados. Quando as forças militares americanas e as tropas da Otan matam civis, o Taleban ganha pontos incalculáveis na batalha pela aliança da população local. Essa é uma das formas pelas quais uma nação pode perde a guerra contra uma guerrilha muito mais fraca, como aconteceu conosco no Vietnã.

Parece que os 92 mil documentos divulgados tem chocado mais pelo volume que pelo conteúdo. Quais podem ser as consequências políticas do episódio para o governo Obama?

Poucas informações divulgadas pelo WikiLeaks eram novidade para quem lê o trabalho de jornalistas e de organizações de direitos humanos que atuam no Afeganistão. É importante notar que os documentos cobrem o período de 2004 a 2009; portanto, são registros da guerra de Bush, não da de Obama. A informação muda muito pouco as estratégias e táticas de guerra que Obama adotou. Tanto que a Câmara de Representantes dos EUA aprovou na terça-feira, por 308 votos contra 114, a injeção de mais US$ 60 bilhões no conflito.

O vazamento poderá contribuir para o fim da guerra?

A guerra vai continuar. Os afegãos lutaram contra Alexandre, o Grande, os mongóis de Gengis Khan e Tamerlão, os britânicos, os russos e, agora, os americanos. Perderam muitas batalhas, mas nunca foram conquistados. Estive no Afeganistão sete vezes. Pelo que vi, acredito que os objetivos originais dessa guerra - matar os líderes da Al-Qaeda e neutralizar o Taleban - se perderam muitos anos atrás sob o governo Bush. Se a missão agora é a reconstrução do país a fim de transformá-lo em uma nação estável, depois de 30 anos de ocupação soviética e da ocupação americana, acredito que isso possa ser conseguido.. . em mais 30 anos.

O Diário de Guerra do WikiLeaks está sendo comparado aos Papéis do Pentágono?

A comparação é falsa. Os Papéis do Pentágono eram 7 mil páginas de documentos, em 47 volumes, de análise histórica preparada por experts sob o comando do secretário da Defesa de Kennedy e Johnson, Robert McNamara. Os papéis foram cruciais para os americanos entenderem que a guerra era política e não podia ser ganha com poderio militar. Considerado o mais grave vazamento da história do serviço de inteligência americano, os Papéis do Pentágono eram uma crônica das dificuldades dos americanos no Vietnã. O material do WikiLeaks são milhares de relatórios brutos da inteligência americana. Os Papéis do Pentágono foram muito mais importantes para virar a opinião pública dos americanos contra a guerra. Eles são a história supersecreta da Guerra do Vietnã de 1954 a 1967. Quando o presidente Nixon tentou impedir sua publicação, ele deu início a uma batalha contra vazamentos que, no final das contas, o levaram à autodestruição. Os papéis do WikiLeaks não trazem revelações importantes sobre a guerra. Eles adicionam detalhes de questões já bem conhecidas e compreendidas pelos que acompanham as notícias sobre o Afeganistão, que são a minoria do povo americano. No curto prazo, os documentos podem ajudar a focar a atenção do público dos EUA na guerra. Mas a terrível verdade é que milhões de americanos nada sabem sobre o Afeganistão e sua única preocupação é com os soldados americanos que estão morrendo nesse conflito.

O que significa contar a verdade sobre a guerra?

É o papel da inteligência - e dos jornalistas - penetrar o nevoeiro da guerra. Mas não existe uma coisa como total transparência em tempos bélicos. A névoa sempre ganha. Para citar McNamara: "A guerra é tão complexa que ultrapassava a habilidade da mente humana de compreender todas as suas variáveis. Nosso julgamento, nosso entendimento, não são adequados. E nós matamos pessoas sem necessidade. " Essa é a verdade da guerra.

Assange, como Daniel Ellsberg, vem sendo acusado de ignorar os interesses nacionais. Foi essa uma ação irresponsável ou uma vitória jornalística?

Nenhuma das duas coisas. É uma parte natural e inevitável do embate em tempos de guerra entre o Pentágono e seus opositores em casa e no exterior.

Uma organização como o WikiLeaks - sem sede em nenhum país e, portanto, sem ter de obedecer a nenhuma lei - propicia a qualquer pessoa espaço para postar informações e opiniões, sob total anonimato. Será esse o futuro do jornalismo investigativo?

Se formos definir vazamentos de dados como revelações não autorizadas de informações confidenciais, então a única novidade que o WikiLeaks traz é o método de distribuição. O jornalismo investigativo não se baseia só em vazamento, mas na pesquisa detalhada e paciente.