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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

A AGENDA ANGLO-SIONISTA PARA A ARGENTINA E AMÉRICA DO SUL

A agenda anglo-sionista de Mauricio Macri para a Argentina e América do Sul

Enquanto a mídia promove a “vitória” de Mauricio Macri como um resultado de “mudança”, desde este blog já havia sido avisado que a eleição argentina era uma farsa. Mauricio Macri, Daniel Scioli e Sergio Massa compareceram por duas vezes ao judaico Americas Society dos Rothschild/Rockefeller, lá receberam as orientações do que deveria ser feito. Os três se comprometeram com o sionismo internacional, de que iriam obedecer a agenda anglo-sionista neo-liberal para a Argentina e toda a América do Sul.

Mauricio Macri com o genocida terrorista Benjamin Mileikovsky (aka “Netanyahu”)

Os presidentes em países como a Argentina são meros gerentes administrativos coloniais, que atendem aos interesses dos banqueiros e multinacionais. Macri é o melhor exemplo de um governo dos milionários, pois já nasceu em berço de ouro. Seu pai é Franco Macri, um milionário que fez fortuna com o regime militar. Os militares estatizaram as dívidas de suas empresas, transformando em dívida pública a ser paga pelo povo.
A estrutura de poder é supranacional, está acima dos presidentes e governos e utilizam o engano da “ideologia de esquerda” e “ideologia de direita” para manter o controle sob o Estado. É como uma bicicleta. Se pedala um pouco com a “esquerda” e um pouco com a “direita”. Todos presenciaram isto nas últimas décadas em todos os países sulamericanos. A cada 4 anos muda-se o partido no poder para que tudo continue como estava. Banqueiros e multinacionais continuam lucrando bilhões independente do quadro político no Congresso ou o fantoche que ocupa o cargo de presidente.
O povo argentino não votou em Macri porque querem regime neo-liberal, mas porque não há outro candidato. Os fantoches já estavam pré-selecionados em Think Tanks sionistas como a Americas Society. Era isso ou continuar no regime kirchner, que já durava 12 anos. Por este motivo a lei eleitoral impede que os votos em branco sejam considerados e anulem as eleições, para forçar a entrada de um político controlado pela elite financeira. Se os votos fossem considerados, as eleições seriam anuladas, os candidatos seriam removidos e outros teriam que ser apresentados. Algo que os banqueiros e corporações jamais permitirão.
Pense na Argentina como se fosse uma “empresa”. Se Macri é o gerente local desta “empresa”, quem são os diretores gerais que escolhem este gerente? Quem é o presidente? Quem são os acionistas, os verdadeiros donos desta “empresa”?
Como vemos, existe um poder supranacional que determina quem será candidato e quem ocupará o cargo de presidente de um país. Trata-se de um MODELO, que é aplicado pelos donos do dinheiro. Enquanto os fantoches se revezam a cada 4 ou 8 anos(reeleição) no cargo de “presidente”, a dinastia Rothschild governa o mundo há 300 anos. Poder é isto, permanecer no controle dos Bancos Centrais, emissão de moeda e governos ao longo de centenas de anos.
Esta é a agenda neo-liberal de Macri para a Argentina, atendendo às exigências dos verdadeiros donos do poder:

A lista é enorme, mas é praticamente o que Menem fez nos anos 90, época em que famílias argentinas se despediam de seus filhos que saiam do país em busca de uma vida melhor na Europa. Só que desta vez a Europa está na mesma situação, agora não há para onde fugir.
A Argentina está a caminho de desaparecer como país em menos de uma década. Será incluída no TPP e o Estado “representativo” dará passo ao Estado Corporativo, onde os bancos e multinacionais serão governo formalizado. Mais uma etapa ao Governo Mundial.
Já está comprovado que o peronismo morreu com Perón e o que existiu posteriormente e ainda existe são mercenários que se auto-denominam “peronistas” para ganhar simpatia popular e votos. São todos políticos de um único partido, o partido da dívida e estão á serviço dos banqueiros.
Se prevê que uma parte do bando dos kirchner agora passe a apoiar Macri, já que é este outro bando quem terá acesso aos recursos públicos. Em troca de dinheiro oferecerão apoio político ao regime de turno. Isto é um comportamento padrão onde reina a corrupção.
Poucos sabem, mas quem gerenciou o ridículo “debate” entre Scioli e Macri na TV foram políticos do regime Fernando de la Rúa. Ou seja, o povo havia pedido que “todos fossem embora”, o então presidente fugiu da Casa Rosada de helicóptero, mas na realidade não saiu ninguém. Os corruptos daquela época continuam assumindo cargos e atuando em segundo plano. Basta reparar os nomes “indicados” por Scioli e Macri para compôr o governo. São todos políticos de regimes anteriores, governo Menem, Duhalde, de la Rúa e dos Kirchner. E como sempre, o Ministro de Economia dos dois são agentes da banca internacional Rothschild. O “indicado” por Macri é Afonso Prat-Gayum agente da banca JP Morgan dos Rockefeller/Rothschild.
Não duvide que de última hora reapareça o nome de Domingo Cavallo como Ministro de Economia, é um dos preferidos pela banca.
São os banqueiros que escolhem quem será o Ministro de Economia, para garantir que os juros extorsivos da dívida pública ilegal continuem sendo pagos.
A única possibilidade de escapar desta terrível previsão é que o povo argentino acorde e apoie os movimentos políticos que defendem os interesses na nação. Felizmente na Argentina eles estão crescendo e atuantes. Um deles é o Projeto Segunda República, que começou como um projeto político e já está à caminho de se tornar um partido político em 2016.

Adrián Salbuchi, um dos fundadores do Projeto Segunda República

Nos comentários dos vídeos do PSR os seguidores pedem que seus integrantes se postulem urgentemente para as próximas eleições, porque já não aguentam mais as mentiras e o engano dos partidos políticos atuais sob controle das corporações. E como fazer crescer movimentos patriotas já que eles não possuem a grana que os partidos das multinacionais e banqueiros possuem e não têm acesso à grande mídia? Apoio popular. As pessoas terão que abandonar as ideologias políticas do século 19, criadas pelos donos do poder, e passar a ver a situação do país desde o ponto de vista geopolítico.
Graças à internet estes grupos conseguiram sair do anonimato e crescem a cada regime fraudulento que passa pela Casa Rosada. Não é um movimento perceptível para as massas, porque eles não aparecem na mídia corporativa. Não veremos artigos de um Adrian Salbuchi ou Enrique Romero no Clarín ou La Nación, mas sim em espaços alternativos ou independentes, como no caso do Canal TLV1 no Youtube.
E entre todas as desgraças que irão ocorrer na Argentina com Mauricio Macri, existe um ponto positivo nisto. A política neo-liberal de Macri não será fácilmente aplicada com um povo argentino cada vez mais miserável e revoltado. Observando a lista de tarefas de Macri é possível deduzir que haverá revoltas, greves e violência e ele pode não durar até o fim do mandato.
Mais um que vai fugir de helicóptero da Casa Rosada? É possível.
Neste cenário restará uma única opção para tentar salvar o país, os grupos nacionalistas não alinhados com banqueiros ou multinacionais, como os membros do Projeto Segunda República.
É bom que os brasileiros tomem como lição o que está ocorrendo na Argentina e passe a formar grupos nacionalistas que se oponham ao poder financeiro das multinacionais e banca sionista internacional. O que acontece na Argentina é usado como modelo para ser aplicado no Brasil e vice-versa.
Um fato de extrema gravidade e que os meios sionistas não divulgam. Mauricio Macri está processado por escutas ilegais na causa AMIA. O que revela uma conspiração entre ele e os lobbies sionistas na Argentina para ocultar a participação do Mossad e da CIA nos atentados terroristas ao edifício da AMIA/DAIA.


Mauricio Macri, o chefe de governo portenho foi processado em maio de 2010 e a medida confirmada por unanimidade pela Câmara Federal portenha em junho desse ano, no marco da causa a raíz da denúncia por escutas a seu telefone feita seis meses antes por Sergio Burstein. O dirigente de um setor de familiares das vítimas do atentado à AMIA culpou também a Macri pela nomeação do comissário federal Jorge “Fino” Palacio como primeiro chefe da Polícia Metropolitana quando estava acusado de ocultar provas na investigação do ataque terrorista, quem também está processado na causa das escutas. Na investigação foi provado que as escutas ilegais tinham alcançado também a um cunhado de Macri, Néstor Leonardo, que foi assumida a responsabilidade pelo empresério Franco Macri, pai do chefe de Governo, quem assegurou que tinha contratado a uma empresa estadunidense por razões de segurança familiar.

Como farão para que este mercenário traidor assuma a presidência tendo um processo desta magnitude nas costas? Aí entrará a corrupta corte argentina para liberar o caminho, inocentá-lo e ao mesmo tempo enterrar a possibilidade de investigar a participação do Mossad/CIA nos atentados à AMIA.
A partir de agora, o que acontecer na Argentina repercutirá negativamente em toda a região sulamericana. Mauricio Macri será usado como ponta de lança do sionismo Rothschild para derrubar Maduro, Correa, Morales e quem sabe, até Dilma Roussef. O objetivo no Brasil é usurpar o pré-sal e privatizar a Petrobras.
Os artigos abaixo demonstram o crescimento do poder militar dos EUA na região. O eixo sionista EUA-Israel-OTAN se prepara para criar uma guerra contra os países ricos em petróleo, gás, água e minérios.
As emissoras de TV brasileiras e os jornais não vão lhe dar estas informações, porque fazem parte da estrutura mafiosa que pretende continuar dominando nações através da dívida pública e promover um Governo Mundial.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

UM TERRORISTA NOMEADO POR NETANYAHU COMO EMBAIXADOR DE ISRAEL NO BRASIL

Novo post em Caminho Alternativo

Netanyahu nomeia um terrorista como embaixador de Israel no Brasil

by Caminho Alternativo
Tradução: Google Tradutor

(05-08-2015) O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nomeou Dani Dayan para ser o próximo embaixador de Israel no Brasil na quarta-feira.
Dayan anteriormente serviu como o chefe do grupo colono guarda-chuva, o Conselho Yesha.
Ao fazer a nomeação, Netanyahu disse: "A América Latina é uma das metas centrais de Israel em nossos esforços para desenvolver novos mercados que irão contribuir para nosso crescimento econômico." Ele expressou confiança de que Dayan teria sucesso em fortalecer as relações com o país sul-americano.
Dayan disse ao aceitar a nomeação, "eu respondi o desafio que o primeiro-ministro deu-me a aprofundar e melhorar as relações entre Israel e Brasil." Ele brincou que, apesar de sua nomeação, ele não tinha prometido trazer Israel uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.
Fontejpost.com
Comentário do blog
Dani Dayan é um dos líderes da expansão de construções ilegais em terras palestinas, principalmente em West Bank. Foi chairman do sionista Conselho Yesha, grupo que promove a limpeza étnica na Palestina e é o responsável pela expulsão dos palestinos de suas casas, destruição de oliveiras e demolições de casas palestinas para colocar em seu lugar construções para colonos judeus. A função de Dayan foi promover o terror contra os palestinos, o que o torna um terrorista e antissemita, já que os palestinos são os verdadeiros semitas.
Além de promover o genocídio, este conselho edita material de propaganda pró-Israel(Wikipedia) baseado em mentiras com o fim de defender os crimes cometidos por Israel e combater o BDS(Boicote, Desinvestimento e Sanções).
BDS se tornou mundialmente conhecido por combater o regime genocida de Israel através do boicote e atualmente têm ganhado adesão de diversos setores da sociedade em todo o planeta.


O movimento global para uma campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra Israel até que ele esteja em conformidade com a lei internacional e os direitos dos palestinos foi iniciado pela sociedade civil palestina em 2005, e é coordenado pelo Comitê Nacional Palestino BDS (BNC), estabelecido em 2007. BDS é uma estratégia que permite que as pessoas de consciência desempenhem um papel eficaz na luta palestina pela justiça.
Durante décadas, Israel negou aos palestinos seus direitos fundamentais de liberdade, igualdade e autodeterminação através da limpeza étnica, a colonização, a discriminação racial e a ocupação militar. Apesar da condenação abundante das políticas de Israel por parte da ONUde outros organismos internacionaise organizações proeminentes de direitos humanos, a comunidade mundial não conseguiu responsabilizar Israel e fazer cumprir os princípios básicos do direitoOs crimes de Israel continuaram com impunidade.
Em vista da continuada incapacidade, a sociedade civil palestina exigiu uma resposta dos cidadãos globais. Em 9 de julho de 2005, um ano após parecer consultivo histórico da Corte Internacional de Justiça sobre a ilegalidade do Muro de Israel nos Territórios Palestinos Ocupados (OPT), uma clara maioria da sociedade civil palestina chamou seus colegas e as pessoas de consciência em todo o mundo para lançar boicotes gerais, implementar iniciativas de desinvestimento,e exigir sanções contra Israelaté que os direitos dos palestinos sejam reconhecidos em plena conformidade com o direito internacional. [...]

A quem interessa fazer relações comerciais com um regime que pratica o genocídio há quase 70 anos impunemente? Acaso o governo brasileiro não viu o massacre cometido por Israel em Gaza no ano passado?
É obrigação de todo brasileiro, assim como do próprio governo, aplicar o boicote total contra o regime nazi-sionista de Israel e expulsar este embaixador da morte.
Artigos relacionados
Caminho Alternativo | agosto 5, 2015 às 12:48 pm | Tags: sionismo | Categorias: Mundo | URL:http://wp.me/p29z3m-Qo

terça-feira, 16 de setembro de 2014

DESMASCARANDO A TESE OFICIAL DE "AUTODEFESA" DE ISRAEL

Criança em Gaza

A mentira da “auto defesa” de Israel

Breno Altman é um jornalista judeu, diretor editorial da Revista Samuel e do Opera Mundi.
No texto a seguir, Altman desmascara a tese oficial de “auto defesa” baseando-se em apenas três argumentos: desde 1967, quando começou a expandir seu território pela força, Israel é que tem sido o agressor. Assim, quem teria o direito de auto-defesa seriam os palestinos. Em segundo lugar, Netanyahu fez questão de tratar como um problema militar o caso dos três adolescentes mortos (sequer houve investigação). Por fim, não existe auto-defesa quando o alvo é a população civil, principalmente crianças.
Não existe auto-defesa de Israel. O que é existe é genocídio.
Fim imediato e incondicional do bombardeio contra o povo palestino!

Sobre o direito de Israel a se defender

Por Breno Altman

O governo de Netanyahu alega que os ataques a Gaza são legítima defesa. Como se a situação tivesse começado com lançamento de mísseis pelo Hamas.
O argumento, para início de conversa, tem um déficit original: ao menos desde 1967, quando tomou a força territórios árabes, Israel é o Estado agressor. Os palestinos, desde então, são os que possuem direito natural à auto-defesa e à rebelião, como está escrito na Carta das Nações Unidas sobre povos submetidos a situação colonial.
Segundo, os mísseis do Hamas foram uma resposta, independente do juízo que se faça dela, à maneira como o governo de Israel conduziu o caso dos três jovens israelenses cruelmente assassinados. Ao contrário de considerar um caso policial, que pressuporia investigação e julgamento conduzido pela Autoridade Palestina, dentro de um prazo razoável, Netanyahu tratou como um tema militar, lançou uma onda de prisão em massa contra palestinos e denunciou a responsabilidade do Hamas sem que houvesse provas conclusivas a esse respeito. A organização islâmica contestou com seus disparos a esmo os gritos de guerra e a repressão generalizada conduzida pelo governo de Israel.
Terceiro, não se pode considerar “direito de defesa” um massacre como o que está em curso, com mais de 1,5 mil palestinos mortos, a maioria civil, incluindo mulheres e quase trezentas crianças, além de ataques a edifícios sob controle das Nações Unidas.
Estes três argumentos são suficientes para desmascarar o suposto caráter defensivo da escalada em Gaza. O nome do que faz o governo de Israel é crime de guerra.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

PALESTINOS CONTINUAM SENDO MASSACRADOS PELAS FORÇAS ISRAELENSES

El salpicado de sangre israelí masacró a 27 palestinos en 48Hs. Murió un niño argentino. Hamas quiere ir a la CPI

Urgente
Otro lunes de furia (25/8) encuentra a Gaza bajo los criminales ataques sionistas contra la población civil palestina frente a la indiferencia internacional y de los regímenes árabes, al que se suma el paraguas de Estados Unidos al tratar de desviar la mirada y la opinión pública intentando poner en juego su ética de combatir al ‘Estado Islámico’, una organización terrorista financiada por los lobbies sionistas y EEUU para desestabilizar más los países árabes y justificar la invasión de EEUU a Irak y Siria. Así mismo, intentar la espuria estrategia de blanquear el rostro de los líderes israelíes en sus crímenes de lesa humanidad contra la niñez palestina.

Los aviones de guerra F16 lanzaron ataques aéreos contra un grupo de palestinos buscando sobrevivientes en el barrio Tuffah de la ciudad de Gaza para profundizar el terror. En tanto, en sus ataques asesinaron a 12 palestinos sumando en 48Hs a 27 los asesinados, elevando a 2128 mártires en 49 días. Entre algunos de los mártires en la aldea de Beit Lahiya atacaron una Mezquita dejándola en ruinas y la casa de la familia Raddad Tamboura, asesinando un niño de 4 años y una mujer aún no identificados. Mientras, Muhammad Shubeir, fue muerto en un ataque aéreo a la ciudad de Gaza, Farhana al-Attar asesinado al ser bombardeado su hogar en Beit Lahiya y el mismo destino corrieron Yasin al-Biltaji y Yahya Abu Daqin, asesinados durante la madrugada del lunes en la misma aldea.

Niño argentino: El hijo de un colono argentino judío, Daniel Tragerman de 4 años, falleció como consecuencia de un cohete lanzado por la resistencia palestina al sector del Neguev (territorio palestino ocupado en 1948), siendo el primer niño israelí fallecido tras la invasión sionista a Gaza ‘Borde Protector’ frente a los 589 niños palestinos asesinados, de ellos bebés y 3.215 niños heridos, muchos gravedad y otros muchos discapacitados de por vida.

La utilización de la pequeña víctima fue rápidamente usada por el premier israelí Benjamín Netanyahu, quien en una sesión especial de su gabinete en el Ministerio de Defensa en Tel Aviv, amenazó: “Hamas pagará un alto precio por este ataque. El Ejército y los Servicios de Inteligencia intensificarán sus operaciones hasta que se haya alcanzado el objetivo”, sin embargo, él se mantiene impune por la limpieza étnica de los niños y los bebés palestinos que asesinó. La comunidad internacional que se rasgó sus vestiduras por la muerte del niño israelí acusando a la resistencia palestina de ‘terrorista’, fue silenciando el terrorismo de Estado israelí que durante 49 días de invasión mataron a un promedio de 12 niños por día.

Corte Penal Internacional-CPI: La oposición del titular de la Autoridad Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, de acusar los líderes israelíes en la Corte Penal Internacional-CIP y haber levantado la denuncia presentada por juristas palestinos ante la CIP, se vieron doblegados por los reclamos e insistencia de Hamas y de la mayoría de la facciones de la resistencia palestina e incluso los reclamos internos de su negociador Saeb Erakat. En consonancia, Abbas, viajó el pasado jueves (21/8)  a Qatar para reunirse con el jefe del Buró Político de Hamas Meshal Khaled. Hamas firmó el documento de presentación de crímenes de guerra contra la potencia ocupante, pero para esto se necesita el primer paso que es firmar el Estatuto de Roma y convertir de ese modo a Palestina en miembro de la CIP que le permita solicitar oficialmente la investigación de los responsables israelíes de crímenes de guerra o lesa humanidad.

Tanto Israel como EEUU no son parte del Estatuto y no reconocen la CIP. Por su parte, Abbas, en complacencia con Israel y EEUU, sigue comprometido con el plan egipcio de conversaciones indirectas entre la resistencia palestina y la potencia ocupante para lograr una larga tregua que Hamas rechazó por considerar que la misma debe ser el fin del bloqueo de 7 años a Gaza, algo,  que Israel rechazó y solo pretende el desarme de la resistencia. Las conversaciones y las treguas ya fracasaron en cuatro oportunidades, sin embargo, para Abbas, la presentación a la CPI será luego del fracaso de las mismas. Mientras tanto, en el terreno Israel sigue masacrando a la población civil palestina. 

By: Suhail Hani Dahe Akel ©Copyright, Se puede publicar, traducir o distribuir sin modificar el contenido y citando la fuente y el autor. 25/Agosto/2014

Seguir la Info del operativo militar israelí ‘Borde Protector’: 

Un anciano palestino busca rescatar los libros sagrados de la Mezquita destruida el lunes (25/8) en Beit Lahiya, Gaza
Un anciano palestino busca rescatar los libros sagrados de la Mezquita destruida el lunes (25/8) 
en Beit Lahiya, Gaza

Porqué…Porqué…

El dolor de un padre enterrando a su adolescente hijo asesinado por las fuerzas sionistas.El dolor de un padre enterrando a su adolescente hijo asesinado por las fuerzas sionistas.

sábado, 31 de maio de 2014

AS GUERRAS INJUSTAS DOS EUA E SEUS ALIADOS

Obama, o matador

 
 
 
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Ao receber o Nobel da Paz, logo após sua posse como porta-voz do imperialismo ianque, Barack Obama, como todos os chefes do império que o antecederam, usou a palavra 'paz' com o sinal invertido, ou seja, fez em seu discurso a apologia da guerra e, mais que isso, reivindicou para o USA o conceito de guerra justa.
O USA, juntamente com sua parceira Inglaterra, são historicamente as nações mais belicistas do mundo. Belicismo este a serviço da pilhagem, da espoliação, exploração e dominação de nações e regiões inteiras da face da Terra. Praticantes da guerra de agressão, estes países jamais poderiam se outorgar o direito de reivindicar a si o conceito de guerra justa, direito sagrado dos grupos, classes, povos e nações agredidas, espoliados e explorados.

OBAMA INCREMENTA A GUERRA

Em sua recente visita ao Oriente Médio, com a esfarrapada desculpa de retomar as conversações de paz entre o sionismo e os palestinos, Obama desatou um nó que impossibilitava abreviar o desfecho de uma ofensiva com vistas à invasão da Síria: a ruptura entre Israel e Turquia após o ataque sionista ao barco turco, em 2010, com ajuda humanitária aos palestinos.
Sob a cortina de fumaça das conversações de paz entre judeus e palestinos, a diplomacia ianque costurou a reaproximação entre Israel e Turquia visando formar um eixo de ataque no qual estes países promovam sob a bandeira da Otan um ataque sanduíche sobre a Síria, capaz de destruir toda a resistência de Assad.
Para seus planos de dominação de um ampliado Oriente Médio, que iria desde o norte da África até o Irã, a queda da Síria abriria caminho para uma futura invasão do Irã, objetivo perseguido pelo USA el  Israel e, também, pela própria Turquia. Obama pressionou Israel a pedir desculpas pelo ataque ao barco turco e a indenizar as famílias das vítimas, no que foi atendido. E, sem chamar atenção, num gesto aparentemente desproposital, pegou o telefone e ligou para Erdogan, o gerente turco, e passou para que Netanyahu "humildemente" formalizasse o pedido de desculpas. Feito isso, estava concluído o objetivo principal da viagem.
Com esta iniciativa, Obama não tem mais como sustentar a menor veleidade de se passar por um defensor da paz como tem apregoado em seus discursos.

MATADOR POR "DELIVERY"

Na verdade, sua prática desde o primeiro mandato tem sido, inclusive, de contradizer os discursos de campanha quando, por exemplo, prometia fechar os centros de tortura de Guantánamo e de Abu Ghraib, como também retirar suas tropas do Iraque e do Afeganistão. Ao retirar parte dos efetivos do exército os substituiu por mercenários, além de passar a usar em larga escala os drones – aviões não tripulados – para fazer ataques em série, atingindo os seus pretensos alvos e um sem número de populações civis.
Os drones são usados pelo USA para fazer trabalho de espionagem e aniquilamentos seletivos em qualquer lugar do mundo, a partir de bases militares no território ianque e, possivelmente, na Arábia Saudita. O uso de tais aparelhos tem sido contestado por juristas e entidades defensoras de direitos humanos por contrariarem as convenções de guerra internacionalmente consagradas, além de desrespeitarem a soberania dos países como Iemem, Etiópia, Paquistão, isto para não falar de Iraque, Afeganistão, Líbia e Síria, locais onde o USA direta ou indiretamente faz a guerra.
O uso de tais aparelhos, iniciado na administração Bush Filho, foi ampliado exponencialmente  por Obama e, segundo observadores, já eliminou cerca de 2.600 supostos "terroristas" escolhidos a dedo por informantes infiltrados nestas regiões. Acontece que o brinquedo, inicialmente apontado como extremamente "cirúrgico" pelos seus fabricantes e usuários, provoca uma tremenda destruição ao redor de seus alvos que atinge uma escala de dez civis para cada alvo, dito militar, eliminado.
Obama, portanto se arvora o direito de decidir sobre a morte de seus alvos militares, aos quais não possibilita a menor chance de defesa e sequer cogita fazer capturas com vida ou mesmo feridos, como defendem aqueles que modernamente procuram elaborar normas para a guerra. Quanto aos civis assassinados, o matador se resume a enviar pedidos de desculpas às famílias das vítimas com promessas de apuração as quais nunca se sabe o resultado.
A substituição de efetivos militares por aparelhos não tripulados tende a ser aplicada em larga escala pelo matador ianque, uma vez que com isso consegue reduzir em alguns milhões de dólares os gastos militares além de iludir o povo estadunidense que a cada guerra vê seus filhos retornarem em sacos pretos ou, na melhor das hipóteses, viciados em drogas ou em estado demencial.

A VERDADEIRA GUERRA JUSTA

O assassinato em massa desencadeado por Barack Obama não arrefece os ânimos daqueles que, em seus países, lutam para expulsar o invasor ianque através da justa guerra de libertação nacional ou daqueles que desenvolvem guerras populares. Estas, sim, por serem verdadeiramente guerras justas, multiplicam seus combatentes a cada mártir que cai. Enquanto persistir a dominação imperialista eles não darão um minuto sequer de tranquilidade ao inimigo.