Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de julho de 2014

O OCIDENTE E A AL-QAEDA






O presidente sírio Bashar al Assad acusou o Ocidente de estar financiando a al-Qaeda. Disse também, em entrevista distribuída pelo canal estatal Al Ikhbariya, que esses países pagarão muito caro pela decisão de apoiar um grupo terrorista.

“O Ocidente já pagou muito caro por ter ajudado a al-Qaeda no Afeganistão, no início. Hoje está fazendo o mesmo na Síria, na Líbia e em outros pontos. Também pagará caro por isso, no coração da Europa e dos EUA” – disse Al-Assad.

Para o presidente da Síria, seu país está posto como alvo de um projeto colonialista. “Tentam ocupar a Síria com forças vindas do exterior” – disse o presidente, que continuou: “Estamos em guerra. Já disse e repito: a Síria não se renderá nem se submeterá.”

“Nossa única opção é a vitória. Se não vencermos, a Síria será destruída. Essa não é opção aceitável para nenhum cidadão” – disse o presidente Bashar al-Assad.

O presidente Assad questionou o papel da Jordânia no conflito sírio; disse que não consegue entender como é possível que “centenas de mercenários armados entrem em território sírio, pela Jordânia, quando a Jordânia tem meios para deter qualquer pessoa que porte uma pistola, que seja, e que planeje juntar-se à resistência palestina”.

As declarações do presidente sírio foram divulgadas uma semana depois que o grupo jihadista Frente al-Nusra, dos mais influentes entre os rebeldes sírios, jurou lealdade à organização terrorista Al-Qaeda.[1] “Não estamos em guerra para liberar território sírio: estamos em guerra contra o terror.”

A entrevista foi ao ar nessa 4ª-feira, 17 de abril, dia em que a Síria comemora os 67 anos do fim da dominação francesa no país.


Vídeo filmado em Latakia (Síria). Mostra militantes da al-Qaeda, do grupo conhecido  como Jabhat al-Nusra(“Frente al-Nusra”), que está recebendo armas do ocidente para derrubar o governo do presidente Bashar al-Assad.
Ouvem-se aí, de viva voz, suas palavras-de-ordem: “Nossa via é a Jihad!” e “Obama! Obama! Aqui somos todos Osama”.

Traduzido do Russia Today pelo pessoal do Vila Vudu

terça-feira, 4 de março de 2014

RESUMO DA CRISE NA UCRÂNIA

1. A Criméia, república autônoma ligada à Ucrânia, tem a MAIORIA do seu povo de origem RUSSA e depende TOTALMENTE da Rússia;


2. O Ocidente está promovendo um conflito na Ucrânia, para DESESTABILIZAR a Rússia e fazê-la perder o foco no Oriente Médio;


3. Esse conflito foi gerado há 10 anos, quando os Estados Unidos, e a OTAN, resolveram tentar instalar na Ucrânia um ESCUDO DE MÍSSEIS, cercando a Rússia. A Rússia se opôs firmemente, e começaram as ações midiáticas para convencer o povo ucraniano que relacionar-se com a União Européia seria melhor do que com a Rússia;



4. Se o Ocidente conseguir que a Ucrânia firme acordo com a União Européia, então eles instalarão naquele território o escudo de mísseis e forçarão a Criméia a EXPULSAR a Rússia de Sebastopol, onde existe uma das maiores bases navais russas. 



5. A maioria dos ucranianos, mormente do sul e do leste, APOIAM a Rússia e a permanência da Ucrânia como sua aliada;


6. Não há qualquer ideologia nessa crise, como também não há na Síria. São, tão somente, interesses militares e de afirmação de poder de dominação que afloram e se manifestam intensamente;

7. NÃO HAVERÁ qualquer sanção contra a Rússia, até porque ela está agindo em defesa dos seus interesses mais legítimos, na medida em que defende russos na Criméia e a sua posição militar estratégica, porquanto tratados internacionais com a República da Criméia garantem a base naval de Sebatopol, existente há décadas;

8. NÃO HAVERÁ qualquer sanção contra a Rússia, seja por parte dos Estados Unidos, seja pela Europa. Isso por causa da dependência fundamental da Europa do gás russo, e porque a Rússia, China, Índia, Irã e Síria ELIMINARAM o dólar e o euro das suas transações, usando as próprias moedas para o que precisem. E China e Rússia, igualmente, têm feito estudos há algum tempo para o banimento do Euro e do dólar dos negócios entre si. Isso poderá QUEBRAR a economia ocidental, levando à bancarrota os bancos centrais europeu e norte-americano.

Da pagina do Professor Carlos Tebecherani Haddad