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El Canal 10 israelí informó que el Ejército de ocupación israelí pidió al Frente al Nusra que detuviera sus ataques contra la pequeña ciudad drusa de Hadar, afirmando que el grupo takfiri había respondido favorablemente a la petición israelí. Entretanto, medios israelíes justificaron el ataque del grupo terrorista contra Hadar, afirmando que la ciudad del sur de Siria apoya al gobierno de Bashar al Assad y representa un punto de partida para los ataques de la resistencia contra las fuerzas de ocupación israelíes en los Altos del Golán. “Los drusos de Hadar respaldan a (el presidente) Bashar al Assad y esto es un hecho bien conocido. De este modo, el Frente al Nusra quiere saldar cuentas con ellos”, dijo el experto israelí Hazi Simantov al Canal 10 israelí. Por su parte, Ore Heller, otro experto militar israelí, advirtió en contra de atender los llamamientos de ayuda drusos para defenderse de los terroristas del Frente al Nusra:i “Tenemos que advertir en contra de los llamamientos de los drusos... como si Al Qaida fuera a cometer un genocidio contra ellos. Ellos respaldan a Assad y a ellos no les gustan los sionistas”, dijo Heller al canal, señalando que responsables de Hezbolá y sirios habían recorrido estas localidades para ofrecer apoyo y reclutar a sus residentes para operar contra Israel. Por su parte, el experto en Oriente Medio, Eyal Zisser, confirmó la existencia de contactos entre la entidad sionista y el Frente al Nusra con el fin de “organizar las relaciones en la frontera”. Zisser acusó a los residentes drusos de Hadar de organizar ataques contra la entidad sionista. | ||||
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Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...
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sexta-feira, 3 de julho de 2015
MÍDIA ISRAELENSE CONFIRMA RELAÇÕES ENTRE ISRAEL E AL QAEDA NA SÍRIA
sábado, 6 de junho de 2015
HEZBOLA FORMA BATALHÃO DE CRISTÃOS PARA COMBATER GRUPOS TERRORISTAS
Hezbolá forma batallón de cristianos para combatir grupos terroristas
El Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) está formando un batallón de
cristianos para luchar contra los grupos terroristas en El Líbano y Siria.
“Los jóvenes cristianos han decidido unirse a un batallón militar de Hezbolá, fundado por ellos,
con el fin de luchar contra el Frente al Nusra y el EIIL (Daesh, en árabe)”, ha afirmado Joseph
Farah, uno de los integrantes de la brigada en declaraciones publicadas este jueves por el portal
Web de la cadena libanesa Al-Manar.
“Los jóvenes cristianos han decidido unirse a un batallón militar de Hezbolá, fundado por ellos,
con el fin de luchar contra el Frente al Nusra y el EIIL (Daesh, en árabe)”, ha afirmado Joseph
Farah.
Según el medio libanés, la participación de los cristianos en los entrenamientos de Hezbolá ha
sido totalmente voluntaria y sin cualquier precondiciones.
Miembro cristiano de Hezbolá.
“Hezbolá no nos ha pedido que nos convirtamos al Islam o abracemos alguna ideología. Él
no nos pidió que luchásemos a su lado; fuimos nosotros los que lo solicitamos por nuestra
voluntad y ellos nos aceptaron. Cumplimos con nuestras obligaciones religiosas y disponemos
de plena libertad para hacerlo”, insiste Farah.
Miembro cristiano de Hezbolá.
Por otra parte, las agencias libanesas han dado a conocer que Charbel Harb, un miembro
cristiano de Hezbolá perdió la vida en la lucha contra los terroristas del Frente Al-Nusra en
la frontera entre Siria y El Líbano, convirtiéndose en “el primer mártir cristiano” del movimiento.
El pasado 22 de mayo, el secretario general de Hezbolá, Seyed Hasan Nasrolá, adelantó que el
movimiento va a llamar a una movilización general en contra de los grupos takfiríes procedentes
de Siria, que amenazan la soberanía de El Líbano.
La semana pasada, Hezbolá montó en en la zona libanesa de Arsal, cerca de la frontera con Siria,
una operación especial de vigilancia mediante aviones no tripulados contra los takfiríes de Al-Nusra,
por lo cual varios miembros de la banda extremista perdieron la vida.
rba/ncl/mrk - HispanTv
Postado por Jornal Água Verde às 10:52
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Síria
segunda-feira, 14 de abril de 2014
FIM DAS OPERAÇÕES MILITARES EM HOMS: UM ACORDO DE RENDIÇÃO PODERIA EVITAR UMA OPERAÇÃO MILITAR.
NOTÍCIAS DE DAMASCO 4.39.- FIM DAS OPERAÇÕES MILITARES EM HOMS: UM ACORDO DE RENDIÇÃO PODERIA EVITAR UMA OPERAÇÃO MILITAR. via Facebook
Fonte: Al Manar, Beirut. 14.04.2014
Tradução: Carlos Tebecherani Haddad
Existe na cidade de Homs uma sensação de tensa espera, especialmente nos antigos bairros que sofrem assédio por mais de um ano e meio. Há informações que apontam a iminência de um acordo nos próximos dias, com o fim de que se possa evitar uma operação militar na cidade, para eliminar as últimas posições dos grupos de mercenários terroristas armados na mesma. Homs já foi vista em uma ocasião como um símbolo da rebelião armada.
Não existe um acordo formal entre o governo e os mercenários terroristas na Cidade Antiga de Homs, mas dezenas de evidências apontam para que um acordo pode ser completado em um próximo período, apesar da escalada que se produziu recentemente com atos como a morte de vários líderes dos grupos de mercenários terroristas e a explosão de dois carros bomba na zona de Karam, que causou mais de 20 mortos.
Diversas rendições de mercenários terroristas estão se multiplicando já na cidade. Ao menos 28 homens armados depuseram as suas armas, e diversos equipamentos depois de renderem-se na segunda-feira ante as forças do Exército Árabe Sírio e as Forças de Defesa Nacionais sírias em Homs, informou a agência oficial de notícias síria SANA. Esse grupo de mercenários terroristas se entregou sob a mediação dos comitês de reconciliação nacioal sírios, depois de comprometerem-se por escrito a não empunhar de novo as armas, tendo retomado as suas vidas normais.
Na quarta-feira, outros 54 mercenários terroristas se entregaram na cidade e regularizaram também a situação. A continuação das rendições reduziu o número de mercenários combatentes, mas ainda resta um grupo que declarou a sua determinaççao de lutar até o final.
Fontes militares consideram que a batalha final, quando se realizar, não durará muito, até porque as linhas de suprimentos dos grupos de mercenários terroristas foram cortadas pelas batalhas de Qalamoun e Al Qussayr.
Ao norte da cidade há algumas unidades da Frente Al Noussra, a Frente Islâmica e o assim chamado Exército Livre, que não é exército e muito menos livre, porquanto são empregados das monarquias petrolíferas do Golfo. Mas esses grupos são incapazes de abrir uma via de comunicação com os bairros sitiados. Faz um ano que eles tentaram romper o cerco, sem êxito.
Dias atrás a Frente Al Noussra informou que, ANTES do ataque, vai se retirar de Homs, por incapacidade de manter os combates frente às forças do Exército Árabe Sírio e receio de serem todos exterminados.
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