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sábado, 4 de julho de 2015

VERDADES SOBRE O ISIS E A AL QAEDA

24 verdades sobre o ISIS 

e

a Al- Qaeda que não 

querem que você saiba 2

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imagem
Michel Chossudovsky/Resumen Latinoamericano/
Global Research, 26 de maio de 2015 –

O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, o MOSSAD e o MI6 para acabar com a Síria. O professor Michel Chossudovsky, economista canadense e diretor do Centro de Investigação sobre a Globalização, de Montreal, enumerou 24 verdades que os governos ocidentais não querem que a população conheça sobre o ISIS ( Estado Islâmico) e a Al-Qaeda… Como é possível que sigam o jogo dos Estados Unidos encaminhado a criar um estado mundial policial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie em sua máxima dimensão.
COISAS QUE NÃO QUEREM QUE SAIBAMOS SOBRE A AL-QAEDA
1 – Os Estados Unidos apoiaram a Al Qaeda e suas organizações afiliadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegano-soviética.
2 – A CIA criou campos de treinamento para a Al-Qaeda no Paquistão. No período de dez anos, desde 1982 até 1992, cerca de 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.
3 – Desde a época da Administração Reagan, Washington apoiou a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.
Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Tudo era por “uma boa causa”: a luta contra a União Soviética e a mudança do regime, o que levou ao desaparecimento de um governo secular no Afeganistão.
Apenas precisamos lembrar os filmes de propaganda da época, como o célebre Rambo III…
4 – Os livros de textos jihadistas publicados pela Universidade de Nebraska. Os Estados Unidos gastaram milhões de dólares para fornecer livros de textos repletos de imagens violentas e ensinamentos islâmicos às escolas afegãs.
5 – Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda e homem mais odiado dos Estados Unidos, foi recrutado pela CIA em 1979, no próprio começo da guerra jihadista do Afeganistão contra a União Soviética. Na época, Bin Laden tinha 22 anos e foi treinado em um campo de treinamento de guerrilhas patrocinado pela CIA.
Segundo o Professor Chossudovsky, a Al Qaeda se encontrava por trás dos ataques do 11 de setembro. De fato, o ataque terrorista de 2001 proporcionou uma justificativa para uma guerra contra Afeganistão, sob o argumento de que o Afeganistão era um estado patrocinador do terrorismo da Al Qaeda.
6 – O Estado Islâmico ou ISIS era originalmente uma entidade afiliada à Al Qaeda, criada pela inteligência dos Estados Unidos, com o apoio do M16 Britânico, o Mossad Israelense, os serviços da Arábia Saudita (GIP ou Ri’āsat Al-Istikhbarat Al-‘Amah (رئاسة الاستخبارات العامة).
7 – As brigadas do ISIS sempre estiveram envolvidas no apoio à insurgência que os EUA e a OTAN têm dirigido contra o governo sírio de Bashar al Assad.
8 – A OTAN e o Estado Maior da Turquia foram os responsáveis pela contratação de mercenários do ISIS e Al Nusrah desde o início da insurgência síria, em março de 2011.
Segundo fontes da inteligência israelense, publicadas na web DEBKA, esta iniciativa consistiu em: “Uma campanha para recrutar milhares de voluntários muçulmanos em países do Oriente Médio e do mundo mulçumano para lutar junto dos rebeldes sírios. O exército turco aloja estes voluntários, os treina e assegura sua entrada na Síria”.
9 – Existem membros das forças especiais ocidentais e agentes de inteligência ocidentais dentro das fileiras do ISIS. Membros das Forças Especiais Britânicas e do M16 participaram do treinamento dos rebeldes jihadistas na Síria.
10 – Especialistas militares ocidentais contratados pelo Pentágono treinaram os terroristas no uso das armas químicas.
“Os Estados Unidos e alguns aliados europeus estão utilizando contratados da defesa para treinar os rebeldes sírios sobre como assegurar os arsenais de armas químicas na Síria, segundo informou um alto funcionário dos Estados Unidos e vários diplomatas de alto nível à CNN”.
11 – As decapitações brutais realizadas pelos terroristas do ISIS constituem os programas de treinamento patrocinados pela CIA nos campos da Arábia Saudita e Qatar e cujo objetivo é causar pavor e comoção.
12 – Muitos dos criminosos recrutados pelo ISIS são presidiários condenados libertos dos cárceres da Arábia Saudita, país aliado do Ocidente. Entre eles encontram-se cidadãos sauditas condenados à morte, que foram recrutados para se unirem às brigadas terroristas.
13 – Israel apoiou as brigadas do ISIS e Al Nusrah dos Altos do Golán, em sua luta contra o governo de Al-Assad e as forças xiitas da Hezbollah.
Combatentes jihadistas se reúnem regularmente com oficiais das Forças de Defesa Israelenses (FDI), assim como com o primeiro ministro Netanyahu.
O alto comando das FDI reconhece tacitamente que: “elementos da jihad global dentro da Síria, membros do ISIS e Al Nusrah, são apoiados por Israel”.
14 – Os soldados do ISIS dentro da Síria trabalham sob as ordens da aliança militar ocidental. Seu mandato tácito é causar estragos e destruição na Síria e Iraque.
Uma prova disso é a foto em que o senador estadunidense John McCain se reúne com líderes terroristas jihadistas na Síria.
15 – As milícias do ISIS, que atualmente são o alvo de uma campanha de bombardeios dos Estados Unidos e da OTAN sob o manto da “luta contra o terrorismo”, continuam sendo apoiadas secretamente pelo Ocidente.
Forças xiitas que lutam contra o ISIS no Iraque, assim como membros do próprio exército iraquiano denunciaram repetidamente as ajudas militares fornecidas pelos Estados Unidos aos terroristas do ISIS, enquanto combatiam contra eles.
16 – Os bombardeios estadunidenses e aliados não estão apontando o ISIS, mas possuem o objetivo de bombardear a infraestrutura econômica do Iraque e Síria, incluindo suas fábricas e refinarias de petróleo.
17 – O projeto do ISIS de criar um califado faz parte de uma agenda política exterior dos Estados Unidos, que pretende dividir o Iraque e a Síria em territórios separados: um califado islâmico sunita, uma República Árabe xiita e a República do Curdistão.
18 – “A Guerra Global contra o Terrorismo” se apresenta frente à opinião pública como um “choque de civilizações”, uma guerra entre os valores e as religiões quando, na realidade, trata-se de uma guerra de conquista, guiada por objetivos estratégicos e econômicos.
19 – As brigadas terroristas da Al Qaeda, patrocinadas secretamente pelas agências de inteligência ocidentais, foram implantadas no Mali, Níger, Nigéria, República da África Central, Somália e Iêmen para levar o caos a esses países e justificar uma intervenção militar ocidental.
20 – Boko Haram na Nigéria, Al Shabab na Somália, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia, (apoiado pela OTAN em 2011), Al Qaeda no Magreb Islâmico e Jemaah Islamiya na Indonésia, entre outros, são grupos afiliados à Al Qaeda, que são secretamente apoiados pela inteligência ocidental.
21 – Os Estados Unidos também estão apoiando organizações terroristas afiliadas à Al Qaeda na região autônoma Uigur, na China. Seu objetivo é desencadear a instabilidade política no oeste da China.
22 – A ameaça terrorista local, como a que vemos nos EUA ou Europa, é uma fabricação promovida pelos governos ocidentais e apoiada pelos meios de comunicação com a finalidade de criar uma atmosfera de medo e intimidação, que leve a uma anulação das liberdades civis e favoreça a instalação de um estado policial.
Por sua vez, as prisões, julgamentos e condenações de “terroristas islâmicos” servem para sustentar a legitimidade do Estado de Segurança Interna dos Estados Unidos e a crescente militarização de suas forças de segurança.
O objetivo final é inculcar na mente de milhões de estadunidenses que o inimigo é real e que a Administração dos Estados Unidos protegerá a vida de seus cidadãos.
O mesmo podemos dizer de países como França, Reino Unido ou Austrália.
23 – A campanha “antiterrorista” contra o Estado Islâmico contribuiu com a demonização dos muçulmanos que, aos olhos da opinião pública ocidental, se associam cada vez mais aos jihadistas, assentando assim as bases para um choque de religiões e civilizações.
24 – Qualquer um que se atreva a questionar a validade da “Guerra Global contra o Terrorismo” é qualificado como terrorista e se vê submetido às leis antiterroristas.
Estabelece-se com isso, um primeiro instrumento para perseguir qualquer tipo de dissidente ideológico, associando-o ao terrorismo.
Esta ferramenta poderá ser estendida posteriormente a qualquer outro tipo de dissidência ideológica.
Como vemos, a administração Obama finalmente impõe um consenso diabólico, com o apoio de seus aliados e do papel cúmplice do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A imprensa ocidental abraça esse consenso de forma obediente e entusiasta; descreve o Estado Islâmico como uma entidade independente, surgida do nada, um inimigo exterior que ameaça os valores “pacíficos e democráticos” do mundo ocidental.
Criou-se um inimigo que pode aparecer e atuar em qualquer momento, como um fantasma com o qual se assusta a população quando mais convenha e empurrá-la a aceitar qualquer tipo de política repressiva das liberdades e qualquer tipo de ação militarista a serviço dos grandes poderes ocidentais.
E pelo visto, este drama, apenas começou…
Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/05/26/24-cosas-sobre-isis-y-al-qaeda-que-no-quieren-que-sepas/
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

sexta-feira, 5 de junho de 2015

GOVERNO SÍRIO REVELA NOMES DE TERRORISTAS MORTOS EM IDLEB

sexta-feira, 5 de junho de 2015


Governo sírio revela nomes de 70 terroristas mortos em Idleb



















Informativo


As autoridades competentes da República Árabe da Síria informaram que 70 terroristas, 
não sírios, foram mortos da província de Idleb, localizada no norte da Síria, tendo 
confirmados seus nomes e nacionalidades, conforme segue na tabela abaixo. 

Assim como informaram a morte de dois oficiais especializados em carros-bomba e 
armas químicas na província de Raqqa, região do estádio Al Rashid, sendo os dois 
identificados como Najm Eddin Torna e Jagheri Abdalla Khadr Jahrazak.


No. Nome - Nacionalidade 


01 Abu Abdalla Al Najdi - Saudita
02 Zinad Al Najdi - Saudita
03 Sayaf Al Otaibi - Saudita
04 Abu al Walid Al Dosari - Saudita
05 Abdela Rahman Abdalla Mujahed - Saudita
06 Nishuan Al Otaibi - Saudita
07 Mohammed Mardi Saudita Membro da Organização Jabhat Al Nusra em Darkoush
08 Khaled Abdalla Al Dosari - Saudita
09 Bader Al Lihian - Saudita
10 Abu Abdalla Al Jazrawi - Kuwaitiano
11 Nayef Saad Al Mohajer - Kuwaitiano
12 Abu Hafs Al Masri - Egípcio
13 Abu Al Baraa Al Masri - Egípcio
14 Saif Allah Ahmad - Maldivo
15 Radwan Allah Akmal - Turco
16 Jund Allah Al Turki - Turco
17 Abu Aliman Al Turki - Turco
18 Abu Suhaib Abdalla ?
19 Islam Ali Turcomano - Turcomenistão
20 Rabeh Obaidi - Tunisiano
21 Abu Bakar Eid - Australiano
22 Abu Daham Al Najri
23 Abu Al Nasser al Tunisi - Tunisiano
24 Abdel Fatah Mohamad Abdalla
25 Seif Allah Al Fateh Azerbaijano
26 Mohamad Al Tarabilsi - Libanês
27 Abu Bakr Al Maldivi - Maldivo
28 Abu Al Jaser Al Maldivi - Maldivo
29 Mohamad Al Azri Azerbaijano
30 Abu Suhaib Al Azri Azerbaijano
31 Said Al Mohajer - Indonésio
32 Abu Saif Al Karar - Indonésio
33 Abu Khaled Al Somali - Somali
34 Abu Al Bawabel Al Turcomenistani - Turcomano
35 Abu Ahmadi Al Andonisi - Indonésio
36 Abu Amr Al Saudi - Saudita
37 Al Mofleh Abu Al Nur - Saudita
38 Abu Usaid Al Ansari - Libanês
39 Nader Al Rifai - Libanês
40 Abu Hussam Islam - Tunisiano
41 Zaidan Abu Mujahed - Tunisiano
42 Imad Abdalla Al Satar Akoub
43 Mohamad Faoura
44 Hussein Khalifa Comandante da chamada brigada Al Farouk
45 Yousuf Kotb Vice comandante da chamada Livres da Síria
46 Rashed Fuhail Al Marwi
47 Mustafa Kusam Al Hayel - Saudita
48 Munther Abu Al Battar
49 Hussam Eddin El Khaled - Saudita
50 Jamil Rahal
51 Mustafa Abdel Kader
52 Mustafa Abdel Al
53 Abdel Aziz Al Saudi - Saudita
54 Riak Mohamad Al Subaii
55 Mustafa Fakhr Eddin
56 Riad Al Saadi
57 Mohamad Al Abed
58 Abu El ghor El Yamani
59 Abu Abdalla Al Fudaighi
60 Saad Eddin Abdel Rahman Muaiteb
61 Sakar Husein Al Husein
62 Abu El Hadb Al Najri
63 Zayan Mohamad Zein
64 Mohamad Abdalla
65 Anas Saifo El Souri
66 Bilal Abu El Walid Azerbajano
67 Murad Abdel Mahmud
68 Mohamad Abdel Mahmoud
69 Abu Rihan Al Malizi - Malaio
70 Rashuan Mohamad Anasi - Egípcio

Esta é mais uma prova incontestável do grande número de mercenários estrangeiros que atuam
como terroristas na Síria. Eles são financiados pelos governos dos EUA,Israel, Inglaterra, França,
Turquia, Catar e Arábia Saudita.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A UNIÃO EUROPÉIA E O PETRÓLEO ROUBADO DA SÍRIA

A União Européia está comprando petróleo

roubado da Síria 

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embaixador 34 p
A afirmação é do Embaixador da República Árabe da Síria no Brasil, Dr. Ghassan Nseir, durante visita a Curitiba para se encontrar com a colônia síria da capital paranaense. Segundo ele, alguns países da União Europeia estão comprando petróleo do Levante Islâmico – que afirmam combater. Trata-se de petróleo roubado da Síria. 

No último dia 28, o Embaixador da Síria, Dr.Ghassan Nseir, visitou Curitiba a convite do Consulado Honorário da Síria para o Paraná e Santa Catarina. Naquela oportunidade, durante a visita ao Consulado sírio, concedeu a seguinte entrevista:
“Sempre tive vontade de conhecer e visitar Curitiba. Agradeço sinceramente ao Cônsul Honorário da Síria para o Paraná e Santa Catarina, Dr. Abdo Abage, pelo convite, pela oportunidade e pela hospitalidade.
Há tempos venho acompanhando o que acontece em Curitiba, especialmente o que é publicado nos jornais de bairros locais, incluindo os jornais Água Verde, Santa Cândida e Mercosur, além de sites na internet. São raros os jornais que, como os citados, publicam a verdade dos fatos na Síria.
As informações que chegam ao Brasil para a grande mídia são falsas porque são contra a Síria, já que são produzidas por agências de notícias norte-americanas. Portanto, temos grande orgulho da imprensa de bairros de Curitiba porque ela tem publicado a verdade e não se submete ao domínio imperialista e sionista da imprensa ocidental.
A imprensa tem muita influência na vida das pessoas, e por isso tem de ser responsável por aquilo que publica, e não apenas reproduzir informações de fontes tendenciosas.
Desde o início, a Síria tem dito que esta é uma guerra contra o terrorismo, contra os takfiristas. “Takfir” é uma palavra que significa que somente a sua religião está certa e a dos outros é errada. Quando você pensa que só você tem razão e o mundo inteiro está errado, então você é um takfirista. Os terroristas que hoje combatem na Síria são takfiristas, além de muitos mercenários.
Na verdade, o governo norte-americano tem dado suporte ao terrorismo na Síria, da mesma forma que manipula o tráfico de drogas mundial contra os povos e nações. A Síria sempre falou que a sua luta é contra o terrorismo. Este terrorismo, proveniente de 83 países de todo o mundo, cujos governantes são fantoches do imperialismo e do sionismo.

embaixador 40 p


Hoje estão convencidos de que estão errados, mas o tratamento dado ao combate ao terrorismo continua errado. Estão usando meios ilegais para agir contra o terrorismo. Essa aliança entre EUA e outros países para combater o terrorismo não está de acordo com o Direito Internacional e não tratou com o governo mais interessado na paz, com o governo mais experiente no combate ao terrorismo, ou seja, o governo da Síria.
O mais importante é a soberania de um Estado. Quando um avião militar entra no espaço aéreo brasileiro sem permissão do governo brasileiro, isso significa violação do espaço aéreo nacional e, portanto, violação da soberania brasileira. Mas na Síria esse crime contra a soberania do país está sendo visto como algo normal pela diplomacia internacional.

Se eles querem, de fato, combater o terrorismo, devem ouvir e cooperar com a Síria, o país que há dezenas de anos vem combatendo o terrorismo.
O governo, o povo e as forças armadas da Síria vem combatendo o terrorismo, então por que o governo dos EUA não ouvem a Síria? Na verdade, o governo norte-americano e seus aliados querem dominar a Síria, querem dividir o país para que ele não ofereça resistência à política expansionista de Israel, e neste sentido eles apoiam e financiam o terrorismo que alegam combater.
Para combater o terrorismo de forma efetiva, é preciso primeiramente secar as fontes do financiamento estrangeiro ao terrorismo e de quem o financia, evitando, desta forma, a sua continuidade. Quem está financiando os terroristas? Não são Estados? O governo dos EUA – através da CIA – está financiando, armando e treinando esses terroristas, preparando-os para entrar na Síria e desestabilizar o governo nacional. A Síria tem uma fronteira extensa com a Turquia, totalmente aberta. A Turquia está treinando terroristas, está facilitando a entrada deles na Síria, está mantendo relações comerciais com eles.
Existe hoje um vôo direto entre a Líbia e a Turquia para trazer terroristas da Europa e do norte da África até a Turquia para, posteriormente, entrarem na Síria. Existem terroristas da Arábia Saudita, do Catar, da Austrália, da Alemanha, da França, da Inglaterra, do Iêmen e de outros tantos países. Trata-se de uma grande e milionária campanha feita pelo governo dos EUA para desestabilizar a Síria, através do declarado apoio e financiamento do terrorismo.
A democracia americana, na prática, não tem nada de democracia. Palavras como “liberdade”, “direitos humanos” e “democracia” são usadas para enganar os povos e tentar justificar a guerra, a agressão e a dominação dos povos.
É preciso respeitar o modo de cada povo e de cada nação de exercer a democracia. Todos eles têm suas culturas próprias e merecem respeito.
Quem quer democracia não destrói escolas, hospitais e universidades. Quem quer democracia não destrói a infraestrutura de um país. Quem quer democracia não entrega armas e financia terroristas. Quem entrega armas e financia os terroristas quer destruir e não construir um país.
A Síria não aceita se submeter a nenhum governo estrangeiro. A Síria defende sua soberania. Nós, sírios, entendemos que estamos defendendo os direitos humanos em todas as partes do mundo, através de nossa heroica resistência, e defendendo a verdade e a justiça que podem levar a humanidade ao progresso e desenvolvimento humano. A maioria dos povos já se cansou das mentiras norte-americanas.

Faço uma pergunta: Você já viu os Estados Unidos entrarem num país e deixarem a situação em paz ou tranquilidade? Onde? Em Hiroshima e Nagasaki? No Afeganistão, no Iraque, na Líbia, no Sudão? Vamos fazer uma revisão desde Hiroshima e Nagasaki até os dias de hoje. O que os EUA deixaram nos países por onde passaram? Os governantes dos EUA se consideram os donos do mundo, se consideram superiores aos demais povos do mundo. Para eles todos os demais povos são inferiores.
embaixador 39 p


O governo dos EUA manipula palavras e termos políticos para levar guerra e destruição aos demais povos do mundo para roubar suas riquezas naturais, utilizando-se de pretextos políticos, e contando com a cumplicidade da mídia.
Quando a Síria anunciou as eleições passadas, o governo norte-americano e seus aliados não aceitaram. Ora, eles não defendem a democracia? Por que não apoiaram as eleições na Síria? E mais do que isso, chegaram a impedir as eleições em embaixadas da Síria no exterior. Impediram que os imigrantes sírios votassem. Por que? Eles não defendem a democracia? Por que eles não permitiram a eleição nas embaixadas, deixando nas mãos do povo a decisão sobre a democracia? Se a maioria do povo votasse contra o presidente Bashar Al Assad, ele deixaria o governo.
O presidente Bashar Al Assad tem hoje o apoio de 75% da população síria. Não há nenhum governo ocidental que conte com esse apoio. Na França, Hollande tem 25% de apoio dos franceses. Mas a imprensa estrangeira sempre deturpa os fatos para prejudicar os povos que enfrentam o imperialismo.
Para combater o terrorismo as nações ocidentais devem parar de comprar petróleo dos terroristas. A União Europeia já legalizou a compra de petróleo dos terroristas. Onde estão os direitos humanos? Comprar petróleo roubado, legalizar petróleo roubado? Com que direito fazem isso? Eles estão financiando os terroristas que cortam cabeças, violentam mulheres e crianças, vendem mulheres e crianças como escravos sexuais nos países vizinhos. Esses são os terroristas financiados pela União Europeia, EUA, Israel, Catar e Arábia Saudita.
Na Síria, as lideranças e o povo combatem o terrorismo. Não aceitamos ser dominados por potências estrangeiras. A Síria tem oposições fabricadas no exterior: Uma oposição fabricada na França, outra oposição fabricada nos EUA e outra fabricada no Catar. Essas oposições são apoiadas e financiadas por países estrangeiros, e todas elas pedem ajudas estrangeiras e intervenção militar. Mas que oposição é esta que depende de ajuda estrangeira para destruir o país? Lutam para que o país seja dominado, seja colonizado?
Nós sírios não vamos nos entregar. Defendemos os verdadeiros direitos humanos. Temos amigos e apoiadores em todo o mundo, porque estamos ao lado da justiça, e a maioria dos povos sabe que o povo sírio sempre lutou pela sua liberdade e soberania. A Síria perdeu muitas vidas de honrados patriotas nesta luta contra o terrorismo.
O presidente da Síria, Dr. Bashar Al Assad, governa a Síria com apoio do povo, com muita sabedoria, com muita determinação, honradez e muito conhecimento. Ele está provando ao mundo que está lutando pela justiça e pela verdade, beneficiando toda a humanidade porque está lutando na defesa da soberania de uma nação milenar. Ele está firme no apoio ao comando da resistência, e será vitorioso, enquanto que em muitos países, nos primeiros sinais da guerra, os governantes fogem para países aliados, deixando a população entregue aos invasores.
O presidente Bashar Al Assad tem um ditado que sempre faz questão de lembrar. Ele diz: “Se chegar o momento crucial em que tenhamos de oferecer nossas vidas na defesa da pátria, temos de morrer de pé, combatendo”. O povo sírio não aceita viver na escravidão. O povo sírio só aceita viver com dignidade.
Um povo que tem uma história de civilização de mais de 10 mil anos, não se entrega. A Síria escreveu sua história com suas posições baseadas em sólidos princípios, com o seu apoio às causas da nação árabe e aos movimentos de libertação em todo o mundo, que hoje respondem com ingratidão.
Por que a guerra contra a Síria? Porque a Síria, ao longo de sua história, sempre defendeu os países árabes nas lutas de libertação do colonialismo europeu. A Síria defendeu e defende a Causa Palestina. A Síria apoiou o Líbano na última guerra contra o inimigo sionista (Israel), que desejava invadir o país com o apoio dos EUA.
A Síria apoia os movimentos de libertação no mundo, que lutam pela libertação frente aos países colonialistas e aos governos seguidores do sionismo e do imperialismo. Os governos estrangeiros que promovem guerras para dominar, explorar e roubar as riquezas naturais de muitas nações são imperialistas e sionistas e são nossos inimigos comuns.
A Síria quer que a Causa Palestina siga em frente, viva, até chegar a um acordo duradouro que traga a paz justa para a região.
Em toda a sua história a Síria sempre apoiou a luta dos povos por libertação. Desde a guerra do Vietnã, passando pela luta contra o apartheid na África do Sul, sempre apoiamos os povos que lutam por independência. E neste sentido, uma vez que apoiamos todos os movimentos de libertação no mundo, como deixaríamos de apoiar a luta por libertação do nosso povo frente aos terroristas financiados por governos estrangeiros que hoje atacam a Síria? Essa filosofia de apoiar os povos, de lutar pela justiça, é uma tradição milenar do povo sírio, e não há nenhum país naquela região que tenha praticado essa política progressista com tanta determinação quanto a Síria.
Na Síria a educação é gratuita, a saúde é gratuita e os alimentos recebem subsídios.
Os terroristas destruíram na Síria 700 hospitais e 2.000 escolas. Havia na Síria escolas itinerantes que atendiam até mesmo as caravanas de nômades pelos desertos.
Afirmo, com certeza, que venceremos esta guerra porque a Síria, em toda a sua história milenar, nunca se rendeu.
Respondendo a pergunta do jornalista, sobre o que o povo brasileiro pode fazer para prestar solidariedade à Síria e ao povo sírio, respondo que cada um pode colaborar da maneira que julgar conveniente. Em primeiro lugar é preciso compreender que a imprensa ocidental é mentirosa, está a serviço do imperialismo e do sionismo. Divulgam mentiras para justificar as guerras e para roubar riquezas naturais dos povos.
O governo dos EUA e seus aliados dizem que querem promover a democracia na Síria, mas tentaram impedir a eleição no país, e promoveram embargos que impediram o povo sírio de receber alimentos e medicamentos. Que democracia é essa? Eles enviaram terroristas para todas as partes do mundo!
O que acontece hoje na Síria pode acontecer em qualquer parte do mundo. Um dia no Oriente Médio, outro dia na África, outro dia na Ásia, na América Latina. Há mais de 50 anos, o governo dos EUA promove um bloqueio econômico contra Cuba. Por que? É isso que chamam de direitos humanos? Eles não querem que os povos vivam em paz. Não querem que nenhum povo tenha acesso ao progresso e ao desenvolvimento. Eles querem transformar todas as nações em escravas do dólar. Nos EUA, o ser humano vale aquilo que tem, que é a face mais nefasta do materialismo, onde o ser humano não passa de simples mercadoria.
A solidariedade do povo brasileiro é muito importante para nós e pode ser feita da maneira que considerar adequada.
Eu agradeço esta oportunidade e desejo a todos um Feliz Natal e próspero Ano Novo. E que a paz volte a reinar na Síria.

Extraído  de:
http://www.orientemidia.org/a-uniao-europeia-esta-comprando-petroleo-roubado-da-siria/

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

CONTROLE DE COBERTURA JORNALÍSTICA E REGRAS PUBLICADAS DO ESTADO ISLÂMICO

"Estado Islâmico" publica 11 “regras” para jornalistas e impõe censura

"Estado Islâmico" que de "Estado" não tem nada e muito menos de "Islâmico"

sábado, 27 de setembro de 2014

O DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA NA ONU E OS ATAQUES FASCISTAS

Quem me acompanha sabe bem que fui um dos primeiros jornalistas brasileiros a denunciar o grupo terrorista da vez – o Daesh -, que, hoje, cinicamente se auto denomina “Estado Islâmico”, uma facção criminosa composta de mercenários de vários países do mundo que não é nem um Estado e nem suas práticas são islâmicas.
Enquanto muitos só ouviram falar desse grupo agora, eu era um dos que já vinham denunciando os crimes dessa facção criminosa, inclusive nas redes sociais , e cujas vítimas principais são os próprios muçulmanos (sunitas e xiitas), embora entre essas vítimas estejam também cristãos, curdos, yazidis, armênios e drusos.
Denunciamos não só os crimes como também quem são os criadores, os gurus ideológicos e os patrocinadores desse grupo de mercenários que controla territórios e poços de extração de petróleo no Oriente Médio. Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Qatar e Israel estão por trás não só do Daesh (EI) como também de outros grupos terroristas como a Jubhat Nusra (Frente Al-Nusra), considerado o braço da Al-Qaeda na Síria.
Sempre disse que não há lugar do mundo onde a aliança dos Estados Unidos e seus aliados com a Al-Qaeda está mais evidente do que na Síria.
Portanto, parabenizamos e apoiamos o discurso da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, proferido, ontem, durante a abertura da sessão dos debates da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em que condenou os ataques hipócritas e o uso da violência para resolverem os problemas do Oriente Médio por parte do governo dos Estados Unidos e seus aliados ditadores e genocidas, os verdadeiros criadores de grupos extremistas e terroristas naquela região do mundo.
Postura digna
Dilma agiu como uma estadista e mostrou que o Brasil não é capacho dos ianques. A exemplo da maioria dos países do mundo, o Brasil não embarcou nesta nova farsa, por saber que a luta contra o Daesh proposta pelos Estados Unidos é uma “furada” que não vai levar a lugar algum.
Por conta desse discurso corajoso, a presidente Dilma Rousseff vem sendo covardemente atacada e acusada de forma distorcida de se posicionar a favor do Daesh (EI), o que não é verdade. Esses grupos fascistas no Brasil, que atacam covardemente a presidente do país, incluindo alguns veículos de comunicação, ao mesmo tempo em que procuram satanizar Dilma - que não tem nenhuma participação na criação do Daesh -, pintam uma imagem de “santo” e de “salvador” da Humanidade de Barack Obama.
O regime de Obama e os de seus aliados estão envolvidos até “os ossos” com os extremistas wahabitas-salafistas-takfiris (chamados erradamente de islâmicos e jihadistas, pois o que fazem não é jihad – cujo significado real é defesa da fé -, mas sim praticam violência barata em prol de interesses políticos e econômicos). Ou seja, na visão distorcida desses fascistas, a Dilma é ruim porque apoia extremistas e o Obama é o bom porque vai salvar o mundo e a civilização dos extremistas. Tenha a santa paciência!!!
Condenar os ataques ilegais e inúteis dos Estados Unidos e de suas ditaduras aliadas não significa apoio ao Daesh, mas sim apoio ao respeito as leis internacionais que proíbem países de apoiar grupos terroristas e de tomar medidas à revelia da ONU.
Críticas gerais

As críticas não partiram só de Dilma. O jornal New York Times, um dos principais dos Estados Unidos, criticou a decisão do governo Obama em suas páginas de atacar na Síria sem um debate com a sociedade norte-americano. Países importantes como a China, Rússia e Irã, embora interessados no fim do Daesh e que já vêm combatendo esse grupo, criticaram a forma “cowboy” que os Estados Unidos querem usar para resolver o problema.

Os ataques “de longe” realizados pelo regime genocida dos Estados Unidos em conjunto com governos monárquicos absolutistas, mesmo que sejam contra os monstros que eles criaram, além de ilegais e violarem as leis internacionais, são inúteis, pois vão proliferar mais ódio e a violência. Não terão sua eficácia atingida caso não haja o uso de forças terrestres, algo que até agora não foi definido é quem vai fazer esse jogo sujo “no campo” de batalha contra os bárbaros do Daesh.
Se querem acabar com o Daesh, então que fechem as fontes de financiamento de dinheiro e de abastecimento de armas que estão nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, no Qatar, na Turquia e em Israel, que agora “juram” querer acabar com esse grupo para posarem na mídia e para opinião pública como os lutadores contra o terrorismo, quando, na prática, são eles os maiores beneficiados da existência do terrorismo.
Abaixo trecho do discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU em que o Brasil se posicionou contra o fim da violência, contra o terrorismo e a favor da paz no Oriente Médio:
“A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente. 
Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. 
O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.

A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz, mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos."