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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

ISRAEL IMPEDE DEPUTADOS EUROPEUS DE ENTRAR EM GAZA

MÉDIO ORIENTE

Israel impede eurodeputados de entrar em Gaza

por Lumena RaposoHoje60 comentários
Marisa Matias
Marisa MatiasFotografia © NUNO VEIGA/LUSA
Israel impediu que um grupo de 13 eurodeputados de seis países diferentes, em missão do Parlamento Europeu, entrasse Na Faixa de Gaza para se aperceber da realidade da situação ali vigente após 50 dias de guerra. Israel alegou estar a limitar as entradas à "ajuda humanitária direta", disse Marisa Matias ao DN.

Marisa Matias, do Bloco de Esquerda (BE), considerou ao DN que a justificação de Israel para negar a entrada dos eurodeputados em Gaza foi "hipócrita e um pouco revoltante". "Se há entrada de ajuda humanitária é porque a situação não será a melhor", disse.
A eurodeputada portuguesa avançou que todos os contactos necessários com as autoridades israelitas foram feitas atempadamente e que, ainda em Bruxelas, receberam a informação de que "seria difícil entrar". Aliás, num primeiro tempo, Israel limitou a possibilidade de entrada a "apenas oito deputados" , o que, afinal, não se concretizaria.
Sem poderem ir a Gaza, os eurodeputados têm em agenda uma série de encontros em Jerusalém e Ramallah, com responsáveis palestinianos e representantes da sociedade civil israelita e da defesa dos direitos humanos.
No último dia da visita, os eurodeputados manterão encontros em Telavive com deputados trabalhistas, do Meretz (esquerda) e do partido árabe Haddash.

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4108863

sábado, 19 de julho de 2014

NÃO ÀS AGRESSÕES ISRAELENSES CONTRA O POVO PALESTINO

2 de julho de 2014 - 3h16 

Não alinhados condenam agressões israelenses contra o povo palestino


O presidente do Irã e presidente rotativo do Movimento Não Alinhado (MNA), Hasan Rohani, condenou severamente nesta sexta-feira (11) os crimes organizados, ilegais e anti-humanos do regime de Israel contra a nação palestina. 


Por meio de um comunicado emitido na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, Rohani solicitou a todas as entidades e organizações regionais e internacionais que cumpram de maneira imediata seus deveres legais e humanos para com Gaza. 

Neste sentido, exigiu que se trabalhe pela anulação imediata e completa do bloqueio da Faixa de Gaza, pelo envio de ajuda humanitária aos palestinos e o fim da invasão e da matança do povo oprimido da Palestina. 

Igualmente, pediu a adoção de um mecanismo jurídico internacional eficiente para julgar e punir os criminosos sionistas, já que as recentes ofensivas israelenses geraram uma situação “muito preocupante e desastrosa”, ao mesmo tempo que constituem uma séria ameaça para a paz e a segurança regionais e internacionais.

“A invasão da Faixa de Gaza nos últimos dias, os ataques aéreos aos lares dos cidadãos, que causaram a morte de dezenas de palestinos, entre eles mulheres e crianças, e deixaram centenas de feridos, marcaram outra triste tragédia para a nação palestina, e recordaram ao mundo a clara violação dos princípios e das leis inalienáveis do direito internacional pelos sionistas”, diz a nota. 

O documento aponta também que estes ataques ocorrem num momento em que o bloqueio cruel e inumano da Faixa de Gaza durante os últimos anos gerou uma situação precária, por conseguinte a escassez de equipamentos médicos, e dificultou o oferecimento de serviços médicos aos feridos palestinos. 

A este respeito, Rohani mostrou sua preocupação por um eventual desastre humano, se continuarem os ataques israelenses; nesse sentido, afirmou que é urgente o envio imediato de ajuda humanitária a Gaza. 

No final de seu comunicado, Rohani expressou sua profunda insatisfação pela incapacidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas quando se trata de adotar as medidas necessárias que impeçam as invasões israelenses, e fez um chamamento aos seus membros para que trabalhem rapida e incondicionalmente para pôr fim às agressões israelenses

Desde o dia 12 de junho último, os palestinos vêm sofrendo uma nova onda de agressões por parte de Israel, sob o pretexto do desaparecimento e posterior morte de três jovens israelenses. Estas agressões já provocaram a morte de mais de 100 pessoas e mais de 700 feridos. 

Hispan TV
http://www.vermelho.org.br/noticia/245632-9