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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

NOTÍCIAS FALSAS PARA ATACAR OS MUÇULMANOS NO MUNDO

Nova publicação em Caminho Alternativo

Meios judaicos criam notícia falsa para atacar os muçulmanos

by Caminho Alternativo
Este é um flagrante de como a mídia judaica sionista divulga mentiras para demonizar os muçulmanos.
Esta é uma matéria publicada pela BBC em 8 de abril de 2008, cujo título é: "Menina de 4 anos é atacada por Rottweiller".


Agora a versão européia, publicada pelo Fria Tider(28-12-2013)KibeLine(19-01-2015)e republicada pela JUDAICA Jews News em 22 de janeiro de 2015, cujo título é: 
"Criança sueca é atacada por imigrante muçulmano por ter olhos azuis".


Esta é a propaganda sionista judaica que circula na Europa para demonizar os muçulmanos e vitimizar os judeus. Enquanto os muçulmanos são alvos da crescente islamofobia provocada pelos insultos do Charlie Hebdo, os judeus aparecem na mídia como "vítimas perseguidas".  Com toda esta desinformação os europeus, que já são fascistas e racistas de longa data, acabam acreditando na mentira e agridem os imigrantes muçulmanos.
Agora, para piorar, o nazi-sionista e Ministro de Israel Avigdor Lieberman, vai distribuir o jornal Charlie Hebdo em Israel. O resultado desta agressão será a reação, legítima por sinal, dos muçulmanos e nos meios corporativos aparecerão apenas manchetes dizendo que os "muçulmanos querem destruir Israel".
O plano sionista consiste em criminalizar a vítima(muçulmanos, principalmente os palestinos) e vitimizar o agressor(sionismo judaico extremista israelense).
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Caminho Alternativo | janeiro 25, 2015 às 3:38 pm | Tags: false-flagsionismo | Categorias: Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-Kr

CASO AMIA ARGENTINA - A VERDADE SOBRE A MORTE DO PROMOTOR NISMAN

Caso AMIA Argentina: a verdade sobre a morte do promotor Nisman

Tradução: Caminho Alternativo
Buenos Aires, 24 de janeiro de 2015
Claramente, a “guerra global contra o terrorismo” liderada pelas potências ocidentais começou em 2015 com grande ímpeto!
Episódios de alto perfil carregados de circunstâncias “inexplicadas e inexplicáveis” começaram em 7 de janeiro com o Evento Charlie Hebdo em Paris. 11 dias depois, um promotor argentino, Alberto Nisman, responsável há uma década da investigação do ataque terrorista de julho de 1994 contra a sede da mutual judia AMIA em Buenos Aires, foi suicidado/assassinado justo quando estava a ponto de fazer pública sua altamente mediática acusação contra a presidente Cristina Kirchner e seu chanceler Héctor Timerman, por suposto encobrimento à favor do Irã.

Espião versus espião versus espião…


O edifício da AMIA (Associação Mutual Israelita Argentina) também abrigava – então e agora – a sede da DAIA (Delegação de Associações Israelitas Argentinas), o poderoso lobby judeu local que opera à favor do Estado de Israel na República Argentina.
Após 21 anos, a investigação judicial deste atentado se converteu num dos episódios mais corruptos da história do país, com a intrusão obscena do Mossad israelense, a CIA e o FBI dos Estados Unidos, que incluiu: plantar falsa evidência de um suposto carro-bomba, a censura de outras pistas muito mais verossímeis, e o pagamento de subornos a testemunhas falsas para que incriminassem o Hezbollah, seja através de uma suposta pista síria (numa primeira instância), ou iraniana (desde 2006 até hoje).
Os poderosos meios de imprensa – tanto argentinos como internacionais – mantiveram sequestrada a opinião pública através da confusão engenheirizada, as mentiras flagrantes e o abuso da sensibilidade da população sobre este atentado terrorista que custou a vida a 85 civís. Os verdadeiros operadores por trás do telão, porém, estiveram sempre convenientemente protegidos.
Um desses operadores poderosos é um agente de inteligência do SI (Serviço de Inteligência) argentino de nome Jaime Stiusso, quem há uma década promoveu sistemáticamente a versão estadunidense-israelense sobre o atentado, que fez com que a Argentina acusasse falsamente ao Irã de ser culpado por este espantoso crime. Contando com o apoio e a proteção irrestrita da CIA, do Mossad e do MI6 britânico, Stiusso se transformou no mentor do fiscal Nisman, enquanto este acusava sistemática e aireadamente ao Irã desde que ficou como responsável pela investigação em 2004.
O mito da “culpabilidade iraniana” cobrou grande força sob a administração do presidente George W. Bush, como parte de sua estratégia de ataque generalizado contra as nações muçulmanas do Oriente Médio logo após os ataques de 11 de setembro de 2001 e, muito especialmente, após a invasão e bombardeio israelense contra o sul do Líbano em 2006. Então, Hezbollah, treinado e armado pelo Irã, lhe deu uma amarga derrota a Israel deixando a uma de suas divisões de tanques fora de combate.

A pista iraniana?


Pouco mais de dois meses depois da incursão israelense no Líbano, em 22 de setembro de 2006 foi realizada uma reunião privada no luxuoso hotel de Nova York Waldorf-Astoria onde participaram: o presidente argentino Néstor Kirchner, sua primeira dama a então senadora nacional (e em breve a se converter em presidente) Cristina Kirchner, e o chanceler Jorge Taiana, junto aos representantes das mais poderosas organizações judaicas sionistas, incluindo o Comitê Judeu Norteamericano, o Congresso Mundial Judeu, a loja B’Nai B’Rith e seu braço militante a Liga Anti-Difamação (ADL).
Durante esta reunião, chegaram a um acordo mediante o qual a Argentina acusaria o Irã pelo atentado à AMIA, para cujo fim o presidente Kirchner imediatamente despachou o fiscal Alberto Nisman aos EUA para “reunir as necessárias provas da culpabilidade do Irã…” “Evidência” aportada pelas agências de inteligência CIA e Mossad que claramente desejavam levar água a seu moinho!
Como mostra da satisfação dos EUA e Israel com o governo argentino, o diretor político do Congresso Mundial Judeu, rabino Israel Singer, expressou públicamente a satisfação daquelas organizações com a acusação radicada pela Argentina contra o Irã, já que aquilo provava que o acordado no Waldorf-Astoria estava sendo executado pelo governo Kirchner.
Imediatamente, o Sr. Nisman acusou o ex-presidente iraniano Ali Rafsanjani e a seus ministros chave de terem sido os mentores por trás do ataque à AMIA – uma acusação que conformava práticamente uma declaração de guerra! Porém, Nisman jamais conseguiu reunir provas contundentes e sérias a respeito.
Logo, Nisman chegou a pedir à Interpol que prendesse o ex-embaixador iraniano na Argentina, Hadi Soleimanpour em Londres, ação que a Interpol realizou entregando-o às autoridades britânicas para sua extradição à Argentina. Mas isto se frustrou rápidamente quando os britênicos tiveram qie liberá-lo devido a que Nisman não pôde apresentar provas cabais en seu contra. Os ingleses, inclusive, fizeram que a Argentina pagasse 200.000 libras de custas legais que este lamentável episódio gerou.
Apesar disto, ao longo da última década, Alberto Nisman se transformou no menino mimado das entidades judaicas e sionistas dos EUA, Israel e Europa, nações que visitou regularmente para informá-los sobre o estado de suas gestões no caso AMIA/DAIA. Em 2007, Nisman inclusive informou sobre o caso à Corte Suprema… não da Argentina, senão a de Israel!
Assim, Nisman foi cobrando grande notoriedade e presença nos meios de imprensa mundiais, mas seguia tendo um problema: não conseguia reunir a evidência suficiente e necessária para sua acusação contra o Irã. Isto gerou crescente preocupação, especialmente entre os neo-conservadores republicanos como a congressista-lobista Ileana Ros-Lethinen, e os sucessivos governos ultra-direitistas em Israel.
O caso AMIA/DAIA se afundou na maior confusão em janeiro de 2014 quando o ex-embaixador israelense na Argentina durante aquele ataque – Yitzhak Aviram – disse públicamente que “as pessoas que explodiram a AMIA foram enviadas ao outro mundo por nós (ou seja, Israel)”. Imediatamente, o governo israelense o fez calar a boca, pois isso enterrava todas as atuações de “búsca pela verdade”.
Em sintonia com o governo Kirchner Nisman continuou culpando o Irã, mas ao chega Barack Obama ao poder em 2009, EUA começou a rever sua postura em relação ao Irã, adotando uma menos agressiva que a da administração Bush.
Naquela então, a situação no Iraque piorava e a resistência da Rússia e outros países a belicosidade dos EUA/Reino Unido/OTAN no Oriente Médio ia crescendo. Foi assim que EUA optou por uma política muito mais moderada ao Irã e, através de “canais extraoficiais e discretos” parecia que fizesse chegar uma mensagem à presidente Kirchner sugirindo-lhe que possivelmente havia chegado a hora de sentar-se a conversar com os iranianos.
Assim, em janeiro de 2013, a Argentina anunciou que “começaria a conversar” com o Irã – algo que não fazia há sete anos – e rápidamente ambos países assinaram um “Memorando de Entendimento” que se transformou em lei na Argentina em março de 2013.
Como parte disto, se criaria uma “Comissão para a Verdade” (mas não era que Nisman e seus controladores no Mossad e da CIA já sabiam a “verdade”, estando em posse de “toda a evidência que culpava o Irã pelo ataque?”).
Os neo-conservadores nos EUA, os sionistas em Israel e o mundo ficaram furiosos com a presidente Kirchner! Para piorar, em dezembro de 2014 a presidente argentina expulsou a toda a cúpula superior da Agência de Inteligência SI, específicamente a Jaime Stiusso, o operador-agente dos EUA, Israel e Reino Unido.
Se supunha que Nisman se tomaria todo o mês de janeiro de 2015 de férias recorrendo a Europa com sua filha de 15 anos. Porém, repentinamente enquanto se encontrava em Amsterdam, “alguém” parece que lhe ordenou que voltasse imediatamente à Argentina. O fez tão apressadamente que teve que pedir a sua esposa que buscasse a sua filha menor no aeroporto de Madrid onde ele a deixou para seguir viagem imediata a Buenos Aires.
Em sua chagada na Argentina, Nisman produziu como por arte de mágica um nutrido dossiê de 350 páginas em que acusava a presidente Kirchner e a seu chanceler (judeu, por sinal!) Héctor Timerman de “encobrimento” à favor do Irã. Nisman estava a ponto de fazer pública sua denúncia numa sessão de emergência do Congresso Argentino ás 3 da tarde da segunda-feira de 19 de janeiro, mas pode ser que tenha tomado amarga consciência de que seu caso estava morto antes de começar e que não tinha possibilidade alguma de êxito.
Seja como for, Nisman (ou “alguém”) convenientemente ou “suicídio” em algum momento durante a madrugada do domingo 18 de janeiro. A apresentação de Nisman e o consequente interrogatório, perguntas e dúvidas que tivesse disparado, seguramente teriam o efeito de voltar toda a investigação do atentado à AMIA/DAIA a zero, e pela segunda vez pois isso é o que já tinha ocorrido em 2003.
Em 2003 se derrubou a falsa “pista síria” que terminou com o juiz Juan Galeano e onde inclusive um ex-presidente da DAIA – Rubén Beraja – terminou sendo processado por ajudar a subornar a um obscuro traficante de automóveis de nome Carlos Telleldin, no montante de U$S 400,000 em troca de acusar a Polícia da Província de Buenos Aires. Se supunha que assim se geraria uma falsa pista que por sua vez conduziria ao inexistente “carro-bomba”, que jamais foi encontrado, salvo por um pedaço de metal do motor “encontrado” por um oficial de inteligência militar israelense que se encontrava “ajudando” entre os escombros do edifício da AMIA justo depois do ataque de 18 de julho de 1994. “Por sorte”, esse pedaço metálico tinha um número e permitiu identificar ao suposto veículo.
Soa um poco como o passaporte intacto do terrorista Mohamed Atta encontrado entre os escombros das Torres Gêmeas em 2001, não? Ou, talvez como a “afortunada descoberta” do documento de identidade que caiu de um dos terroristas encapuzados no evento Charlie Hebdo em Paris há um par de semanas.
Se o caso insustentável ponderado contra o Irã por Nisman e seus controladores externos e internos ficava desmascarado, então se estaria revolvendo perigosamente o vespeiro. Algo muito perigoso para os EUA, Israel e os lobbies sionistas locais e internacionais que vêm lutando para culpar o Irã por este atentado.
Se correria o perigo de que se investigasse uma pista muito mais plausível: a que conduz diretamente à Israel.

A pista israelense


A princípios dos anos noventa, se desatou uma surda guerra interna dentro do sionismo entre setores de esquerda e a cada vez mais poderosa ala direita fundamentalista e racista. Os dois pontos chave dessa guerra interna giravam em torno a se deveriam outorgar aos palestinos um Estado soberano, e o que fazer com os assentamentos ilegais de colonos israelenses.
Quando explodiu o edifício da AMIA/DAIA, Israel era governado pelo partido laborista do primeiro ministro Isaac Rabin, que nesses momentos procurava chegar a uma solução duradoura com os palestinos. Em julho de 1994, Rabin chegou a permitir que o chefe da OLP Yasser Arafat voltasse à Palestina após o longo exílio; apenas 18 dias antes da explosão na AMIA/DAIA.
Naqueles dias houveram outros episódios de violência que apontavam a essa guerra interna que finalmente chegou a seu ponto culminante 18 meses depois do ataque à AMIA/DAIA quando em novembro de 1995 o primeiro ministro Rabin foi assassinado durante uma reunião pública em Israel.
Quem foi o assassino? Algum terrorista muçulmano? Não. Algum louco neo-nazi? Também não.
O primeiro ministro Rabin foi assassinado por um tal Ygal Amir, jovem militante sionista da ultra-direita, ligado ao serviço de inteligência Shin Beth (recentemente reestruturado por Rabin) e ao movimento dos colonos ilegais dentro de Israel.
O resultado político para Israel deste assassinato foi que aqueles que genuinamente buscavam a paz jamais voltassem ao poder nesse país, que desde então ficou governado pela ultra-direita de Netanyahu, Ariel Sharon, Olmert, Barak, Lieberman, Livni, Feiglin e outros. Assim, os palestinos jamais receberam seu Estado soberano. De Israel só seguem recebendo bombas, ataques, humilhações e o simpático muro de 8 metros de altura por 800 quilômetros de comprimento, erguido por Tel-Aviv como “Muro de Auschwitz” em torno a seu martirizado país.
Dentro deste marco global, a “lógica” por trás do atentado à AMIA/DAIA cobra uma nova dimensão: a de uma guerra interna em que a máfia sionista ultra-direitista lhe fez ao sionismo de esquerda, moderado e mais pacifista, “um oferecimento ao que não pudessem recusar”. Provávelmente, projetado por grupos clandestinos dentro, ou inclusive por cima, do Mossad+CIA+MI6+alguma entidade clandestina de “operações negras”.
Como o grande padrinho Don Corleone, estes obscuros operadores provávelmente ordenaram aos perpetradores do atentado, que “façam que pareça que foi feito algum carro-bomba patrocinado pelo Hezbollah”. O problema é que as coisas não sairam exatamente como eles pensavam.
Parece que o inquieto e nervoso Nisman estava se aproximando muito ao vespeiro.
Talvez essa fosse a razão para “suicidá-lo”. Como foi também o comissionado de polícia francês que investigava o evento Charlie Hebdo, “suicidado” na mesma noite do ataque; ou como o eletricista do Metrô de Londres, Jean Charles de Menezes, quem provávelmente “viu algo” inconveniente nos dias prévios aos ataques de Londres de julho de 2005 e terminou morto à bala “por erro” da polícia de londrina poucos dias depois daqueles ataques.
Seja como for, a “guerra contra o terrorismo” voltou à Argentina… outra vez.
No momento de redigir este artigo, os lobbies locais DAIA e AMIA estão armando grande batalha mediática, rasgándo-se as vestes e dizendo que “temem que possa estar para acontecer um terceiro atentado contra interesses judaicos na Argentina”.
Os meios de imprensa alinhados os ajudam destacando o “desaparecimento inexplicável há umas semanas de um míssil anti-tanque do Exército Argentino”. Começo do projeto de um novo “ataque”?
Parece que os sionistas e neo-conservadores querem sangue. O think-tank estadunidense Center for Security Policy acaba de publicar um artigo no conservador Washington Times pedindo que Estados Unidos e a União Européia imponham “sanções contra a Argentina” após a morte de Nisman.
Neste ano de 2015 em que haverá eleições presidenciais na Argentina, práticamente todos os candidatos favoritos como Sergio Massa, Mauricio Macri, Daniel Scioli e outros sustentam a linha “políticamente correta”, fato que resulta muito consistente com suas reiteradas visitas e reportes à novayorquina Americas Society dos Rockefeller-Negroponte-William Rhodes e, é claro, às permanentes homenagens que rendem perante o Congresso Mundial Judeu, Comitê Judeu Estadunidense, a DAIA, a AMIA e outros lobbies sionistas.
Por último, para a presidente Cristina Kirchner ficam duas importantes lições a aprender:
(1) Quando sionistas e neo-conservadores brigam entre sí, nunca se deve ficar no fogo cruzado; e se escolher a um dos bandos jamais passe ao outro na metade do rio;
(2) Roma não paga a traidores.
Adrian Salbuchi - Publicado no site do Projeto Segunda República
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi é analista político, autor, condutor do programa de televisão “Segunda República” pelo Canal TLV1 da Argentina. Fundador do Projeto Segunda República (PSR).http://www.proyectosegundarepublica.com/

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

AS BOMBAS DE NETANYAHU ASSASSINARAM 17 JORNALISTAS EM GAZA

Um terrorista na marcha da paz. Você é Charlie?

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O maior assassino em atividade no mundo, o líder israelense Benjamin Netanyahu, que ordenou as mortes de 2,2 mil pessoas inocentes na última ofensiva em Gaza, incluindo idosos, mulheres e crianças (513 ao todo), além de vários jornalistas que cobriam o conflito, esteve presente na marcha deste domingo em Paris, ao lado de outros líderes mundiais; a presença de Netanyahu na marcha levanta uma questão intrigante: o que acontecerá numa Europa onde grupos xenófobos e islamofóbicos duelam com forças progressistas, que vinham lutando pelo reconhecimento do estado palestino?

O maior terrorista global, o líder israelense Benjamin Netanyahu, que pratica o terror como política de estado e ordenou as mortes de 2,2 mil pessoas, incluindo 513 crianças e 17 jornalistas, na última ofensiva militar na Faixa de Gaza, ocorrida em julho de 2014, marchou pela paz, ao lado de outros líderes mundiais, neste domingo, em Paris.

A simples presença de Netanyahu no marcha ‘Je suis Charlie’ levanta questões intrigantes. 

Desde o morticínio em Gaza, ordenado após as mortes jamais plenamente esclarecidas de três adolescentes israelenses, Israel vinha se isolando no front internacional

Diversos países europeus, como a Suécia, já estavam reconhecendo o estado palestino – algo que já havia sido feito, no Brasil, pelo ex-presidente Lula, há vários anos

Em 17 de dezembro do ano passado, o mesmo movimento foi feito pelo parlamento europeu, por 488 votos a favor, 88 contra e 111 abstenções. No mesmo dia, o Hamas também foi removido da lista de organizações terroristas.

Essa onda progressista na Europa, que poderia contribuir para o fim de um dos grandes fatores de instabilidade global, que é a opressão na Palestina, se confrontava com outra tendência: a crescente islamofobia em países como França e Alemanha, que possuem um grande contingente de imigrantes, sobretudo muçulmanos

Agora, a tendência é que a guerra ao chamado ‘extremismo islâmico’ ganhe força, dando maior impulso ao terrorismo de Estado praticado por Israel.

A passeata deste domingo em Paris, que reuniu 1,5 milhão de pessoas, ocorre em resposta à morte de 12 pessoas na chacina ocorrida na sede do jornal satírico Charlie Hebdo e vem sendo encarada como uma defesa da liberdade de expressão.

Nunca é demais lembrar, porém, que na última ofensiva militar em Gaza, feita ao arrepio de qualquer lei internacional, foram assassinados 17 jornalistas

Eis os nomes dos profissionais de comunicação silenciados pelas bombas de Netanyahu:

1. Hamid Abdullah Shehab – “Media 24″company.
2. Najla Mahmoud Haj – ativista de mídia
3 Khalid Hamad – the “Kontnao” Media Production company.
4. Ziad Abdul Rahman Abu Hin – al-Ketab satellite channel.
5. Ezzat Duheir – Prisoners Radio.
6. Bahauddin Gharib – Palestine TV.
7 Ahed Zaqqout – jornalista esportivo veterano
8 Ryan Rami – Palestinian Media Network.
9 Sameh Al-Arian – Al-Aqsa TV.
10
Mohammed Daher – editor no al-Resala paper.
11.
Abdullah Vhjan – jornalista esportivo
12
Khaled Hamada Mqat- diretor do site de notícias Saja.
13.
Shadi Hamdi Ayyad – jornalista freelancer.
14.
Mohammed Nur al-Din al-Dairi – fotógrafo na Palestinian Network.
15.
Ali Abu Afesh – Doha Center for Media.
16
Simone Camille – fotógrafa na Associated Press.
17.
Abdullah fadel Murtaja


Fonte: 247 publicado em 11 de janeiro 2015

http://www.orientemidia.org/um-terrorista-na-marcha-da-paz-voce-e-charlie/

domingo, 11 de janeiro de 2015

CHARLIE HEBDO E SUA PROPAGANDA SIONISTA CONTRA O ISLÃ

Nova publicação em Caminho Alternativo

Charlie Hebdo e sua propaganda sionista contra o Islã

by Caminho Alternativo
Não demorou muito e a farsa dos ataques na França vieram à tona. O jornal "satírico" Charlie Hebdo é um instrumento sionista judaico que têm como objetivo promover a islamofobia na Europa. Trata-se da campanha sionista internacional para demonizar os muçulmanos.
A máfia sionista atacou a França básicamente por três motivos:
O que ficou evidente é que insultar o Islã é "liberdade de expressão", mas falar sobre o "holocausto judeu" é "antissemitismo". Em 2009, o mesmo jornal Charlie Hebdo teve um de seus cartunistas processado por "antissemitismo", quando publicou um cartoon mostrando o filho de Sarkozy convertido ao judaísmo por motivos financeiros. Tocou no nervo vital do sionismo, o lucro bilionário com a industria do "holocausto".


Outro caso evidente de censura promovida pelo sionismo aconteceu com o apresentador francês Dieudonné, quando defendeu em seu programa os cartoons ofensivos contra o Islã e ao mesmo tempo condenou um humorista que falava sobre o "holocausto judeu", condenando-o ali mesmo de "antissemita".
Esta é a verdade sobre a "liberdade de expressão" na França.


O governo francês pretende impedir que um comediante polêmico acusado de antissemitismo faça uma turnê nacional.
O gabinete do primeiro-ministro disse em uma circular instruindo as autoridades locais para manter Dieudonné fora do palco será enviada antes de sua próxima apresentação em Nantes.
"Isso nos permitirá adotar medidas para prevenir os trivialisations de comentários anti-semitas", disse um porta-voz.
"A luta contra o racismo e antissemitismo é uma grande preocupação para o governo e exige uma acção vigorosa", o documento, que vazou para o jornal Le Parisien.
"A mensagem insustentável que as observações de M Dieudonné transmitem é perfeitamente compreensível pela maior parte do público."
Os prefeitos incentivaram circulares em cidades na rota de turismo de Dieudonné para cancelar seu show citando preocupações de segurança.
"A liberdade de expressão não deve ser um obstáculo para as autoridades responsáveis pela polícia para proibir, em casos excepcionais, uma actividade se tal é a única medida para evitar a perturbação da ordem pública.
Fonteibtimes.co.uk
Liberdade de expressão só vale quando é para insultar os muçulmanos e o Islã, quando se toca no assunto "holocausto judeu" é "crime de antissemitismo".






DAIA(Delegation of Argentine Israeli Associations) há anos persegue, insulta e difama o analista político internacional Adrián Salbuchi, por expôr ao público tudo sobre o sionismo. Percebe-se que para Salbuchi lhe é negada a liberdade de expressão que o Charlie Hebdo defende. Hipocrisia sionista explícita.
O vídeo de Charlie Hebdo mostrando o terrorista atirando na cabeça de um homem que estava no chão correu o mundo todo, mas não foi publicado na íntegra propositalmente. Aqui está o vídeo completo, nem o homem e nem o chão são atingidos.


O canal Rússia Today publicou uma entrevista revelando que se trata de um atentado terrorista de falsa-bandeira, no estilo Mossad/CIA. Lembra inclusive a Operação Gladio, uma operação da CIA e Mi6 inglês através da OTAN para aterrorizar a Europa.


Paralelamente aos acontecimentos na França, o jornal alemão Der Spiegel inventou que Assad pretende construir uma bomba nuclear. A mesma mentira usada contra o Irã e Iraque(armas químicas de destruição em massa), um pretexto para atacar o país e assassinar o presidente Assad.
A famosa "queima de arquivo" já está sendo executada, o policial responsável pela investigação de Charlie Hebdo foi "suicidado".
Com a farsa montada pelo Mossad/CIA na França, os agentes do Mossad agora já podem circular livremente e criar mais islamofobia na Europa sob o pretexto de impedir o "terrorismo islâmico", além de obter 1 milhão de euros do governo francês para o jornal Charlie Hebdo. Ou seja, o povo francês vai financiar propaganda sionista contra o Islã.
Outro fato importante e que foi "esquecido" é que os europeus financiam os terroristas do FSA(Free Syrian Army), Al-Qaeda e ISIS comprando o petróleo roubado da Síria.


A União Européia também acordou reduzir as sanções a Síria para permitir que os governos possam comprar petróleo de zonas controladas pelos rebeldes.
A decisão, tomada numa reunião de chanceleres da UE, permitirá aos importadores comprar petróleo crú ou derivados do petróleo das fontes sírias autorizadas pelo opositor Conselho Nacional Sírio.
As forças rebeldes sírias ocupam várias zonas de produção petroleira, mas a capacidade de produção que controlam não está clara.
Na própria Síria, o governo mantêm uma forte ofensiva nos suburbios de Damasco, em meio de informes contraditórios de um alto número de mortos em combates em duas vizinhanças da periferia.

Fontebbc.co.uk
E aí está a verdade, OTAN, EUA, UE e Israel financiam os mercenários terroristas do FSA para derrubar o governo de Assad e ficar com todo o petróleo sírio. A mídia não vai lhe dizer que o eixo sionista quer usurpar o petróleo da Síria, vai dizer que Assad está "assassinando seu próprio povo" e que "reprime a oposição". É desta forma que o sionismo manipula a opinião pública para obter apoio aos seus genocídios em busca de recursos energéticos e minerais.
Os meios corporativos repetem incansávelmente os atentados na França e assim não divulgam nada sobre estas notícias:
O sionismo Rothschild vai por tudo ou nada, os atentados terroristas de falsa-bandeira vão continuar e serão executados em outros países. Netanyahu, Bush, Cheney, Blair, Rumsfeld, Powell, Clinton, a banca sionista Rothschild, Rockefeller, Soros, Goldman, Morgan, Warburg e muitos outros estão com a corda no pescoço. Seus crimes contra a humanidade foram expostos e o mundo cobra justiça.
Qual é o objetivo sionista em criar a islamofobia no mundo?
Em 1871 o maçom/Illuminati Albert Pike havia projetado as três guerras mundiais, sendo a terceira desta forma.

A terceira guerra mundial deve produzir o ódio ao mundo muçulmano com propósitos de manobrar o mundo Islâmico e a política sionista um contra o outro.

Criar o ódio aos muçulmanos é uma etapa para a criação da 3ª Guerra Mundial e é cada vez mais próvável que o Mossad israelense, a CIA e o Mi5/Mi6 inglês já estejam planejando ataques nucleares(com ou sem aviões) em cidades como Nova York, Toronto ou Londres, para em seguida dizer que foram os "terroristas islâmicos".
Há alguns anos o jornal The Telegraph publicou imagens de uma "fictícia" operação nuclear de falsa-bandeira chamada "Operação BlackJack". E não é coincidência que há poucos meses a mídia divulgasse que o ISIS havia conseguido material nuclear para fabricar uma "bomba suja". Basta ligar os pontos.


Para finalizar, deixo aqui um alerta. Se alguma bomba nuclear for detonada em algum canto do mundo já saberemos que o sionismo internacional é o autor do ataque. O atentado terrorista de 11 de setembro de 2001 foi uma operação do Mossad israelense, isto é um exemplo do que os sionistas são capazes para criar o tão desejado Governo Mundial.
Devemos lembrar o lema do Mossad israelense: "Através do engano, você deve fazer a guerra".
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Caminho Alternativo | janeiro 10, 2015 às 5:54 pm | Tags: false-flagilluminatisionismo | Categorias: Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-Jp
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