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quinta-feira, 21 de maio de 2015

OS TERRORISTAS ANTISSEMITAS ESTÃO EM ISRAEL E NO SIONISMO INTERNACIONAL

Nova publicação em Caminho Alternativo

Os terroristas antissemitas estão em Israel e no sionismo internacional

by Caminho Alternativo
Nos últimos dias surgiram notícias que revelam o desespero das lideranças sionistas em manter o seu poder intimidatório através da censura na internet e insultos de "antissemitismo" a indivíduos que denunciam os crimes cometidos pelo regime de Israel e do movimento sionista internacional.
Devido à ignorância e desinformação que circulam nos meios corporativos de comunicação em massa, se faz necessário esclarecer em que consiste e como opera a indústria da propaganda do sionismo israelense para ocultar seus crimes e acusar aqueles que revelam a verdade sobre o sionismo e Israel de "antissemitas".
A maioria das pessoas desconhece totalmente quais são os verdadeiros povos semitas e qual é a diferença entre judaísmo e semitismo.

Povos de origem semita


Na internet existem diversas fontes sobre o que é semitismo ou quem é semita, mas de forma geral todas convergem para esta definição:

O termo semita tem como principal designação o conjunto linguístico composto por uma família de vários povos, entre os quais se destacam os árabes e hebreus, que compartilham as mesmas origens culturais. A origem da palavra semita vem de uma expressão no Gênesis e referia-se a linhagem de descendentes de Sem, filho de Noé. Modernamente, as línguas semíticas estão incluídas na família camito-semítica. Historicamente, esses povos tiveram grande influência cultural, pois as três grandes religiões monoteístas do mundo - judaísmo, cristianismo e islamismo - possuem raízes semitas. Devido a diversas migrações, não podemos falar de um grupo étnico homogêneo. Portanto, muitas línguas compõem a família semítica, incluindo as seguintes: acadiano, ugarítico, fenício, hebraico, aramaico, árabe, etíope, egípcio, copta gala, afar-saho, assírio e caldeu

Como vemos, os povos do Oriente Médio são os verdadeiros semitas. Na lista estão os palestinos, sírios, líbios, afegãos, iraquianos, egípcios e os povos árabes em geral. Independente da religião, qualquer pessoa que tenha antepassados nesses países é um semita. Isto é fácilmente rastreável analisando o sobrenome do indivíduo e seus familiares.
Um iraquiano pode ser budista que será um semita, um sírio pode ser hinduísta que será um semita, um líbio pode ser católico que será um semita. O ex-boxeador Mike Tyson pode converter-se ao judaísmo que jamais será um semita. A conversão de uma pessoa ao judaísmo não o faz um semita.
Se um casal de brasileiros, judeus ou não, descendentes de europeus, se mudar para o regime sionista de Israel e lá nascer o filho do casal, ele será considerado pelo regime um "cidadão israelense" mas jamais será um semita.
Portanto, judaísmo não é sinônimo de semitismo. Judaísmo é uma religião, não é um "povo", não é uma "etnia", não é uma "nacionalidade" e muito menos uma "raça", enquanto o termo semita define a todos os povos árabes do Oriente Médio.

Os verdadeiros antissemitas


Agora que sabemos quem são os verdadeiros semitas e a diferença entre religião com o semitismo, é fácil identificar os antissemitas.

A Décima Terceira Tribo – O Império Kazar e sua Herança


Conforme publicado nos livros "A Décima Terceira Tribo - O Império Kazar e sua Herança" e "A Sinagoga de Satanás", os kazares convertidos em massa ao judaísmo por ordem do imperador da Kazária não possuem uma gota de sangue semita. São kazares arianos do Cáucaso, onde hoje está a Ucrânia, Rússia e Cazaquistão. Observe e compare os mapas.

Reino da Kazária

Mapa atual da região, onde estava o Reino da Kazária hoje está a Ucrânia, Rússia, Cazaquistão, Geórgia.

Isto foi científicamente comprovado através de teste genético e publicado na Oxford Journal - Genome Biology and Evolution em dezembro de 2012. No estudo é comprovado que 90% dos judeus no mundo são judeus ashkenazis e não possuem nenhuma ligação com a "terra santa" na Palestina.


A propaganda sionista kazar consiste em mentir e fazer a mentira circular em todos os meios de comunicação em massa, fazendo o mundo acreditar que judaísmo é sinônimo de semitismo.
Desta forma se revela que as acusações de "antissemitismo" por parte de Israel e do sionismo internacional são pura propaganda e guerra psicológica. Os farsantes acusadores não possuem uma gota de sangue semita e muito menos leram a Torah. Os judeus ortodoxos como os do Neturei Karta e True Torah Jews, denunciam que o judaísmo foi sequestrado pelos sionistas e que é proibido pela Torah aos judeus ter uma "nação judaica". O sionismo usa a religião judaica para promover uma política nacionalista e racista, o que viola totalmente os preceitos religiosos de acordo com estes judeus ortodoxos. Esta política sionista é a maior ameaça aos judeus em todo o mundo e conforme dito pelo rabino David Yisroel Weiss, quanto mais a pessoa é religiosa, mais anti-sionista ela é.




A verdadeira identidade dos antissemitas


O nome verdadeiro do genocida Benjamin Netanyahu é Benjamin Mileikovsky, seu pai se chamava Benzion Mileikowsky e nasceu em Warsaw, Polônia. Foi um fervoroso ativista do "Revisionismo Sionista", que serviu como uma base para a criação do ultra-direitista partido Likud, onde hoje lidera seu criminoso filho. Os avós deste sociopata são da Lituânia.
Benjamin Mileikovsky("Netanyahu") é na verdade um judeu ashkenazi, não possui uma gota de sangue semita. Têm em suas mãos o sangue de milhares de palestinos assassinados sistemáticamente na Palestina e, portanto, é um psicopata antissemita.
Se analisarmos os novos membros do regime extremista e racista de Israelcomprovaremos que é formado, em sua maior parte, por kazares.

Membros do novo regime extremista de Israel

Moshe Ya'alon - O Ministro da Defesa nomeado recentemente por Mileikovsky("Netanyahu") também mudou seu nome para ocultar suas verdadeiras raízes, seu nome real é Moshe Smilansky cujos pais são da Ucrânia.
Naftali Bennett - O atual Ministro da Educação do regime sionista possui raízes nosEUA e  consequentemente na Inglaterra, portanto, as raízes de sua família estão na Europa. Declarou ter "assassinado muitos árabes em sua vida e não via problema algum com isso". O que o converte em um genocida antissemita.

"Eu matei muitos árabes na minha vida, não há problema com isso" - Ministro da Educação do regime israelense

Eli Ben-Dahan - Nomeado pelo genocida "Netanyahu" como Ministro da Defesa do regime sionista, nascido no Marrocos(África), é um conhecido racista e supremacista sionista. Possui várias declarações racistas e antissemitas contra os palestinos, como esta:

"Na minha opinião os palestinos são bestas, não humanos" - Ministro de Defesa do regime sionista de Israel

Aryeh Mahlouf Deri - O Atual Ministro de Economia do regime sionista têm suas raízes no Marrocos(África) e já foi condenado por recebimento de propinas quando era Ministro do Interior.
Ayelet Shaked - A racista e antissemita Ministra da Justiça nomeada pelo carniceiro "Netanyahu" pediu o genocídio das mães palestinas e têm suas raízes no Império Russo e na Romênia. Esta é a mais descarada farsante ashkenazi que não têm um fio de cabelo semita, ela prega o genocídio dos semitas palestinos públicamente enquanto propaga da mídia sionista que Israel "mata para se defender".
Miriam "Miri" Regev - A atual Ministra de Cultura e Esportes, seu nome real é Miriam Siboni, filha de imigrantes Marroquinos, portanto, do norte da África. Contribuiu com o genocídio palestino servindo na IDF, o exército de ocupação terrorista de Israel. Deveria ser condenada por genocídio e antissemitismo.
Tzipi Hotovely - A Ministra de Relações Exteriores do regime sionista é totalmente contra um estado Palestino e prega a anexação de West Bank, é filha de imigrantes daGeórgia.
Ficou claro ao leitor que estes indivíduos não são o que dizem que ser? São farsantes mentirosos e criminosos altamente perigosos!
Todos estes enganadores que ocupam a Palestina e promovem o genocídio palestino são os verdadeiros nazis e antissemitas que a mídia controlada por eles protege. Nenhum dos citados são árabes, nem sequer possuem antepassados no Oriente Médio. Todos possuem raízes no Caúcaso e África. Coloque um uniforme das SS nazistas no ariano "Netanyahu" e terá um perfeito funcionário do III Reich.
Entre 1947 e 1948, 1 milhão de palestinos foram expulsos de suas terras; cerca de 1 milhão de colonos originários da Polônia, Alemanha, Rússia e outros países as ocuparam. Estes invasores são os verdadeiros antissemitas e apoiam um regime criminal que promove o genocídio de um povo que é semita, os palestinos.
Falando em nazismo, entre os financiadores do III Reich alemão estavam osbanqueiros judeus ashkenazis de Nova York(Rothschild, Schiff, Morgan, Goldman, Lazard, Warburg) e dinastias neocons estadunidenses como os Bush. Prescott Bush, o avô de George W. Bush, financiou o III Reich alemão.
Os judeus sionistas eram sócios do regime nazista e promoveram a perseguição de judeus na Europa para obrigá-los à migrar à Palestina e assim criar o regime sionista de Israel através do terrorismo e genocídio. Está tudo documentado e públicamente acessível.
Não podemos esquecer de outros famosos judeus ashkenazis que atuam como financiadores e arquitetos do Governo Mundial sionista e privado.
Um é Henry Alfred Kissinger, nascido em Fürth, Alemanha e seu nome verdadeiro éHeinz Alfred Kissinger. Este sionista têm em sua ficha criminal genocídios em toda a parte do mundo e foi o arquiteto das ditaduras sanguinárias na América do Sul.

Advogado uruguaio pede a prisão de Kissinger
Gustavo Salle entrou com um pedido, junto à Justiça uruguaia, de captura internacional, prisão e extradição do ex-secretário de Estado dos EUA, acusando-o de “autor intelectual” da Operação Condor, ação articulada entre ditaduras latino-americanas que causou a morte e o desaparecimento de milhares de pessoas.
Marco Aurélio Weissheimer - Carta Maior
PORTO ALEGRE - O advogado uruguaio, Gustavo Salle, solicitou à Suprema Corte de Justiça que faça um pedido de captura internacional, prisão e extradição do ex-secretário de Estado dos Estados Unidos (1973-1977), Henry Kissinger, como "autor intelectual" do Plano Condor, operação coordenada de repressão das ditaduras do Conesul contra militantes de esquerda, informa matéria da agência italiana ANSA. Segundo o advogado declarou à ANSA, existem “provas semi-plenas" nos processos de investigação sobre as violações dos direitos humanos durante as ditaduras do Conesul. Essas provas – ainda incompletas - vinculam, segundo ele, Kissinger com a autoria intelectual do Plano Condor, durante as décadas de 70 e 80.
Salles é advogado de defesa de Bernardo Arnone, um militante de esquerda do Partido por la Victoria del Pueblo de Uruguay (PVP), desaparecido em 1976 e também do caso que levou à prisão no ano passado cinco oficiais do exército e dois ex-policiais pelo desaparecimento, também em 1976, dos militantes do PVP, Alberto Mechoso e Adalberto Soba.
A Operação Condor consistiu em um sistema de cooperação entre as ditaduras militares do Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Brasil para perseguir e executar opositores desses regimes. O pretexto era o argumento clássico da Guerra Fria: "deter o avanço do comunismo internacional". Auxiliados técnica, política e financeiramente por oficiais do Exército dos Estados Unidos, os militares sul-americanos passaram a agir de forma integrada, trocando informações sobre opositores considerados perigosos e executando ações de prisão e/ou extermínio. A operação deixou cerca de 30 mil mortos e desaparecidos na Argentina, entre 3 mil e 7 mil no Chile e mais de 200 no Uruguai, além de outros milhares de prisioneiros e torturados em todo o continente. [...]

Zbigniew Kazimierz Brzezinski, nascido em Varsóvia, Polônia. Foi ex-Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos durante a presidência de Jimmy Carter e desde essa época vêm atuando para a criação de uma Nova Ordem Mundial sionista.
Outro conhecido antissemita é o promotor de golpes de estado, "revoluções coloridas"(Egito) e usura internacional, o abutre George Soros, que na realidade se chamaSchwartz György. Tanto sua origem como a de seus pais está na Hungria.
Um famoso antissemita que financia o genocídio palestino é Sheldon Adelson, bilionárioe rei dos "jogos de azar" nos EUA. Recentemente foi noticiado que está sendo investigado por pagamentos de propinas e associação com a máfia chinesa. Típico perfil de um mafioso. Com o dinheiro sujo financia campanhas de candidatos à presidência dos EUA que priorize os interesses do regime de Israel em detrimento dos interesses do povo estadunidense. Nasceu nos EUA e suas raízes estão na Ucrânia.
Essas personalidades políticas e do mundo das "finanças" mudam o seu sobrenome para parecer "mais semita" e despistar a sua verdadeira origem, que está na região do Caúcaso. Nos EUA israelenses ocupam os principais cargos no governo, entram através do financiamento da banca sionista e mafiosos como Sheldon Adelson e direcionam a política externa do país para sustentar o genocídio palestino e o criminoso regime de Israel.
Com estas informações já sabemos que aqueles que promoveram a invasão ao Iraque, ao Afeganistão, à Líbia, à Síria, ao Líbano e mataram milhões de civís, estão na lista de antissemitas. Na lista temos, para citar alguns, os Bush, Colin Powel, Donald Rumsfeld, os Clinton, Tony Blair, Barack Obama, Dick Cheney e vários outros. Pelo lado israelense todos estão na lista, todos os militantes sionistas ativos como passivos na invasão à Palestina no fim da década de 30 até hoje.

A criminosa propaganda sionista para ocultar seus crimes


O movimento sionista, que é um movimento político e de poder, utiliza seu amplo domínio mediático para insultar e desqualificar a qualquer pessoa que se atreva a revelar seus crimes e suas fraudes, seja a pessoa judia ou não. Os "antissemitas" são aqueles que o sionismo internacional considera como seus inimigos políticos ou reagem à supremacia sionista que visa impôr uma ditadura global baseada na superioridade financeira dos bilionários sobre o resto da humanidade.
A ultra-sionista ADL(Anti-Defamation League) insultou os judeus Gilad Atzmon e Yaakov Shapiro de "antissemitas" por condenar as atrocidades de Israel e ao sionismo. Atzmon é citado no site da ADL como "antissemita" por este motivo:

Atzmon se engajou na diminuição do Holocausto e defendeu o direito dos negadores do holocausto de desafiar as narrativas históricas e oferecer teorias revisionistas sobre o holocausto

Fonte: adl.org
Curiosamente, cerca de 25 a 30 milhões de russos morreram na 2ª Guerra Mundial, alguns autores dizem que a quantidade de russos mortos foi superior e outros dizem que foi inferior. Alguma vez o governo russo lançou uma campanha de perseguição internacional contra pessoas que debatem ou contestam o número de russos mortos na 2ª guerra?
Discutir a quantidade de russos caídos e a forma como morreram não faz de ninguém um "anti-russo", pois se trata de assunto histórico e todo assunto histórico é passível de revisão. É através das novas evidências e relatos que se chega à verdade sobre o que ocorreu no passado. As cifras sempre aparecem redondas, porque são uma estimativa, para se chegar à cifra exata de mortos seria necessário uma investigação independente e profunda, revisando toda a documentação existente, analisando outras fontes e buscando novas evidências.
Para o establishment sionista, o número cabalístico de "6.000.000" é um número "oficial", que não pode ser contestado e é muito mais importante que os 30 milhões de russos mortos na guerra. Por quê?
As evidências revelam que os "6 milhões" foi propaganda criada com o intuito de criar as condições e "argumentos" para a invasão à Palestina(ou à Argentina). Este número cabalístico provávelmente surgiu dentro dos Congressos Sionistas do antissemita e fundador do Sionismo Político, Theodor Herzl, no fim do século 19. Naquela época já aparecia os "6 milhões" em diversos jornais, como o New York Times ou o San Francisco Chronicle.

Ampliação do The New York Times de 1905. "Ele declarou que livres e felizes russos, com seus 6 milhões de judeus, podem significar o fim do Sionismo, desde a abolição da autocracia, pode praticamente eliminar as causas que trouxe o Sionismo à existência".

Ampliação do jornal San Francisco Chronicle de 1919. "6 milhões de judeus na fila do pão, escreve Straus".

Ampliação do The New York Times de 8 de setembro de 1919. "6 milhões estão em perigo". "O fato de 6 milhões de almas na Ucrânia e na Polônia receberem uma notificação através de nação e pela palavra que eles estão indo para ser completamente exterminados - este fato está diante de todo o mundo como a questão primordial da atualidade".

Ampliação do New York Times de 20 de julho de 1921. "6 milhões de judeus russos estão enfrentado o extermínio..."

Ampliação do Tulsa Daily World de 11 de abril de 1920, seção B, página 14. "Hoje, 6 milhões de judeus estão enfrentando dias escuros em toda a história da raça".

A propaganda foi sistemática em diversos jornais e em diversas épocas, numa clara tentativa de acostumar a opinião pública com os "6 milhões".
Com o fim da 2ª Guerra os sionistas lançaram mais uma vez o número e finalmente conseguiram alcançar o seu objetivo, estabelecer os "6 milhões" como número oficial de mortos, culpar a humanidade pela morte deles e receber bilionárias indenizações da Alemanha, o país perdedor da guerra. Em seguida iniciaram a invasão à Palestina com as contas bancárias recheadas e financiaram grupos judeus terroristas para matar e expulsar os palestinos de suas terras e erguer o regime de Israel sobre seus crânios.
O maior medo dos sionistas é que a bilionária industria do "holocausto" seja revelada mundialmente e sumariamente fechada. Ganharam bilhões de dólares comindenizações fraudulentas e poder de influência em todo o mundo através de seus lobbies mafiosos, financiando políticos corruptos para que submetam seus países ao controle do sionismo internacional.
Não satisfeitos, os sionistas querem que as compensações sejam pagas a seus descendentes pela eternidade. Aqui está a mais nova farsa que estão criando.
O sionismo inventou um “estudo” alegando que o sofrimento pode ser passado genéticamente aos descendentes. Artigo publicado originalmente no site judaico Salon.
Querem justificar a continuidade dos pagamentos de compensações aos descendentes de judeus “sobreviventes do holocausto”, ou seja, perpetuar a indústria do holocausto. É um pretexto para permitir que os descendentes dos indivíduos que estiveram(e os que não estiveram) na lista para receber as compensações herdem os pagamentos. Desta forma, filhos, netos, bisnetos e tataranetos de judeus receberão os pagamentos sem ter vivenciado a 2ª Guerra Mundial. Serão beneficiados porque “herdaram o sofrimento” de seus pais e/ou avôs.
O “estudo” vale para os palestinos semitas que são assassinados diariamente pelo regime nazi de Israel? Os filhos dos palestinos que foram mortos e expulsos de suas terras pelos terroristas judeus do Hagana, Stern Gang e Irgun na década de 40 também herdaram o sofrimento de seus pais ou o “estudo” só vale para judeus?
E o povo iraquiano? E o povo afegão? E o povo líbio? Há décadas estes povos SEMITAS são vítimas da OTAN-EUA-Israel. A população destes países receberão indenizações pelos crimes cometidos pelo movimento sionista?

Conclusão

Os verdadeiros antissemitas são os sionistas ashkenazis do Cáucaso, que são descendentes de kazares convertidos ao judaísmo em massa por ordem do imperador do reino da Kazária no século 1.
Caminho Alternativo | maio 21, 2015 às 10:10 pm | Tags: sionismo | Categorias: Mundo | URL:http://wp.me/p29z3m-Pg

segunda-feira, 23 de março de 2015

IRÃ E VENEZUELA NA MIRA DOS ESTADOS UNIDOS

Nova publicação em Caminho Alternativo

EUA bate os tambores de guerra contra o Irã e a Venezuela

by Caminho Alternativo
Tradução: Caminho Alternativo

(17-03-2015) Iniciou no passado 9 de março, nos Estados Unidos, uma contagem regressiva à uma guerra no Oriente Médio e na América Latina. Existe alguma relação entre a agressão estadunidense contra Venezuela e a ameaça aberta de ataque militar unilateral de Israel contra o Irã?

Venezuela

A opinião pública mundial e latinoamericana se viu surpreendida no passado 9 de março quando os Estados Unidos anunciou que a República Bolivariana da Venezuela, governada pelo presidente Nicolás Maduro, representa uma "ameaça para a Segurança Nacional dos Estados Unidos" motivando o presidente Barack Obama a declarar um "estado de emergência nacional" em seu país.
Rápidamente, grande parte dos países latinoamericanos manifestaram sua solidariedade com a Venezuela, mas tamanho anúncio do colosso do norte em relação ao seu vizinho sulamericano não deve ser avaliado como um mero ato isolado da política exterior tradicionalmente intervencionista aos seus vizinhos do sul, que desta vez possui como alvo a Venezuela.
Vislumbramos metas mais amplas que se dirigem não só contra toda a América Latina, a que EUA parece acreditar pronta para receber uma dose de "primavera latinoamericana", senão também a um (re)posicionamento no Oriente Médio.
Neste mundo globalizado, resulta necessário ampliar nossa visão e ajustar o foco geopolítico para poder melhor compreender o que realmente está ocorrendo e o que está aparentemente exagerado na medida dos EEUU contra a Venezuela poderia estar antecipando para um futuro muito próximo medido não em apenas meses, senão em semanas.

Estados Unidos e Israel ou Israel e Estados Unidos?

Uma revisão sobre a sequência de uma série de eventos poderá ajudar-nos a entender o que estaria sendo jogado. O anúncio estadunidense da suposta "ameaça" representada pela Venezuela – que interpretamos como uma medida prévia à imposição de "sanções" no estilo das dirigidas contra o Irã, Síria e Rússia – ocorreu um dia antes de acontecer o tão esperado discurso do primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu diante ambas câmaras do Congresso dos Estados Unidos, na terça-feira 10 de março.
O objetivo explícito do mediático discurso do chefe de Estado israelense que tanto "incomodou" ao presidente Obama e a boa parte dos democratas, foi explicar aos legisladores estadunidenses, aos norteamericanos, e a todo o mundo, que as negociações estabelecias por Obama com o Irã em torno a seu plano nuclear "estão erradas". Netanyahu explicou muito solto de corpo que as mesmas "não só não fecham o caminho do Irã à bomba (atômica); senão que abrem o caminho ao Irã à bomba".
Parece que o primeiro ministro israelense conhece muito melhor que o presidente norteamericano quais são as medidas de política exterior que mais – ou menos – lhe convêm aos EUA.
Não é todo dia que o chefe de Estado de uma potência militar estrangeira é convidada ao Congresso dos EUA – violando as mais elementais normas da diplomacia, protocolo e bons costumes nas relações entre os Estados – para que lhe explique aos legisladores que seu próprio presidente está errado.
Isto fez surgir pela enésima vez dentro e fora dos Estados Unidos uma pergunta de enorme transcendência geopolítica não só para esse país senão – considerando que EUA é a única superpotência global – para todo o mundo: no marco da tão falada "relação especial" que existe entre Estados Unidos e o Estado de Israel, qual dos dois têm a última palavra em certos temas chave, Estados Unidos ou o Estado de Israel?
Após o discurso de Netanyahu em Washington diante as orgásmicas ovações de pé por parte de todos os deputados e senadores republicanos – cuja paixão, lealdade e emoção se estenderam muito além do que deveria marcar a prudência e auto-estima – parece que essa pergunta ficou, uma vez mais, eloquentemente contestada.
Os alinhamentos essenciais da política exterior dos EUA claramente são controlados por Israel. Ou, para ser mais preciso, os aspectos essenciais da política exterior dos EUA são controlados através da enorme pressão exercida por uma nutrida rede de dezenas – senão centenas – de poderosíssimas instituições pró-sionistas que operam coordenada e juntamente à favor de objetivos mundiais em comum.
Entre elas, encontramos o AIPAC (American Israeli Public Affairs Committee – Comitê Estadunidense-Israelense de Assuntos Públicos, onde na semana passada Netanyahu fez seu primeiro discurso ao chegar aos EUA), o Comitê Judeu Estadunidense (American Jewish Committee), o Congresso Mundial Judeu, a Liga Anti-Difamação, a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Exteriores (CFR) e literalmente dezenas de seus homólogos em práticamente todos os países do Ocidente.
Ocorre também que nesta terça-feira 17 de março haverá eleições para primeiro ministro em Israel.
Sabido é que se o governante Partido Likud de Benjamin Netanyahu ganhar essas eleições, uma nova guerra generalizada no Oriente Médio pode estar perigosamente próxima.
Já é conhecido que se ocorrer o anunciado (desde 2006) ataque militar unilateral por parte de Israel contra as instalações nucleares iranianas, esse ataque terá uma resposta militar imediata e fulminante por parte do Irã de efeitos devastadores para Israel.
Também é sabido que quando isto ocorrer, as câmeras da CNN, BBC, FoxNews, DW e demais multimeios globais ocidentais alinhados com o sionismo se encarregarão de mostrar desgarradoras cenas de morte e destruição dentro de Israel, que gerarão poderosíssimas correntes de solidariedade, simpatia e apoio à favor da "pequena Israel". Entre outros, isto terá o efeito de arrastar a opinião pública norteamericana e a de seus aliados, à favor da intervenção militar à favor de Israel, goste ou não a Casa Branca.
Entenda-se: por cima da Casa Branca, do 10ª Downing Street, do Paláis de Elysee e das demais sedes de governo da União Européia e da aliança anglo-saxónica, existe um poder privado muito mais forte, vasto, global e com capacidade de planejamento a longo prazo.

Preparados, prontos... já!

Em previsão de ver-se envolvido numa nova mega-guerra no Oriente Médio que ocasionará todo tipo de transtornos aos Estados Unidos e seus aliados, especialmente rupturas no vital abastecimento de petróleo proveniente da zona do Golfo Pérsico cujo estratégico Estreito de Ormuz é controlado pelo Irã, resulta previsível que Estados Unidos dirija em forma "preventiva" seu olhar a outras fontes de petróleo, mais próximas de casa. Em direção à Venezuela, por exemplo.
De maneira que declarar a Venezuela como uma "ameaça a sua segurança interna" (!) lhe "abre o caminho", como diria Bibi Netanyahu, a um grande operativo de guerra psicológica dirigida contra o governo venezuelano de Maduro e têm dos claros objetivos.
Em primeiro lugar, pressionar a Venezuela para que siga entregando o milhão de barris de petróleo diários que até agora fluem desde a Venezuela.
Em segundo lugar, em caso de que as coisas fiquem muito feias e a Venezuela se solidarizar com o Irã e outras nações muçulmanas ou que pudesse derivar numa suspensão da provisão de seu petróleo aos Estados Unidos, então EUA – sempre "em defesa de sua ameaçada segurança nacional" – se considerará "justificado" de dar o golpe através de uma intervenção militar na Venezuela.
É claro que, perante o mundo, isto seria feito em nome da "democracia", dos "direitos humanos" e da "liberdade"; mas terá os mesmos efeitos devastadores para a Venezuela que similares operações "democráticas" e “libertadoras" promovidas pelos EUA e seus aliados no Iraque, Líbia, Síria, Afeganistão e outras nações.
Além disto, devemos dar por descontado que infiltrados dentro da Venezuela – como em todos os países latinoamericanos – existem disfarçados grupos de mafiosos, traidores, narcos e criminais, sempre prontos a alinhar-se com os Estados Unidos em contra de seu povo e o governo legítimo do presidente Maduro. Da mesma forma como vimos com os "lutadores pela liberdade" na Líbia em 2011 e na Síria em 2012/13; hoje mutados em "ISIS / Estado Islâmico", monstruoso "Frankenstein" criado pelos EUA e seus aliados, segundo a descrição do General Wesley Clark dos EUA.
Se por ventura Netanyahu não ganhar as eleições e em seu lugar o fizer o partido laborista do Sr. Herzog e sua aliada Tzipi Livni, isto talvez dê ao mundo uma trégua nesta guerra anunciada, mas não significa que o mundo possa respirar em paz.
O laborismo israelense claramente representa uma visão mais moderada e não fundamentalista do sionismo, mas igual identifica o Irã como seu principal inimigo na região.
Deve-se compreender que na Israel de Rothschild, a esquerda e a direita não representam tanto visões e projetos de governo diferentes nem antagônicos, senão que são duas caras de uma mesma moeda.
Ao igual que os republicanos e os democratas nos EUA, ambos sustentam e promovem guerras imperialistas no Oriente Médio e outras partes do mundo, embora o façam com diferentes estilos. George W Bush, Dick Cheney e Condoleeza Rice guerreavam em nome do "destino manifesto" quase religioso, próprio de fanáticos fundamentalistas da ultra-direita, enquanto que Barack Obama, John Kerry e Hilary Clinton o fazem segundo preceitos ideológicos de "democracia", "direitos humanos" e "liberdade".
Dois caminhos, com distintos níveis de hipocrisia, que possuem uma única meta que para os países vítima só termina em sangue, destruição e morte.
Quando as bombas e os drones chovem destruição sobre os povos do mundo, pouco importa saber se o botão o apertou um presidente democrata ou um republicano; um primeiro ministro do Likud ou um laborista.
De forma que a leitura que fazemos sobre as "tensões" que repentinamente surgem em torno à Venezuela conformam, entre outras coisas, parte dos preparativos logísticos para uma iminente guerra generalizada no Oriente Médio cujo alvo primário é o Irã.
Essa agressão injustificada contra o Irã também permite vislumbrar outro plano vasto dirigido contra nossa região: a intensificação de uma "primavera latinoamericana" da que estamos alertando há vários anos.
Hoje, Venezuela é o primeiro alvo. Tristemente, o segundo alvo o representa meu país, Argentina, especialmente após o assassinato do promotor da explosão da sede da AMIA/DAIA em Buenos Aires, Alberto Nisman, por volta de janeiro. Operando desde 2004 como agente israelense infiltrado no governo argentino, existem poderosos indícios de que Nisman deve ter sido eliminado pelos seus ao não conseguir evidência sobre uma suposta "pista iraniana" em torno àquele atentado de julho de 1994. Se Nisman tivesse declarado públicamente diante o Congresso Argentino em 19 de janeiro segundo estava previsto, isto teria representado o início do fim dessa falsa "pista iraniana"; mas esse é um capítulo separado dentro desta perigosa história.

Primeira Guerra Global

Voltemos ao Irã: se Israel ataca o Irã, este país responderá a sangue e fogo. Logo, EUA intervirá apoiando à "pequena Israel", como desde sempre. Israel sabe muito bem que o controle que exerce sobre os Estados Unidos é tão completo que poderá seguir atuando como o proverbial menino malcriado e teimoso que costuma insultar e buscar pleitos com todo o mundo, lançando o grito aterrador de: "faça o que te ordeno; senão vou contar ao meu irmão maior!".
O que ocorre é que por trás do Irã está a Rússia cujos líderes são plenamente conscientes que seu país é percebido como a maior cilada para o sonho messiânico de impôr um Governo Mundial – já não de fato como hoje senão de direito - com o qual vêm batalhando silenciosamente a aliança Rockefeller-Rothschild há muitas gerações.
Logo de ver o que o Ocidente é capaz de fazer e arriscar na Ucrânia, Rússia bem compreende que de maneira alguma pode ceder perante as potências ocidentais. Não o pode fazer na Síria, não o pode fazer na Ucrânia e muito menos poderá ceder no Irã.
Uma guerra entre Israel apoiada pelos EUA e seus aliados, contra o Irã respaldada pela Rússia? Isto seria o equivalente nem mais nem menos ao que chamamos uma "Primeira Guerra Global". Suas consequências são quase imprevisíveis.
Dizemos "guerra global" e não mundial, pois se o século XX foi o das "guerras mundiais" entre Estados Nacionais Soberanos, neste complexo século XXI, porém, os principais e mais poderosos atores são entidades difusas e em grande medida privadas que se estabeleceram por cima dos Estados nacionais, os que em sua maioria deixaram de ser autenticamente soberanos.
Hoje a última palavra a têm uma rede supranacional de poderosíssimos bancos, empresas multinacionais, lobbies, ONGs, multimeios manipuladores de opinião pública, todos operando coordenadamente à favor dos objetivos distantes do interesse dos povos, dentro de uma intrincada rede de poder, pressão e choque.
Alerta vermelho, então, para Venezuela, Irã, América Latina e Oriente Médio.
Os tambores de guerra se ouvem cada vez mais forte.
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi é analista político, autor, apresentador do programa de televisão "Segunda República" pelo Canal TLV1 da Argentina. Fundador do Projeto Segunda República (PSR) – http://www.proyectosegundarepublica.com/

Caminho Alternativo | março 20, 2015 às 12:25 am | Tags: nwo, salbuchi, sionismo, ww3 | Categorias: Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-Mz

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

AS BOMBAS DE NETANYAHU ASSASSINARAM 17 JORNALISTAS EM GAZA

Um terrorista na marcha da paz. Você é Charlie?

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O maior assassino em atividade no mundo, o líder israelense Benjamin Netanyahu, que ordenou as mortes de 2,2 mil pessoas inocentes na última ofensiva em Gaza, incluindo idosos, mulheres e crianças (513 ao todo), além de vários jornalistas que cobriam o conflito, esteve presente na marcha deste domingo em Paris, ao lado de outros líderes mundiais; a presença de Netanyahu na marcha levanta uma questão intrigante: o que acontecerá numa Europa onde grupos xenófobos e islamofóbicos duelam com forças progressistas, que vinham lutando pelo reconhecimento do estado palestino?

O maior terrorista global, o líder israelense Benjamin Netanyahu, que pratica o terror como política de estado e ordenou as mortes de 2,2 mil pessoas, incluindo 513 crianças e 17 jornalistas, na última ofensiva militar na Faixa de Gaza, ocorrida em julho de 2014, marchou pela paz, ao lado de outros líderes mundiais, neste domingo, em Paris.

A simples presença de Netanyahu no marcha ‘Je suis Charlie’ levanta questões intrigantes. 

Desde o morticínio em Gaza, ordenado após as mortes jamais plenamente esclarecidas de três adolescentes israelenses, Israel vinha se isolando no front internacional. 

Diversos países europeus, como a Suécia, já estavam reconhecendo o estado palestino – algo que já havia sido feito, no Brasil, pelo ex-presidente Lula, há vários anos. 

Em 17 de dezembro do ano passado, o mesmo movimento foi feito pelo parlamento europeu, por 488 votos a favor, 88 contra e 111 abstenções. No mesmo dia, o Hamas também foi removido da lista de organizações terroristas.

Essa onda progressista na Europa, que poderia contribuir para o fim de um dos grandes fatores de instabilidade global, que é a opressão na Palestina, se confrontava com outra tendência: a crescente islamofobia em países como França e Alemanha, que possuem um grande contingente de imigrantes, sobretudo muçulmanos. 

Agora, a tendência é que a guerra ao chamado ‘extremismo islâmico’ ganhe força, dando maior impulso ao terrorismo de Estado praticado por Israel.

A passeata deste domingo em Paris, que reuniu 1,5 milhão de pessoas, ocorre em resposta à morte de 12 pessoas na chacina ocorrida na sede do jornal satírico Charlie Hebdo e vem sendo encarada como uma defesa da liberdade de expressão.

Nunca é demais lembrar, porém, que na última ofensiva militar em Gaza, feita ao arrepio de qualquer lei internacional, foram assassinados 17 jornalistas. 

Eis os nomes dos profissionais de comunicação silenciados pelas bombas de Netanyahu:

1. Hamid Abdullah Shehab – “Media 24″company.
2. Najla Mahmoud Haj – ativista de mídia
3 Khalid Hamad – the “Kontnao” Media Production company.
4. Ziad Abdul Rahman Abu Hin – al-Ketab satellite channel.
5. Ezzat Duheir – Prisoners Radio.
6. Bahauddin Gharib – Palestine TV.
7 Ahed Zaqqout – jornalista esportivo veterano
8 Ryan Rami – Palestinian Media Network.
9 Sameh Al-Arian – Al-Aqsa TV.
10
Mohammed Daher – editor no al-Resala paper.
11.
Abdullah Vhjan – jornalista esportivo
12
Khaled Hamada Mqat- diretor do site de notícias Saja.
13.
Shadi Hamdi Ayyad – jornalista freelancer.
14.
Mohammed Nur al-Din al-Dairi – fotógrafo na Palestinian Network.
15.
Ali Abu Afesh – Doha Center for Media.
16
Simone Camille – fotógrafa na Associated Press.
17.
Abdullah fadel Murtaja


Fonte: 247 publicado em 11 de janeiro 2015

http://www.orientemidia.org/um-terrorista-na-marcha-da-paz-voce-e-charlie/