Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

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domingo, 4 de junho de 2017

ARÁBIA SAUDITA - RICOS EM PETRÓLEO E POBRES DE ESPÍRITO

14 jovens serão decapitados na #Arábia_Saudita por manifestar-se contra a #monarquia.
#silêncio #cúmplice das #potências que são #parceiras comerciais deste #regime.
Ricos en petroleo y POBRES EN ESPIRITU ,el #TERRORISTA #SIONISTA los #maneja como #TITERES...
Esa es la democracia que apoya EEUU
No se escucha ningun comentario de derechos humanos de la onu, o de amnesty internacional.
A este viejo hijo de puta,tambien le llegara su hora!!!!!!
La Democracia de los socios de EEUU los Sauditas...
Y aquí no va EEUU, imponer democracia? HIpócritas
El ISIS tiene las mismas formas de ejecución que los saudí y el financiamiento de occidente.
Es el único país q no tiene oposición ni parlamento ,la familia q goberna y nadie mas .
Barbaros los Sauditas verdaderos cavernarios no.son gobernantes son propietarios del.pais
Claro que no ahí problema y se callan si fuera Venezuela o Afganistán o Siria. Sería el escándalo del mundo
Los dueños del mundo miran Venezuela. Y no a estos hijos de puta que son sus socios!!!!
La ONU porque guarda silencio ante brutal violación de los derechos humanos. Cuanto cuesta el silencio...
Democracia vomitada por monarquía tribal e inhumana!
¡ Cuanta Injusticia! ¡ Cuanto abuso ! ¡ Cuanta inmoralidad !!!!! ( pero el mundo no parece ver... la comunidad internacional no parece ver... los organismos internacionales ni miran, ni ven, ni quieren saber de todo estas injusticias.... de este vacío de respeto a los derechos humanos en Arabia Saudita....) ¿ .......es raro .... ? O a mi me parece que se juzga con distintas medidas " Idénticos delitos" en el ámbito internacional.....
Regimen de terror, petroleo de sobra para regalar a los gringos, de no ser asi, hace rato peor que Libia,........ deciden los mercaderes de la muerte!!
Estas potencias económicas y militares son los verdaderos terroristas.
Invaden,bombardean y desaparecen pueblos completos en nombre de la paz y libertad.todo pueblo o nación que se levante a defender sus derechos lo masacran.
Despues encima hay que escuchar en la tv argentina periodistas estupidos que repiten como loros escritos preparados los usan literalmente como monigotes,diciendo el unico pais de Medio Oriente que no tiene democracia es Siria.Estupidos y el reino teocratico corrupto de Arabia Saudita son democraticos??
DDHH made in USA- el terrorismo mediático mundial Silencio. La inmoralidad Occidental..... El capitalismo feliz vendiendo armas a esta monarquía asesina..
Bueno la oposición en Arabia Saudí ya es consciente q serán asesinados si protestan.... La próxima protesta tiene q ser un plan de aniquilamiento contra la monarquía y sin fallas.... Mejor morir en lucha q en una pronunciación Pacífica donde t asesinaran por nada....
Pero los imperialistas le llaman democracia y donde hay democracia le llaman dictadura es increíble la hipocresía con la que tratan a nuestros pueblos y los tontos se creen toda esa mierda.
Estos si que son unos terroristas radicales, pero con mucho dinero y "amigos" poderosos y entonces cambia el cuento.
Locura total inadmisible, que en el año 2017 todavia actúen como ace miles de años atras, regimen totalitario
EL PUEBLO DEBE SALIR A LAS CALLES MASIVAMENTE PUEBLOS ENTEROS y COMO ENTONSES ENVIAN A DECENAS DE MILES A MORIR ESTOS ZATRAPAS EN COMPLICIDAD DEL IMPERIO DECADENTE Y SUS LACAYOS LA COALICIÓN DE LAME COJONES Y PATIO TRASERO DE ARMAS NUCLEARES ESTAS NACIONES SON TERRORISTAS ASESINAN A SUS CIUDADANOS EN ACTOS TERRISTAS EJECUTADOS POR SERVICIOS DE INTELIGENCIA PARA ESGRIMIR QUE SON ISIS DAESH ...SI ELLOS SON SUS PADRES LUEGO UTILIZAR LA AVIÁCIÓN CONTRA POBLACIÓN CIVIL DE SIRIA, IRAK, YEMEN, AFGANISTAN. LA MENTIRA ES EL ARMA QUE EMPLEAN UTILIZANDO A LA OEA PARA EJECUTAR SUS PROTERVOS PLANES


-1:11
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Annur tv
13 h
A raiva saudita.
14 jovens serão decapitados na Arábia Saudita por manifestar-se contra a monarquia.
O silêncio cúmplice das potências que são parceiras comerciais deste regime.

segunda-feira, 23 de março de 2015

IRÃ E VENEZUELA NA MIRA DOS ESTADOS UNIDOS

Nova publicação em Caminho Alternativo

EUA bate os tambores de guerra contra o Irã e a Venezuela

by Caminho Alternativo
Tradução: Caminho Alternativo

(17-03-2015) Iniciou no passado 9 de março, nos Estados Unidos, uma contagem regressiva à uma guerra no Oriente Médio e na América Latina. Existe alguma relação entre a agressão estadunidense contra Venezuela e a ameaça aberta de ataque militar unilateral de Israel contra o Irã?

Venezuela

A opinião pública mundial e latinoamericana se viu surpreendida no passado 9 de março quando os Estados Unidos anunciou que a República Bolivariana da Venezuela, governada pelo presidente Nicolás Maduro, representa uma "ameaça para a Segurança Nacional dos Estados Unidos" motivando o presidente Barack Obama a declarar um "estado de emergência nacional" em seu país.
Rápidamente, grande parte dos países latinoamericanos manifestaram sua solidariedade com a Venezuela, mas tamanho anúncio do colosso do norte em relação ao seu vizinho sulamericano não deve ser avaliado como um mero ato isolado da política exterior tradicionalmente intervencionista aos seus vizinhos do sul, que desta vez possui como alvo a Venezuela.
Vislumbramos metas mais amplas que se dirigem não só contra toda a América Latina, a que EUA parece acreditar pronta para receber uma dose de "primavera latinoamericana", senão também a um (re)posicionamento no Oriente Médio.
Neste mundo globalizado, resulta necessário ampliar nossa visão e ajustar o foco geopolítico para poder melhor compreender o que realmente está ocorrendo e o que está aparentemente exagerado na medida dos EEUU contra a Venezuela poderia estar antecipando para um futuro muito próximo medido não em apenas meses, senão em semanas.

Estados Unidos e Israel ou Israel e Estados Unidos?

Uma revisão sobre a sequência de uma série de eventos poderá ajudar-nos a entender o que estaria sendo jogado. O anúncio estadunidense da suposta "ameaça" representada pela Venezuela – que interpretamos como uma medida prévia à imposição de "sanções" no estilo das dirigidas contra o Irã, Síria e Rússia – ocorreu um dia antes de acontecer o tão esperado discurso do primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu diante ambas câmaras do Congresso dos Estados Unidos, na terça-feira 10 de março.
O objetivo explícito do mediático discurso do chefe de Estado israelense que tanto "incomodou" ao presidente Obama e a boa parte dos democratas, foi explicar aos legisladores estadunidenses, aos norteamericanos, e a todo o mundo, que as negociações estabelecias por Obama com o Irã em torno a seu plano nuclear "estão erradas". Netanyahu explicou muito solto de corpo que as mesmas "não só não fecham o caminho do Irã à bomba (atômica); senão que abrem o caminho ao Irã à bomba".
Parece que o primeiro ministro israelense conhece muito melhor que o presidente norteamericano quais são as medidas de política exterior que mais – ou menos – lhe convêm aos EUA.
Não é todo dia que o chefe de Estado de uma potência militar estrangeira é convidada ao Congresso dos EUA – violando as mais elementais normas da diplomacia, protocolo e bons costumes nas relações entre os Estados – para que lhe explique aos legisladores que seu próprio presidente está errado.
Isto fez surgir pela enésima vez dentro e fora dos Estados Unidos uma pergunta de enorme transcendência geopolítica não só para esse país senão – considerando que EUA é a única superpotência global – para todo o mundo: no marco da tão falada "relação especial" que existe entre Estados Unidos e o Estado de Israel, qual dos dois têm a última palavra em certos temas chave, Estados Unidos ou o Estado de Israel?
Após o discurso de Netanyahu em Washington diante as orgásmicas ovações de pé por parte de todos os deputados e senadores republicanos – cuja paixão, lealdade e emoção se estenderam muito além do que deveria marcar a prudência e auto-estima – parece que essa pergunta ficou, uma vez mais, eloquentemente contestada.
Os alinhamentos essenciais da política exterior dos EUA claramente são controlados por Israel. Ou, para ser mais preciso, os aspectos essenciais da política exterior dos EUA são controlados através da enorme pressão exercida por uma nutrida rede de dezenas – senão centenas – de poderosíssimas instituições pró-sionistas que operam coordenada e juntamente à favor de objetivos mundiais em comum.
Entre elas, encontramos o AIPAC (American Israeli Public Affairs Committee – Comitê Estadunidense-Israelense de Assuntos Públicos, onde na semana passada Netanyahu fez seu primeiro discurso ao chegar aos EUA), o Comitê Judeu Estadunidense (American Jewish Committee), o Congresso Mundial Judeu, a Liga Anti-Difamação, a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Exteriores (CFR) e literalmente dezenas de seus homólogos em práticamente todos os países do Ocidente.
Ocorre também que nesta terça-feira 17 de março haverá eleições para primeiro ministro em Israel.
Sabido é que se o governante Partido Likud de Benjamin Netanyahu ganhar essas eleições, uma nova guerra generalizada no Oriente Médio pode estar perigosamente próxima.
Já é conhecido que se ocorrer o anunciado (desde 2006) ataque militar unilateral por parte de Israel contra as instalações nucleares iranianas, esse ataque terá uma resposta militar imediata e fulminante por parte do Irã de efeitos devastadores para Israel.
Também é sabido que quando isto ocorrer, as câmeras da CNN, BBC, FoxNews, DW e demais multimeios globais ocidentais alinhados com o sionismo se encarregarão de mostrar desgarradoras cenas de morte e destruição dentro de Israel, que gerarão poderosíssimas correntes de solidariedade, simpatia e apoio à favor da "pequena Israel". Entre outros, isto terá o efeito de arrastar a opinião pública norteamericana e a de seus aliados, à favor da intervenção militar à favor de Israel, goste ou não a Casa Branca.
Entenda-se: por cima da Casa Branca, do 10ª Downing Street, do Paláis de Elysee e das demais sedes de governo da União Européia e da aliança anglo-saxónica, existe um poder privado muito mais forte, vasto, global e com capacidade de planejamento a longo prazo.

Preparados, prontos... já!

Em previsão de ver-se envolvido numa nova mega-guerra no Oriente Médio que ocasionará todo tipo de transtornos aos Estados Unidos e seus aliados, especialmente rupturas no vital abastecimento de petróleo proveniente da zona do Golfo Pérsico cujo estratégico Estreito de Ormuz é controlado pelo Irã, resulta previsível que Estados Unidos dirija em forma "preventiva" seu olhar a outras fontes de petróleo, mais próximas de casa. Em direção à Venezuela, por exemplo.
De maneira que declarar a Venezuela como uma "ameaça a sua segurança interna" (!) lhe "abre o caminho", como diria Bibi Netanyahu, a um grande operativo de guerra psicológica dirigida contra o governo venezuelano de Maduro e têm dos claros objetivos.
Em primeiro lugar, pressionar a Venezuela para que siga entregando o milhão de barris de petróleo diários que até agora fluem desde a Venezuela.
Em segundo lugar, em caso de que as coisas fiquem muito feias e a Venezuela se solidarizar com o Irã e outras nações muçulmanas ou que pudesse derivar numa suspensão da provisão de seu petróleo aos Estados Unidos, então EUA – sempre "em defesa de sua ameaçada segurança nacional" – se considerará "justificado" de dar o golpe através de uma intervenção militar na Venezuela.
É claro que, perante o mundo, isto seria feito em nome da "democracia", dos "direitos humanos" e da "liberdade"; mas terá os mesmos efeitos devastadores para a Venezuela que similares operações "democráticas" e “libertadoras" promovidas pelos EUA e seus aliados no Iraque, Líbia, Síria, Afeganistão e outras nações.
Além disto, devemos dar por descontado que infiltrados dentro da Venezuela – como em todos os países latinoamericanos – existem disfarçados grupos de mafiosos, traidores, narcos e criminais, sempre prontos a alinhar-se com os Estados Unidos em contra de seu povo e o governo legítimo do presidente Maduro. Da mesma forma como vimos com os "lutadores pela liberdade" na Líbia em 2011 e na Síria em 2012/13; hoje mutados em "ISIS / Estado Islâmico", monstruoso "Frankenstein" criado pelos EUA e seus aliados, segundo a descrição do General Wesley Clark dos EUA.
Se por ventura Netanyahu não ganhar as eleições e em seu lugar o fizer o partido laborista do Sr. Herzog e sua aliada Tzipi Livni, isto talvez dê ao mundo uma trégua nesta guerra anunciada, mas não significa que o mundo possa respirar em paz.
O laborismo israelense claramente representa uma visão mais moderada e não fundamentalista do sionismo, mas igual identifica o Irã como seu principal inimigo na região.
Deve-se compreender que na Israel de Rothschild, a esquerda e a direita não representam tanto visões e projetos de governo diferentes nem antagônicos, senão que são duas caras de uma mesma moeda.
Ao igual que os republicanos e os democratas nos EUA, ambos sustentam e promovem guerras imperialistas no Oriente Médio e outras partes do mundo, embora o façam com diferentes estilos. George W Bush, Dick Cheney e Condoleeza Rice guerreavam em nome do "destino manifesto" quase religioso, próprio de fanáticos fundamentalistas da ultra-direita, enquanto que Barack Obama, John Kerry e Hilary Clinton o fazem segundo preceitos ideológicos de "democracia", "direitos humanos" e "liberdade".
Dois caminhos, com distintos níveis de hipocrisia, que possuem uma única meta que para os países vítima só termina em sangue, destruição e morte.
Quando as bombas e os drones chovem destruição sobre os povos do mundo, pouco importa saber se o botão o apertou um presidente democrata ou um republicano; um primeiro ministro do Likud ou um laborista.
De forma que a leitura que fazemos sobre as "tensões" que repentinamente surgem em torno à Venezuela conformam, entre outras coisas, parte dos preparativos logísticos para uma iminente guerra generalizada no Oriente Médio cujo alvo primário é o Irã.
Essa agressão injustificada contra o Irã também permite vislumbrar outro plano vasto dirigido contra nossa região: a intensificação de uma "primavera latinoamericana" da que estamos alertando há vários anos.
Hoje, Venezuela é o primeiro alvo. Tristemente, o segundo alvo o representa meu país, Argentina, especialmente após o assassinato do promotor da explosão da sede da AMIA/DAIA em Buenos Aires, Alberto Nisman, por volta de janeiro. Operando desde 2004 como agente israelense infiltrado no governo argentino, existem poderosos indícios de que Nisman deve ter sido eliminado pelos seus ao não conseguir evidência sobre uma suposta "pista iraniana" em torno àquele atentado de julho de 1994. Se Nisman tivesse declarado públicamente diante o Congresso Argentino em 19 de janeiro segundo estava previsto, isto teria representado o início do fim dessa falsa "pista iraniana"; mas esse é um capítulo separado dentro desta perigosa história.

Primeira Guerra Global

Voltemos ao Irã: se Israel ataca o Irã, este país responderá a sangue e fogo. Logo, EUA intervirá apoiando à "pequena Israel", como desde sempre. Israel sabe muito bem que o controle que exerce sobre os Estados Unidos é tão completo que poderá seguir atuando como o proverbial menino malcriado e teimoso que costuma insultar e buscar pleitos com todo o mundo, lançando o grito aterrador de: "faça o que te ordeno; senão vou contar ao meu irmão maior!".
O que ocorre é que por trás do Irã está a Rússia cujos líderes são plenamente conscientes que seu país é percebido como a maior cilada para o sonho messiânico de impôr um Governo Mundial – já não de fato como hoje senão de direito - com o qual vêm batalhando silenciosamente a aliança Rockefeller-Rothschild há muitas gerações.
Logo de ver o que o Ocidente é capaz de fazer e arriscar na Ucrânia, Rússia bem compreende que de maneira alguma pode ceder perante as potências ocidentais. Não o pode fazer na Síria, não o pode fazer na Ucrânia e muito menos poderá ceder no Irã.
Uma guerra entre Israel apoiada pelos EUA e seus aliados, contra o Irã respaldada pela Rússia? Isto seria o equivalente nem mais nem menos ao que chamamos uma "Primeira Guerra Global". Suas consequências são quase imprevisíveis.
Dizemos "guerra global" e não mundial, pois se o século XX foi o das "guerras mundiais" entre Estados Nacionais Soberanos, neste complexo século XXI, porém, os principais e mais poderosos atores são entidades difusas e em grande medida privadas que se estabeleceram por cima dos Estados nacionais, os que em sua maioria deixaram de ser autenticamente soberanos.
Hoje a última palavra a têm uma rede supranacional de poderosíssimos bancos, empresas multinacionais, lobbies, ONGs, multimeios manipuladores de opinião pública, todos operando coordenadamente à favor dos objetivos distantes do interesse dos povos, dentro de uma intrincada rede de poder, pressão e choque.
Alerta vermelho, então, para Venezuela, Irã, América Latina e Oriente Médio.
Os tambores de guerra se ouvem cada vez mais forte.
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi é analista político, autor, apresentador do programa de televisão "Segunda República" pelo Canal TLV1 da Argentina. Fundador do Projeto Segunda República (PSR) – http://www.proyectosegundarepublica.com/

Caminho Alternativo | março 20, 2015 às 12:25 am | Tags: nwosalbuchisionismoww3 | Categorias: Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-Mz

sábado, 21 de fevereiro de 2015

TERRORISTAS DO E.I. SE APROXIMAM DO OCIDENTE

Terror petrolero en Libia: Estado Islámico invade una ciudad rica en crudo





Un grupo de yihadistas ha invadido la ciudad libia de Sirte, rica en recursos
 petroleros y 
ubicada a  tan solo 300 kilómetros de Italia. Los extremistas se han identificado 
como miembros
 del Estado Islámico.

El último ataque tuvo lugar en la universidad local, cuyas instalaciones 
fueron 
tomadas en su totalidad. 
Antes, los rebeldes habían ingresado a diferentes instituciones administrativas y 
gubernamentales, 
informaron medios internacionales. 

Cabe destacar que entre la ciudad de Sirte y la frontera con Egipto se concentran 
hasta el 66% de los
 yacimientos de petróleo libio.
El analista político Basem Tajeldine expresó a RT que la anarquía en Libia, 
que permite el 
fortalecimiento del Estado Islámico, ha sido provocada por la 
OTAN. 
"Después de la agresión del 2011 contra el Gobierno de Muammar Gaddafi el 
Estado libio se ha 
desintegrado y ahí se han dispuesto varios gobiernos. Formalmente
 existen reconocidos dos gobiernos:
 uno en Tobruk y el otro en Trípoli. La anarquía y el caos en ese país es lo
 que ha  permitido  que estos 
grupos se expandan de forma acelerada y amenacen a toda la región", 
dijo el experto.



Actualidad RT


EI toma universidade de Sirte na Líbia 
Jihadistas' que afirmam pertencer ao braço líbio do grupo Estado Islâmico (EI)
 tomaram o controle, 
nesta quinta-feira, da universidade de Sirte, onde os cursos tiveram que ser suspensos, 
informaram 
testemunhas.
Um professor, que pediu para ter sua identidade preservada, explicou à AFP que a 
universidade  havia 
anunciado a suspensão dos cursos e o adiamento das provas, depois que o braço líbio do 
EI tomou o 
controle das instalações.
Outro habitante desta cidade situada a 450 km a leste de Trípoli confirmou a informação
 sem dar mais detalhes.
Um comboio de cerca de sessenta veículos pertencentes a esta organização jihadista 
desfilou na 
véspera na cidade, informaram testemunhas à AFP.
As redes sociais publicavam nesta quinta-feira imagens, tiradas pelo EI, com dezenas de
 jihadistas 
encapuzados a bordo de veículos armados com canhões antiaéreos e com bandeiras pretas
 do 
movimento extremista.
Segundo os moradores, os 'jihadistas', que na semana passada tomaram o controle de 
uma rádio 
local e de edifícios administrativos, também dominaram o centro Ouagadugu, onde o 
ex-ditador Muamar Kadhafi organizava cúpulas africanas e árabes.
Sirte, bastião do grupo jihadista Ansar Asharia, considerada uma organização terrorista 
pelas 
Nações Unidas, é a cidade natal de Kadhafi, que morreu em 2011 assassinado por 
rebeldes líbios.
Esta demonstração de força acontece depois de a coalizão Farj Libya, que controla 
desde o verão 
passado Trípoli e grande parte do oeste da Líbia, enviar uma força para "restabelecer a 
segurança na cidade".
Contudo, por enquanto, o EI e o Farj Libya, coalizão formada em sua 
maioria por milícias islamita, 
se observam de longe sem iniciar confrontos, constatou a AFP.

domingo, 30 de novembro de 2014

PRESIDENTE ASSAD DA SÍRIA CONTRA OS TERRORISTAS MERCENÁRIOS DEGOLADORES DO ISIS - EI

Tradução: Vila Vudu
(a) ISIS/EI promove seu multinacionalismo sangrento
Estado Islâmico (ISIS/EI) atual, em preto
Com bem planejada campanha de mídia, em três atos, o Estado Islâmico (EI) anunciou que se está convertendo em entidade multinacional presente em muitos países. E o presidente dos EUA afinal aceitou que o presidente da Síria deve, pelo menos durante a tal “transição”, permanecer onde está [e de onde, por falar nisso, ninguém conseguiu tirá-lo, por mais que tantos tenham tentado (NTs)].
Há uma semana, grupos jihadistas em cinco países árabes publicaram vídeos nos quais juram fidelidade ao Estado Islâmico e ao seu Califa. Os grupos aparecem na Argélia, no Egito (Sinai), na Líbia, no Iêmen e na Arábia Saudita. Os vídeos parecem ter sido editados pelos mesmos profissionais que editam todos os vídeos oficiais do Estado Islâmico, mas incluem tomadas locais de cada país.
Na 5ª-feira (13/11/2014) passada apareceu o segundo ato, quando foi publicada nova fita de áudio, com uma fala do Califa:
O discurso de Baghdadi foi dividido em duas partes principais. A primeira cobria aproximadamente dois terços do tempo da gravação e durava 17 minutos. Baghdadi falou do fracasso das operações da aliança internacional, que ele chama de “campanha dos Cruzados”, e zombou dos árabes que participam daquelas operações. Na segunda parte, que foi a mais perigosa, ele anunciou que o EI está em processo de expansão e surgem novas províncias em vários estados árabes. Essas duas partes foram divulgadas sob a principal manchete de Baghdadi: sua jihad continuará e alcançará todos os povos e todas as terras em todos os tempos.
Um terceiro ato, um vídeo muito bem produzido, foi distribuído, com mais de 16 minutos de duração, que mostrava uma fila de 18 homens do Estado Islâmico, cada um deles degolando um oficial ou piloto sírio capturado.
 
Degoladores do ISIS/EI e degolados 
Na cena anterior ao momento dessa foto, vê-se uma cesta com facas bowie e cada degolador pega uma faca. Todos, na cena, usam o mesmo uniforme novo em folha, que não é o uniforme ocidental padrão, mas mostram mangas do tipo das que se veem nos uniformes usados no Afeganistão. (O padrão digital da estampa de camuflagem parece vir dos Emirados Árabes Unidos.) Todos têm mochilas iguais e gorros iguais. Todos os prisioneiros vestem o mesmo tipo de roupa. O único degolador que não aparece uniformizado e o único que tem o rosto coberto é britânico (apelido “Jihadi John”) e já fora visto em outro vídeo de decapitações. Este tem papel especial no final do clip. Todos os degoladores são de diferentes nacionalidades e representam a internacionalização do Estado Islâmico. Há um francês, um saudita, um iemenita, um paquistanês, um afegão, e outros.
degola é mostrada do começo ao fim, em detalhes, parcialmente em câmera lenta. As decapitações são feitas devagar e sem hesitação. Quando a cabeça está separada do pescoço, é posta sobre o tronco, no chão. Não há gritos nem qualquer tipo de luta. A julgar pelos olhos e pela calma, todos, degoladores e degolados, parecem ter sido drogados, pelo menos superficialmente.
ISIS/EI em ordem unida
O vídeo exibe uma marca que mostra que foi filmado em Dabiq na Síria, o que tem muitos significados simbólicos. Dabiq é um vale no norte de Aleppo, onde o sultão otomano Salim I derrotou os mamelucos egípcios no século XVI. Dabiq é também o local onde, segundo alguns textos islamistas, travar-se-á a batalha do Armageddon, no confronto histórico final entre o bem (muçulmanos) e o mal (cristãos).
A degola dos oficiais sírios toma cerca de 12 minutos e só depois dela é mostrada outra decapitação, a qual, parece, aconteceu antes. O decapitado é Abdul-Rahman Kassig, “ex” soldado Ranger da força especial dos EUA que combateu no Iraque e apareceu depois como “trabalhador humanitário” na Síria, a serviço da oposição. Foi capturado pelo Estado Islâmico em 2013. A degola não é mostrada, mas vê-se a cabeça separada do corpo. O degolador é Jihadi John” e ele ameaça os EUA e o Reino Unido: “Massacraremos vocês, nas suas ruas”. Nada sugere que seja piada. Parece, isso sim, anúncio de operações já planejadas.
O vídeo e a produção são de excelente qualidade. Com certeza a edição ficou a cargo de alguém que conhece muito bem o “estilo” da narrativa dramática ocidental e, também, da produção ocidental.
ISIS/EI ativo na Argelia, Líbia, Egito, Arábia Saudita,
Síria e Iraque
Os valores simbólicos do vídeo não estão tanto propriamente na degola, embora os detalhes pornográficos possam ter sido incluídos para recrutar doentes psicóticos de um determinado tipo. Os pontos simbólicos estão na locação (e no que Dabiq representa) e no próprio grupo multinacional de degoladores, todos, hoje, já alistados como soldados uniformizados do Estado Islâmico. 
É esse detalhe, afinal, que faz o vídeo aparecer como terceira parte de uma campanha de mídia muito bem planejada para anunciar e demonstrar o caráter multinacional do Estado Islâmico.
Por mais que tenham aparecido várias colunas escritas nas últimas semanas, sobre derrotas que o Estado Islâmico estaria sofrendo em algumas batalhas pequenas e sem importância no Iraque, a campanha de mídia lançada pelo EI aponta na direção oposta. O Estado Islâmico está crescendo e já é entidade multinacional com ampla distribuição geográfica. E vai-se tornando cada dia mais duro, mais difícil, combater contra ele. Mas significa também que o EI passará a precisar de mais recursos financeiros, que serão difíceis de obter. Significa também mais comunicação entre seus “ramos” – e comunicação é coisa rastreável, detectável e interrompível.
O vídeo acima discutido inclui também uma passagem na qual se explica que o Estado Islâmico e o fato de manter-se embasado em “Tawheed e Jihad” é consequência DIRETA das hostilidades e da ocupação, pelos “cruzados”, do Iraque. É explicação suficiente para pôr fim, de uma vez por todas, à conversa de tantos “especialistas”, que só fazem culpar Malik ou Assad pela ameaça que o EI traz para todos.
(b) Obama se rende: Assad comandará a transição na Síria

 
Barack Obama discursa na Austrália
Já havia previsto aqui que, para dar combate ao Estado Islâmico, o presidente Obama teria de deixar de lado a obsessão por derrubar o presidente Assad da Síria. Na 6ª-feira (14/11/2014), o primeiro-ministro Davutoğlu  da Turquia disse que recebera fortes sinais de que os EUA mudariam sua política para a Síria e que teriam desistido de derrubar o presidente Assad. Agora, numa conferência de imprensa em Brisbane durante a reunião do G-20, o próprio Obama disse que:
PRESIDENTE OBAMA: [...] Agora, estamos procurando uma solução política, eventualmente dentro da Síria, que inclua todos os grupos que vivem lá – os alawitas, os sunitas, cristãos. E, a certa altura, o povo sírio e os vários atores envolvidos, além de atores regionais – Turquia, Irã, apoiadores de Assad, como a Rússia – terão de se engajar numa conversa política. 
E essa é a natureza da diplomacia sempre, com certeza nesse caso, onde você acaba tendo conversas diplomáticas potencialmente com gente de quem você não gosta e de governos dos quais você não gosta. Mas ainda não estamos nem próximos desse estágio. 
PERGUNTA: Ok, mas, só para pôr um ponto final nesse assunto: o senhor continua a trabalhar ativamente para encontrar meios para tirar Assad de lá, como parte dessa transição política? 
PRESIDENTE OBAMA: Não.
Até agora, os EUA sempre repetiram que Assad não poderia permanecer no governo como parte da tal “transição” (Rússia e Irã sempre insistiram, exatamente, em que Assad ficasse no governo, durante a transição). Assim sendo, aí está uma mudança na política dos EUA para a Síria. E, considerando-se a expansão do Estado Islâmico, é, afinal, mudança importante e sensível.

[*] “Moon of Alabama” é título popular de “Alabama Song” (também conhecida como “Whisky Bar” ou “Moon over Alabama”) dentre outras formas. Essa canção aparece na peça Hauspostille (1927) de Bertolt Brecht, com música de Kurt Weil; e foi novamente usada pelos dois autores, em 1930, na ópera A Ascensão e a Queda da Cidade de Mahoganny. Nessa utilização, aparece cantada pela personagem Jenny e suas colegas putas no primeiro ato. Apesar de a ópera ter sido escrita em alemão, essa canção sempre aparece cantada em inglês. Foi regravada por vários grandes artistas, dentre os quais David Bowie (1978) e The Doors (1967). A seguir podemos ver/ouvir versão em performance de David Johansen com legendas em português.