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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

A AGENDA ANGLO-SIONISTA PARA A ARGENTINA E AMÉRICA DO SUL

A agenda anglo-sionista de Mauricio Macri para a Argentina e América do Sul

Enquanto a mídia promove a “vitória” de Mauricio Macri como um resultado de “mudança”, desde este blog já havia sido avisado que a eleição argentina era uma farsa. Mauricio Macri, Daniel Scioli e Sergio Massa compareceram por duas vezes ao judaico Americas Society dos Rothschild/Rockefeller, lá receberam as orientações do que deveria ser feito. Os três se comprometeram com o sionismo internacional, de que iriam obedecer a agenda anglo-sionista neo-liberal para a Argentina e toda a América do Sul.

Mauricio Macri com o genocida terrorista Benjamin Mileikovsky (aka “Netanyahu”)

Os presidentes em países como a Argentina são meros gerentes administrativos coloniais, que atendem aos interesses dos banqueiros e multinacionais. Macri é o melhor exemplo de um governo dos milionários, pois já nasceu em berço de ouro. Seu pai é Franco Macri, um milionário que fez fortuna com o regime militar. Os militares estatizaram as dívidas de suas empresas, transformando em dívida pública a ser paga pelo povo.
A estrutura de poder é supranacional, está acima dos presidentes e governos e utilizam o engano da “ideologia de esquerda” e “ideologia de direita” para manter o controle sob o Estado. É como uma bicicleta. Se pedala um pouco com a “esquerda” e um pouco com a “direita”. Todos presenciaram isto nas últimas décadas em todos os países sulamericanos. A cada 4 anos muda-se o partido no poder para que tudo continue como estava. Banqueiros e multinacionais continuam lucrando bilhões independente do quadro político no Congresso ou o fantoche que ocupa o cargo de presidente.
O povo argentino não votou em Macri porque querem regime neo-liberal, mas porque não há outro candidato. Os fantoches já estavam pré-selecionados em Think Tanks sionistas como a Americas Society. Era isso ou continuar no regime kirchner, que já durava 12 anos. Por este motivo a lei eleitoral impede que os votos em branco sejam considerados e anulem as eleições, para forçar a entrada de um político controlado pela elite financeira. Se os votos fossem considerados, as eleições seriam anuladas, os candidatos seriam removidos e outros teriam que ser apresentados. Algo que os banqueiros e corporações jamais permitirão.
Pense na Argentina como se fosse uma “empresa”. Se Macri é o gerente local desta “empresa”, quem são os diretores gerais que escolhem este gerente? Quem é o presidente? Quem são os acionistas, os verdadeiros donos desta “empresa”?
Como vemos, existe um poder supranacional que determina quem será candidato e quem ocupará o cargo de presidente de um país. Trata-se de um MODELO, que é aplicado pelos donos do dinheiro. Enquanto os fantoches se revezam a cada 4 ou 8 anos(reeleição) no cargo de “presidente”, a dinastia Rothschild governa o mundo há 300 anos. Poder é isto, permanecer no controle dos Bancos Centrais, emissão de moeda e governos ao longo de centenas de anos.
Esta é a agenda neo-liberal de Macri para a Argentina, atendendo às exigências dos verdadeiros donos do poder:

A lista é enorme, mas é praticamente o que Menem fez nos anos 90, época em que famílias argentinas se despediam de seus filhos que saiam do país em busca de uma vida melhor na Europa. Só que desta vez a Europa está na mesma situação, agora não há para onde fugir.
A Argentina está a caminho de desaparecer como país em menos de uma década. Será incluída no TPP e o Estado “representativo” dará passo ao Estado Corporativo, onde os bancos e multinacionais serão governo formalizado. Mais uma etapa ao Governo Mundial.
Já está comprovado que o peronismo morreu com Perón e o que existiu posteriormente e ainda existe são mercenários que se auto-denominam “peronistas” para ganhar simpatia popular e votos. São todos políticos de um único partido, o partido da dívida e estão á serviço dos banqueiros.
Se prevê que uma parte do bando dos kirchner agora passe a apoiar Macri, já que é este outro bando quem terá acesso aos recursos públicos. Em troca de dinheiro oferecerão apoio político ao regime de turno. Isto é um comportamento padrão onde reina a corrupção.
Poucos sabem, mas quem gerenciou o ridículo “debate” entre Scioli e Macri na TV foram políticos do regime Fernando de la Rúa. Ou seja, o povo havia pedido que “todos fossem embora”, o então presidente fugiu da Casa Rosada de helicóptero, mas na realidade não saiu ninguém. Os corruptos daquela época continuam assumindo cargos e atuando em segundo plano. Basta reparar os nomes “indicados” por Scioli e Macri para compôr o governo. São todos políticos de regimes anteriores, governo Menem, Duhalde, de la Rúa e dos Kirchner. E como sempre, o Ministro de Economia dos dois são agentes da banca internacional Rothschild. O “indicado” por Macri é Afonso Prat-Gayum agente da banca JP Morgan dos Rockefeller/Rothschild.
Não duvide que de última hora reapareça o nome de Domingo Cavallo como Ministro de Economia, é um dos preferidos pela banca.
São os banqueiros que escolhem quem será o Ministro de Economia, para garantir que os juros extorsivos da dívida pública ilegal continuem sendo pagos.
A única possibilidade de escapar desta terrível previsão é que o povo argentino acorde e apoie os movimentos políticos que defendem os interesses na nação. Felizmente na Argentina eles estão crescendo e atuantes. Um deles é o Projeto Segunda República, que começou como um projeto político e já está à caminho de se tornar um partido político em 2016.

Adrián Salbuchi, um dos fundadores do Projeto Segunda República

Nos comentários dos vídeos do PSR os seguidores pedem que seus integrantes se postulem urgentemente para as próximas eleições, porque já não aguentam mais as mentiras e o engano dos partidos políticos atuais sob controle das corporações. E como fazer crescer movimentos patriotas já que eles não possuem a grana que os partidos das multinacionais e banqueiros possuem e não têm acesso à grande mídia? Apoio popular. As pessoas terão que abandonar as ideologias políticas do século 19, criadas pelos donos do poder, e passar a ver a situação do país desde o ponto de vista geopolítico.
Graças à internet estes grupos conseguiram sair do anonimato e crescem a cada regime fraudulento que passa pela Casa Rosada. Não é um movimento perceptível para as massas, porque eles não aparecem na mídia corporativa. Não veremos artigos de um Adrian Salbuchi ou Enrique Romero no Clarín ou La Nación, mas sim em espaços alternativos ou independentes, como no caso do Canal TLV1 no Youtube.
E entre todas as desgraças que irão ocorrer na Argentina com Mauricio Macri, existe um ponto positivo nisto. A política neo-liberal de Macri não será fácilmente aplicada com um povo argentino cada vez mais miserável e revoltado. Observando a lista de tarefas de Macri é possível deduzir que haverá revoltas, greves e violência e ele pode não durar até o fim do mandato.
Mais um que vai fugir de helicóptero da Casa Rosada? É possível.
Neste cenário restará uma única opção para tentar salvar o país, os grupos nacionalistas não alinhados com banqueiros ou multinacionais, como os membros do Projeto Segunda República.
É bom que os brasileiros tomem como lição o que está ocorrendo na Argentina e passe a formar grupos nacionalistas que se oponham ao poder financeiro das multinacionais e banca sionista internacional. O que acontece na Argentina é usado como modelo para ser aplicado no Brasil e vice-versa.
Um fato de extrema gravidade e que os meios sionistas não divulgam. Mauricio Macri está processado por escutas ilegais na causa AMIA. O que revela uma conspiração entre ele e os lobbies sionistas na Argentina para ocultar a participação do Mossad e da CIA nos atentados terroristas ao edifício da AMIA/DAIA.


Mauricio Macri, o chefe de governo portenho foi processado em maio de 2010 e a medida confirmada por unanimidade pela Câmara Federal portenha em junho desse ano, no marco da causa a raíz da denúncia por escutas a seu telefone feita seis meses antes por Sergio Burstein. O dirigente de um setor de familiares das vítimas do atentado à AMIA culpou também a Macri pela nomeação do comissário federal Jorge “Fino” Palacio como primeiro chefe da Polícia Metropolitana quando estava acusado de ocultar provas na investigação do ataque terrorista, quem também está processado na causa das escutas. Na investigação foi provado que as escutas ilegais tinham alcançado também a um cunhado de Macri, Néstor Leonardo, que foi assumida a responsabilidade pelo empresério Franco Macri, pai do chefe de Governo, quem assegurou que tinha contratado a uma empresa estadunidense por razões de segurança familiar.

Como farão para que este mercenário traidor assuma a presidência tendo um processo desta magnitude nas costas? Aí entrará a corrupta corte argentina para liberar o caminho, inocentá-lo e ao mesmo tempo enterrar a possibilidade de investigar a participação do Mossad/CIA nos atentados à AMIA.
A partir de agora, o que acontecer na Argentina repercutirá negativamente em toda a região sulamericana. Mauricio Macri será usado como ponta de lança do sionismo Rothschild para derrubar Maduro, Correa, Morales e quem sabe, até Dilma Roussef. O objetivo no Brasil é usurpar o pré-sal e privatizar a Petrobras.
Os artigos abaixo demonstram o crescimento do poder militar dos EUA na região. O eixo sionista EUA-Israel-OTAN se prepara para criar uma guerra contra os países ricos em petróleo, gás, água e minérios.
As emissoras de TV brasileiras e os jornais não vão lhe dar estas informações, porque fazem parte da estrutura mafiosa que pretende continuar dominando nações através da dívida pública e promover um Governo Mundial.

segunda-feira, 23 de março de 2015

IRÃ E VENEZUELA NA MIRA DOS ESTADOS UNIDOS

Nova publicação em Caminho Alternativo

EUA bate os tambores de guerra contra o Irã e a Venezuela

by Caminho Alternativo
Tradução: Caminho Alternativo

(17-03-2015) Iniciou no passado 9 de março, nos Estados Unidos, uma contagem regressiva à uma guerra no Oriente Médio e na América Latina. Existe alguma relação entre a agressão estadunidense contra Venezuela e a ameaça aberta de ataque militar unilateral de Israel contra o Irã?

Venezuela

A opinião pública mundial e latinoamericana se viu surpreendida no passado 9 de março quando os Estados Unidos anunciou que a República Bolivariana da Venezuela, governada pelo presidente Nicolás Maduro, representa uma "ameaça para a Segurança Nacional dos Estados Unidos" motivando o presidente Barack Obama a declarar um "estado de emergência nacional" em seu país.
Rápidamente, grande parte dos países latinoamericanos manifestaram sua solidariedade com a Venezuela, mas tamanho anúncio do colosso do norte em relação ao seu vizinho sulamericano não deve ser avaliado como um mero ato isolado da política exterior tradicionalmente intervencionista aos seus vizinhos do sul, que desta vez possui como alvo a Venezuela.
Vislumbramos metas mais amplas que se dirigem não só contra toda a América Latina, a que EUA parece acreditar pronta para receber uma dose de "primavera latinoamericana", senão também a um (re)posicionamento no Oriente Médio.
Neste mundo globalizado, resulta necessário ampliar nossa visão e ajustar o foco geopolítico para poder melhor compreender o que realmente está ocorrendo e o que está aparentemente exagerado na medida dos EEUU contra a Venezuela poderia estar antecipando para um futuro muito próximo medido não em apenas meses, senão em semanas.

Estados Unidos e Israel ou Israel e Estados Unidos?

Uma revisão sobre a sequência de uma série de eventos poderá ajudar-nos a entender o que estaria sendo jogado. O anúncio estadunidense da suposta "ameaça" representada pela Venezuela – que interpretamos como uma medida prévia à imposição de "sanções" no estilo das dirigidas contra o Irã, Síria e Rússia – ocorreu um dia antes de acontecer o tão esperado discurso do primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu diante ambas câmaras do Congresso dos Estados Unidos, na terça-feira 10 de março.
O objetivo explícito do mediático discurso do chefe de Estado israelense que tanto "incomodou" ao presidente Obama e a boa parte dos democratas, foi explicar aos legisladores estadunidenses, aos norteamericanos, e a todo o mundo, que as negociações estabelecias por Obama com o Irã em torno a seu plano nuclear "estão erradas". Netanyahu explicou muito solto de corpo que as mesmas "não só não fecham o caminho do Irã à bomba (atômica); senão que abrem o caminho ao Irã à bomba".
Parece que o primeiro ministro israelense conhece muito melhor que o presidente norteamericano quais são as medidas de política exterior que mais – ou menos – lhe convêm aos EUA.
Não é todo dia que o chefe de Estado de uma potência militar estrangeira é convidada ao Congresso dos EUA – violando as mais elementais normas da diplomacia, protocolo e bons costumes nas relações entre os Estados – para que lhe explique aos legisladores que seu próprio presidente está errado.
Isto fez surgir pela enésima vez dentro e fora dos Estados Unidos uma pergunta de enorme transcendência geopolítica não só para esse país senão – considerando que EUA é a única superpotência global – para todo o mundo: no marco da tão falada "relação especial" que existe entre Estados Unidos e o Estado de Israel, qual dos dois têm a última palavra em certos temas chave, Estados Unidos ou o Estado de Israel?
Após o discurso de Netanyahu em Washington diante as orgásmicas ovações de pé por parte de todos os deputados e senadores republicanos – cuja paixão, lealdade e emoção se estenderam muito além do que deveria marcar a prudência e auto-estima – parece que essa pergunta ficou, uma vez mais, eloquentemente contestada.
Os alinhamentos essenciais da política exterior dos EUA claramente são controlados por Israel. Ou, para ser mais preciso, os aspectos essenciais da política exterior dos EUA são controlados através da enorme pressão exercida por uma nutrida rede de dezenas – senão centenas – de poderosíssimas instituições pró-sionistas que operam coordenada e juntamente à favor de objetivos mundiais em comum.
Entre elas, encontramos o AIPAC (American Israeli Public Affairs Committee – Comitê Estadunidense-Israelense de Assuntos Públicos, onde na semana passada Netanyahu fez seu primeiro discurso ao chegar aos EUA), o Comitê Judeu Estadunidense (American Jewish Committee), o Congresso Mundial Judeu, a Liga Anti-Difamação, a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Exteriores (CFR) e literalmente dezenas de seus homólogos em práticamente todos os países do Ocidente.
Ocorre também que nesta terça-feira 17 de março haverá eleições para primeiro ministro em Israel.
Sabido é que se o governante Partido Likud de Benjamin Netanyahu ganhar essas eleições, uma nova guerra generalizada no Oriente Médio pode estar perigosamente próxima.
Já é conhecido que se ocorrer o anunciado (desde 2006) ataque militar unilateral por parte de Israel contra as instalações nucleares iranianas, esse ataque terá uma resposta militar imediata e fulminante por parte do Irã de efeitos devastadores para Israel.
Também é sabido que quando isto ocorrer, as câmeras da CNN, BBC, FoxNews, DW e demais multimeios globais ocidentais alinhados com o sionismo se encarregarão de mostrar desgarradoras cenas de morte e destruição dentro de Israel, que gerarão poderosíssimas correntes de solidariedade, simpatia e apoio à favor da "pequena Israel". Entre outros, isto terá o efeito de arrastar a opinião pública norteamericana e a de seus aliados, à favor da intervenção militar à favor de Israel, goste ou não a Casa Branca.
Entenda-se: por cima da Casa Branca, do 10ª Downing Street, do Paláis de Elysee e das demais sedes de governo da União Européia e da aliança anglo-saxónica, existe um poder privado muito mais forte, vasto, global e com capacidade de planejamento a longo prazo.

Preparados, prontos... já!

Em previsão de ver-se envolvido numa nova mega-guerra no Oriente Médio que ocasionará todo tipo de transtornos aos Estados Unidos e seus aliados, especialmente rupturas no vital abastecimento de petróleo proveniente da zona do Golfo Pérsico cujo estratégico Estreito de Ormuz é controlado pelo Irã, resulta previsível que Estados Unidos dirija em forma "preventiva" seu olhar a outras fontes de petróleo, mais próximas de casa. Em direção à Venezuela, por exemplo.
De maneira que declarar a Venezuela como uma "ameaça a sua segurança interna" (!) lhe "abre o caminho", como diria Bibi Netanyahu, a um grande operativo de guerra psicológica dirigida contra o governo venezuelano de Maduro e têm dos claros objetivos.
Em primeiro lugar, pressionar a Venezuela para que siga entregando o milhão de barris de petróleo diários que até agora fluem desde a Venezuela.
Em segundo lugar, em caso de que as coisas fiquem muito feias e a Venezuela se solidarizar com o Irã e outras nações muçulmanas ou que pudesse derivar numa suspensão da provisão de seu petróleo aos Estados Unidos, então EUA – sempre "em defesa de sua ameaçada segurança nacional" – se considerará "justificado" de dar o golpe através de uma intervenção militar na Venezuela.
É claro que, perante o mundo, isto seria feito em nome da "democracia", dos "direitos humanos" e da "liberdade"; mas terá os mesmos efeitos devastadores para a Venezuela que similares operações "democráticas" e “libertadoras" promovidas pelos EUA e seus aliados no Iraque, Líbia, Síria, Afeganistão e outras nações.
Além disto, devemos dar por descontado que infiltrados dentro da Venezuela – como em todos os países latinoamericanos – existem disfarçados grupos de mafiosos, traidores, narcos e criminais, sempre prontos a alinhar-se com os Estados Unidos em contra de seu povo e o governo legítimo do presidente Maduro. Da mesma forma como vimos com os "lutadores pela liberdade" na Líbia em 2011 e na Síria em 2012/13; hoje mutados em "ISIS / Estado Islâmico", monstruoso "Frankenstein" criado pelos EUA e seus aliados, segundo a descrição do General Wesley Clark dos EUA.
Se por ventura Netanyahu não ganhar as eleições e em seu lugar o fizer o partido laborista do Sr. Herzog e sua aliada Tzipi Livni, isto talvez dê ao mundo uma trégua nesta guerra anunciada, mas não significa que o mundo possa respirar em paz.
O laborismo israelense claramente representa uma visão mais moderada e não fundamentalista do sionismo, mas igual identifica o Irã como seu principal inimigo na região.
Deve-se compreender que na Israel de Rothschild, a esquerda e a direita não representam tanto visões e projetos de governo diferentes nem antagônicos, senão que são duas caras de uma mesma moeda.
Ao igual que os republicanos e os democratas nos EUA, ambos sustentam e promovem guerras imperialistas no Oriente Médio e outras partes do mundo, embora o façam com diferentes estilos. George W Bush, Dick Cheney e Condoleeza Rice guerreavam em nome do "destino manifesto" quase religioso, próprio de fanáticos fundamentalistas da ultra-direita, enquanto que Barack Obama, John Kerry e Hilary Clinton o fazem segundo preceitos ideológicos de "democracia", "direitos humanos" e "liberdade".
Dois caminhos, com distintos níveis de hipocrisia, que possuem uma única meta que para os países vítima só termina em sangue, destruição e morte.
Quando as bombas e os drones chovem destruição sobre os povos do mundo, pouco importa saber se o botão o apertou um presidente democrata ou um republicano; um primeiro ministro do Likud ou um laborista.
De forma que a leitura que fazemos sobre as "tensões" que repentinamente surgem em torno à Venezuela conformam, entre outras coisas, parte dos preparativos logísticos para uma iminente guerra generalizada no Oriente Médio cujo alvo primário é o Irã.
Essa agressão injustificada contra o Irã também permite vislumbrar outro plano vasto dirigido contra nossa região: a intensificação de uma "primavera latinoamericana" da que estamos alertando há vários anos.
Hoje, Venezuela é o primeiro alvo. Tristemente, o segundo alvo o representa meu país, Argentina, especialmente após o assassinato do promotor da explosão da sede da AMIA/DAIA em Buenos Aires, Alberto Nisman, por volta de janeiro. Operando desde 2004 como agente israelense infiltrado no governo argentino, existem poderosos indícios de que Nisman deve ter sido eliminado pelos seus ao não conseguir evidência sobre uma suposta "pista iraniana" em torno àquele atentado de julho de 1994. Se Nisman tivesse declarado públicamente diante o Congresso Argentino em 19 de janeiro segundo estava previsto, isto teria representado o início do fim dessa falsa "pista iraniana"; mas esse é um capítulo separado dentro desta perigosa história.

Primeira Guerra Global

Voltemos ao Irã: se Israel ataca o Irã, este país responderá a sangue e fogo. Logo, EUA intervirá apoiando à "pequena Israel", como desde sempre. Israel sabe muito bem que o controle que exerce sobre os Estados Unidos é tão completo que poderá seguir atuando como o proverbial menino malcriado e teimoso que costuma insultar e buscar pleitos com todo o mundo, lançando o grito aterrador de: "faça o que te ordeno; senão vou contar ao meu irmão maior!".
O que ocorre é que por trás do Irã está a Rússia cujos líderes são plenamente conscientes que seu país é percebido como a maior cilada para o sonho messiânico de impôr um Governo Mundial – já não de fato como hoje senão de direito - com o qual vêm batalhando silenciosamente a aliança Rockefeller-Rothschild há muitas gerações.
Logo de ver o que o Ocidente é capaz de fazer e arriscar na Ucrânia, Rússia bem compreende que de maneira alguma pode ceder perante as potências ocidentais. Não o pode fazer na Síria, não o pode fazer na Ucrânia e muito menos poderá ceder no Irã.
Uma guerra entre Israel apoiada pelos EUA e seus aliados, contra o Irã respaldada pela Rússia? Isto seria o equivalente nem mais nem menos ao que chamamos uma "Primeira Guerra Global". Suas consequências são quase imprevisíveis.
Dizemos "guerra global" e não mundial, pois se o século XX foi o das "guerras mundiais" entre Estados Nacionais Soberanos, neste complexo século XXI, porém, os principais e mais poderosos atores são entidades difusas e em grande medida privadas que se estabeleceram por cima dos Estados nacionais, os que em sua maioria deixaram de ser autenticamente soberanos.
Hoje a última palavra a têm uma rede supranacional de poderosíssimos bancos, empresas multinacionais, lobbies, ONGs, multimeios manipuladores de opinião pública, todos operando coordenadamente à favor dos objetivos distantes do interesse dos povos, dentro de uma intrincada rede de poder, pressão e choque.
Alerta vermelho, então, para Venezuela, Irã, América Latina e Oriente Médio.
Os tambores de guerra se ouvem cada vez mais forte.
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi é analista político, autor, apresentador do programa de televisão "Segunda República" pelo Canal TLV1 da Argentina. Fundador do Projeto Segunda República (PSR) – http://www.proyectosegundarepublica.com/

Caminho Alternativo | março 20, 2015 às 12:25 am | Tags: nwosalbuchisionismoww3 | Categorias: Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-Mz

quinta-feira, 19 de março de 2015

OS MAUS CONSELHOS DE THOMAS FRIEDMAN

Nova publicação em Caminho Alternativo

‘New York Times': EUA deveria armar o Estado Islâmico para fazer frente ao Irã

by Caminho Alternativo
Tradução: Caminho Alternativo
 (19-03-2015) "Por que é do nosso interesse destruir o último bastião sunita [o Estado Islâmico] que faz frente à conquista total do Iraque pelo Irã? Por que as milícias xiitas que agora dirigem a luta contra o ISIS governarão Iraque melhor? Sério?", se pergunta Thomas Friedman, três vezes ganhador do Prêmio Pulitzer e colunista do 'The New York Times'.
"O Estado Islâmico, sendo horrível como é, surgiu como a resposta do arabismo sunita à derrota desse mesmo arabismo sunita (... ) Deveríamos estar armando ao Estado Islâmico? Por que, pela terceira vez desde o 11 de setembro, estamos liderando uma guerra em nome do Irã?", se interroga.
"No impiedoso Oriente Médio, o único que chama a atenção é a ameaça de queda do regime pela força. [Barack] Obama não têm essa vantagem no Irã (...) estamos negociando [sobre o acordo nuclear] com Irã sem uma influência crível de ameaça da força. E os aiatolás o sabem", adverte o colunista.
No artigo, Friedman lamenta que EUA tenha aniquilado a dois dos 'inimigos' do Irã. "Em 2002, destruímos o principal inimigo sunita do Irã no Afeganistão (o regime dos talibãns). Em 2003, destruímos ao principal inimigo sunita do Irã no mundo árabe (Saddam Hussein). Mas falhamos na hora de erguer uma ordem pluralista auto-sustentável que pudesse ter servido de contrapeso duradouro ao Irã, já que criamos um vazio no Iraque e no resto do mundo árabe sunita. É por isto que os representantes de Teerã dominam indiretamente quatro capitais árabes: Beirut, Damasco, Saná e Bagdá", sustenta Friedman.
FonteRT
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Comentário do blog
Thomas Friedman é um judeu sionista, colocado na redação do sionista New York Times para criar propaganda pró-Israel e contra os países que a máfia Rothschild quer invadir. Em tom imperialista, Friedman declara abertamente que o ISIS é o aliado dos EUA.
E qual o propósito? Atacar o alvo do regime israelense.
No mesmo texto admite os crimes cometidos pelos EUA no Iraque e Afeganistão, países invadidos através de mentiras criadas pela CIA/Pentágono e que foram divulgadas na mídia corporativa. O resultado foi milhões de civís assassinados e o petróleo roubado pelo cartel petroleiro Rockefeller/Rothschild.
Através destes "colunistas" a opinião pública é formada nos EUA para que a população apoie as invasões e genocídios cometidos pelas tropas estadunidenses, da OTAN e Israel.
O que foi marcado em vermelho no artigo é a confirmação de que as corporações petroleiras e bancos internacionais (máfia Rothschild) estão numa cruzada a nível global para derrubar governos e pilhar seus recursos. Quem possui petróleo, minérios, gás, água e terras cultiváveis são "terroristas", "inimigos" e "ameaça à segurança dos EUA e Israel".
Caminho Alternativo | março 19, 2015 às 7:38 pm | Tags: isisnwosionismoww3 | Categorias:Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-Mr

segunda-feira, 9 de março de 2015

O MESSIAS - FILME IRANIANO SOBRE JESUS

O Irã talvez é o país islâmico que mais sofre com as calunias dos cristãos ocidentais. Para desmistificar esse HOAX de uma vez por todas, quero informa-los da existência do filme “O Messias”, do diretor iraniano Nader Telebzadeh. O filme segue o prisma muçulmano sobre Jesus.
Que tiver interesse, pode assistir o filme com legendas em inglês no link que segue:
https://www.youtube.com/watch?v=nEjrTCRABMI
Peace be Upon You All, This movie depicts the life of Jesus (Isa) [Peace be Upon Him] from the Islamic point of view, as viewed in the Quran, and narrations ...
YOUTUBE.COM

sexta-feira, 6 de março de 2015

QUAL CAMINHO À PÉRSIA?

Nova publicação em Caminho Alternativo

Tony Cartalucci: “O confronto entre EUA e Israel sobre o Irã é ‘teatro’ planejado em 2009″

by Caminho Alternativo
Tradução: Caminho Alternativo

(03-03-2015) EUA e Israel tentam fingir seus desacordos em relação com a questão iraniana para "justificar o ataque unilateral israelense" contra a República Islâmica do Irã, opinam alguns especialistas.
O analista independente Tony Cartalucci afirmou num artigo, publicado no portal 'Activist Post', que um documento da Instituição Brookings (Brookings Institution), importante centro de investigação estadunidense, já em 2009 descreveu todos os aspectos da estratégia de Washington para "induzir o Irã a um conflito" e desta maneira cumprir com "os interesses ocidentais" na região.
documento, denominado 'Which Path to Persia? Options for a New American Strategy Toward Iran' ('Qual caminho à Pérsia? As opções para uma nova estratégia estadunidense sobre o Irã'), deixa claro que as negociações com o Irã sobre seu programa nuclear "não é mais que teatro, e que serão utilizadas para dar ao mundo a impressão de que EUA estuda todas as opções 'pacíficas' possíveis antes de recorrer a uma mudança de regime violento".
Segundo o analista, o atual "conflito diplomático" que parece ser cada vez maior entre os velhos aliados EUA e Israel, também pode ser nada mais que parte desse "teatro". Em particular, um capítulo titulado 'Allowing or Encouraging an Israeli Military Strike' ('Permitir ou incitar a um ataque militar israelense') trata "dos planos dos EUA de negar qualquer responsabilidade por um ataque que usaria seu representante regional, Israel" contra a república islâmica.
Ou seja, se cria a impressão de que enquanto que EUA "desesperadamente" recorre a esforços diplomáticos, "o cachorro louco Israel busca atacar unilateralmente o Irã", algo que ajuda a conseguir a aprovação da política estadunidense em relação com o país.
FonteRT
Caminho Alternativo | março 5, 2015 às 11:20 pm | Tags: nwosionismoww3 | Categorias: Mundo | URL: http://wp.me/p29z3m-LG