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sábado, 4 de julho de 2015

VERDADES SOBRE O ISIS E A AL QAEDA

24 verdades sobre o ISIS 

e

a Al- Qaeda que não 

querem que você saiba 2

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Michel Chossudovsky/Resumen Latinoamericano/
Global Research, 26 de maio de 2015 –

O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, o MOSSAD e o MI6 para acabar com a Síria. O professor Michel Chossudovsky, economista canadense e diretor do Centro de Investigação sobre a Globalização, de Montreal, enumerou 24 verdades que os governos ocidentais não querem que a população conheça sobre o ISIS ( Estado Islâmico) e a Al-Qaeda… Como é possível que sigam o jogo dos Estados Unidos encaminhado a criar um estado mundial policial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie em sua máxima dimensão.
COISAS QUE NÃO QUEREM QUE SAIBAMOS SOBRE A AL-QAEDA
1 – Os Estados Unidos apoiaram a Al Qaeda e suas organizações afiliadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegano-soviética.
2 – A CIA criou campos de treinamento para a Al-Qaeda no Paquistão. No período de dez anos, desde 1982 até 1992, cerca de 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.
3 – Desde a época da Administração Reagan, Washington apoiou a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.
Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Tudo era por “uma boa causa”: a luta contra a União Soviética e a mudança do regime, o que levou ao desaparecimento de um governo secular no Afeganistão.
Apenas precisamos lembrar os filmes de propaganda da época, como o célebre Rambo III…
4 – Os livros de textos jihadistas publicados pela Universidade de Nebraska. Os Estados Unidos gastaram milhões de dólares para fornecer livros de textos repletos de imagens violentas e ensinamentos islâmicos às escolas afegãs.
5 – Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda e homem mais odiado dos Estados Unidos, foi recrutado pela CIA em 1979, no próprio começo da guerra jihadista do Afeganistão contra a União Soviética. Na época, Bin Laden tinha 22 anos e foi treinado em um campo de treinamento de guerrilhas patrocinado pela CIA.
Segundo o Professor Chossudovsky, a Al Qaeda se encontrava por trás dos ataques do 11 de setembro. De fato, o ataque terrorista de 2001 proporcionou uma justificativa para uma guerra contra Afeganistão, sob o argumento de que o Afeganistão era um estado patrocinador do terrorismo da Al Qaeda.
6 – O Estado Islâmico ou ISIS era originalmente uma entidade afiliada à Al Qaeda, criada pela inteligência dos Estados Unidos, com o apoio do M16 Britânico, o Mossad Israelense, os serviços da Arábia Saudita (GIP ou Ri’āsat Al-Istikhbarat Al-‘Amah (رئاسة الاستخبارات العامة).
7 – As brigadas do ISIS sempre estiveram envolvidas no apoio à insurgência que os EUA e a OTAN têm dirigido contra o governo sírio de Bashar al Assad.
8 – A OTAN e o Estado Maior da Turquia foram os responsáveis pela contratação de mercenários do ISIS e Al Nusrah desde o início da insurgência síria, em março de 2011.
Segundo fontes da inteligência israelense, publicadas na web DEBKA, esta iniciativa consistiu em: “Uma campanha para recrutar milhares de voluntários muçulmanos em países do Oriente Médio e do mundo mulçumano para lutar junto dos rebeldes sírios. O exército turco aloja estes voluntários, os treina e assegura sua entrada na Síria”.
9 – Existem membros das forças especiais ocidentais e agentes de inteligência ocidentais dentro das fileiras do ISIS. Membros das Forças Especiais Britânicas e do M16 participaram do treinamento dos rebeldes jihadistas na Síria.
10 – Especialistas militares ocidentais contratados pelo Pentágono treinaram os terroristas no uso das armas químicas.
“Os Estados Unidos e alguns aliados europeus estão utilizando contratados da defesa para treinar os rebeldes sírios sobre como assegurar os arsenais de armas químicas na Síria, segundo informou um alto funcionário dos Estados Unidos e vários diplomatas de alto nível à CNN”.
11 – As decapitações brutais realizadas pelos terroristas do ISIS constituem os programas de treinamento patrocinados pela CIA nos campos da Arábia Saudita e Qatar e cujo objetivo é causar pavor e comoção.
12 – Muitos dos criminosos recrutados pelo ISIS são presidiários condenados libertos dos cárceres da Arábia Saudita, país aliado do Ocidente. Entre eles encontram-se cidadãos sauditas condenados à morte, que foram recrutados para se unirem às brigadas terroristas.
13 – Israel apoiou as brigadas do ISIS e Al Nusrah dos Altos do Golán, em sua luta contra o governo de Al-Assad e as forças xiitas da Hezbollah.
Combatentes jihadistas se reúnem regularmente com oficiais das Forças de Defesa Israelenses (FDI), assim como com o primeiro ministro Netanyahu.
O alto comando das FDI reconhece tacitamente que: “elementos da jihad global dentro da Síria, membros do ISIS e Al Nusrah, são apoiados por Israel”.
14 – Os soldados do ISIS dentro da Síria trabalham sob as ordens da aliança militar ocidental. Seu mandato tácito é causar estragos e destruição na Síria e Iraque.
Uma prova disso é a foto em que o senador estadunidense John McCain se reúne com líderes terroristas jihadistas na Síria.
15 – As milícias do ISIS, que atualmente são o alvo de uma campanha de bombardeios dos Estados Unidos e da OTAN sob o manto da “luta contra o terrorismo”, continuam sendo apoiadas secretamente pelo Ocidente.
Forças xiitas que lutam contra o ISIS no Iraque, assim como membros do próprio exército iraquiano denunciaram repetidamente as ajudas militares fornecidas pelos Estados Unidos aos terroristas do ISIS, enquanto combatiam contra eles.
16 – Os bombardeios estadunidenses e aliados não estão apontando o ISIS, mas possuem o objetivo de bombardear a infraestrutura econômica do Iraque e Síria, incluindo suas fábricas e refinarias de petróleo.
17 – O projeto do ISIS de criar um califado faz parte de uma agenda política exterior dos Estados Unidos, que pretende dividir o Iraque e a Síria em territórios separados: um califado islâmico sunita, uma República Árabe xiita e a República do Curdistão.
18 – “A Guerra Global contra o Terrorismo” se apresenta frente à opinião pública como um “choque de civilizações”, uma guerra entre os valores e as religiões quando, na realidade, trata-se de uma guerra de conquista, guiada por objetivos estratégicos e econômicos.
19 – As brigadas terroristas da Al Qaeda, patrocinadas secretamente pelas agências de inteligência ocidentais, foram implantadas no Mali, Níger, Nigéria, República da África Central, Somália e Iêmen para levar o caos a esses países e justificar uma intervenção militar ocidental.
20 – Boko Haram na Nigéria, Al Shabab na Somália, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia, (apoiado pela OTAN em 2011), Al Qaeda no Magreb Islâmico e Jemaah Islamiya na Indonésia, entre outros, são grupos afiliados à Al Qaeda, que são secretamente apoiados pela inteligência ocidental.
21 – Os Estados Unidos também estão apoiando organizações terroristas afiliadas à Al Qaeda na região autônoma Uigur, na China. Seu objetivo é desencadear a instabilidade política no oeste da China.
22 – A ameaça terrorista local, como a que vemos nos EUA ou Europa, é uma fabricação promovida pelos governos ocidentais e apoiada pelos meios de comunicação com a finalidade de criar uma atmosfera de medo e intimidação, que leve a uma anulação das liberdades civis e favoreça a instalação de um estado policial.
Por sua vez, as prisões, julgamentos e condenações de “terroristas islâmicos” servem para sustentar a legitimidade do Estado de Segurança Interna dos Estados Unidos e a crescente militarização de suas forças de segurança.
O objetivo final é inculcar na mente de milhões de estadunidenses que o inimigo é real e que a Administração dos Estados Unidos protegerá a vida de seus cidadãos.
O mesmo podemos dizer de países como França, Reino Unido ou Austrália.
23 – A campanha “antiterrorista” contra o Estado Islâmico contribuiu com a demonização dos muçulmanos que, aos olhos da opinião pública ocidental, se associam cada vez mais aos jihadistas, assentando assim as bases para um choque de religiões e civilizações.
24 – Qualquer um que se atreva a questionar a validade da “Guerra Global contra o Terrorismo” é qualificado como terrorista e se vê submetido às leis antiterroristas.
Estabelece-se com isso, um primeiro instrumento para perseguir qualquer tipo de dissidente ideológico, associando-o ao terrorismo.
Esta ferramenta poderá ser estendida posteriormente a qualquer outro tipo de dissidência ideológica.
Como vemos, a administração Obama finalmente impõe um consenso diabólico, com o apoio de seus aliados e do papel cúmplice do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A imprensa ocidental abraça esse consenso de forma obediente e entusiasta; descreve o Estado Islâmico como uma entidade independente, surgida do nada, um inimigo exterior que ameaça os valores “pacíficos e democráticos” do mundo ocidental.
Criou-se um inimigo que pode aparecer e atuar em qualquer momento, como um fantasma com o qual se assusta a população quando mais convenha e empurrá-la a aceitar qualquer tipo de política repressiva das liberdades e qualquer tipo de ação militarista a serviço dos grandes poderes ocidentais.
E pelo visto, este drama, apenas começou…
Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/05/26/24-cosas-sobre-isis-y-al-qaeda-que-no-quieren-que-sepas/
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

domingo, 28 de setembro de 2014

OS EUA SÃO A FONTE DE TODO TERRORISMO NO MUNDO

Nasrallah: “EUA é a mãe do terrorismo”
Hassan Nasrallah em discurso de 25/7/2014
O Secretário-Geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, disse nessa 3ª-feira (23/9/2014) que seu grupo jamais, em tempo algum, será parte de alguma “coalizão” anti-ISIL comandada pelos EUA, que são a “fonte” de todo o terrorismo no mundo.
A coalizão, que já iniciou os ataques aéreos ilegais na Síria, nessa 3ª-feira (23/9/2014), foi criada pra salvaguardar interesses exclusivos dos EUA, não para combater contra algum terrorismo como alega – disse Nasrallah, em discurso televisionado.
“Na nossa avaliação, os EUA são a mãe do terrorismo, a fonte de onde brota todo o terrorismo. Se há terrorismo no mundo, seja onde for, hoje, olhe para os EUA” – disse o Secretário-Geral do Hezbollah.
“Os EUA dão completo apoio ao terrorismo praticado pelo estado sionista. Os EUA apoiam Israel, militarmente, financeiramente, legalmente, ilegalmente e até asseguram a Israel o veto no Conselho de Segurança da ONU, sempre que precisarem”.
Nasrallah continuou: "Foram os EUA quem lançaram a bomba atômica sobre o povo do Japão. Foram os EUA que mataram incansavelmente o povo do Vietnã e em outros pontos do mundo; e são os EUA que sempre se mantiveram ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, nos 50 dias de guerra contra Gaza. Os EUA não têm qualificação ética ou moral para se apresentarem como líderes de uma coalizão para lutar contra o terrorismo”.
Os comentários foram feitos depois que EUA e ditaduras árabes aliadas começaram os ataques aéreos não autorizados contra alvos jihadistas na Síria, provocando a indignação de Irã e Rússia, aliados de Damasco.
Nasrallah descartou de antemão qualquer possibilidade de sua oposição à “coalizão” comandada pelos EUA ser apresentada como apoio ao Estado Islâmico no Iraque e Síria (ISIS/ISIL); lembrou que já denunciou inúmeras vezes os mesmos extremistas e pregou que fossem eliminados.
Verdade é que muitos dos agora incluídos na coalizão anti-ISIS/ISIL sempre financiaram os terroristas que hoje lutam no Iraque e na Síria, o que força os povos da região a questionar os motivos dessa repentina “coalizão”, acrescentou Nasrallah, referindo-se a Arábia Saudita e Qatar.
O Líbano é um dos dez países árabes que juraram apoio à coalizão, compromisso ao qual Nasrallah disse que sempre se opôs.
“O presidente Obama que jamais diga que o Hezbollah defendemos minorias, sejam muçulmanos ou cristãos” – disse Nasrallah.
“É claro que jamais integraríamos uma coalizão que só serve aos interesses de EUA, não aos interesses dos povos da região”.
No discurso de 15 de agosto de 2014, Nasrallah observou que os EUA só decidiram envolver-se na luta contra o ISIS/ISIL quando os jihadistas aproximaram-se do Curdistão Iraquiano, região estrategicamente importante para o ocidente.
Nasrallah também conclamou o Líbano a negociar “a partir de posição de força” para obter a liberdade de 26 soldados que o ISIS/ISIL e a Frente al-Nusra mantém como reféns nos arredores da cidade de Ersal, no nordeste do país.
Disse que a situação dos reféns, sequestrados durante combates de cinco dias contra os jihadistas, há sete semanas, é “humilhante”.
Os grupos sequestraram originalmente mais de 30 soldados das forças de segurança do Líbano. Depois do sequestro, a frente al-Nusra libertou cinco reféns e executou um. E o ISIS/ISIL degolou dois.
A Frente al-Nusra (ISIS/ISIL) mostra os soldados libaneses capturados

Nasrallah disse que as negociações para obter a libertação dos reféns estavam sendo dificultadas pelo “desempenho político” de alguns partidos, interessados em obter “dividendos políticos”.

“Em nome dos soldados, do exército, das respectivas famílias, do país, ponhamos de lado as diferenças políticas e os objetivos políticos” – disse ele, referindo-se a recentes declarações de membros do movimento 14 de março, que acusaram o Hezbollah de culpa nos sequestros, por causa de sua ação militar na Síria.
Disse que todos os que acusam os Hezbollah de opor-se a negociações com os jihadistas, são “mentirosos”; insistiu que o Partido de Deus sempre apoiou os esforços do governo libanês para obter a liberdade dos reféns, “desde o primeiro dia”.
“Quem apareça para dizer que o Hezbollah teria rejeitado o princípio da negociação mente para promover interesses políticos partidários, não porque deem qualquer importância à vida e ao retorno dos reféns” – disse Nasrallah.
“Nós jamais rejeitamos o princípio da negociação, seja com terroristas, takfiris, não importa. Com Israel, que seja, também não importa: negociamos sempre que se trate de questão humanitária”.
Mas Nasrallah disse que é lógico e faz pleno sentido que o Líbano exija, como condição para negociar, que os sequestradores parem com as execuções de reféns.
“Temos de negociar de uma posição de força, não na posição de quem chora ou suplica” – disse ele. – “Muito choro só levará a mais catástrofe. Se há esperança de que aqueles soldados voltem para suas famílias, essa esperança está em negociarmos a partir de posição digna, não humilhada ou súplice.” (Al-Akhbar)

sábado, 27 de setembro de 2014

O DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA NA ONU E OS ATAQUES FASCISTAS

Quem me acompanha sabe bem que fui um dos primeiros jornalistas brasileiros a denunciar o grupo terrorista da vez – o Daesh -, que, hoje, cinicamente se auto denomina “Estado Islâmico”, uma facção criminosa composta de mercenários de vários países do mundo que não é nem um Estado e nem suas práticas são islâmicas.
Enquanto muitos só ouviram falar desse grupo agora, eu era um dos que já vinham denunciando os crimes dessa facção criminosa, inclusive nas redes sociais , e cujas vítimas principais são os próprios muçulmanos (sunitas e xiitas), embora entre essas vítimas estejam também cristãos, curdos, yazidis, armênios e drusos.
Denunciamos não só os crimes como também quem são os criadores, os gurus ideológicos e os patrocinadores desse grupo de mercenários que controla territórios e poços de extração de petróleo no Oriente Médio. Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Qatar e Israel estão por trás não só do Daesh (EI) como também de outros grupos terroristas como a Jubhat Nusra (Frente Al-Nusra), considerado o braço da Al-Qaeda na Síria.
Sempre disse que não há lugar do mundo onde a aliança dos Estados Unidos e seus aliados com a Al-Qaeda está mais evidente do que na Síria.
Portanto, parabenizamos e apoiamos o discurso da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, proferido, ontem, durante a abertura da sessão dos debates da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em que condenou os ataques hipócritas e o uso da violência para resolverem os problemas do Oriente Médio por parte do governo dos Estados Unidos e seus aliados ditadores e genocidas, os verdadeiros criadores de grupos extremistas e terroristas naquela região do mundo.
Postura digna
Dilma agiu como uma estadista e mostrou que o Brasil não é capacho dos ianques. A exemplo da maioria dos países do mundo, o Brasil não embarcou nesta nova farsa, por saber que a luta contra o Daesh proposta pelos Estados Unidos é uma “furada” que não vai levar a lugar algum.
Por conta desse discurso corajoso, a presidente Dilma Rousseff vem sendo covardemente atacada e acusada de forma distorcida de se posicionar a favor do Daesh (EI), o que não é verdade. Esses grupos fascistas no Brasil, que atacam covardemente a presidente do país, incluindo alguns veículos de comunicação, ao mesmo tempo em que procuram satanizar Dilma - que não tem nenhuma participação na criação do Daesh -, pintam uma imagem de “santo” e de “salvador” da Humanidade de Barack Obama.
O regime de Obama e os de seus aliados estão envolvidos até “os ossos” com os extremistas wahabitas-salafistas-takfiris (chamados erradamente de islâmicos e jihadistas, pois o que fazem não é jihad – cujo significado real é defesa da fé -, mas sim praticam violência barata em prol de interesses políticos e econômicos). Ou seja, na visão distorcida desses fascistas, a Dilma é ruim porque apoia extremistas e o Obama é o bom porque vai salvar o mundo e a civilização dos extremistas. Tenha a santa paciência!!!
Condenar os ataques ilegais e inúteis dos Estados Unidos e de suas ditaduras aliadas não significa apoio ao Daesh, mas sim apoio ao respeito as leis internacionais que proíbem países de apoiar grupos terroristas e de tomar medidas à revelia da ONU.
Críticas gerais

As críticas não partiram só de Dilma. O jornal New York Times, um dos principais dos Estados Unidos, criticou a decisão do governo Obama em suas páginas de atacar na Síria sem um debate com a sociedade norte-americano. Países importantes como a China, Rússia e Irã, embora interessados no fim do Daesh e que já vêm combatendo esse grupo, criticaram a forma “cowboy” que os Estados Unidos querem usar para resolver o problema.

Os ataques “de longe” realizados pelo regime genocida dos Estados Unidos em conjunto com governos monárquicos absolutistas, mesmo que sejam contra os monstros que eles criaram, além de ilegais e violarem as leis internacionais, são inúteis, pois vão proliferar mais ódio e a violência. Não terão sua eficácia atingida caso não haja o uso de forças terrestres, algo que até agora não foi definido é quem vai fazer esse jogo sujo “no campo” de batalha contra os bárbaros do Daesh.
Se querem acabar com o Daesh, então que fechem as fontes de financiamento de dinheiro e de abastecimento de armas que estão nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, no Qatar, na Turquia e em Israel, que agora “juram” querer acabar com esse grupo para posarem na mídia e para opinião pública como os lutadores contra o terrorismo, quando, na prática, são eles os maiores beneficiados da existência do terrorismo.
Abaixo trecho do discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU em que o Brasil se posicionou contra o fim da violência, contra o terrorismo e a favor da paz no Oriente Médio:
“A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente. 
Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. 
O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.

A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz, mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos."

terça-feira, 20 de maio de 2014

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL NA SÍRIA

No, this is NOT Hiroshima in WWII--This is Homs, Syria...today!

  • 10 h · 
    VOCÊ ESTÁ VENDO UMA FOTO DA CIDADE DE HOMS, NA SÍRIA. 
    (Compartilhei da página do Dr. Ghassan Obeid, Ministro Conselheiro, Chefe do Departamento de Protocolo do Ministério das Relações Exteriores da Síria, Ex- Chefe da Representação Diplomática da República Árabe Síria no Brasil e Ex- Cônsul Geral da Síria em São Paulo.)

    Você NÃO está vendo Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial.
    Esse é o resultado de 3 anos de agressão do ocidente contra a Síria, que é a Terceira Guerra Mundial.
    Uma parte da cidade de Homs ficou assim. Era onde os mercenários terroristas apoiados, treinados, armados pelos Estados Unidos e seus países satélites da OTAN, com o financiamento do Qatar e da Arábia Saudita, ficaram fazendo guerra de guerrilha.
    Finalmente, eles foram batidos, e tiveram que se retirar levando os seus familiares e mais 6 espiões qataris, 4 sauditas e, ao menos, 30 membros dos serviços de espionagem da França, Turquia, Estados Unidos e Israel que lá estavam com eles.
    As armas pesadas, tais como blindados, metralhadoras pesadas, canhões anti-aéreos, peças de artilharia, lançadores de foguetes, canhões lançadores de morteiros e uma enorme quantidade de equipamentos de comunicação satelital e sofisticados sistemas de espionagem foram deixados em Homs, como parte do acordo feito com o Exército Árabe Sírio para que não fossem todos mortos.
Carlos Tebecherani Haddad - "As vidas NUNCA serão reconstruídas. O ocidente, que não tem qualquer ESCRÚPULO, explora a pobreza para recrutar gente paupérrima de todos os pontos da Terra. Trouxeram para a Síria 125 mil jovens, que tornaram-se mercenários e terroristas, mataram inocentes, crianças, idosos, estupraram as filhas da Síria, mataram jovens soldados, cometeram todos os tipos de atrocidades, tudo para tentar derrubar o presidente Bashar Al Assad e todo o seu governo, para poderem PASSAR UM GASODUTO pelo território sírio. E 16 mil quilômetros quadrados da Síria passariam para a empresa operadora do gasoduto, a Shell Oil. A cidade de Homs SERÁ RECONSTRUÍDA em tudo o que foi destruído. Esse bairro da foto será totalmente demolido e feito de novo. Homs, e toda a Síria, será mais bela, mais forte, e mesclará o moderno com o antigo. O que der para reconstruir, reparar, dos lugares históricos, será feito. Os mártires, civis e militares, terão os seus nomes inscritos na Grande Tábua dos HERÓIS DA PÁTRIA, ao lado daqueles que deram as suas vidas pela defesa das suas raízes, dos valores da Nação, dos direitos dos seus irmãos e cidadãos. Em defesa do FUTURO dos seus filhos e descendentes. Em defesa da HONRA, da DECÊNCIA, tudo feito com FÉ, com AMOR A DEUS. Assim tem sido, desde Salah Al Din Al Ayubi, o SALADINO. Hoje a Síria combate os novos cruzados, e está vencendo a guerra. Em honra às suas almas, e aos sacrifícios que fizeram pela Pátria Mãe, elevemos as nossas orações a eles".

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A HORA E A VEZ DO EGITO

Depois de Líbia e Síria, é a vez do Egito

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A equipe do Oriente Mídia selecionou dois artigos sobre a formação do “Exército Livre Egípcio” que tem campos de treinamento na Líbia e planeja transformar o Egito na próxima vítima do “inverno” árabe.

Depois de Síria, Egito
Yusuf Fernandez


A ofensiva terrorista no Egito está passando por uma escalada notável, já que os principais patrocinadores que apoiaram e apoiam a causa dos grupos armados na Síria, ou seja, o Qatar e a Turquia de Erdogan, estão agora empenhados em uma nova campanha de desestabilização semelhante, desta vez contra Egito.
Estas forças acreditam que um Egito forte e estável coloca em risco os seus interesses, já que o pais poderia adquirir -por seu tamanho, seu desenvolvimento histórico e sua população- um papel de liderança no mundo árabe como o que já teve na época do pai do panarabismo, Gamal Abdel Nasser. Isto é particularmente preocupante para as tentativas de Erdogan de construir uma espécie de império neo-otomano sob seu controle e para o diminuto Qatar, que continua empenhado em desestabilizar seus vizinhos, espalhar a ideologia da Irmandade Muçulmana e desempenhar o papel de grande potência árabe e regional.
O cenário sírio se repete, também, em relação à atitude das grandes potências. Enquanto a Rússia, principal pilar da ordem internacional emergente, é um dos principais apoiadores da estabilidade do Egito. EUA, por enquanto não tem ido tão longe como foi na Síria, onde apoia uma oposição sem vínculos reais com sociedade e intimamente ligada ao terrorismo takfiri, mas atua pela omissão, permitindo que os seus aliados do Qatar e da Turquia continuem seu projeto de desestabilização.
Segundo o jornal libanês Al Akhbar, citando fontes de inteligência, "eles estão tentando criar um exército livre egípcio na Líbia com o apoio da Irmandade Muçulmana, Turquia e Qatar. Este grupo estaria planejando atacar instalações importantes do país, atacando as prisões para libertar os detidos e perturbar as eleições presidenciais”. “

O que está se preparando na Líbia?
Fonte: al-Akhbar

Após a queda do regime de Gaddafi na Líbia pela OTAN – os rebeldes não teria nenhuma chance contra o exército líbio sem o apoio da Aliança do Atlántico Norte- acontecida há três anos, a Líbia mergulhou em um estado de caos total e se transformou em uma base terrorista. Por causa do papel que as milícias têm naquele país, o país tornou-se um dos principais fornecedores de armas para grupos terroristas no Oriente Médio e Norte da África, como se viu no caso da Síria e outros países. O estado líbio não quer, e nem mesmo poderia parar esses envios ou prevenir tais atividades em seu território.
Segundo afirmações de fontes jihadistas a Al Akhbar “fábricas na Líbia preparam uniformes do chamado “exército livre egípcio” e já estão distribuindo entre os seus membros. Grandes quantidades de armas, veículos e outros equipamentos estão sendo entregues aos grupos “egípcios” e armazenados no autoproclamado “Emirado” de Darna, na região líbia de Cyrenaica, com o apoio de serviços de inteligência que apoiam estes grupos.
Os componentes deste grupo parecem ser estudantes egípcios que fugiram à Líbia após o derrocamento do presidente Mohammed Mursi, em julho de 2013, mas há também sudaneses e muitos milicianos que vieram para a Líbia, provenientes de guerra na Síria, onde acumularam uma grande experiência. Como acontece em outros lugares, os grupos melhor organizados são membros de Al Qaeda, que estão sob o comando de Sufian al -Hakim e têm uma vasta experiência na criação de redes e células.
O chefe do “Exército Livre Egipcio” é Sharif al Radwani, é ele que administra os campos de treinamento e os depósitos de armas do grupo na Líbia. Ele participou em combates na Síria, no Líbano e no Afeganistão. O responsável pelos contactos com patrocinadores e os serviços de inteligência estrangeiros é Ismail al Salabi. Ele é membro do Alto Comando da Al Qaeda e um amigo e confidente do chefe do serviço de inteligência do Qatar, Ganim Kubaisi, com quem se reúne regularmente. Outra ligação com o Qatar é Abu Ubaida, veterano líder da Al Qaeda, que já trabalhou com o serviço de inteligência do Qatar, na Líbia e na Síria. É bom lembrar que Qatar e Turquia têm oficiais dos seus serviços de inteligência operando na Líbia, onde inspecionam os campos de treinamento de terroristas e coordenam a aquisição de armas e a entrega aos milicianos.
Outro dos líderes militares é Abdul Fahd al Zaz , que também lutou na Síria, mas viajou para a Líbia para ajudar a lançar o projeto contra o Egito. Ele parece estar ligado principalmente aos estudantes egípcios que viajaram para a Líbia se ocupa com a supervisão do treinamento e tarefas de coordenação.
Segundo fontes egípcias, esses líderes terroristas estão em contato com o Guia Supremo da Irmandade Muçulmana, Khairat al- Shatir , que estaria interessado em desestabilizar as novas autoridades egípcias e criar o caos antes da realização de novas eleições presidenciais, que favorecem o novo homem forte do país, Abdul Fattah al Sisi.
O Exército Livre egípcio está sendo organizado de forma paralela com a expansão de outros grupos terroristas no Sinai, principalmente Maqlis Bait al Ansar, que lideraram uma campanha contra as forças de segurança egípcias na Península, no Cairo e outras cidades egípcias e foi recentemente declarada uma organização terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA.
Este grupo procura atentar contra militares e membros das forças de segurança assim como contra infraestruturas vitais. Seu objetivo é derrubar o governo atual, que consideram em “guerra contra os muçulmanos “, após a derrubada do presidente Mohammed Mursi. Nos últimos meses, Bait al Ansar Maqlis tornou-se uma força de elite que provocando atentados ousados no Cairo e em outras cidades.
Quando o Exército Livre Egípcio unir forças com o grupo, a magnitude da violência no Egito poderia sofrer uma forte escalada. A capacidade de recrutar esses grupos no Egito é maior do que na Síria, onde as minorias religiosas -alawítas, cristãos, xiitas, drusos têm prestado um forte apoio ao governo por causa de seu medo justificado de ser exterminados ou, na melhor das hipóteses, serem severamente marginalizados no caso de triunfo de grupos takfiris.
No Egito, há apenas uma minoria significativa, a cristã copta, mas não tem a influência nem a capacidade das minorias na Síria. O Egito também tem milhões de jovens em situação de pobreza que podem ser facilmente recrutados por grupos terroristas.
Por último, é bom ressaltar que o Egito é muito relevante para os grupos extremistas. O próprio líder de Al Qaeda, Zaim al Zawahiri, é egípcio e o país, por sua influência e demografia, é uma peça cobiçada para estes grupos, até mais que a Síria.
Comentando sobre a situação no Egito, fontes militares disseram a Al- Akhbar que “o Egito está em uma crise real” , em função da gravidade da situação que o país enfrenta. “A ignorância das forças de segurança sobre os novos terroristas é desastrosa”.

http://www.orientemidia.org/depois-de-libia-e-siria-e-a-vez-do-egito/
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