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domingo, 18 de outubro de 2015

MÍSSEIS DOS EUA FORNECIDOS PARA OS TERRORISTAS CONTRA A SÍRIA


Infelizmente, isso você não vê na sua ‪#‎TV‬... Eles não mostram.

‪#‎Mísseis‬ anti-tanque de ‪#‎fabricação‬ ‪#‎estadunidense‬ estão surgindo na ‪#‎Síria‬, através da Arábia Saudita, como parte de um programa secreto da ‪#‎CIA‬ para impulsionar ‪#‎terroristas‬ ‪#‎anti_Assad‬. Os mísseis anti-tanque, chamados ‪#‎TOW‬, são armas sofisticadas projetadas para destruir os tanques inimigos e explodir bunkers reforçados. Esta arma está nas mãos dos #terroristas do ‪#‎ISIS‬, ‪#‎Al_Qaeda‬, ‪#‎Al_Nusra‬ e ‪#‎FSA‬, que atuam sob ‪#‎ordens‬ de ‪#‎Washington‬, ‪#‎Ankara‬, ‪#‎Riad‬ e ‪#‎Tel_Aviv‬.


EUA fornece mísseis anti-tanque TOW para os terroristas na Síria

Mísseis anti-tanque de fabricação estadunidense estão surgindo na Síria, através da Arábia Saudita, como parte de um programa secreto da CIA para impulsionar terroristas anti-Assad. Os mísseis anti-tanque, chamados TOW, são armas sofisticadas projetadas para destruir os tanques inimigos e explodir bunkers reforçados. Esta arma está nas mãos dos terroristas do ISIS, Al-Qaeda, Al-Nusra e FSA, que atuam sob ordens de Washington, Ankara, Riad e Tel Aviv.

Publicado em 17 de out de 2015
American-made anti-tank missiles are surfacing in Syria as part of a CIA secret program to boost anti-Assad terrorists.

The anti-tank missiles, called TOWs, are sophisticated weapons designed to kill enemy tanks and blow up reinforced bunkers.

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

MÍDIA ISRAELENSE CONFIRMA RELAÇÕES ENTRE ISRAEL E AL QAEDA NA SÍRIA

Nós já sabiamos mas é sempre bom lembrar: Mídia israelense confirma colaboração entre ALQAEDA e Israel na Síria.
We have already known but it's always good to remember: Israeli media confirms collaboration between Al Qaeda and Israel in Syria.


Medios israelíes confirman relaciones entre Israel y Al Qaida en Siria
El Ejército y círculos mediáticos israelíes han confirmado que la cooperación entre la entidad sionista y el Frente al Nusra, el representante de Al Qaida en Siria, está creciendo cerca del Golán ocupado.

El Canal 10 israelí informó que el Ejército de ocupación israelí pidió al Frente al Nusra que detuviera sus ataques contra la pequeña ciudad drusa de Hadar, afirmando que el grupo takfiri había respondido favorablemente a la petición israelí.

Entretanto, medios israelíes justificaron el ataque del grupo terrorista contra Hadar, afirmando que la ciudad del sur de Siria apoya al gobierno de Bashar al Assad y representa un punto de partida para los ataques de la resistencia contra las fuerzas de ocupación israelíes en los Altos del Golán.

“Los drusos de Hadar respaldan a (el presidente) Bashar al Assad y esto es un hecho bien conocido. De este modo, el Frente al Nusra quiere saldar cuentas con ellos”, dijo el experto israelí Hazi Simantov al Canal 10 israelí.

Por su parte, Ore Heller, otro experto militar israelí, advirtió en contra de atender los llamamientos de ayuda drusos para defenderse de los terroristas del Frente al Nusra:i

“Tenemos que advertir en contra de los llamamientos de los drusos... como si Al Qaida fuera a cometer un genocidio contra ellos. Ellos respaldan a Assad y a ellos no les gustan los sionistas”, dijo Heller al canal, señalando que responsables de Hezbolá y sirios habían recorrido estas localidades para ofrecer apoyo y reclutar a sus residentes para operar contra Israel.

Por su parte, el experto en Oriente Medio, Eyal Zisser, confirmó la existencia de contactos entre la entidad sionista y el Frente al Nusra con el fin de “organizar las relaciones en la frontera”.

Zisser acusó a los residentes drusos de Hadar de organizar ataques contra la entidad sionista.
Source: Prensa Israelí
20-06-2015 - 13:51 Última actualización 20-06-2015 - 13:51 | 1850 visitas

terça-feira, 20 de maio de 2014

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL NA SÍRIA

No, this is NOT Hiroshima in WWII--This is Homs, Syria...today!

  • 10 h · 
    VOCÊ ESTÁ VENDO UMA FOTO DA CIDADE DE HOMS, NA SÍRIA. 
    (Compartilhei da página do Dr. Ghassan Obeid, Ministro Conselheiro, Chefe do Departamento de Protocolo do Ministério das Relações Exteriores da Síria, Ex- Chefe da Representação Diplomática da República Árabe Síria no Brasil e Ex- Cônsul Geral da Síria em São Paulo.)

    Você NÃO está vendo Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial.
    Esse é o resultado de 3 anos de agressão do ocidente contra a Síria, que é a Terceira Guerra Mundial.
    Uma parte da cidade de Homs ficou assim. Era onde os mercenários terroristas apoiados, treinados, armados pelos Estados Unidos e seus países satélites da OTAN, com o financiamento do Qatar e da Arábia Saudita, ficaram fazendo guerra de guerrilha.
    Finalmente, eles foram batidos, e tiveram que se retirar levando os seus familiares e mais 6 espiões qataris, 4 sauditas e, ao menos, 30 membros dos serviços de espionagem da França, Turquia, Estados Unidos e Israel que lá estavam com eles.
    As armas pesadas, tais como blindados, metralhadoras pesadas, canhões anti-aéreos, peças de artilharia, lançadores de foguetes, canhões lançadores de morteiros e uma enorme quantidade de equipamentos de comunicação satelital e sofisticados sistemas de espionagem foram deixados em Homs, como parte do acordo feito com o Exército Árabe Sírio para que não fossem todos mortos.
Carlos Tebecherani Haddad - "As vidas NUNCA serão reconstruídas. O ocidente, que não tem qualquer ESCRÚPULO, explora a pobreza para recrutar gente paupérrima de todos os pontos da Terra. Trouxeram para a Síria 125 mil jovens, que tornaram-se mercenários e terroristas, mataram inocentes, crianças, idosos, estupraram as filhas da Síria, mataram jovens soldados, cometeram todos os tipos de atrocidades, tudo para tentar derrubar o presidente Bashar Al Assad e todo o seu governo, para poderem PASSAR UM GASODUTO pelo território sírio. E 16 mil quilômetros quadrados da Síria passariam para a empresa operadora do gasoduto, a Shell Oil. A cidade de Homs SERÁ RECONSTRUÍDA em tudo o que foi destruído. Esse bairro da foto será totalmente demolido e feito de novo. Homs, e toda a Síria, será mais bela, mais forte, e mesclará o moderno com o antigo. O que der para reconstruir, reparar, dos lugares históricos, será feito. Os mártires, civis e militares, terão os seus nomes inscritos na Grande Tábua dos HERÓIS DA PÁTRIA, ao lado daqueles que deram as suas vidas pela defesa das suas raízes, dos valores da Nação, dos direitos dos seus irmãos e cidadãos. Em defesa do FUTURO dos seus filhos e descendentes. Em defesa da HONRA, da DECÊNCIA, tudo feito com FÉ, com AMOR A DEUS. Assim tem sido, desde Salah Al Din Al Ayubi, o SALADINO. Hoje a Síria combate os novos cruzados, e está vencendo a guerra. Em honra às suas almas, e aos sacrifícios que fizeram pela Pátria Mãe, elevemos as nossas orações a eles".

domingo, 27 de abril de 2014

SÍRIA - ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS EM TEMPOS DE GUERRA - 03 de junho

Síria: Eleições em tempo de guerra civil

28.04.2014
 
Síria: Eleições em tempo de guerra civil. 20227.jpeg
Síria hoje, e EUA há 150 anos:  Eleições em tempo de guerra civil

"O mais provável é que, em 2014, Bashar al-Assad seja reeleito presidente da República Árabe Síria. A história síria o recordará para sempre, como governante civilizado e herói do seu povo."

(15/9/2013, "Uma breve história da guerra dos EUA contra a Síria: 2006-2014",
Moon of Alabama, trad. em http://goo.gl/Cn34Ns )

A Síria terá eleições presidenciais dia 3 de junho. A imprensa-empresa ocidental 'midiática' zomba da ideia de haver eleições em tempo de guerra civil que já fez mais de 100 mil vítimas, entre mortos e refugiados.

Toda a imprensa-empresa já se prepara para pôr-se a tentar desqualificar o resultado - que, como tantos sírios desejam e esperam, mostrará Bashar al-Assad reeleito. 

Curioso, nisso, é que tantos jornalistas e 'especialistas' midiáticos norte-americanos esqueçam parte tão importante da própria história dos EUA. 

Há 150 anos, em 1864, os EUA fizeram uma eleição presidencial, apesar de estarem mergulhados, há três anos, numa muito sangrenta guerra civil. 

Abraham Lincoln governava os EUA e enfrentava batalha cruel contra uma insurgência armada interna. Lincoln, membro do recém constituído Partido Republicano, fora eleito com plataforma em que se comprometia a conter e pôr fim à expansão da escravidão. Em 1861, os ricos proprietários de escravos do sul dos EUA armaram-se em guerra contra o governo federal, na esperança de preservarem para eles o direito de propriedade sobre milhões de escravos que consideravam "propriedade privada" deles. 

No processo da guerra, Lincoln foi forçado a relutantemente abolir a escravatura, primeiro com a Proclamação de Emancipação, depois com Emendas à Constituição dos EUA. A Guerra Civil foi, realmente, a Segunda Revolução Americana, que mudou completamente o contexto econômico dos EUA. Os capitalistas industriais dos EUA do Norte, com apoio de sindicatos, bem amados guerrilheiros antiescravidão como Frederick Douglas, e escravos rebeldes armados como Harriet Tubman, esmagaram a escravocracia dos EUA do Sul. No processo, foram mortos 750 mil soldados, e o número de civis norte-americanos mortos não é conhecido até hoje. 

Os dois lados acusaram-se mutuamente de brutais crimes de guerra - os EUA do Norte usaram até a fome, como arma, contra os EUA do Sul -, tortura e assassinato de civis. 


Enquanto a maioria dos EUA do Norte apoiava o governo eleito de Lincoln na luta contra a Confederação dos Proprietários de Escravos dos EUA do Sul, a cidade de Nova York abrigava um poderoso núcleo de militantes pró-escravatura, porque Wall Street, até hoje centro do sistema capitalista mundial, estava fazendo milhões de dólares com as empresas financeiras do comércio escravista. E muitos ricos capitalistas britânicos e conhecidos políticos, como William Gladstone, também apoiavam os insurgentes pró-escravatura dos EUA do Norte. As indústrias britânicas viam as fazendas do sul, movidas à mão de obra escrava, como importantes fornecedoras de algodão barato e de outras matérias primas. 

Na cidade de New York, o jornal mais popular, do Partido Republicano, era o The New York Tribune. O correspondente em Londres, da Tribune, era Karl Marx, autor do Manifesto Comunista e líder da Associação Internacional de Trabalhadores. Karl Marx escreveu:

"Os trabalhadores europeus têm certeza de que, assim como a Guerra da Independência Americana iniciou uma nova era de ascensão para a classe média, o mesmo fará a Guerra Americana contra a Escravidão, pelas classes trabalhadoras. Consideram um trunfo da Guerra Americana contra a Escravidão, que tenha cabido a Abraham Lincoln, filho dedicado da classe trabalhadora, conduzir seu país ao longo dessa guerra terrível, até o resgate da raça acorrentada e a reconstrução de um mundo social."[1]
 Os jovens que se alistavam no exército dos EUA do Sul cantavam "John Brown's Body" [O cadáver de John Brown],[2] canto dedicado àquele carismático militante antiescravidão, que foi enforcado depois de uma tentativa de levante dos negros em Harper's Ferry. Entre os comandantes do exército que Lincoln usou para derrotar a escravocracia havia muitos comunistas declarados. O general-brigadeiro Joseph Wedemeyer, o secretário-assistente de Guerra Charles A. Dana, o general-brigadeiro August Willich e o coronel Richard Hinton sequer eram nascidos nos EUA, mas sentiram que, em nome de suas convicções comunistas, tinham de alistar-se na batalha contra a escravidão. Foram comandantes militares dos EUA do Sul, durante a batalha contra os EUA do Norte dos proprietários de escravos. E foram também assumidos apoiadores de Karl Marx e das ideias do comunismo. 


















"Não troque de cavalo no meio da corredeira!" 

Lincoln foi atacado por fazer eleições durante a Guerra Civil. Os Estados Unidos do Sul, que estavam sob total controle dos insurgentes da "Confederação", não tiveram eleições, porque seria impossível o governo central responsabilizar-se por eleições em território inimigo. 

Nas urnas, Lincoln enfrentou dois principais oponentes. Os Democratas concorreram com uma "plataforma pela paz", entendendo que o governo dos EUA deveria render-se aos insurgentes e deixar que a escravidão prosseguisse nos sul. O Partido Radical Democrático concorreu com uma plataforma segundo a qual Lincoln seria 'mole demais', não suficientemente agressivo, e que deveria abolir imediata e completamente a escravidão. Lincoln temia não ser reeleito. Durante a campanha, cunhou seu famoso slogan "Não troque de cavalo no meio da corredeira!", clamando pela unidade nacional para pôr fim à guerra. 

Contados os votos, Lincoln foi reeleito. Continuou a comandar o país na luta contra os insurgentes e, afinal, venceu-os. A escravidão foi oficialmente abolida, e milhões de negros afro-norte-americanos livraram-se dos grilhões. 

O presidente Bashar Assad enfrenta situação semelhante a que Lincoln enfrentou há 150 anos.

A República Árabe Síria enfrenta insurgência armada brutal, financiada por interesses bilionários em Wall Street e Londres, além dos autocratas em Omã, Qatar, Arábia Saudita e Jordânia. Com armas e dinheiro estrangeiro jorrando sobre eles, o chamado "Exército Sírio Livre", a Frente Al-Nusra e outros grupos terroristas armados estão degolando gente, recrutando crianças, sequestrando para receber resgate e cometendo outros horrendos crimes de guerra. Os insurgentes ainda controlam partes do país, e continuam empenhados em abolir a diversidade e a liberdade de religião que definem a Síria ao longo das últimas várias décadas. 

Diferente da Guerra Civil nos EUA, a maioria dos insurgentes na Síria não são cidadãos do próprio país, mas mercenários importados. A República Árabe Síria sempre defendeu o povo palestino em sua luta contra os crimes dos colonos sionistas israelenses. A economia Síria é em larga medida controlada pelo Estado, sem que empresas ocidentais tenham conseguido implantar ali a "rédea solta" neoliberal com que tanto sonham, para maximizar seus lucros. O governo sírio garante assistência à saúde e educação universais e gratuitas, para todos os sírios. Na Síria, cristãos, sunitas, xiitas e alawitas sempre viveram lado a lado e em paz. Tudo isso fez da República Árabe Síria alvo escolhido dos imperialistas de Wall Street, que tentam converter a Síria em outra Arábia Saudita, outro Qatar ou Bahrain, onde as ordens do Ocidente podem ser impostas por governo fantoche autocrático. 

Na Síria, a 'oposição' move campanha de terror e violência para desestabilizar o país e estraçalhar a República Árabe Síria, para que Wall Street e Londres assumam o controle do país. 

Os sírios estão unidos em torno de seu presidente e resistem contra a campanha de terror apoiada de fora da Síria. Além do Exército Sírio, o país também constituiu milícias comunitárias de autodefesa. A Síria se une para derrotar a campanha de violência movida contra ela. 

Quando o Comitê Nacional Unido Contra a Guerra e o Centro de Ação Internacional [orig. United National Anti-War Committee e International Action Center] convocaram um protesto diante da Casa Branca, quase mil sírios reuniram-se ali para desfraldar sua bandeira. Muitos cartazes mostravam imagens do presidente al-Assad. Sírio-americanos da Pennsylvania, New Jersey, California e outras partes dos EUA cantaram "Estamos com nosso presidente Bashar Al-Assad". 

Assim como Lincoln acertava ao insistir em que se realizassem eleições em 1864, assim também Assad acerta em não abrir mão da próxima eleição presidencial de 3 de junho próximo.
É indispensável que o povo sírio tenha garantido o direito de manifestar-se, apesar da terrível guerra civil em que os sírios foram colhidos. 

Nas próximas eleições, Assad enfrentará pelo menos um oponente forte, e é preciso esperar que os votos sejam contados. 

Mas, assim como milhões de pessoas nos EUA votaram em Lincoln em 1864, é muito provável que milhões de sírios reelejam o homem que os conduziu durante uma batalha feroz contra terroristas e contra uma campanha de terror sustentada por agentes de fora da Síria. 
Pode-se prever que a lógica dos sírios em 2014 será a mesma dos norte-americanos em 1864: a maioria não trocará de cavalo "no meio da corredeira". ****
 25/4/2014, Caleb Maupin, Russia Today,   http://on.rt.com/jfhl2k

[1] Carta de Karl Marx a Lincoln, em nome da Associação Internacional de Trabalhadores, entregue ao embaixador dos EUA em Londres, Charles Francis Adams, dia 28/1/1865
(ing. em https://www.marxists.org/archive/marx/iwma/documents/1864/lincoln-letter.htm), aqui traduzida [NTs].

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

"REBELDES" DA AL QAEDA APOIADOS PELO "TIO SAM"

"Rebeldes" de Al-Qaeda apoyados por “El Tío Sam”

¡Otra noticia sobre Al-CIAeda! - Estados Unidos y los Aliados, culpables de los ataques químicos en Siria.

 Un analista dice que los Estados Unidos y los aliados en la región son culpables por haber ayudado a los "rebeldes" en Siria a lanzar un ataque químico mortal a los civiles en agosto pasado. 

Michel Chossudovsky le contó a Press TV en una entrevista el viernes que una “alianza militar” liderada por Estados Unidos apoyó “a los rebeldes en el uso de armas químicas” en Siria.

Declaró que “los Estados unidos y sus aliados continúan apoyando a los rebeldes integrantes de Al-Qaeda los cuales están involucrados en los procesos de destrucción de todo el país”.

Chossudovsky notificó que “los rebeldes israelíes” apoyados por “Qatar, Turquía y Arabia Saudita” organizaron el ataque químico y “luego culparon al gobierno sirio”.

Chossudovsky dice que “saben inequívocamente que en aquel evento utilizaron videos falsos de niños asesinados que fueron puestos ahí; fue un ataque de falsa bandera y su objetivo era culpar al gobierno sirio cuando en realidad esos crímenes fueron cometidos y organizados por Estados Unidos y sus aliados”.

Dice que los militantes que están peleando contra el gobierno del presidente sirio Bashar al-Assad son “los soldados de infantería de la alianza militar occidental.”

Chossudovsky también expresó su rechazo contra la comunidad internacional que no ha tomado ninguna acción para detener “una crisis humanitaria” que se está desplegando en Siria.

“Un país ha sido destruido; hay un brote de polio, o al menos es lo que se ha reportado, y la pregunta es quien es el responsable de este horrible crimen contra la gente de Siria y toda la nación. Esto es lo que se llama una comunidad internacional auto-proclamada”, afirma.

Chossudovsky describe a la comunidad internacional como un “conjunto de países belicistas desvergonzados responsables de extender la guerra contra la población de Siria”.

Acá tenemos la transcripción completa de la entrevista:

Press TV: Michel Chossudovsky nos dio un gran panorama de lo que está pasando en Siria. Sabemos que hay una “segunda convención de Ginebra” pero, al mismo tiempo sabemos que Arabia Saudita ha formado parte de estos grupos, apoyando más al lado de Estados Unidos y sus aliados… ¿Qué están esperando de Siria dentro de los próximos meses en la “Segunda Convención de Ginebra”, y como se trasmite esta acción en el campo de batalla?

Chossudovsky: Primero tenemos que entender que esta decisión tomada por la Organización de Prohibición de Armas Químicas es una pantalla de humo porque es una táctica que últimamente obliga a Siria a cerrar sus instalaciones de armas químicas cuando en realidad no es el gobierno sirio el que usa armas químicas contra los civiles en los presuntos ataques en Al-Ghouta del 21 de agosto.

Precisamente ocurre lo contrario. Fueron los Estados Unidos, la OTAN e Israel que apoyaron a los rebeldes, que también fueron apoyados por Qatar, Turquía y Arabia Saudita quienes ordenaron ese ataque y luego culparon al gobierno Sirio y sabemos inequívocamente que en aquel evento utilizaron vídeos de niños asesinado; fue un ataque de falsa bandera y su objetivo era culpar al gobierno sirio cuando en realidad estos crímenes fueron cometidos y ordenados por Estados Unidos y sus aliados.

¿Cuál es la cuestión que se trata acá? El tema no viene del gobierno sirio; viene de los rebeldes, pero estos en realidad son los soldados de infantería de la alianza militar occidental y, mientras tanto, Israel conserva sus armas de destrucción masiva.

El acuerdo se resolvió con Rusia pero, al mismo tiempo, hubo reportes que las fuerzas navales rusas en el Mediterráneo oriental y las de Estados Unidos no podían y no estaban dispuestas a librar una guerra, una guerra orquestada en Siria, bajo estas circunstancias. Pienso que también tenemos que entender que esta guerra no finalizo; hay un punto muerto.

Los Estados Unidos y sus aliados continúan apoyando a los rebeldes integrantes de Al-Qaeda quienes están involucrados en el proceso de destrucción de un país entero. Hay una situación sin solución a nivel diplomático y, en esencia, el capítulo de las armas químicas incluyendo las noticias de los medios sigue manteniendo al gobierno sirio como una amenaza lo cual es mentira porque ¿quién está detrás de estos crímenes de guerra? Esla infantería de alianza militar occidental la que ha apoyado a los rebeldes al uso de armas químicas, y eso es un problema.

Sabemos que se está desarrollando una crisis humanitaria; un país ha sido destruido; hay un brote de polio que fue notificado últimamente y que resolver quien es el responsable de estos horribles crímenes contra la población siria y toda la nación. Es lo que llamo una comunidad internacional autoproclamada.

Pero tenemos que redefinir el comportamiento de la comunidad internacional; ellos no son la comunidad internacional. Ellos son un conjunto de países belicistas desvergonzados y son responsables de extender los crímenes de guerra contra la población siria.

Leandro Gabriel Villalba
BWN Argentina
- See more at: http://bwnargentina.blogspot.com.br/2013/11/rebeldes-de-al-qaeda-apoyados-por-el.html#sthash.gjgU1eas.dpuf




  • Michel Chossudovsky


  • Michel Chossudovsky é um professor de Economia da Universidade de Ottawa. Chossudovsky foi professor visitante internacional e tem sido um conselheiro de governos de países em desenvolvimento.Wikipédia



  • Publicado em 05/11/2013

    An analyst says the United States and its allies in the region are to blame for having helped militants in Syria to launch the deadly chemical attack on civilians in August.
    Michel Chossudovsky told Press TV in an interview on Friday that the US-led "military alliance" backed "the rebels in using chemical weapons" in Syria.

    "The United States and its allies continue to support the al-Qaeda-affiliated rebels which are involved in the process of destruction of an entire country (Syria)," he stated.

    Chossudovsky noted that "Israeli sponsored rebels" backed by "Qatar, Turkey, [and] Saudi Arabia" staged the chemical attack and "then blamed it on the [Syrian] government."

    "And we know unequivocally that that event which used fake videos of children killed was there; it was a false flag and its objective was to blame the Syrian government when in fact those crimes were committed and ordered by the United States and its allies," said Chossudovsky.

    He said the militants fighting against the government of Syrian President Bashar al-Assad "are the foot soldiers of the Western military alliance."

    Chossudovsky also expressed regret that the international community has not taken any action to stop "a humanitarian crisis" which is unfolding in Syria.

    "A country has been destroyed; there is an outbreak of polio, at least it is reported, and then the question is who is responsible for this hideous crime against the Syrian people and the entire nation. It is what I call the self-proclaimed international community," he said.

    Chossudovsky described the international community as a "rogue conjunction of warmongering states... responsible for extensive war crimes against the people of Syria."

    Originally aired on PressTV, November 1, 2013
    http://www.presstv.ir/detail/2013/11/...

    For complete transcript, visit:
    http://www.globalresearch.ca/al-qaeda...


  • sábado, 26 de outubro de 2013

    VITÓRIA DA SÍRIA SOBRE OS ESTADOS UNIDOS

    Vitoria da síria sobre EEUU.
    Congresso dos estados unidos anunciou a retirada dos navios de guerra e porta-aviões do mar, os que estavam vigiando síria, vão voltar pára suas bases de origem. 
    EEUU não aguentou longa batalha de nervos e estrategias etc. 
    fonte do jornal--------http://www.youtube.com/watch?v=Fg9gkMDLV6k&feature=youtu.be
    Publicado em 25/10/2013
    صفحة قناة الإخبارية السورية
    اتحاد القنوات السورية على اليوتيوب
    الصفحة الداعمة للسيد الرئيس بشار الأسد,شبكة منقول الإخبارية،شبكة اخبار طرطوس,شبكة شام المؤيدة,حلب نيوز،من أجلك سوريا الأسد،جنود الاسد، السوريون على اليوتيوب, The Truth about Syria
    http://www.facebook.com/Alikhbaria.Sy

    http://facebook.com/we.want.bashar.al...

    http://facebook.com/Syria4alasad
    (ساهم معنا في نشر الحقائق ودعم الاعلام السوري من خلال : المشاركة على الفيسبوك + لايك على اليوتيوب)
    • Excellent news!!! VICTORY!!! SYRIA WON!!!! Down the zionists/imperialists mercenaries, puppets, terrorists!!! VICTORY FOR SYRIA! VICTORY FOR THE WORLD! One day the World will thank Syria for this. Hello from Brazil. I will share the VICTORY.