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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ATENTADOS EM PARIS E O TERRORISMO DE ESTADO

Falsa Bandeira em Paris é terrorismo de Estado

Tradução: Caminho Alternativo
Farsa para justificar o genocídio e expólio que a França quer cometer na Síria junto a Israel, EUA e OTAN.
No universo nada é casual, tudo é causal. Para poder situar-nos no contexto do que está ocorrendo observemos como só umas horas antes deste auto-atentado em París, França tinha anunciado que enviava seu porta-aviões Charles de Gaulle às costas sírias para atacar desde alí dito país soberano, uma interferência que é completamente ilegal. Seu objetivo real, embora aparente ser o contrário, é intervir na Síria para seguir apoiando ao Estado Islâmico, organização criada e dirigida precisamente pelos serviços secretos de Israel, Arábia Saudita, Qatar, Estados Unidos, Europa e a OTAN, incluído o serviço secreto francês (DCRI).
Este apoio ao Estado Islâmico até agora foi dado de forma hipócrita e oculta para poder ajudar a derrocar ao legítimo presidente eleito pelos sírios, Bashar al-Assad e também até o dia de hoje continuam financiando e fornecendo armas. Mais do que isso, os supostos jihadistas são agentes secretos destes países, membros de suas forças especiais e mercenários vestidos com roupas e símbolos para a ocasião,  subcontratados por empresas de defesa como Blackwater (atualmente Academi). Estas subcontratas militares são fachadas de contratação de mercenários e técnicos especialistas militares em reserva dos distintos exércitos e forças especiais ocidentales para fomentar guerras por interesses privados e ilegais. Também são membros de base do Estado Islâmico e outros muitos pequenos grupos terroristas as pessoas que foram detidas ilegalmente pela CIA e posteriormente torturadas e degeneradas psicológicamente em prisões secretas e ilegais que existem por todo o mundo. Todos estes membros são os que ocidente chama hipócritamente “rebeldes moderados”. Não é casualidade que os objetivos de todos estes grupos terroristas que existem na Síria coincidam plenamente com os objetivos geo-estratégicos que mais interessam aos sionistas imperialistas de Israel, Arábia Saudita, Qatar e ocidente.
O povo da França não apoiaria que seu governo entrasse num conflito bélico destas dimensões que poderia gerar a Terceira Guerra Mundial Nuclear sem um pretexto e justificativa totalmente convincente e contundente. Não lhes faltou tempo a estes psicopatas sionistas do MOSSAD, CIA, OTAN e DCRI para criar essa justificativa com este auto-atentado que é também um atentado de falsa bandeira. Desta forma podem continuar impulsando hipócrita e incoerentemente ao Estado Islâmico com o apoio da França e quase todos os países ocidentales, em contra de um governo legítimo como o de Bashar al-Assad, mas que precisam demonizar diante todos. Também pode lhes servir para forçar ao povo sírio a aceitar como governante um governo marionete pró-sionista próximo a ocidente. Assim pretendem repetir o mesmo esquema que fizeram com a Líbia e com Kadafi, justificando com mentiras humanitárias um novo genocídio agora com o povo sírio que é a verdadeira vítima e arrasar todas suas infraestruturas, expoliar todos seus recursos naturais (como o petróleo e gás natural), também seu patrimônio e inclusive roubar o ouro e as riquezas como fizeram no Afeganistão, Iraque e Líbia.
É vergonhoso ver como repetem uma e outra vez o mesmo falso esquema que perpetraram na Líbia e em muitos outros cenários dos auto-atentados anteriores e posteriores, con roteiros ruins utilizando agentes secretos, mercenários e alguns especialistas/atores bem pagos. Sirva como prova a repetição do roteiro do anterior auto-atentado de falsa bandeira na França sobre a revista Charlie Hebdo, que foi na realidade o ensaio para este atual auto-atentado, toda uma montagem onde um dos mortos reais foi precisamente o delegado de polícia que realizava a posterior investigação oficial. O “suicidaram” na primeira hora em seu despacho porque decidiu denunciar que tinha sido um simulacro com claras provas que se encontraram nas agendas dos supostos terroristas, ao encontrar os telefones de importantes personagens da CIA e de outras organizações secretas governamentais.
Enquanto se investigue este novo auto-atentado de forma independente, crítica e exaustiva, todo o material gráfico e os dados reais das supostas vítimas e suas famílias, ficará visível para todos a fraude desta péssima montagem que é na realidade terrorismo de estado, cujos únicos artífices e beneficiários são estes estados imperialistas que o provocaram. O objetivo é criminalizar e estigmatizar aos árabes/muçulmanos, promovendo uma clara e gravíssima islamofobia, para seguir gerando medo e assim poder remover os direitos civís do povo de França e Europa. Neste caso gerando também o ódio inter-religioso para o tão buscado enfrentamento entre “cristãos” (americanos, europeus e pró-ocidentais) e “muçulmanos” (africanos, asiáticos e orientais), que debilitaría a ambos blocos maioritários religiosos e que só beneficiaria à elite dos sionistas.
Estes psicopatas nos estão mandando a combater aos membros do Povo da forma mais miserável e sem que ninguém saiba o que fazer. Querem nos conduzir ao caos e a beira do precipício e nos estamos deixando levar. Aparentemente estão conseguindo, mas como já dito em várias ocasiões, estão caindo todos os véus da hipocrisia, pelo que está nas mãos de todo o povo desmascará-los. De não fazer isto nos dirigimos, como cegos guiados por outros cegos, a essa Guerra Mundial Nuclear. Metaforicamente falando, a “besta” degenerada está agonizando e em sua embriaguez e delírios de grandeza quer reviver às custas do massacre do maior número de pessoas inocentes para repetir um novo ciclo com uma aparente Nova Ordem Mundial onde eles não percam nada, senão muito ao contrário, ganhem escravizando a todo o povo mundial. Estes psicopatas estão tão desesperados que estão apostando tudo permitindo assim que seja tão descarado como está sendo, para que quem tenha uma visão crítica e se atreva a duvidar do aparente possa observá-lo com toda claridade.
Jesús Hidalgo – Membro do Povo Livre
Últimos acontecimentos relacionados com os atentados
Atentado em Ankara, Turquia, 10 de outubro. Morrem 128 pessoas num atentado supostamente perpetrado por dois suicidas contra um ato de protesto pacifista contra o governo turco de Erdogan. O atentado realizado contra os opositores a Erdogan, é atribuído ao Estado Islâmico, que esteve recebendo ajuda de Erdogan de forma encoberta. Apesar de não ter muito sentido e de ser bastante evidente que por trás do atentado contra seus opositores está o próprio governo turco de Erdogan, a “verdade oficial” acaba culpando do ataque ao Estado Islâmico.
Enquanto isso, Rússia intensificá os ataques contra o Estado Islâmico. Então, é quando França também intensificá seus ataques contra esta organização. Concretamente, se diz que os aviões de combate franceses bombardeiam a infraestrutura petrolífera do Estado Islâmico, da que se nutre para financiar-se. Mas o mais grave do assunto, é que a França não centra seus bombardeios nos comboios com petróleo saqueado pelo Estado Islâmico, senão que na realidade se dedica a destruir a infraestrutura petroleira da Síria, com o objetivo encoberto de paralizar a economia síria e o governo de Bashar al-Assad, algo que foi qualificado pelo governo sírio, como uma “violação de sua soberanía”.  De novo, os meios de comunicação o passan por alto.
A fins de outubro se inicia a Conferência de Viena, na que múltiplos países com interesses na guerra da Síria se reúnem para buscar uma saída negociada ao conflito. Após alcançar alguns acordos prévios, os participantes se reúnem para novas negociações em 14 de novembro; o día depois deos atentados de Paris.
Poucas horas depois da reunião, em 31 de outubro, se produz o atentado contra o voo 9268 de Kogalymavia, um avião russo com 224 passageiros é derrubado na península do Sinai. Rápidamente, o Estado Islâmico reivindica o atentado. Em poucas horas, começa a se especular com a possibilidade de que os terroristas tivessem colocado uma bomba no avião e dito argumento se converte na verdade semi-oficial. Apesar disto, todo o mundo passa por alto umas estranhas manobras aéreas militares que estavam sendo realizadas em Israel justo no momento da queda do avião, o que leva a especular em múltiplos meios alternativos, que Israel poderia ser o autêntico causante da queda do avião mediante um missíl ar-ar. Óbviamente, esta teoria é amplamente ignorada pelos meios de comunicação.
Apesar de que tudo parece indicar que foram alcançados acordos políticos para negociar um final para o conflito na Síria, em 5 de novembre (1 semana antes dos atentados), se publica que França enviará o porta-aviões Charles de Gaulle com todo seu grupo de operações navais à Síria, para seguir atacando ao Estado Islâmico. O porta-aviões têm previsto partir em 18 de novembre (5 días depois dos atentados de Paris) à Síria e chegar a seu destino a mediados de dezembro. Um timing muito oportuno, estabelecido com antecedência aos atentados.
Ao mesmo tempo, se revela que EUA enviaram aviões F-15 equipados para combate aéreo contra outras aeronaves à Turquia, que se unem aos aviões A-10 anti-tanque já deslocados com antecedência na mesma base. A pergunta que surge automáticamente é: se o Estado Islâmico não dispõe de aviação e apenas dispõe de uns poucos tanques antiquados capturados do exército sírio, contra quém vão lutar os aviões F-15 e A-10 norteamericanos? O único rival na zona que dispõe de aviação e unidades blindadas é o exército sírio de Assad e seus aliados da Rússia.
Durante dias, crescem as vozes nos EUA, entre mandatários políticos e altos cargos militares, que reclamam uma intervenção militar sobre o terreno de tropas de EUA, na Síria. Pero falta un elemento detonante para justificar esta intervenção.
12 de novembro. Um dia antes do atentado de Paris. “Uma dupla explosão sacode Beirut, Líbano, e causa ao menos 41 mortos, segundo fontes da Cruz Vermelha libanesa. O atentado, é reivindicado pelo Estado Islâmico e ocorrido no bairro de Bourj em Barajneh, uma área povoada maiormente por habitantes xiíta e bastião do partido-milicia Hezbolá, inimigo do Estado Islâmico na guerra da Síria”.
13 de novembro, França, poucas horas antes do atentado. “A polícia francesa pratica na mesma sexta-feira pela manhã controles de identidade e registros em todas suas fronteiras, uma vez que o Governo deixou em suspenso durante um mês um dos principais pontos dos acordos de Schengen: a livre circulação de cidadãos e mercadorias. A excepcional medida foi tomada a raíz da celebração em Paris da Conferência do Clima, que se realizará entre 30 de novembro e 11 de dezembro”.
13 de novembro, se produzem os atentados em Paris. Morrem mais de uma centena de pessoas. França fecha as fronteiras após os atentados.
14 de novembro. Se reinicia a Conferência de Viena na que se decide a conclusão do conflito na Síria, sob a sombra dos atentados em Paris.
15 de novembro. Conferência do G-20 na Turquia, claramente marcada pela guerra da Síria e os atentados de Paris, ocorridos dois dias antes.
Como podemos ver, o timing dos eventos, parece estar encaminhado claramente, a justificar as decisões tomadas nos dias 14 e 15 de novembro em ambas conferências, nas que se decidirá o fim do conflito sírio e o futuro do país e de seu regime político. Os brutais atentados são produzidos poucas horas antes de ambas conferências, quando a opinião pública está mais afetada e comovida pelos atentados e portanto, mais disposta a aceitar qualquer medida que os mandatários tomem como resposta a estes ataques.
Será a misma opinião pública que terá aceitado com a boca pequena a Putin por atuar com contundência; e a mesma opinião pública que reclamará uma solução decidida para a crise dos refugiados; e a mesma opinião pública que reclamará mais controle policial e militar para acabar com o terrorismo, em troca de sua liberdade.
Cabe destacar, ademais, que os atentados na França ocorrem uma semana depois de que a França anunciasse o envío de seu porta-aviões Charles de Gaulle à Síria. A partida do porta-aviões acontecerá 5 dias depois dos atentados, o que levará muita gente a acreditar que o envío do porta-aviões é uma resposta aos atentados, quando na realidade já estava programado com antecedência, com um encaixe perfeito dos acontecimentos, como se o governo de Hollande tivesse tudo previsto.

Elementos adicionais “suspeitos”


1 – Resulta curioso que a polícia e os serviços de inteligência franceses, levaram tantos meses, após os atentados contra a revista Charlie Hebdo, vigiando e controlando aos possíveis jihadistas que pudessem atentar em território francês e que ainda assim não tenham sido capazes de deter o ataque. Lembremos que não se trata de um ataque isolado, perpetrado por um par de rapazes enlouquecidos. Foi um ataque perfeitamente coordenado, que implicou a vários terroristas, usando armas e explosivos e que foi perpetrado com eficácia militar. Segundo as próprias autoridades francesas, foram perpetrados por 3 grupos diferentes coordenados entre si. Lembremos também que os serviços de inteligência franceses trabalham em coordenação com outros serviços de inteligência europeus e ocidentais. Ninguém detectou uma operação deste calibre?
2 – Atentados suicidas no Estadio de Saint Denis. Um dos aspectos mais estranhos destes atentados, foram 3 bombas ao redor do Stade de France, onde se jogava uma partida amistosa entre França e Alemanha e ao que assistia o presidente francês François Hollande. Três terroristas se explodiram fora do estadio, enquanto se jogava a partida e quando, portanto, noã tinha praticamente ninguém contra quem atentar, ppois o público estava dentro do recinto. O resultado foi de uma vítima mortal, além dos três terroristas suicidas que se mataram. E a pergunta é: têm algum sentido que os três terroristas se suicidassem nestas condições, sabendo que sua morte teria tão poucas consequências? Se estavam dispostos a causar o terror, por que não se explodiram quando as pessoas estavam entrando em massa ao estadio? Só teriam que se ocultar entre a multidão. E no caso de que o fizessem coordenadamente com o resto de ataques, por que não esperaram que as pessoas saíssem do estadio ou fora evacuada dele, misturando-se com as massas?
3 – A Manipulação Psicológica do Passaporte. E como se tudo isto não resultasse suficientemente estranho, as aforas do estadio encontraram o passaporte de um refugiado sírio que entrou na Europa pela ilha grega de Leros em outubro. Inicialmente, o passaporte foi atribuído a um dos terroristas, embora de forma prudente, as autoridades deixaram a dúvida sobre isto posteriormente. Seja como for, o que fazia o passaporte no chão? Já é casualidade que seja o psasaporte de um refugiado, não? E no caso hipotético de que fosse o passaporte de um dos terroristas que se explodiu, como sobreviveu à explosão do cinturão explosivo? O deixou cair antes de explodir-se? Para quê? De todas as formas, parece que os passaportes dos islamistas são mais indestrutíveis que as caixas pretas dos aviões: finalmente, se encontrou o passaporte de um dos terroristas que impactou seus aviões contra as torres gêmeas, depois de que as pessoas engolissem isso, já conseguem engolir qualquer coisa.
ATUALIZAÇÃO: se confirma definitivamente, que o passaporte não correspondia a nenhum terrorista e sim a uma vítima do atentado, que casualmente era um refugiado sírio. De todas as formas, o destacável é que inicialmente, a maioria dos meios difundiram a notícia de que o passaporte correspondia a um terrorista, vinculando no imaginário coletivo os conceitos “terrorista” e “refugiado”. E essa é a ideia que ficou marcada como fogo na opinião pública. A primeira impressão causada pela primeira informação, é a que provoca um impacto psicológico e tudo desmentido posteriormente, sempre têm menos “potência” que a primeira impressão.
Neste aspecto, devemos adicionar que numerosos altos mandatários “se esforçam” em desvincular publicamente os conceitos de “terrorista” e “refugiado”, justo quando na opinião pública já estão vinculados entre sí; e se estão vinculados entre sí no imaginário coletivo, é por culpa das notícias fabricadas como a do passaporte ou as numerosas notícias filtradas durante toda a crise dos refugiados, que já advertem da mais que possível entrada entre eles de terroristas do Estado Islâmico dispostos a atentar na Europa.
O que conseguem com isso nossos mandatários? Primeiro nos inoculam sutilmente o conceito: “refugiado=terrorista” e depois, al desmentir toda vinculação, adquirem uma sorte de superioridade moral sobre o resto da população, que segue vinculando ambos conceitos íntimamente. Ou seja, eles ficam como os “generosos”, os “concienciados” e os “acolhedores” que abrem as portas as pessoas necessitadas que buscam refúgio na Europa; e a população, a que sutilmente lhe foi incitado a identificar aos refugiados como um perigo, fica assim como a “inconsciente”, a “racista”, a “xenófoba” e a “egoísta”, cuja baixa moral e incapacidade para discernir, a leva a converter-se numa massa cega e furibunda que deve ser controlada por esses mandatários dotados de superioridade moral. Boa jogada, não? Isso é guerra psicológica contra a população. Mas além da manipulação dos conceitos, o mais destacável do assunto é a nula capacidade crítica dos meios de comunicação: lhes dizem que o passaporte é de um terrorista que se explodiu com explosivos e o repetem como papagaios adestrados, sem se preguntar como pode ocorrer tal fenômeno paranormal; como fizeram com o passaporte dos terroristas do 11-s.
4 – Um dos primeiros argumentos que esgrimiram após os atentados, em algumas tertúlias, foi que as armas e explosivos dos terroristas, provávelmente lhes foi fornecida por organizações européias de extremistas de extrema-direita o extrema-esquerda. E este argumento, leva a várias perguntas: Como sabe um agente tertuliano ou radiofônico que organizações de extrema-direita e esquerda são capazes de fornecer explosivos e armas? Se o sabem um tertuliano, por que não o sabem as autoridades?
Se sabem que são organizações de extrema-direita e esquerda, então estão plenamente identificadas, pois do contrário, ninguém saberia qual é sua tendência política. Então, por que as autoridades não atúam contra elas? E sobretudo, se existem organizações de extrema-dereita e esquerda que dispõe de explosivos e armas e são organizações anti-sistema que querem acabar com tudo, por que não atuam elas mesmas contra o sistema com esse armamento do qual dispõe?
Existe por trás deste argumento tão inconsistente, a necessidade de começar a demonizar a todas aquelas ideologias, sejam do espectro ideológico que sejam, que podem ser qualificadas como incômodas, incontroláveis ou anti-sistema? E onde terminam as fronteiras da definição de “extremista” ou “anti-sistema”? Quem as vai a colocar? Se um grupo de anarquistas ou anti-sistema protestam contra uma conferência do G-20, serão relacionados com organizações que fornecem armas a terroristas islâmicos? Talvez, com a desculpa da luta contra o jihadismo, estejamos no início de uma brutal perseguição contra todos aqueles que se oponham às autoridades e ao sistema em geral.
5 – Outro aspecto curioso dos últimos atentados do Estado Islâmico, é que parecem ser um convite a ser atacados por TODOS os bandos implicados no conflito sírio. Lembremos que nas últimas semanas, ocorreram atentados do Estado Islâmico contra:
– Turquia, que forma parte do eixo Turquia-Arábia Saudita-Qatar-Israel, cujos componentes tratam de derrocar a Bashar al-Assad.
– Rússia, que é o principal sócio de Bashar al-Assad.
– Hezbolá e os xiitas, que representam o eixo Irã-Hezbolá-xiitas, que são aliados de Bashar al-Assad.
– França, que representa ao ocidente, á União Européia e à OTAN, que tratam de derrocar a Assad.
Têm algum sentido de que o Estado Islâmico, uma organização formada por sujeitos que “passeiam” em camionetas Toyota e que não dispõem de armamento pesado, tenha atacado simultaneamente a todos os envolvidos no conflito sírio, convidando-os a que ponham tropas sobre o terreno para eliminár-los?. “Graças” a estes atentados, agora todos os países, tanto os que apoiam a Assad como os que o querem derrocar, têm uma justificativa perfeita para enviar seus exércitos à Síria para eliminar ao Estado Islâmico. E de fato, já todos estão falando de fazê-lo ou começaram a mobilizar seus efetivos com este presunto objetivo.
Neste aspecto, vale a pena destacar as declarações do Papa Francisco, que parece ter querido aplicar uma etiqueta para categorizar os atentados: “O papa Francisco adverte de que os atentados em Paris são “parte” da Terceira Guerra Mundial. O papa tinha alertado que o mundo já está vivendo um terceiro conflito bélico a escala mundial, o qual se está desenvolvendo de maneira fragmentada a partir de conflitos, crimes, massacres e destruições que recorrem o planeta”.
Vendo tudo isto e os movimentos que estão começando a ocorrer após os ataques de Paris, existem duas grandes possibilidades para a Síria:
– Que todos os bandos se unam para destruir o inimigo comum: Estado Islâmico.
– Que os atentados de París sirvam de detonante final para que todos os bandos enfrentados enviem tropas à Síria para defender seus interesses, com o perigo de grande guerra entre países e potências que isto acarreta.

Conclusão


O certo é que é difícil e muito arriscado tirar conclusões sobre este assunto tão grave. É óbvio, não obstante, que tanto antes como depois, os principais afetados por estes atentados, serão as diferentes populações dos países; neste caso e especialmente as populações européias. Os atentados terroristas de París, significam a desculpa perfeita para implementar um controle estrito da população: controle da internet, das redes sociais, das comunicações, dos aeroportos, estações e portos; das estradas, das fronteiras, das ruas, CONTROLE, VIGILÂNCIA e MAIS CONTROLE em aras da segurança.
A isto podemos somar a crise dos refugiados, que combinada com a brutalidade dos atentados e a conseguinte indignação, poderia provocar uma resposta violenta contra os imigrantes por parte dos grupos mais xenófobos, o que por sua vez, provocará uma resposta destes e um crescente nível de enfrentamento social e instabilidade.
E que faltará para impedir que esta situação tão volátil acabe em grandes manifestações de violência? CONTROLE, VIGILÂNCIA e MAIS CONTROLE em aras da segurança. De novo, o mesmo resultado.
Ademais, o terrorismo islâmico e as respostas radicais, serão a justificativa perfeita para que os diferentes governos implementem leis restritivas e draconianas e possam começar a perseguir a todos aqueles que se lhes oponham ou lhes resultem incômodos. E será também uma perfeita justificativa para empreender todo tipo de manobras obscuras e sujas no interior dos países. Os poderes estabelecidos e mais concretamente as elites e os governos que as obedecem, podem obter enorme vantagem dos atentados de Paris.
Também devemos ter em claro que que o “Estado de bem-estar” está condenado a desaparecer pelos mesmos que o propiciaram, porque as razões para organizá-lo, a ameaça soviética ao capitalismo, já não existe. Por que as multinacionais pagariam salários de 1.000 a 3.000 euros aos trabalhadores do “Primeiro Mundo” se no “Terceiro” lhes basta com pagar de 50 a 200 e sem aportar direitos mais seguros sociais? Esta é a situação e este é o futuro que nos prepara a Máfia Capitalista Genocida, com nossa própria colaboração: desaparição da Classe Média, substituição por uma Classe Média Delinquente, tudo sustentado numa sociedade podre obrigada a delinquir para mal-viver.
Assad não aparece em público misteriosamente
Assad desapareceu da vista logo de sua viagem à Moscou. Bashar Assad não apareceu em público durante 2 semanas, e não se sabe nada de suas atividades nos meios de comunicação sírios, escreve a revista el-Fagr.
A única menção neste momento em que não havia notícias é que chamou a seus comandantes e expressou sua gratidão com motivo do desbloqueio do aeroporto Kveyres na província de Alepo, que foi precipitada logo de 2 anos de assédio do ISIS. Na batalha estiveram envolvidos no exército do Irã, a formação dos libaneses “hezbolá”, tropas de Assad e bombardeios russos.
No dia anterior se anunciou que Assad visitaria o aeroporto para receber a seus soldados e oficiais, mas a viagem foi cancelada no último momento, supostamente por “razões de segurança”. Enquanto isso, como dizem as fontes árabes, o paradeiro de Assad segue sendo desconhecido, e não hã evidência alguma de suas atividades.
As fontes indicam que, em contraste com o mês anterior, em que Assad estava constantemente no ouvido e à vista na televisão, nas últimas 2 semanas, não se observaram inclusive atividades ordinárias “legislativas” de Assad – como a emissão de decretos, resoluções, decisões, órdens. A última vez que diante as câmeras de televisão Assad apareceu foi enquanto recibia a delegação francesa em 28 de outubro.
Publicado pela agência KALI YUGA e HispanTV

A comunidade judaica da França foi alertada antes de que os ataques terroristas ocorreriam na sexta-feira nas diversas localidades de Paris, capital francesa, segundo um informe. “Na sexta-feira pela manhã, os funcionários da segurança da comunidade judaica da França foram informados da possibilidade muito real de um grande ataque terrorista no país”, informou neste sábado o jornal israelense The Times of Israel.
O The Times of Israel também informou que o centro de artes Bataclan, um lugar que registrou a maioría das baixas, é uma propriedade de um judeu que apoia financeiramente as FDI (as autodenominadas forças de defesa do regime israelense) nos territórios ocupados.

Atentados de falsa bandeira
As operações de falsa bandeira são operações encobertas realizadas por governos, corporações e outras organizações, projetadas para aparecer como se fossem perpetradas por outras entidades.
Desde o 11 de setembro de 2001 os atentados de falsa bandeira estão quase sempre protagonizados por supostos jihadistas. Mas toda esta paranóia do terrorismo islâmico internacional não começou em 2001. A indústria do cinema e TV, com Hollywood na primeira linha, estava há aproximadamente de 15 anos lançando filmes e séries onde os maus eram “terroristas muçulmanos”. Com este “pré-condicionamento” é assegurado de que a população, sempre impulsiva e irreflexiva, reaja de acordo a seus objetivos políticos quando são expostos ao trauma do evento de a falsa bandeira.
Seus objetivos são sempre civís, nunca políticos. Se de verdade querem combater contra as potências do ocidente, por que não atentam contra suas instituições? Por que não atacam a seus políticos e aristocratas? Não, muito melhor limitar-se a aterrorizar a grande massa, sempre com o patrocínio dos meios de propaganda do Estado. A pergunta aqui é, se o objetivo destas organizações terroristas é aterrorizar a população, por que nossos meios de comunicação patrocinam todas suas ações?
Como reconhecer um atentado de Falsa Bandeira
1.- Os atentados de falsa bandeira sempre vão acompanhados de uma colossal campanha mediática liderada por todos os meios de propaganda do regime. A função dos meios de comunicação não é informar. Cumprem um mero trabalho de propaganda, ponto. As aparentes diferenças ideológicas que existem entre os diferentes meios de massas são pura fachada, todos rendem culto ao Sistema, formam parte íntima dele. Inclusive meios supostamente alternativos como RT (Russia Today) colaboram com toda a propaganda jihadista sobre o ISIS, Al-Qaeda, etc. Não existe nenhum antagonismo real entre a Rússia sionista de Putin e as potências sionistas do Ocidente.
2.- Participação de todos os Organismos do Estado na Campanha Mediática. Todas as instituições governamentais participam de forma unânime na Campanha Mediática que segue aos atentados de falsa bandeira. Marionetes que não representam ao povo, se reúnem como moscas no esterco pela chamada de seu amo.
3.- Os autores oficiais do atentado estavam já registrados. Eram colaboradores da polícia, do FBI e agências de inteligência, tinham contatos com o Governo, etc. Delinquentes de pouco gabarito envolvidos com drogas. Um bom número inclusive colaborava com a polícia como confidentes. Uma tática habitual das agências de inteligência é recrutar a imigrantes. Lhes dão documentos de residência, e os convertem em pouco menos que escravos, recorrendo à chantagem quando se negam a colaborar. Como sempre, conseguem escapar. Aparentemente, se esquecem o documento de identidade no carro. O que permite localizar aos autores. Que, de novo, já eram velhos conhecidos da polícia.
4.- Os autores oficiais do atentado são assassinados. Os supostos autores dos atentados de falsa bandeira são sempre identificados e apresentados ao grande público a uma velocidade de vértigo. A única função destes bodes expiatórios é colocar cara aos autores dos fatos. Depois de ser exposta sua identidade nos meios de propaganda, eliminá-los é prioridade. Já seja “suicidando-se”, ou baleados. Colaborar com os serviços de inteligência é brincar com fogo.
5.- Problema, Reação, Solução. Os atentados de falsa bandeira vão sempre seguidos de novos pacotes de medidas dirigidas, supostamente, a “combater o terrorismo”. A campanha mediática libera o caminho para a apresentação e aprovação da nova legislação, que num cenário normal sería recusada frontalmente. Censurar a liberdade de expressão, criminalizar a dissidência, restringir (ainda mais) nossas liberdades, ou destruir o pouco que fica do direito à privacidade, nunca faltam ao encontro.
A estas alturas todos deveriam saber que marcas terroristas tipo Al-Qaeda, Boko-Haram e ISIS são o produto de agências de inteligência pátrias. A simples ideia da existência de grupos “terroristas” é ridícula. Aterrorizar para quê? Pelo mero fato de aterrorizar? Que classe de grupo é esse que em nome da Jihad combate o Ocidente colocando bombas em trens, matando de forma indiscriminada a civís? Que classe de grupo jihadista é esse que produz vídeos de propaganda sequestrando e executando a civís para o horror do cidadão médio? Que classe de meios de comunicação são esses que dão difusão a todos os atos de seu suposto inimigo? Por que os civís somos sempre o objetivo de todos estes grupos terroristas? Quem se beneficia realmente aterrorizando a população?
A resposta, como sempre, é simples: o Governo. Toda esta campanha mediática do terrorismo internacional é uma completa farsa. E está sendo utilizado de forma sistemática e premeditada para justificar a destruição de todas nossas liberdades e a instauração de um Estado policial todo poderoso e sem fronteiras, fora da lei e ainda por cima da lei.
Existem realmente grupos terroristas “amadores” (independentes) que sejam capazes de desafiar as agências de inteligência e ao exército da Nova Ordem Mundial? Estamos falando do MI6, a CIA, o Mossad, a OTAN, etc. São organismos que a nível de organização, recursos humanos, materiais, armamento, logística e extensão não têm nenhum rival. O terrorismo internacional islâmico é um mito de proporções descomunais.
A Nova Ordem Mundial ficou sem rivais externos. Não possui concorrência. Se continuamos tendo agências de inteligência e exércitos é por uma simples razão: o inimigo é você.
Para terminar considero que o discurso de Le Pen foi apressado. Quero pensar isto e não outra coisa. Não há nenhuma menção ao sionismo.

Javier Ordoñez
Javier Ordoñez apresentador do Canal Populus TV para o seu programa El Grano del Sistema por Youtube.

domingo, 18 de outubro de 2015

MÍSSEIS DOS EUA FORNECIDOS PARA OS TERRORISTAS CONTRA A SÍRIA


Infelizmente, isso você não vê na sua ‪#‎TV‬... Eles não mostram.

‪#‎Mísseis‬ anti-tanque de ‪#‎fabricação‬ ‪#‎estadunidense‬ estão surgindo na ‪#‎Síria‬, através da Arábia Saudita, como parte de um programa secreto da ‪#‎CIA‬ para impulsionar ‪#‎terroristas‬ ‪#‎anti_Assad‬. Os mísseis anti-tanque, chamados ‪#‎TOW‬, são armas sofisticadas projetadas para destruir os tanques inimigos e explodir bunkers reforçados. Esta arma está nas mãos dos #terroristas do ‪#‎ISIS‬, ‪#‎Al_Qaeda‬, ‪#‎Al_Nusra‬ e ‪#‎FSA‬, que atuam sob ‪#‎ordens‬ de ‪#‎Washington‬, ‪#‎Ankara‬, ‪#‎Riad‬ e ‪#‎Tel_Aviv‬.


EUA fornece mísseis anti-tanque TOW para os terroristas na Síria

Mísseis anti-tanque de fabricação estadunidense estão surgindo na Síria, através da Arábia Saudita, como parte de um programa secreto da CIA para impulsionar terroristas anti-Assad. Os mísseis anti-tanque, chamados TOW, são armas sofisticadas projetadas para destruir os tanques inimigos e explodir bunkers reforçados. Esta arma está nas mãos dos terroristas do ISIS, Al-Qaeda, Al-Nusra e FSA, que atuam sob ordens de Washington, Ankara, Riad e Tel Aviv.

Publicado em 17 de out de 2015
American-made anti-tank missiles are surfacing in Syria as part of a CIA secret program to boost anti-Assad terrorists.

The anti-tank missiles, called TOWs, are sophisticated weapons designed to kill enemy tanks and blow up reinforced bunkers.

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sábado, 4 de julho de 2015

VERDADES SOBRE O ISIS E A AL QAEDA

24 verdades sobre o ISIS 

e

a Al- Qaeda que não 

querem que você saiba 2

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Michel Chossudovsky/Resumen Latinoamericano/
Global Research, 26 de maio de 2015 –

O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, o MOSSAD e o MI6 para acabar com a Síria. O professor Michel Chossudovsky, economista canadense e diretor do Centro de Investigação sobre a Globalização, de Montreal, enumerou 24 verdades que os governos ocidentais não querem que a população conheça sobre o ISIS ( Estado Islâmico) e a Al-Qaeda… Como é possível que sigam o jogo dos Estados Unidos encaminhado a criar um estado mundial policial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie em sua máxima dimensão.
COISAS QUE NÃO QUEREM QUE SAIBAMOS SOBRE A AL-QAEDA
1 – Os Estados Unidos apoiaram a Al Qaeda e suas organizações afiliadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegano-soviética.
2 – A CIA criou campos de treinamento para a Al-Qaeda no Paquistão. No período de dez anos, desde 1982 até 1992, cerca de 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.
3 – Desde a época da Administração Reagan, Washington apoiou a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.
Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Tudo era por “uma boa causa”: a luta contra a União Soviética e a mudança do regime, o que levou ao desaparecimento de um governo secular no Afeganistão.
Apenas precisamos lembrar os filmes de propaganda da época, como o célebre Rambo III…
4 – Os livros de textos jihadistas publicados pela Universidade de Nebraska. Os Estados Unidos gastaram milhões de dólares para fornecer livros de textos repletos de imagens violentas e ensinamentos islâmicos às escolas afegãs.
5 – Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda e homem mais odiado dos Estados Unidos, foi recrutado pela CIA em 1979, no próprio começo da guerra jihadista do Afeganistão contra a União Soviética. Na época, Bin Laden tinha 22 anos e foi treinado em um campo de treinamento de guerrilhas patrocinado pela CIA.
Segundo o Professor Chossudovsky, a Al Qaeda se encontrava por trás dos ataques do 11 de setembro. De fato, o ataque terrorista de 2001 proporcionou uma justificativa para uma guerra contra Afeganistão, sob o argumento de que o Afeganistão era um estado patrocinador do terrorismo da Al Qaeda.
6 – O Estado Islâmico ou ISIS era originalmente uma entidade afiliada à Al Qaeda, criada pela inteligência dos Estados Unidos, com o apoio do M16 Britânico, o Mossad Israelense, os serviços da Arábia Saudita (GIP ou Ri’āsat Al-Istikhbarat Al-‘Amah (رئاسة الاستخبارات العامة).
7 – As brigadas do ISIS sempre estiveram envolvidas no apoio à insurgência que os EUA e a OTAN têm dirigido contra o governo sírio de Bashar al Assad.
8 – A OTAN e o Estado Maior da Turquia foram os responsáveis pela contratação de mercenários do ISIS e Al Nusrah desde o início da insurgência síria, em março de 2011.
Segundo fontes da inteligência israelense, publicadas na web DEBKA, esta iniciativa consistiu em: “Uma campanha para recrutar milhares de voluntários muçulmanos em países do Oriente Médio e do mundo mulçumano para lutar junto dos rebeldes sírios. O exército turco aloja estes voluntários, os treina e assegura sua entrada na Síria”.
9 – Existem membros das forças especiais ocidentais e agentes de inteligência ocidentais dentro das fileiras do ISIS. Membros das Forças Especiais Britânicas e do M16 participaram do treinamento dos rebeldes jihadistas na Síria.
10 – Especialistas militares ocidentais contratados pelo Pentágono treinaram os terroristas no uso das armas químicas.
“Os Estados Unidos e alguns aliados europeus estão utilizando contratados da defesa para treinar os rebeldes sírios sobre como assegurar os arsenais de armas químicas na Síria, segundo informou um alto funcionário dos Estados Unidos e vários diplomatas de alto nível à CNN”.
11 – As decapitações brutais realizadas pelos terroristas do ISIS constituem os programas de treinamento patrocinados pela CIA nos campos da Arábia Saudita e Qatar e cujo objetivo é causar pavor e comoção.
12 – Muitos dos criminosos recrutados pelo ISIS são presidiários condenados libertos dos cárceres da Arábia Saudita, país aliado do Ocidente. Entre eles encontram-se cidadãos sauditas condenados à morte, que foram recrutados para se unirem às brigadas terroristas.
13 – Israel apoiou as brigadas do ISIS e Al Nusrah dos Altos do Golán, em sua luta contra o governo de Al-Assad e as forças xiitas da Hezbollah.
Combatentes jihadistas se reúnem regularmente com oficiais das Forças de Defesa Israelenses (FDI), assim como com o primeiro ministro Netanyahu.
O alto comando das FDI reconhece tacitamente que: “elementos da jihad global dentro da Síria, membros do ISIS e Al Nusrah, são apoiados por Israel”.
14 – Os soldados do ISIS dentro da Síria trabalham sob as ordens da aliança militar ocidental. Seu mandato tácito é causar estragos e destruição na Síria e Iraque.
Uma prova disso é a foto em que o senador estadunidense John McCain se reúne com líderes terroristas jihadistas na Síria.
15 – As milícias do ISIS, que atualmente são o alvo de uma campanha de bombardeios dos Estados Unidos e da OTAN sob o manto da “luta contra o terrorismo”, continuam sendo apoiadas secretamente pelo Ocidente.
Forças xiitas que lutam contra o ISIS no Iraque, assim como membros do próprio exército iraquiano denunciaram repetidamente as ajudas militares fornecidas pelos Estados Unidos aos terroristas do ISIS, enquanto combatiam contra eles.
16 – Os bombardeios estadunidenses e aliados não estão apontando o ISIS, mas possuem o objetivo de bombardear a infraestrutura econômica do Iraque e Síria, incluindo suas fábricas e refinarias de petróleo.
17 – O projeto do ISIS de criar um califado faz parte de uma agenda política exterior dos Estados Unidos, que pretende dividir o Iraque e a Síria em territórios separados: um califado islâmico sunita, uma República Árabe xiita e a República do Curdistão.
18 – “A Guerra Global contra o Terrorismo” se apresenta frente à opinião pública como um “choque de civilizações”, uma guerra entre os valores e as religiões quando, na realidade, trata-se de uma guerra de conquista, guiada por objetivos estratégicos e econômicos.
19 – As brigadas terroristas da Al Qaeda, patrocinadas secretamente pelas agências de inteligência ocidentais, foram implantadas no Mali, Níger, Nigéria, República da África Central, Somália e Iêmen para levar o caos a esses países e justificar uma intervenção militar ocidental.
20 – Boko Haram na Nigéria, Al Shabab na Somália, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia, (apoiado pela OTAN em 2011), Al Qaeda no Magreb Islâmico e Jemaah Islamiya na Indonésia, entre outros, são grupos afiliados à Al Qaeda, que são secretamente apoiados pela inteligência ocidental.
21 – Os Estados Unidos também estão apoiando organizações terroristas afiliadas à Al Qaeda na região autônoma Uigur, na China. Seu objetivo é desencadear a instabilidade política no oeste da China.
22 – A ameaça terrorista local, como a que vemos nos EUA ou Europa, é uma fabricação promovida pelos governos ocidentais e apoiada pelos meios de comunicação com a finalidade de criar uma atmosfera de medo e intimidação, que leve a uma anulação das liberdades civis e favoreça a instalação de um estado policial.
Por sua vez, as prisões, julgamentos e condenações de “terroristas islâmicos” servem para sustentar a legitimidade do Estado de Segurança Interna dos Estados Unidos e a crescente militarização de suas forças de segurança.
O objetivo final é inculcar na mente de milhões de estadunidenses que o inimigo é real e que a Administração dos Estados Unidos protegerá a vida de seus cidadãos.
O mesmo podemos dizer de países como França, Reino Unido ou Austrália.
23 – A campanha “antiterrorista” contra o Estado Islâmico contribuiu com a demonização dos muçulmanos que, aos olhos da opinião pública ocidental, se associam cada vez mais aos jihadistas, assentando assim as bases para um choque de religiões e civilizações.
24 – Qualquer um que se atreva a questionar a validade da “Guerra Global contra o Terrorismo” é qualificado como terrorista e se vê submetido às leis antiterroristas.
Estabelece-se com isso, um primeiro instrumento para perseguir qualquer tipo de dissidente ideológico, associando-o ao terrorismo.
Esta ferramenta poderá ser estendida posteriormente a qualquer outro tipo de dissidência ideológica.
Como vemos, a administração Obama finalmente impõe um consenso diabólico, com o apoio de seus aliados e do papel cúmplice do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A imprensa ocidental abraça esse consenso de forma obediente e entusiasta; descreve o Estado Islâmico como uma entidade independente, surgida do nada, um inimigo exterior que ameaça os valores “pacíficos e democráticos” do mundo ocidental.
Criou-se um inimigo que pode aparecer e atuar em qualquer momento, como um fantasma com o qual se assusta a população quando mais convenha e empurrá-la a aceitar qualquer tipo de política repressiva das liberdades e qualquer tipo de ação militarista a serviço dos grandes poderes ocidentais.
E pelo visto, este drama, apenas começou…
Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/05/26/24-cosas-sobre-isis-y-al-qaeda-que-no-quieren-que-sepas/
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

O AUTO DENOMINADO "ESTADO ISLÂMICO" E SUA ORIGEM BIZARRA

A história bizarra da origem do ISIS – o auto denominado “Estado Islâmico”

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A história bizarra da origem do ISIS, um dos grupos mais radicais existentes hoje

ISIS é a sigla em inglês para “Estado Islâmico no Iraque e na Síria”, também conhecido como “Estado Islâmico do Iraque e do Levante”, ou, hoje em dia, apenas como “Estado Islâmico” (EI).
Embora muitos se refiram ao EI como um grupo terrorista, essa é uma categorização simplista para explicar o que ele representa. Chuck Hagel, que foi secretário de Defesa dos Estados Unidos até pouco tempo atrás, disse que o EI era um projeto de Estado com armas sofisticadas, uma ideologia totalitária e recursos abundantes obtidos por meio de financiamento externo.
O grupo começou como mais um dos vários que se opunham ao regime de Bashar al-Assad na Síria, mas hoje afirma ser a autoridade religiosa sobre todos os muçulmanos do mundo e tenta impor uma versão ultraconservadora do Islã a diversos países.
E como uma organização como essa, conhecida por ser uma dissidência da Al-Qaeda, a qual acusou de não ser suficientemente radical, surgiu e se tornou tão forte tão de repente? Afinal, poucos de nós haviam ouvido a sigla “ISIS” antes de um ou dois anos atrás.
O site americano Cracked conversou com várias pessoas que estiveram no Iraque e chegou à conclusão de que, se os EUA não for o pai do ISIS, é pelo menos algum tipo de tio. Isso por que…

5. Os EUA colocaram todos os seus líderes no mesmo campo

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Durante a Guerra do Iraque, entre 2003 e 2011, soldados americanos e da coalizão passaram muito tempo lutando e capturando dezenas de milhares de combatentes insurgentes no país, colocando-os sempre no mesmo lugar: Campo Bucca, no Iraque.

O local tornou-se um importante centro de detenção de… Qualquer pessoa. Provavelmente, isso fez com que o Bucca virasse uma espécie de “escola de extremismo”.
Nove principais líderes do Estado Islâmico passaram um tempo em Campo Bucca. Uma das fontes do Cracked, que pediu para permanecer anônima, esteve lá durante o mesmo tempo que um homem chamado Abu Bakr Al-Baghdadi. Se esse nome soa familiar para você, é porque ele é o chefe da ISIS e autoproclamado califa do Estado Islâmico:

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“Não podíamos chamar o Campo Bucca de prisão, porque ninguém que estava lá havia sido acusado ou condenado de qualquer coisa”, explica a fonte. Ou seja, qualquer um pego fazendo qualquer coisa que os EUA não gostassem era jogado lá, uma maneira fácil de acabar tornando jovens irritados em extremistas violentos. Nunca saberemos quantos homens inocentes acabaram radicalizados como resultado de seu encarceramento no Campo Bucca (é possível que até 90% dos reclusos tenham sido originalmente presos por engano), mas não é à toa que um dos antigos comandantes do local o tenha descrito como uma “panela de pressão para o extremismo” – no Twitter!
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4. Os radicais aprenderam a trabalhar juntos

Scores of outposts in Iraq have closed as American forces regroup on larger bases as a prelude to withdrawing from virtually all cities by June. The United States plans to close its prison at Camp Bucca in southern Iraq and turn the inmates over to the Iraqi authorities, and commanders are considering using the base as a way station for troops heading home.

Muitos dos detidos de Bucca, longe de casa pela primeira vez em um campo de prisioneiros, estavam compreensivelmente solitários e assustados. Logo, os presos mais radicais ofereceram apoio emocional, o que facilitou a radicalização de seus companheiros mais tarde.

Além disso, uma vez que estavam dentro dos muros de Bucca, todos tinham que viver sob uma versão estrita da lei islâmica – muito em linha com a forma como o ISIS opera hoje.
A fuga de Bucca era difícil, mas, dentro das cercas, os presos tinham a liberdade para fazer cumprir muitas de suas próprias regras e até mesmo realizar punições letais em outros detidos que quebrassem essas regras. A fonte do Cracked diz que, depois de punir alguém arbitrariamente, os outros detidos simplesmente o levavam para perto das cercas do campo e diziam que o haviam encontrado assim.
Estima-se que muitos dos futuros líderes e soldados do ISIS tiveram sua primeira experiência de trabalho e planejamento de ataque juntos dentro do Campo Bucca, onde mostraram a mesma criatividade e astúcia que lhes permitiu tomar conta de pelo menos metade do Iraque nos últimos anos.
Funcionários da “prisão” tentaram segregar os mais radicalizados dos mais pacíficos, mas isso não impediu que ambos se misturassem e até mesmo esquematizassem juntos. “Eles passavam notas entre si. Um grupo fazia um motim de um lado, enquanto outro fazia uma fuga do outro”, explica a fonte.
De qualquer forma, o Campo Bucca deixou vários insurgentes violentos em contato uns com os outros, obrigando-os a trabalhar em equipe.

3. Os EUA recrutaram ex-terroristas para lutar contra terroristas

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Lembra dos “Filhos do Iraque”? Em suma, eram um bando de muçulmanos sunitas da província de Anbar que organizaram um exército financiado pelos militares dos EUA para estabilizar a região. O único problema é que muitos deles começaram suas carreiras “militantes” lutando exatamente contra soldados americanos e civis iraquianos.

Uma segunda fonte consultada pelo Cracked, um soldado americano estacionado em Anbar naquele momento, recordou sua primeira reunião com alguns dos homens que se tornariam os Filhos do Iraque. Os EUA não tinham aliados locais competentes. O novo exército iraquiano, treinado e equipado pelos americanos, não era bom. A solução foram esses caras.
Os Filhos do Iraque não eram grandes fãs dos Estados Unidos, mas eram competentes (alguns deles tinham lutado contra os EUA durante anos) e queriam dinheiro.
E como as pessoas começaram a aceitar pagar aqueles que tinham sido seus inimigos apenas algumas semanas antes? Em alguns casos, mentiu-se que os Filhos do Iraque eram apenas cidadãos locais, agricultores, preocupados com a sua comunidade. Ou dizia-se que eles lutavam contra os EUA porque Al-Mahdi lhes pagava, e os americanos começaram simplesmente a pagar melhor.
De qualquer maneira, não demorou muito para que os militares percebessem que estes extremistas perigosos armados não tinham que obedecer às mesmas regras de guerra que os soldados americanos. Ou seja…

2. Os EUA transformaram o ISIS em um organizado esquadrão da morte

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O termo “esquadrão da morte” é preciso para descrever os Filhos do Iraque. Qualquer pessoa que a ONU não deixava os EUA matar, o país alegremente passava para o “esquadrão”, o que significa que elas acabavam mortas de qualquer jeito.

Nos últimos cinco meses que a segunda fonte do Cracked passou lá, de abril a agosto de 2007, os soldados americanos não sofreram ataques. Do lado dos mais mortais, eles estavam também mais seguros.
Só que os Filhos do Iraque não tinham quaisquer regras específicas para seguir. Durante patrulhas americanas, se os americanos invadiam uma casa, as mulheres choravam. Se os Filhos do Iraque estavam junto, eram os homens que choravam, pois sabiam que iam morrer – sem dúvida alguma.
O esquadrão tinha praticamente carta branca para jogar qualquer um em qualquer vala. Se isso parece horrível, é porque era. Uma queda de 90% da violência na região foi atribuída diretamente devido aos Filhos do Iraque – pelo medo que todos tinham deles. E o que tudo isso tem a ver com o ISIS?

1. Os EUA delegaram a responsabilidade por ambos os grupos ao governo iraquiano, e logo surgiu o ISIS

Nouri Maliki

Em 2008, o presidente Bush deu ao governo iraquiano o controle sobre todos os prisioneiros feitos na guerra, incluindo aqueles no Campo Bucca. Assim, os iraquianos libertaram Abu Bakr Al-Baghdadi em 2010, sob a suposição de que ele tinha tirado todo o terrorismo de seu sistema. Ele se tornou o líder do ISIS no mesmo ano.
Usar os Filhos do Iraque como um esquadrão da morte funcionou muito bem só para os EUA, visto que causou uma queda acentuada na violência contra seus soldados. Terminado esse propósito, em 2008, o governo americano quis se livrar deles, passando-os ao controle dos iraquianos.
Em 2011, o país caiu nas mãos do primeiro-ministro Nouri Maliki, um muçulmano xiita. Ele imediatamente mandou prender seu vice em comando, que era sunita. Em seguida, parou de pagar os Filhos do Iraque de maioria sunita.
Sem emprego, muitos deles se juntaram ISIS por, novamente, dinheiro. A maioria dos Filhos do Iraque foi na verdade assassinada pelo grupo ao invés de se tornar um aliado dele, mas o que realmente importa era que o maior obstáculo do Estado Islâmico tinha ido embora. O exército iraquiano continuou tão ineficaz quanto sempre foi, de forma que o ISIS agora controla mais de metade do país.
Conclusão: os EUA cutucaram ali, cutucaram ali, e só fizeram o cocô feder mais. Espera-se que eles aprendam a lição um dia, mas isso não deve acontecer tão cedo. Como uma última curiosidade divertida, o financiamento dos Filhos do Iraque custou aos Estados Unidos cerca de US$ 200 milhões por ano. O Pentágono estima que vai custar US$ 22 bilhões por ano para continuar lutando contra o ISIS. [CrackedBBC]
Autor: Natasha Romanzoti tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos
http://hypescience.com/historia-bizarra-da-origem-do-isis-um-dos-grupos-mais-radicais-existentes-hoje/