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sábado, 4 de julho de 2015

VERDADES SOBRE O ISIS E A AL QAEDA

24 verdades sobre o ISIS 

e

a Al- Qaeda que não 

querem que você saiba 2

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Michel Chossudovsky/Resumen Latinoamericano/
Global Research, 26 de maio de 2015 –

O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, o MOSSAD e o MI6 para acabar com a Síria. O professor Michel Chossudovsky, economista canadense e diretor do Centro de Investigação sobre a Globalização, de Montreal, enumerou 24 verdades que os governos ocidentais não querem que a população conheça sobre o ISIS ( Estado Islâmico) e a Al-Qaeda… Como é possível que sigam o jogo dos Estados Unidos encaminhado a criar um estado mundial policial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie em sua máxima dimensão.
COISAS QUE NÃO QUEREM QUE SAIBAMOS SOBRE A AL-QAEDA
1 – Os Estados Unidos apoiaram a Al Qaeda e suas organizações afiliadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegano-soviética.
2 – A CIA criou campos de treinamento para a Al-Qaeda no Paquistão. No período de dez anos, desde 1982 até 1992, cerca de 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.
3 – Desde a época da Administração Reagan, Washington apoiou a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.
Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Tudo era por “uma boa causa”: a luta contra a União Soviética e a mudança do regime, o que levou ao desaparecimento de um governo secular no Afeganistão.
Apenas precisamos lembrar os filmes de propaganda da época, como o célebre Rambo III…
4 – Os livros de textos jihadistas publicados pela Universidade de Nebraska. Os Estados Unidos gastaram milhões de dólares para fornecer livros de textos repletos de imagens violentas e ensinamentos islâmicos às escolas afegãs.
5 – Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda e homem mais odiado dos Estados Unidos, foi recrutado pela CIA em 1979, no próprio começo da guerra jihadista do Afeganistão contra a União Soviética. Na época, Bin Laden tinha 22 anos e foi treinado em um campo de treinamento de guerrilhas patrocinado pela CIA.
Segundo o Professor Chossudovsky, a Al Qaeda se encontrava por trás dos ataques do 11 de setembro. De fato, o ataque terrorista de 2001 proporcionou uma justificativa para uma guerra contra Afeganistão, sob o argumento de que o Afeganistão era um estado patrocinador do terrorismo da Al Qaeda.
6 – O Estado Islâmico ou ISIS era originalmente uma entidade afiliada à Al Qaeda, criada pela inteligência dos Estados Unidos, com o apoio do M16 Britânico, o Mossad Israelense, os serviços da Arábia Saudita (GIP ou Ri’āsat Al-Istikhbarat Al-‘Amah (رئاسة الاستخبارات العامة).
7 – As brigadas do ISIS sempre estiveram envolvidas no apoio à insurgência que os EUA e a OTAN têm dirigido contra o governo sírio de Bashar al Assad.
8 – A OTAN e o Estado Maior da Turquia foram os responsáveis pela contratação de mercenários do ISIS e Al Nusrah desde o início da insurgência síria, em março de 2011.
Segundo fontes da inteligência israelense, publicadas na web DEBKA, esta iniciativa consistiu em: “Uma campanha para recrutar milhares de voluntários muçulmanos em países do Oriente Médio e do mundo mulçumano para lutar junto dos rebeldes sírios. O exército turco aloja estes voluntários, os treina e assegura sua entrada na Síria”.
9 – Existem membros das forças especiais ocidentais e agentes de inteligência ocidentais dentro das fileiras do ISIS. Membros das Forças Especiais Britânicas e do M16 participaram do treinamento dos rebeldes jihadistas na Síria.
10 – Especialistas militares ocidentais contratados pelo Pentágono treinaram os terroristas no uso das armas químicas.
“Os Estados Unidos e alguns aliados europeus estão utilizando contratados da defesa para treinar os rebeldes sírios sobre como assegurar os arsenais de armas químicas na Síria, segundo informou um alto funcionário dos Estados Unidos e vários diplomatas de alto nível à CNN”.
11 – As decapitações brutais realizadas pelos terroristas do ISIS constituem os programas de treinamento patrocinados pela CIA nos campos da Arábia Saudita e Qatar e cujo objetivo é causar pavor e comoção.
12 – Muitos dos criminosos recrutados pelo ISIS são presidiários condenados libertos dos cárceres da Arábia Saudita, país aliado do Ocidente. Entre eles encontram-se cidadãos sauditas condenados à morte, que foram recrutados para se unirem às brigadas terroristas.
13 – Israel apoiou as brigadas do ISIS e Al Nusrah dos Altos do Golán, em sua luta contra o governo de Al-Assad e as forças xiitas da Hezbollah.
Combatentes jihadistas se reúnem regularmente com oficiais das Forças de Defesa Israelenses (FDI), assim como com o primeiro ministro Netanyahu.
O alto comando das FDI reconhece tacitamente que: “elementos da jihad global dentro da Síria, membros do ISIS e Al Nusrah, são apoiados por Israel”.
14 – Os soldados do ISIS dentro da Síria trabalham sob as ordens da aliança militar ocidental. Seu mandato tácito é causar estragos e destruição na Síria e Iraque.
Uma prova disso é a foto em que o senador estadunidense John McCain se reúne com líderes terroristas jihadistas na Síria.
15 – As milícias do ISIS, que atualmente são o alvo de uma campanha de bombardeios dos Estados Unidos e da OTAN sob o manto da “luta contra o terrorismo”, continuam sendo apoiadas secretamente pelo Ocidente.
Forças xiitas que lutam contra o ISIS no Iraque, assim como membros do próprio exército iraquiano denunciaram repetidamente as ajudas militares fornecidas pelos Estados Unidos aos terroristas do ISIS, enquanto combatiam contra eles.
16 – Os bombardeios estadunidenses e aliados não estão apontando o ISIS, mas possuem o objetivo de bombardear a infraestrutura econômica do Iraque e Síria, incluindo suas fábricas e refinarias de petróleo.
17 – O projeto do ISIS de criar um califado faz parte de uma agenda política exterior dos Estados Unidos, que pretende dividir o Iraque e a Síria em territórios separados: um califado islâmico sunita, uma República Árabe xiita e a República do Curdistão.
18 – “A Guerra Global contra o Terrorismo” se apresenta frente à opinião pública como um “choque de civilizações”, uma guerra entre os valores e as religiões quando, na realidade, trata-se de uma guerra de conquista, guiada por objetivos estratégicos e econômicos.
19 – As brigadas terroristas da Al Qaeda, patrocinadas secretamente pelas agências de inteligência ocidentais, foram implantadas no Mali, Níger, Nigéria, República da África Central, Somália e Iêmen para levar o caos a esses países e justificar uma intervenção militar ocidental.
20 – Boko Haram na Nigéria, Al Shabab na Somália, o Grupo de Combate Islâmico da Líbia, (apoiado pela OTAN em 2011), Al Qaeda no Magreb Islâmico e Jemaah Islamiya na Indonésia, entre outros, são grupos afiliados à Al Qaeda, que são secretamente apoiados pela inteligência ocidental.
21 – Os Estados Unidos também estão apoiando organizações terroristas afiliadas à Al Qaeda na região autônoma Uigur, na China. Seu objetivo é desencadear a instabilidade política no oeste da China.
22 – A ameaça terrorista local, como a que vemos nos EUA ou Europa, é uma fabricação promovida pelos governos ocidentais e apoiada pelos meios de comunicação com a finalidade de criar uma atmosfera de medo e intimidação, que leve a uma anulação das liberdades civis e favoreça a instalação de um estado policial.
Por sua vez, as prisões, julgamentos e condenações de “terroristas islâmicos” servem para sustentar a legitimidade do Estado de Segurança Interna dos Estados Unidos e a crescente militarização de suas forças de segurança.
O objetivo final é inculcar na mente de milhões de estadunidenses que o inimigo é real e que a Administração dos Estados Unidos protegerá a vida de seus cidadãos.
O mesmo podemos dizer de países como França, Reino Unido ou Austrália.
23 – A campanha “antiterrorista” contra o Estado Islâmico contribuiu com a demonização dos muçulmanos que, aos olhos da opinião pública ocidental, se associam cada vez mais aos jihadistas, assentando assim as bases para um choque de religiões e civilizações.
24 – Qualquer um que se atreva a questionar a validade da “Guerra Global contra o Terrorismo” é qualificado como terrorista e se vê submetido às leis antiterroristas.
Estabelece-se com isso, um primeiro instrumento para perseguir qualquer tipo de dissidente ideológico, associando-o ao terrorismo.
Esta ferramenta poderá ser estendida posteriormente a qualquer outro tipo de dissidência ideológica.
Como vemos, a administração Obama finalmente impõe um consenso diabólico, com o apoio de seus aliados e do papel cúmplice do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A imprensa ocidental abraça esse consenso de forma obediente e entusiasta; descreve o Estado Islâmico como uma entidade independente, surgida do nada, um inimigo exterior que ameaça os valores “pacíficos e democráticos” do mundo ocidental.
Criou-se um inimigo que pode aparecer e atuar em qualquer momento, como um fantasma com o qual se assusta a população quando mais convenha e empurrá-la a aceitar qualquer tipo de política repressiva das liberdades e qualquer tipo de ação militarista a serviço dos grandes poderes ocidentais.
E pelo visto, este drama, apenas começou…
Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/05/26/24-cosas-sobre-isis-y-al-qaeda-que-no-quieren-que-sepas/
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

sábado, 6 de junho de 2015

HEZBOLA FORMA BATALHÃO DE CRISTÃOS PARA COMBATER GRUPOS TERRORISTAS

Hezbolá forma batallón de cristianos para combatir grupos terroristas
















El Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) está formando un batallón de 
cristianos para luchar contra los grupos terroristas en El Líbano y Siria.

“Los jóvenes cristianos han decidido unirse a un batallón militar de Hezbolá, fundado por ellos,
con el fin de luchar contra el Frente al Nusra y el EIIL (Daesh, en árabe)”, ha afirmado Joseph
Farah, uno de los integrantes de la brigada en declaraciones publicadas este jueves por el portal
Web de la cadena libanesa Al-Manar.

“Los jóvenes cristianos han decidido unirse a un batallón militar de Hezbolá, fundado por ellos,
con el fin de luchar contra el Frente al Nusra y el EIIL (Daesh, en árabe)”, ha afirmado Joseph
Farah.
Según el medio libanés, la participación de los cristianos en los entrenamientos de Hezbolá ha
sido totalmente voluntaria y sin cualquier precondiciones.















Miembro cristiano de Hezbolá.

“Hezbolá no nos ha pedido que nos convirtamos al Islam o abracemos alguna ideología. Él
no nos pidió que luchásemos a su lado; fuimos nosotros los que lo solicitamos por nuestra
voluntad y ellos nos aceptaron. Cumplimos con nuestras obligaciones religiosas y disponemos
de plena libertad para hacerlo”, insiste Farah.

















Miembro cristiano de Hezbolá.

Por otra parte, las agencias libanesas han dado a conocer que Charbel Harb, un miembro
cristiano de Hezbolá perdió la vida en la lucha contra los terroristas del Frente Al-Nusra en
la frontera entre Siria y El Líbano, convirtiéndose en “el primer mártir cristiano” del movimiento.

El pasado 22 de mayo, el secretario general de Hezbolá, Seyed Hasan Nasrolá, adelantó que el
movimiento va a llamar a una movilización general en contra de los grupos takfiríes procedentes
de Siria, que amenazan la soberanía de El Líbano.

La semana pasada, Hezbolá montó en en la zona libanesa de Arsal, cerca de la frontera con Siria,
una operación especial de vigilancia mediante aviones no tripulados contra los takfiríes de Al-Nusra,
por lo cual varios miembros de la banda extremista perdieron la vida.

rba/ncl/mrk - HispanTv

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A COOPERAÇÃO DE ISRAEL COM O GRUPO TERRORISTA TAKFIRI ISIS - EI NO TRÁFICO DE ÓRGÃOS

Israel coopera com o ISIS no tráfico de órgãos humanos

Tradução: Caminho Alternativo

(08-03-2015) Fontes israelenses revelaram o envolvimento do regime de Tel Aviv no tráfico de órgãos humanos que executa o grupo terrorista takfirí ISIS (Daesh, em árabe).
Segundo um relatório do Canal 2 da televisão do regime de Tel Aviv, uma equipe de médicos israelenses ajuda o ISIS na venda dos órgãos removidos dos cadáveres das vítimas das brutalidades desses terroristas.
Recentemente, agrega, ISIS recrutou a um grupo de israelenses sob o nome de “médicos pelos direitos humanos” com o fim de aproveitar de seus serviços nas tarefas do envio de órgãos de pessoas a certos países regionais e dalí a outras partes do mundo.
O informe, que estuda as fontes de financiamento do ISIS, explica que os médicos israelenses ajudam o ISIS em hospitais da cidade iraquiana de Mosul, capital da província ao norte de Nínive, na extração de órgãos como coração, rins e fígado, entre outros, dos corpos de seus próprios membros feridos no campo de batalha ou de seus reféns.
Como os médicos iraquianos se negaram a ajudar o ISIS nestas tarefas, este grupo terrorista contratou médicos israelenses e de outras nacionalidades para continuar com esse processo e ganhar dinheiro, coloca em relevo o documento que aponta a Turquia como o principal cliente desses órgãos.
Este ato víl e abominável dos terroristas do ISIS se soma a suas outras atividades, igual de condenáveis, como o contrabando de petróleo, o tráfico de pessoas e drogas, que lhes rende quase 2 milhões de dólares anuais para suas operações terroristas na região do Oriente Médio, e em especial no Iraque e Síria.
O ISIS, com milhares de integrantes europeus, norteamericanos e do Oriente Médio em suas filas, comete todo tipo de crimes contra a humanidade, tanto na Síria como no Iraque.
Fontehispantv.com
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sábado, 27 de setembro de 2014

O DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA NA ONU E OS ATAQUES FASCISTAS

Quem me acompanha sabe bem que fui um dos primeiros jornalistas brasileiros a denunciar o grupo terrorista da vez – o Daesh -, que, hoje, cinicamente se auto denomina “Estado Islâmico”, uma facção criminosa composta de mercenários de vários países do mundo que não é nem um Estado e nem suas práticas são islâmicas.
Enquanto muitos só ouviram falar desse grupo agora, eu era um dos que já vinham denunciando os crimes dessa facção criminosa, inclusive nas redes sociais , e cujas vítimas principais são os próprios muçulmanos (sunitas e xiitas), embora entre essas vítimas estejam também cristãos, curdos, yazidis, armênios e drusos.
Denunciamos não só os crimes como também quem são os criadores, os gurus ideológicos e os patrocinadores desse grupo de mercenários que controla territórios e poços de extração de petróleo no Oriente Médio. Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Qatar e Israel estão por trás não só do Daesh (EI) como também de outros grupos terroristas como a Jubhat Nusra (Frente Al-Nusra), considerado o braço da Al-Qaeda na Síria.
Sempre disse que não há lugar do mundo onde a aliança dos Estados Unidos e seus aliados com a Al-Qaeda está mais evidente do que na Síria.
Portanto, parabenizamos e apoiamos o discurso da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, proferido, ontem, durante a abertura da sessão dos debates da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em que condenou os ataques hipócritas e o uso da violência para resolverem os problemas do Oriente Médio por parte do governo dos Estados Unidos e seus aliados ditadores e genocidas, os verdadeiros criadores de grupos extremistas e terroristas naquela região do mundo.
Postura digna
Dilma agiu como uma estadista e mostrou que o Brasil não é capacho dos ianques. A exemplo da maioria dos países do mundo, o Brasil não embarcou nesta nova farsa, por saber que a luta contra o Daesh proposta pelos Estados Unidos é uma “furada” que não vai levar a lugar algum.
Por conta desse discurso corajoso, a presidente Dilma Rousseff vem sendo covardemente atacada e acusada de forma distorcida de se posicionar a favor do Daesh (EI), o que não é verdade. Esses grupos fascistas no Brasil, que atacam covardemente a presidente do país, incluindo alguns veículos de comunicação, ao mesmo tempo em que procuram satanizar Dilma - que não tem nenhuma participação na criação do Daesh -, pintam uma imagem de “santo” e de “salvador” da Humanidade de Barack Obama.
O regime de Obama e os de seus aliados estão envolvidos até “os ossos” com os extremistas wahabitas-salafistas-takfiris (chamados erradamente de islâmicos e jihadistas, pois o que fazem não é jihad – cujo significado real é defesa da fé -, mas sim praticam violência barata em prol de interesses políticos e econômicos). Ou seja, na visão distorcida desses fascistas, a Dilma é ruim porque apoia extremistas e o Obama é o bom porque vai salvar o mundo e a civilização dos extremistas. Tenha a santa paciência!!!
Condenar os ataques ilegais e inúteis dos Estados Unidos e de suas ditaduras aliadas não significa apoio ao Daesh, mas sim apoio ao respeito as leis internacionais que proíbem países de apoiar grupos terroristas e de tomar medidas à revelia da ONU.
Críticas gerais

As críticas não partiram só de Dilma. O jornal New York Times, um dos principais dos Estados Unidos, criticou a decisão do governo Obama em suas páginas de atacar na Síria sem um debate com a sociedade norte-americano. Países importantes como a China, Rússia e Irã, embora interessados no fim do Daesh e que já vêm combatendo esse grupo, criticaram a forma “cowboy” que os Estados Unidos querem usar para resolver o problema.

Os ataques “de longe” realizados pelo regime genocida dos Estados Unidos em conjunto com governos monárquicos absolutistas, mesmo que sejam contra os monstros que eles criaram, além de ilegais e violarem as leis internacionais, são inúteis, pois vão proliferar mais ódio e a violência. Não terão sua eficácia atingida caso não haja o uso de forças terrestres, algo que até agora não foi definido é quem vai fazer esse jogo sujo “no campo” de batalha contra os bárbaros do Daesh.
Se querem acabar com o Daesh, então que fechem as fontes de financiamento de dinheiro e de abastecimento de armas que estão nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, no Qatar, na Turquia e em Israel, que agora “juram” querer acabar com esse grupo para posarem na mídia e para opinião pública como os lutadores contra o terrorismo, quando, na prática, são eles os maiores beneficiados da existência do terrorismo.
Abaixo trecho do discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU em que o Brasil se posicionou contra o fim da violência, contra o terrorismo e a favor da paz no Oriente Médio:
“A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente. 
Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. 
O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.

A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz, mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos."