Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...
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sexta-feira, 29 de setembro de 2017
domingo, 4 de junho de 2017
ARÁBIA SAUDITA - RICOS EM PETRÓLEO E POBRES DE ESPÍRITO
14 jovens serão decapitados na #Arábia_Saudita por manifestar-se contra a #monarquia.
O #silêncio #cúmplice das #potências que são #parceiras comerciais deste #regime.
O #silêncio #cúmplice das #potências que são #parceiras comerciais deste #regime.
Esa es la democracia que apoya EEUU
No se escucha ningun comentario de derechos humanos de la onu, o de amnesty internacional.
A este viejo hijo de puta,tambien le llegara su hora!!!!!!
La Democracia de los socios de EEUU los Sauditas...
Y aquí no va EEUU, imponer democracia? HIpócritas
El ISIS tiene las mismas formas de ejecución que los saudí y el financiamiento de occidente.
Es el único país q no tiene oposición ni parlamento ,la familia q goberna y nadie mas .
Barbaros los Sauditas verdaderos cavernarios no.son gobernantes son propietarios del.pais
Claro que no ahí problema y se callan si fuera Venezuela o Afganistán o Siria. Sería el escándalo del mundo
Los dueños del mundo miran Venezuela. Y no a estos hijos de puta que son sus socios!!!!
La ONU porque guarda silencio ante brutal violación de los derechos humanos. Cuanto cuesta el silencio...
Democracia vomitada por monarquía tribal e inhumana!
¡ Cuanta Injusticia! ¡ Cuanto abuso ! ¡ Cuanta inmoralidad !!!!! ( pero el mundo no parece ver... la comunidad internacional no parece ver... los organismos internacionales ni miran, ni ven, ni quieren saber de todo estas injusticias.... de este vacío de respeto a los derechos humanos en Arabia Saudita....) ¿ .......es raro .... ? O a mi me parece que se juzga con distintas medidas " Idénticos delitos" en el ámbito internacional.....
Regimen de terror, petroleo de sobra para regalar a los gringos, de no ser asi, hace rato peor que Libia,........ deciden los mercaderes de la muerte!!
Estas potencias económicas y militares son los verdaderos terroristas.
Invaden,bombardean y desaparecen pueblos completos en nombre de la paz y libertad.todo pueblo o nación que se levante a defender sus derechos lo masacran.
Invaden,bombardean y desaparecen pueblos completos en nombre de la paz y libertad.todo pueblo o nación que se levante a defender sus derechos lo masacran.
Despues encima hay que escuchar en la tv argentina periodistas estupidos que repiten como loros escritos preparados los usan literalmente como monigotes,diciendo el unico pais de Medio Oriente que no tiene democracia es Siria.Estupidos y el reino teocratico corrupto de Arabia Saudita son democraticos??
DDHH made in USA- el terrorismo mediático mundial Silencio. La inmoralidad Occidental..... El capitalismo feliz vendiendo armas a esta monarquía asesina..
Bueno la oposición en Arabia Saudí ya es consciente q serán asesinados si protestan.... La próxima protesta tiene q ser un plan de aniquilamiento contra la monarquía y sin fallas.... Mejor morir en lucha q en una pronunciación Pacífica donde t asesinaran por nada....
Pero los imperialistas le llaman democracia y donde hay democracia le llaman dictadura es increíble la hipocresía con la que tratan a nuestros pueblos y los tontos se creen toda esa mierda.
Estos si que son unos terroristas radicales, pero con mucho dinero y "amigos" poderosos y entonces cambia el cuento.
Locura total inadmisible, que en el año 2017 todavia actúen como ace miles de años atras, regimen totalitario
EL PUEBLO DEBE SALIR A LAS CALLES MASIVAMENTE PUEBLOS ENTEROS y COMO ENTONSES ENVIAN A DECENAS DE MILES A MORIR ESTOS ZATRAPAS EN COMPLICIDAD DEL IMPERIO DECADENTE Y SUS LACAYOS LA COALICIÓN DE LAME COJONES Y PATIO TRASERO DE ARMAS NUCLEARES ESTAS NACIONES SON TERRORISTAS ASESINAN A SUS CIUDADANOS EN ACTOS TERRISTAS EJECUTADOS POR SERVICIOS DE INTELIGENCIA PARA ESGRIMIR QUE SON ISIS DAESH ...SI ELLOS SON SUS PADRES LUEGO UTILIZAR LA AVIÁCIÓN CONTRA POBLACIÓN CIVIL DE SIRIA, IRAK, YEMEN, AFGANISTAN. LA MENTIRA ES EL ARMA QUE EMPLEAN UTILIZANDO A LA OEA PARA EJECUTAR SUS PROTERVOS PLANES
Annur tv
A raiva saudita.
14 jovens serão decapitados na Arábia Saudita por manifestar-se contra a monarquia.
O silêncio cúmplice das potências que são parceiras comerciais deste regime.
O silêncio cúmplice das potências que são parceiras comerciais deste regime.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
A AGENDA ANGLO-SIONISTA PARA A ARGENTINA E AMÉRICA DO SUL
A agenda anglo-sionista de Mauricio Macri para a Argentina e América do Sul
Enquanto a mídia promove a “vitória” de Mauricio Macri como um resultado de “mudança”, desde este blog já havia sido avisado que a eleição argentina era uma farsa. Mauricio Macri, Daniel Scioli e Sergio Massa compareceram por duas vezes ao judaico Americas Society dos Rothschild/Rockefeller, lá receberam as orientações do que deveria ser feito. Os três se comprometeram com o sionismo internacional, de que iriam obedecer a agenda anglo-sionista neo-liberal para a Argentina e toda a América do Sul.

Mauricio Macri com o genocida terrorista Benjamin Mileikovsky (aka “Netanyahu”)
Os presidentes em países como a Argentina são meros gerentes administrativos coloniais, que atendem aos interesses dos banqueiros e multinacionais. Macri é o melhor exemplo de um governo dos milionários, pois já nasceu em berço de ouro. Seu pai é Franco Macri, um milionário que fez fortuna com o regime militar. Os militares estatizaram as dívidas de suas empresas, transformando em dívida pública a ser paga pelo povo.
A estrutura de poder é supranacional, está acima dos presidentes e governos e utilizam o engano da “ideologia de esquerda” e “ideologia de direita” para manter o controle sob o Estado. É como uma bicicleta. Se pedala um pouco com a “esquerda” e um pouco com a “direita”. Todos presenciaram isto nas últimas décadas em todos os países sulamericanos. A cada 4 anos muda-se o partido no poder para que tudo continue como estava. Banqueiros e multinacionais continuam lucrando bilhões independente do quadro político no Congresso ou o fantoche que ocupa o cargo de presidente.
O povo argentino não votou em Macri porque querem regime neo-liberal, mas porque não há outro candidato. Os fantoches já estavam pré-selecionados em Think Tanks sionistas como a Americas Society. Era isso ou continuar no regime kirchner, que já durava 12 anos. Por este motivo a lei eleitoral impede que os votos em branco sejam considerados e anulem as eleições, para forçar a entrada de um político controlado pela elite financeira. Se os votos fossem considerados, as eleições seriam anuladas, os candidatos seriam removidos e outros teriam que ser apresentados. Algo que os banqueiros e corporações jamais permitirão.
Pense na Argentina como se fosse uma “empresa”. Se Macri é o gerente local desta “empresa”, quem são os diretores gerais que escolhem este gerente? Quem é o presidente? Quem são os acionistas, os verdadeiros donos desta “empresa”?
Como vemos, existe um poder supranacional que determina quem será candidato e quem ocupará o cargo de presidente de um país. Trata-se de um MODELO, que é aplicado pelos donos do dinheiro. Enquanto os fantoches se revezam a cada 4 ou 8 anos(reeleição) no cargo de “presidente”, a dinastia Rothschild governa o mundo há 300 anos. Poder é isto, permanecer no controle dos Bancos Centrais, emissão de moeda e governos ao longo de centenas de anos.
Esta é a agenda neo-liberal de Macri para a Argentina, atendendo às exigências dos verdadeiros donos do poder:
- Destruir as relações com a Venezuela, obedecendo às órdens do sionismo internacional sediado nos EUA, Reino Unido e Israel.
- Destruir o acordo de entendimento com o Irã, como ordenado pelo genocida Netanyahu.
- Enfraquecer as relações comerciais com o Mercosul, dando prioridade a relações bilaterais com os EUA e Israel. Repetindo Menem nos anos 90.
- Vai “revisar” relações com a Rússia.
- Retirar a Argentina da UNASUL, CELAC e outros organismos de integração regional sulamericanos.
- Fim da ideia de incluir a Argentina como integrante do BRICS.
- Inclusão da Argentina no TPP.
- Privatizar a YPF novamente e entregar os poços de petróleo às petroleiras Rothschild/Rockefeller.
- Privatizar terras para as corporações dos transgênicos cancerígenos: Monsanto, Cargill, Syngenta, Basf.
- Criar leis de proteção às sementes transgênicas da Monsanto, chamadas “sementes terminator“.
- Cortes sociais ao extremo: redução de salários e aposentadorias;
- Sucatear o sistema de saúde e educação públicos com o objetivo de privatizar.
- Ao contrário do que disse, vai privilegiar os grupos privados de comunicação e eliminar vozes alternativas de informação.
- Promover o fim da privacidade, liberdade de expressão e livre pensamento. Uma cópia da “Lei Mordaça” implantada na Espanha.
- Perseguir e censurar os argentinos que defendem a sua soberania rotulando-os como “extremistas” ou “terroristas”.
- Criar leis de censura contra o revisionismo histórico em relação aos fatos ocorridos na 2ª Guerra Mundial, como o sionismo e “holocausto”.
- Colocar integrantes dos lobbies sionistas como a DAIA ou OSA dentro do governo argentino, expandindo o poder israelense sobre o país.
- Assinar empréstimos com o FMI e/ou Banco Mundial, aumentando ainda mais a dívida pública do país com a banca Rothschild.
- Priorizar a importação sobre a produção nacional, promovendo aumento do desemprego e paralisação da enfraquecida indústria nacional.
- Dolarizar a economia e eliminar o peso.
- Pagar tudo que os “fundos abutre” exigirem, a usura extorsiva exigida pelos judeus Paul Singer, Mark Brodsky e George Soros.
- Perseguição de cristãos e muçulmanos, seguindo a cartilha sionista para o Oriente Médio.
- Abandonar a política nacional de recuperação das Malvinas e ceder totalmente às exigências do Reino Unido.
- Ceder a soberania sobre a região antartica argentina para o Reino Unido.
- Aceitar mais bases militares dos EUA em território argentino.
- Aumentar a privatização de terras na Patagônia argentina, permitindo a criação de um “Novo Israel”.
- Na próxima “crise de dívida”, assinar uma renegociação de dívida externa em troca de território(Patagônia).
- Influenciar na política interna dos países regionais(mudança de regime), Brasil, Equador,Venezuela e Bolívia, favorecendo a geopolítica anglo-sionista.
A lista é enorme, mas é praticamente o que Menem fez nos anos 90, época em que famílias argentinas se despediam de seus filhos que saiam do país em busca de uma vida melhor na Europa. Só que desta vez a Europa está na mesma situação, agora não há para onde fugir.
A Argentina está a caminho de desaparecer como país em menos de uma década. Será incluída no TPP e o Estado “representativo” dará passo ao Estado Corporativo, onde os bancos e multinacionais serão governo formalizado. Mais uma etapa ao Governo Mundial.
Já está comprovado que o peronismo morreu com Perón e o que existiu posteriormente e ainda existe são mercenários que se auto-denominam “peronistas” para ganhar simpatia popular e votos. São todos políticos de um único partido, o partido da dívida e estão á serviço dos banqueiros.
Se prevê que uma parte do bando dos kirchner agora passe a apoiar Macri, já que é este outro bando quem terá acesso aos recursos públicos. Em troca de dinheiro oferecerão apoio político ao regime de turno. Isto é um comportamento padrão onde reina a corrupção.
Poucos sabem, mas quem gerenciou o ridículo “debate” entre Scioli e Macri na TV foram políticos do regime Fernando de la Rúa. Ou seja, o povo havia pedido que “todos fossem embora”, o então presidente fugiu da Casa Rosada de helicóptero, mas na realidade não saiu ninguém. Os corruptos daquela época continuam assumindo cargos e atuando em segundo plano. Basta reparar os nomes “indicados” por Scioli e Macri para compôr o governo. São todos políticos de regimes anteriores, governo Menem, Duhalde, de la Rúa e dos Kirchner. E como sempre, o Ministro de Economia dos dois são agentes da banca internacional Rothschild. O “indicado” por Macri é Afonso Prat-Gay, um agente da banca JP Morgan dos Rockefeller/Rothschild.
Não duvide que de última hora reapareça o nome de Domingo Cavallo como Ministro de Economia, é um dos preferidos pela banca.
São os banqueiros que escolhem quem será o Ministro de Economia, para garantir que os juros extorsivos da dívida pública ilegal continuem sendo pagos.
A única possibilidade de escapar desta terrível previsão é que o povo argentino acorde e apoie os movimentos políticos que defendem os interesses na nação. Felizmente na Argentina eles estão crescendo e atuantes. Um deles é o Projeto Segunda República, que começou como um projeto político e já está à caminho de se tornar um partido político em 2016.

Adrián Salbuchi, um dos fundadores do Projeto Segunda República
Nos comentários dos vídeos do PSR os seguidores pedem que seus integrantes se postulem urgentemente para as próximas eleições, porque já não aguentam mais as mentiras e o engano dos partidos políticos atuais sob controle das corporações. E como fazer crescer movimentos patriotas já que eles não possuem a grana que os partidos das multinacionais e banqueiros possuem e não têm acesso à grande mídia? Apoio popular. As pessoas terão que abandonar as ideologias políticas do século 19, criadas pelos donos do poder, e passar a ver a situação do país desde o ponto de vista geopolítico.
Graças à internet estes grupos conseguiram sair do anonimato e crescem a cada regime fraudulento que passa pela Casa Rosada. Não é um movimento perceptível para as massas, porque eles não aparecem na mídia corporativa. Não veremos artigos de um Adrian Salbuchi ou Enrique Romero no Clarín ou La Nación, mas sim em espaços alternativos ou independentes, como no caso do Canal TLV1 no Youtube.
E entre todas as desgraças que irão ocorrer na Argentina com Mauricio Macri, existe um ponto positivo nisto. A política neo-liberal de Macri não será fácilmente aplicada com um povo argentino cada vez mais miserável e revoltado. Observando a lista de tarefas de Macri é possível deduzir que haverá revoltas, greves e violência e ele pode não durar até o fim do mandato.
Mais um que vai fugir de helicóptero da Casa Rosada? É possível.
Neste cenário restará uma única opção para tentar salvar o país, os grupos nacionalistas não alinhados com banqueiros ou multinacionais, como os membros do Projeto Segunda República.
É bom que os brasileiros tomem como lição o que está ocorrendo na Argentina e passe a formar grupos nacionalistas que se oponham ao poder financeiro das multinacionais e banca sionista internacional. O que acontece na Argentina é usado como modelo para ser aplicado no Brasil e vice-versa.
Um fato de extrema gravidade e que os meios sionistas não divulgam. Mauricio Macri está processado por escutas ilegais na causa AMIA. O que revela uma conspiração entre ele e os lobbies sionistas na Argentina para ocultar a participação do Mossad e da CIA nos atentados terroristas ao edifício da AMIA/DAIA.

Mauricio Macri, o chefe de governo portenho foi processado em maio de 2010 e a medida confirmada por unanimidade pela Câmara Federal portenha em junho desse ano, no marco da causa a raíz da denúncia por escutas a seu telefone feita seis meses antes por Sergio Burstein. O dirigente de um setor de familiares das vítimas do atentado à AMIA culpou também a Macri pela nomeação do comissário federal Jorge “Fino” Palacio como primeiro chefe da Polícia Metropolitana quando estava acusado de ocultar provas na investigação do ataque terrorista, quem também está processado na causa das escutas. Na investigação foi provado que as escutas ilegais tinham alcançado também a um cunhado de Macri, Néstor Leonardo, que foi assumida a responsabilidade pelo empresério Franco Macri, pai do chefe de Governo, quem assegurou que tinha contratado a uma empresa estadunidense por razões de segurança familiar.
Como farão para que este mercenário traidor assuma a presidência tendo um processo desta magnitude nas costas? Aí entrará a corrupta corte argentina para liberar o caminho, inocentá-lo e ao mesmo tempo enterrar a possibilidade de investigar a participação do Mossad/CIA nos atentados à AMIA.
A partir de agora, o que acontecer na Argentina repercutirá negativamente em toda a região sulamericana. Mauricio Macri será usado como ponta de lança do sionismo Rothschild para derrubar Maduro, Correa, Morales e quem sabe, até Dilma Roussef. O objetivo no Brasil é usurpar o pré-sal e privatizar a Petrobras.
Os artigos abaixo demonstram o crescimento do poder militar dos EUA na região. O eixo sionista EUA-Israel-OTAN se prepara para criar uma guerra contra os países ricos em petróleo, gás, água e minérios.
As emissoras de TV brasileiras e os jornais não vão lhe dar estas informações, porque fazem parte da estrutura mafiosa que pretende continuar dominando nações através da dívida pública e promover um Governo Mundial.
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segunda-feira, 23 de março de 2015
IRÃ E VENEZUELA NA MIRA DOS ESTADOS UNIDOS
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