Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

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sábado, 27 de setembro de 2014

O DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA NA ONU E OS ATAQUES FASCISTAS

Quem me acompanha sabe bem que fui um dos primeiros jornalistas brasileiros a denunciar o grupo terrorista da vez – o Daesh -, que, hoje, cinicamente se auto denomina “Estado Islâmico”, uma facção criminosa composta de mercenários de vários países do mundo que não é nem um Estado e nem suas práticas são islâmicas.
Enquanto muitos só ouviram falar desse grupo agora, eu era um dos que já vinham denunciando os crimes dessa facção criminosa, inclusive nas redes sociais , e cujas vítimas principais são os próprios muçulmanos (sunitas e xiitas), embora entre essas vítimas estejam também cristãos, curdos, yazidis, armênios e drusos.
Denunciamos não só os crimes como também quem são os criadores, os gurus ideológicos e os patrocinadores desse grupo de mercenários que controla territórios e poços de extração de petróleo no Oriente Médio. Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Qatar e Israel estão por trás não só do Daesh (EI) como também de outros grupos terroristas como a Jubhat Nusra (Frente Al-Nusra), considerado o braço da Al-Qaeda na Síria.
Sempre disse que não há lugar do mundo onde a aliança dos Estados Unidos e seus aliados com a Al-Qaeda está mais evidente do que na Síria.
Portanto, parabenizamos e apoiamos o discurso da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, proferido, ontem, durante a abertura da sessão dos debates da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em que condenou os ataques hipócritas e o uso da violência para resolverem os problemas do Oriente Médio por parte do governo dos Estados Unidos e seus aliados ditadores e genocidas, os verdadeiros criadores de grupos extremistas e terroristas naquela região do mundo.
Postura digna
Dilma agiu como uma estadista e mostrou que o Brasil não é capacho dos ianques. A exemplo da maioria dos países do mundo, o Brasil não embarcou nesta nova farsa, por saber que a luta contra o Daesh proposta pelos Estados Unidos é uma “furada” que não vai levar a lugar algum.
Por conta desse discurso corajoso, a presidente Dilma Rousseff vem sendo covardemente atacada e acusada de forma distorcida de se posicionar a favor do Daesh (EI), o que não é verdade. Esses grupos fascistas no Brasil, que atacam covardemente a presidente do país, incluindo alguns veículos de comunicação, ao mesmo tempo em que procuram satanizar Dilma - que não tem nenhuma participação na criação do Daesh -, pintam uma imagem de “santo” e de “salvador” da Humanidade de Barack Obama.
O regime de Obama e os de seus aliados estão envolvidos até “os ossos” com os extremistas wahabitas-salafistas-takfiris (chamados erradamente de islâmicos e jihadistas, pois o que fazem não é jihad – cujo significado real é defesa da fé -, mas sim praticam violência barata em prol de interesses políticos e econômicos). Ou seja, na visão distorcida desses fascistas, a Dilma é ruim porque apoia extremistas e o Obama é o bom porque vai salvar o mundo e a civilização dos extremistas. Tenha a santa paciência!!!
Condenar os ataques ilegais e inúteis dos Estados Unidos e de suas ditaduras aliadas não significa apoio ao Daesh, mas sim apoio ao respeito as leis internacionais que proíbem países de apoiar grupos terroristas e de tomar medidas à revelia da ONU.
Críticas gerais

As críticas não partiram só de Dilma. O jornal New York Times, um dos principais dos Estados Unidos, criticou a decisão do governo Obama em suas páginas de atacar na Síria sem um debate com a sociedade norte-americano. Países importantes como a China, Rússia e Irã, embora interessados no fim do Daesh e que já vêm combatendo esse grupo, criticaram a forma “cowboy” que os Estados Unidos querem usar para resolver o problema.

Os ataques “de longe” realizados pelo regime genocida dos Estados Unidos em conjunto com governos monárquicos absolutistas, mesmo que sejam contra os monstros que eles criaram, além de ilegais e violarem as leis internacionais, são inúteis, pois vão proliferar mais ódio e a violência. Não terão sua eficácia atingida caso não haja o uso de forças terrestres, algo que até agora não foi definido é quem vai fazer esse jogo sujo “no campo” de batalha contra os bárbaros do Daesh.
Se querem acabar com o Daesh, então que fechem as fontes de financiamento de dinheiro e de abastecimento de armas que estão nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, no Qatar, na Turquia e em Israel, que agora “juram” querer acabar com esse grupo para posarem na mídia e para opinião pública como os lutadores contra o terrorismo, quando, na prática, são eles os maiores beneficiados da existência do terrorismo.
Abaixo trecho do discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU em que o Brasil se posicionou contra o fim da violência, contra o terrorismo e a favor da paz no Oriente Médio:
“A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente. 
Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. 
O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.

A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz, mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos."

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A DESTRUIÇÃO DO IRAQUE PELAS OPERAÇÕES DE CONQUISTA IMPERIAL NOS PAÍSES PETROLEIROS

Me pregunto… qué relación tiene esta nueva embestida USA en Irak con el genocidio perpetrado por Israel al pueblo palestino en Gaza? Ustedes lo saben?
LAS CLAVES DE LA DESTRUCCIÓN DE IRAK. 

La "somalización`" petrolera de Irak está en marcha. División del país en tres países. Un país chií, un país suni, y un país kurdo, con las áreas de producción petrolera perfectamente controladas por EEUU.

Es el "Plan A" que guía hoy todas las acciones de Obama.

EEUU derrocó a Saddam Hussein en 2003 utilizando como fuerza de choque a los kurdos, y como estructura institucional y militar a la mayoría chií. 

Los sunies, que respaldaban a Saddam fueron marginados. 

El lunes Washington operó un golpe de Estado para derrocar al gobierno chií conducido por el primer ministro Al-Maliki.

¿Por qué lo hizo? 

Al-Maliki se alejó de las imposiciones de Washington y trazó una alianza con Irán y Rusia que incluye el petróleo y la compra de armas a Moscú. 

Desde el lunes Al-Maliki resiste a la destitución y desplegó el ejercito (entrenado y equipado por EEUU) en Bagdad, y es apoyado por un sector chii pero otro responde A EEUU. 

Lo que puede detonar a su vez una guerra civil entre los chiies. Que se sumaría a las guerras civiles ya existentes de los sunies contra los chiies, y de los kurdos contra los sunies por el control del petróleo. 

Veamos como EEUU consiguió esta maravilla de sangre, fragmentación y locura.

A) primero le dio protagonismo a los sunies, creando el ejército terrorista del Estado Islámico integrado por fundamentalistas sunies.

B) Luego lanzó a ese grupo en una operación sangrienta contra los chiies en el centro, y contra los kurdos en el norte. A su vez la CIA equipó a los kurdos con armas USA para que se defiendan del "terrorismo Islámico" controlado por la CIA.

C) Esta acción sincronizada creó un estado de violencia y caos sangriento sin limites. Que ya lleva (desde junio) más de 5.000 muertos, miles de heridos y millones de desplazados que huyen de la muerte y las torturas del terrorismo controlado por la CIA. 

Técnicamente, y como se hace en estrategia, primero EEUU puso al país en llamas, creó el CONFLICTO con el terrorismo, para luego aportar la SOLUCIÓN. Y la "solución" de Washington es presentarse como "mediador" y garante militar de la "paz" entre las facciones divididas y en guerra.

De esta forma, y sin comprometer a sus tropas, controlar todos los procesos de la fragmentación con el petróleo incluido. 

Y como el Gobierno de Al-Maliki se negó al plan de Obama de partición de Irak, fue destituido por los sectores pro-Washington.

Y en el Irak bañado en sangre de los civiles, niños, mujeres y hombres, que sirven como variable de ajuste de los planes criminales de EEUU, nada está cerrado.

Lo único cerrado, por ahora, es la muerte, la destrucción y la anarquía sin limites.

La síntesis de todas las operaciones de conquista imperial en los países petroleros.
Por MANUEL FREYTAS / IAR Noticias

Foto: LAS CLAVES DE LA DESTRUCCIÓN DE IRAK. La "somalización`" petrolera de Irak está en marcha. División del país en tres países. Un país chií, un país suni, y un país kurdo, con las áreas de producción petrolera perfectamente controladas por EEUU.  Es el Plan A que guía hoy todas las acciones de Obama. EEUU derrocó a Saddam Hussein en 2003 utilizando como fuerza de choque a los kurdos, y como estructura institucional y militar  a la mayoría chií. Los sunies, que respaldaban a Saddam fueron marginados. El lunes Washington  operó un golpe de Estado para derrocar al gobierno chií conducido por el primer ministro  Al-Maliki. ¿Por qué lo hizo? Al-Maliki se alejó de las imposiciones de Washington y trazó una alianza con Irán y Rusia que incluye el petróleo y la compra de armas a Moscú. Desde el lunes Al-Maliki resiste a la destitución y desplegó el ejercito (entrenado y equipado por EEUU) en Bagdad, y es apoyado por un sector chii pero otro responde A EEUU. Lo que puede detonar a su vez una guerra civil entre los chiies. Que se sumaría a las guerras civiles ya existentes de los sunies contra los chiies, y  de los kurdos contra los sunies por el control del petróleo. Veamos como EEUU  consiguió esta maravilla de sangre, fragmentación  y locura. A) primero le dio protagonismo a los sunies, creando  el ejército terrorista del Estado Islámico integrado por fundamentalistas sunies. B) Luego lanzó a ese grupo en una operación sangrienta contra los chiies  en el centro, y contra los kurdos en el norte. A su vez la CIA equipó  a los kurdos con armas USA  para que se defiendan del "terrorismo Islámico" controlado por la CIA. C)  Esta acción sincronizada creó un estado de violencia y caos sangriento sin limites. Que ya lleva (desde junio) más de 5.000 muertos, miles de heridos y millones de desplazados que huyen de la muerte y las torturas del terrorismo controlado por la CIA.  Técnicamente, y como se hace en estrategia, primero EEUU puso al país en llamas, creó el CONFLICTO con el terrorismo , para luego aportar la SOLUCIÓN. Y la "solución" de Washington es presentarse como "mediador" y garante militar de la "paz" entre las facciones divididas y en guerra. De esta forma, y sin comprometer a sus tropas, controlar todos los procesos de la fragmentación con el petróleo incluido. Y como el Gobierno de Al-Maliki se negó al plan de Obama de partición de Irak, fue destituido por los sectores pro-Washington. Y en el Irak bañado en sangre de los civiles, niños, mujeres y hombres, que sirven como variable de ajuste de los planes criminales de EEUU, nada está cerrado. Lo único cerrado, por ahora, es la muerte, la destrucción y la anarquía sin limites. La síntesis de todas las operaciones de conquista imperial en los países petroleros.
Por MANUEL FREYTAS / IAR Noticias