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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

UM TERRORISTA NOMEADO POR NETANYAHU COMO EMBAIXADOR DE ISRAEL NO BRASIL

Novo post em Caminho Alternativo

Netanyahu nomeia um terrorista como embaixador de Israel no Brasil

by Caminho Alternativo
Tradução: Google Tradutor

(05-08-2015) O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nomeou Dani Dayan para ser o próximo embaixador de Israel no Brasil na quarta-feira.
Dayan anteriormente serviu como o chefe do grupo colono guarda-chuva, o Conselho Yesha.
Ao fazer a nomeação, Netanyahu disse: "A América Latina é uma das metas centrais de Israel em nossos esforços para desenvolver novos mercados que irão contribuir para nosso crescimento econômico." Ele expressou confiança de que Dayan teria sucesso em fortalecer as relações com o país sul-americano.
Dayan disse ao aceitar a nomeação, "eu respondi o desafio que o primeiro-ministro deu-me a aprofundar e melhorar as relações entre Israel e Brasil." Ele brincou que, apesar de sua nomeação, ele não tinha prometido trazer Israel uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.
Fontejpost.com
Comentário do blog
Dani Dayan é um dos líderes da expansão de construções ilegais em terras palestinas, principalmente em West Bank. Foi chairman do sionista Conselho Yesha, grupo que promove a limpeza étnica na Palestina e é o responsável pela expulsão dos palestinos de suas casas, destruição de oliveiras e demolições de casas palestinas para colocar em seu lugar construções para colonos judeus. A função de Dayan foi promover o terror contra os palestinos, o que o torna um terrorista e antissemita, já que os palestinos são os verdadeiros semitas.
Além de promover o genocídio, este conselho edita material de propaganda pró-Israel(Wikipedia) baseado em mentiras com o fim de defender os crimes cometidos por Israel e combater o BDS(Boicote, Desinvestimento e Sanções).
BDS se tornou mundialmente conhecido por combater o regime genocida de Israel através do boicote e atualmente têm ganhado adesão de diversos setores da sociedade em todo o planeta.


O movimento global para uma campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra Israel até que ele esteja em conformidade com a lei internacional e os direitos dos palestinos foi iniciado pela sociedade civil palestina em 2005, e é coordenado pelo Comitê Nacional Palestino BDS (BNC), estabelecido em 2007. BDS é uma estratégia que permite que as pessoas de consciência desempenhem um papel eficaz na luta palestina pela justiça.
Durante décadas, Israel negou aos palestinos seus direitos fundamentais de liberdade, igualdade e autodeterminação através da limpeza étnica, a colonização, a discriminação racial e a ocupação militar. Apesar da condenação abundante das políticas de Israel por parte da ONUde outros organismos internacionaise organizações proeminentes de direitos humanos, a comunidade mundial não conseguiu responsabilizar Israel e fazer cumprir os princípios básicos do direitoOs crimes de Israel continuaram com impunidade.
Em vista da continuada incapacidade, a sociedade civil palestina exigiu uma resposta dos cidadãos globais. Em 9 de julho de 2005, um ano após parecer consultivo histórico da Corte Internacional de Justiça sobre a ilegalidade do Muro de Israel nos Territórios Palestinos Ocupados (OPT), uma clara maioria da sociedade civil palestina chamou seus colegas e as pessoas de consciência em todo o mundo para lançar boicotes gerais, implementar iniciativas de desinvestimento,e exigir sanções contra Israelaté que os direitos dos palestinos sejam reconhecidos em plena conformidade com o direito internacional. [...]

A quem interessa fazer relações comerciais com um regime que pratica o genocídio há quase 70 anos impunemente? Acaso o governo brasileiro não viu o massacre cometido por Israel em Gaza no ano passado?
É obrigação de todo brasileiro, assim como do próprio governo, aplicar o boicote total contra o regime nazi-sionista de Israel e expulsar este embaixador da morte.
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Caminho Alternativo | agosto 5, 2015 às 12:48 pm | Tags: sionismo | Categorias: Mundo | URL:http://wp.me/p29z3m-Qo

quinta-feira, 21 de maio de 2015

OS TERRORISTAS ANTISSEMITAS ESTÃO EM ISRAEL E NO SIONISMO INTERNACIONAL

Nova publicação em Caminho Alternativo

Os terroristas antissemitas estão em Israel e no sionismo internacional

by Caminho Alternativo
Nos últimos dias surgiram notícias que revelam o desespero das lideranças sionistas em manter o seu poder intimidatório através da censura na internet e insultos de "antissemitismo" a indivíduos que denunciam os crimes cometidos pelo regime de Israel e do movimento sionista internacional.
Devido à ignorância e desinformação que circulam nos meios corporativos de comunicação em massa, se faz necessário esclarecer em que consiste e como opera a indústria da propaganda do sionismo israelense para ocultar seus crimes e acusar aqueles que revelam a verdade sobre o sionismo e Israel de "antissemitas".
A maioria das pessoas desconhece totalmente quais são os verdadeiros povos semitas e qual é a diferença entre judaísmo e semitismo.

Povos de origem semita


Na internet existem diversas fontes sobre o que é semitismo ou quem é semita, mas de forma geral todas convergem para esta definição:

O termo semita tem como principal designação o conjunto linguístico composto por uma família de vários povos, entre os quais se destacam os árabes e hebreus, que compartilham as mesmas origens culturais. A origem da palavra semita vem de uma expressão no Gênesis e referia-se a linhagem de descendentes de Sem, filho de Noé. Modernamente, as línguas semíticas estão incluídas na família camito-semítica. Historicamente, esses povos tiveram grande influência cultural, pois as três grandes religiões monoteístas do mundo - judaísmo, cristianismo e islamismo - possuem raízes semitas. Devido a diversas migrações, não podemos falar de um grupo étnico homogêneo. Portanto, muitas línguas compõem a família semítica, incluindo as seguintes: acadiano, ugarítico, fenício, hebraico, aramaico, árabe, etíope, egípcio, copta gala, afar-saho, assírio e caldeu

Como vemos, os povos do Oriente Médio são os verdadeiros semitas. Na lista estão os palestinos, sírios, líbios, afegãos, iraquianos, egípcios e os povos árabes em geral. Independente da religião, qualquer pessoa que tenha antepassados nesses países é um semita. Isto é fácilmente rastreável analisando o sobrenome do indivíduo e seus familiares.
Um iraquiano pode ser budista que será um semita, um sírio pode ser hinduísta que será um semita, um líbio pode ser católico que será um semita. O ex-boxeador Mike Tyson pode converter-se ao judaísmo que jamais será um semita. A conversão de uma pessoa ao judaísmo não o faz um semita.
Se um casal de brasileiros, judeus ou não, descendentes de europeus, se mudar para o regime sionista de Israel e lá nascer o filho do casal, ele será considerado pelo regime um "cidadão israelense" mas jamais será um semita.
Portanto, judaísmo não é sinônimo de semitismo. Judaísmo é uma religião, não é um "povo", não é uma "etnia", não é uma "nacionalidade" e muito menos uma "raça", enquanto o termo semita define a todos os povos árabes do Oriente Médio.

Os verdadeiros antissemitas


Agora que sabemos quem são os verdadeiros semitas e a diferença entre religião com o semitismo, é fácil identificar os antissemitas.

A Décima Terceira Tribo – O Império Kazar e sua Herança


Conforme publicado nos livros "A Décima Terceira Tribo - O Império Kazar e sua Herança" e "A Sinagoga de Satanás", os kazares convertidos em massa ao judaísmo por ordem do imperador da Kazária não possuem uma gota de sangue semita. São kazares arianos do Cáucaso, onde hoje está a UcrâniaRússia e Cazaquistão. Observe e compare os mapas.

Reino da Kazária

Mapa atual da região, onde estava o Reino da Kazária hoje está a Ucrânia, Rússia, Cazaquistão, Geórgia.

Isto foi científicamente comprovado através de teste genético e publicado na Oxford Journal - Genome Biology and Evolution em dezembro de 2012. No estudo é comprovado que 90% dos judeus no mundo são judeus ashkenazis e não possuem nenhuma ligação com a "terra santa" na Palestina.


A propaganda sionista kazar consiste em mentir e fazer a mentira circular em todos os meios de comunicação em massa, fazendo o mundo acreditar que judaísmo é sinônimo de semitismo.
Desta forma se revela que as acusações de "antissemitismo" por parte de Israel e do sionismo internacional são pura propaganda e guerra psicológica. Os farsantes acusadores não possuem uma gota de sangue semita e muito menos leram a Torah. Os judeus ortodoxos como os do Neturei Karta e True Torah Jews, denunciam que o judaísmo foi sequestrado pelos sionistas e que é proibido pela Torah aos judeus ter uma "nação judaica". O sionismo usa a religião judaica para promover uma política nacionalista e racista, o que viola totalmente os preceitos religiosos de acordo com estes judeus ortodoxos. Esta política sionista é a maior ameaça aos judeus em todo o mundo e conforme dito pelo rabino David Yisroel Weiss, quanto mais a pessoa é religiosa, mais anti-sionista ela é.




A verdadeira identidade dos antissemitas


O nome verdadeiro do genocida Benjamin Netanyahu é Benjamin Mileikovsky, seu pai se chamava Benzion Mileikowsky e nasceu em Warsaw, Polônia. Foi um fervoroso ativista do "Revisionismo Sionista", que serviu como uma base para a criação do ultra-direitista partido Likud, onde hoje lidera seu criminoso filho. Os avós deste sociopata são da Lituânia.
Benjamin Mileikovsky("Netanyahu") é na verdade um judeu ashkenazi, não possui uma gota de sangue semita. Têm em suas mãos o sangue de milhares de palestinos assassinados sistemáticamente na Palestina e, portanto, é um psicopata antissemita.
Se analisarmos os novos membros do regime extremista e racista de Israelcomprovaremos que é formado, em sua maior parte, por kazares.

Membros do novo regime extremista de Israel

Moshe Ya'alon - O Ministro da Defesa nomeado recentemente por Mileikovsky("Netanyahu") também mudou seu nome para ocultar suas verdadeiras raízes, seu nome real é Moshe Smilansky cujos pais são da Ucrânia.
Naftali Bennett - O atual Ministro da Educação do regime sionista possui raízes nosEUA e  consequentemente na Inglaterra, portanto, as raízes de sua família estão na Europa. Declarou ter "assassinado muitos árabes em sua vida e não via problema algum com isso". O que o converte em um genocida antissemita.

"Eu matei muitos árabes na minha vida, não há problema com isso" - Ministro da Educação do regime israelense

Eli Ben-Dahan - Nomeado pelo genocida "Netanyahu" como Ministro da Defesa do regime sionista, nascido no Marrocos(África), é um conhecido racista e supremacista sionista. Possui várias declarações racistas e antissemitas contra os palestinos, como esta:

"Na minha opinião os palestinos são bestas, não humanos" - Ministro de Defesa do regime sionista de Israel

Aryeh Mahlouf Deri - O Atual Ministro de Economia do regime sionista têm suas raízes no Marrocos(África) e já foi condenado por recebimento de propinas quando era Ministro do Interior.
Ayelet Shaked - A racista e antissemita Ministra da Justiça nomeada pelo carniceiro "Netanyahu" pediu o genocídio das mães palestinas e têm suas raízes no Império Russo e na Romênia. Esta é a mais descarada farsante ashkenazi que não têm um fio de cabelo semita, ela prega o genocídio dos semitas palestinos públicamente enquanto propaga da mídia sionista que Israel "mata para se defender".
Miriam "Miri" Regev - A atual Ministra de Cultura e Esportes, seu nome real é Miriam Siboni, filha de imigrantes Marroquinos, portanto, do norte da África. Contribuiu com o genocídio palestino servindo na IDF, o exército de ocupação terrorista de Israel. Deveria ser condenada por genocídio e antissemitismo.
Tzipi Hotovely - A Ministra de Relações Exteriores do regime sionista é totalmente contra um estado Palestino e prega a anexação de West Bank, é filha de imigrantes daGeórgia.
Ficou claro ao leitor que estes indivíduos não são o que dizem que ser? São farsantes mentirosos e criminosos altamente perigosos!
Todos estes enganadores que ocupam a Palestina e promovem o genocídio palestino são os verdadeiros nazis e antissemitas que a mídia controlada por eles protege. Nenhum dos citados são árabes, nem sequer possuem antepassados no Oriente Médio. Todos possuem raízes no Caúcaso e África. Coloque um uniforme das SS nazistas no ariano "Netanyahu" e terá um perfeito funcionário do III Reich.
Entre 1947 e 1948, 1 milhão de palestinos foram expulsos de suas terras; cerca de 1 milhão de colonos originários da Polônia, Alemanha, Rússia e outros países as ocuparam. Estes invasores são os verdadeiros antissemitas e apoiam um regime criminal que promove o genocídio de um povo que é semita, os palestinos.
Falando em nazismo, entre os financiadores do III Reich alemão estavam osbanqueiros judeus ashkenazis de Nova York(Rothschild, Schiff, Morgan, Goldman, Lazard, Warburg) e dinastias neocons estadunidenses como os Bush. Prescott Bush, o avô de George W. Bush, financiou o III Reich alemão.
Os judeus sionistas eram sócios do regime nazista e promoveram a perseguição de judeus na Europa para obrigá-los à migrar à Palestina e assim criar o regime sionista de Israel através do terrorismo e genocídio. Está tudo documentado e públicamente acessível.
Não podemos esquecer de outros famosos judeus ashkenazis que atuam como financiadores e arquitetos do Governo Mundial sionista e privado.
Um é Henry Alfred Kissinger, nascido em Fürth, Alemanha e seu nome verdadeiro éHeinz Alfred Kissinger. Este sionista têm em sua ficha criminal genocídios em toda a parte do mundo e foi o arquiteto das ditaduras sanguinárias na América do Sul.

Advogado uruguaio pede a prisão de Kissinger
Gustavo Salle entrou com um pedido, junto à Justiça uruguaia, de captura internacional, prisão e extradição do ex-secretário de Estado dos EUA, acusando-o de “autor intelectual” da Operação Condor, ação articulada entre ditaduras latino-americanas que causou a morte e o desaparecimento de milhares de pessoas.
Marco Aurélio Weissheimer - Carta Maior
PORTO ALEGRE - O advogado uruguaio, Gustavo Salle, solicitou à Suprema Corte de Justiça que faça um pedido de captura internacional, prisão e extradição do ex-secretário de Estado dos Estados Unidos (1973-1977), Henry Kissinger, como "autor intelectual" do Plano Condor, operação coordenada de repressão das ditaduras do Conesul contra militantes de esquerda, informa matéria da agência italiana ANSA. Segundo o advogado declarou à ANSA, existem “provas semi-plenas" nos processos de investigação sobre as violações dos direitos humanos durante as ditaduras do Conesul. Essas provas – ainda incompletas - vinculam, segundo ele, Kissinger com a autoria intelectual do Plano Condor, durante as décadas de 70 e 80.
Salles é advogado de defesa de Bernardo Arnone, um militante de esquerda do Partido por la Victoria del Pueblo de Uruguay (PVP), desaparecido em 1976 e também do caso que levou à prisão no ano passado cinco oficiais do exército e dois ex-policiais pelo desaparecimento, também em 1976, dos militantes do PVP, Alberto Mechoso e Adalberto Soba.
A Operação Condor consistiu em um sistema de cooperação entre as ditaduras militares do Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Brasil para perseguir e executar opositores desses regimes. O pretexto era o argumento clássico da Guerra Fria: "deter o avanço do comunismo internacional". Auxiliados técnica, política e financeiramente por oficiais do Exército dos Estados Unidos, os militares sul-americanos passaram a agir de forma integrada, trocando informações sobre opositores considerados perigosos e executando ações de prisão e/ou extermínio. A operação deixou cerca de 30 mil mortos e desaparecidos na Argentina, entre 3 mil e 7 mil no Chile e mais de 200 no Uruguai, além de outros milhares de prisioneiros e torturados em todo o continente. [...]

Zbigniew Kazimierz Brzezinski, nascido em Varsóvia, Polônia. Foi ex-Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos durante a presidência de Jimmy Carter e desde essa época vêm atuando para a criação de uma Nova Ordem Mundial sionista.
Outro conhecido antissemita é o promotor de golpes de estado, "revoluções coloridas"(Egito) e usura internacional, o abutre George Soros, que na realidade se chamaSchwartz György. Tanto sua origem como a de seus pais está na Hungria.
Um famoso antissemita que financia o genocídio palestino é Sheldon Adelsonbilionárioe rei dos "jogos de azar" nos EUA. Recentemente foi noticiado que está sendo investigado por pagamentos de propinas e associação com a máfia chinesa. Típico perfil de um mafioso. Com o dinheiro sujo financia campanhas de candidatos à presidência dos EUA que priorize os interesses do regime de Israel em detrimento dos interesses do povo estadunidense. Nasceu nos EUA e suas raízes estão na Ucrânia.
Essas personalidades políticas e do mundo das "finanças" mudam o seu sobrenome para parecer "mais semita" e despistar a sua verdadeira origem, que está na região do Caúcaso. Nos EUA israelenses ocupam os principais cargos no governo, entram através do financiamento da banca sionista e mafiosos como Sheldon Adelson e direcionam a política externa do país para sustentar o genocídio palestino e o criminoso regime de Israel.
Com estas informações já sabemos que aqueles que promoveram a invasão ao Iraque, ao Afeganistão, à Líbia, à Síria, ao Líbano e mataram milhões de civís, estão na lista de antissemitas. Na lista temos, para citar alguns, os Bush, Colin Powel, Donald Rumsfeld, os Clinton, Tony Blair, Barack Obama, Dick Cheney e vários outros. Pelo lado israelense todos estão na lista, todos os militantes sionistas ativos como passivos na invasão à Palestina no fim da década de 30 até hoje.

A criminosa propaganda sionista para ocultar seus crimes


O movimento sionista, que é um movimento político e de poder, utiliza seu amplo domínio mediático para insultar e desqualificar a qualquer pessoa que se atreva a revelar seus crimes e suas fraudes, seja a pessoa judia ou não. Os "antissemitas" são aqueles que o sionismo internacional considera como seus inimigos políticos ou reagem à supremacia sionista que visa impôr uma ditadura global baseada na superioridade financeira dos bilionários sobre o resto da humanidade.
A ultra-sionista ADL(Anti-Defamation League) insultou os judeus Gilad Atzmon e Yaakov Shapiro de "antissemitas" por condenar as atrocidades de Israel e ao sionismo. Atzmon é citado no site da ADL como "antissemita" por este motivo:

Atzmon se engajou na diminuição do Holocausto e defendeu o direito dos negadores do holocausto de desafiar as narrativas históricas e oferecer teorias revisionistas sobre o holocausto

Fonteadl.org
Curiosamente, cerca de 25 a 30 milhões de russos morreram na 2ª Guerra Mundial, alguns autores dizem que a quantidade de russos mortos foi superior e outros dizem que foi inferior. Alguma vez o governo russo lançou uma campanha de perseguição internacional contra pessoas que debatem ou contestam o número de russos mortos na 2ª guerra?
Discutir a quantidade de russos caídos e a forma como morreram não faz de ninguém um "anti-russo", pois se trata de assunto histórico e todo assunto histórico é passível de revisão. É através das novas evidências e relatos que se chega à verdade sobre o que ocorreu no passado. As cifras sempre aparecem redondas, porque são uma estimativa, para se chegar à cifra exata de mortos seria necessário uma investigação independente e profunda, revisando toda a documentação existente, analisando outras fontes e buscando novas evidências.
Para o establishment sionista, o número cabalístico de "6.000.000" é um número "oficial", que não pode ser contestado e é muito mais importante que os 30 milhões de russos mortos na guerra. Por quê?
As evidências revelam que os "6 milhões" foi propaganda criada com o intuito de criar as condições e "argumentos" para a invasão à Palestina(ou à Argentina). Este número cabalístico provávelmente surgiu dentro dos Congressos Sionistas do antissemita e fundador do Sionismo Político, Theodor Herzl, no fim do século 19. Naquela época já aparecia os "6 milhões" em diversos jornais, como o New York Times ou o San Francisco Chronicle.

Ampliação do The New York Times de 1905. "Ele declarou que livres e felizes russos, com seus 6 milhões de judeus, podem significar o fim do Sionismo, desde a abolição da autocracia, pode praticamente eliminar as causas que trouxe o Sionismo à existência".

Ampliação do jornal San Francisco Chronicle de 1919. "6 milhões de judeus na fila do pão, escreve Straus".

Ampliação do The New York Times de 8 de setembro de 1919. "6 milhões estão em perigo". "O fato de 6 milhões de almas na Ucrânia e na Polônia receberem uma notificação através de nação e pela palavra que eles estão indo para ser completamente exterminados - este fato está diante de todo o mundo como a questão primordial da atualidade".

Ampliação do New York Times de 20 de julho de 1921. "6 milhões de judeus russos estão enfrentado o extermínio..."

Ampliação do Tulsa Daily World de 11 de abril de 1920, seção B, página 14. "Hoje, 6 milhões de judeus estão enfrentando dias escuros em toda a história da raça".

A propaganda foi sistemática em diversos jornais e em diversas épocas, numa clara tentativa de acostumar a opinião pública com os "6 milhões".
Com o fim da 2ª Guerra os sionistas lançaram mais uma vez o número e finalmente conseguiram alcançar o seu objetivo, estabelecer os "6 milhões" como número oficial de mortos, culpar a humanidade pela morte deles e receber bilionárias indenizações da Alemanha, o país perdedor da guerra. Em seguida iniciaram a invasão à Palestina com as contas bancárias recheadas e financiaram grupos judeus terroristas para matar e expulsar os palestinos de suas terras e erguer o regime de Israel sobre seus crânios.
O maior medo dos sionistas é que a bilionária industria do "holocausto" seja revelada mundialmente e sumariamente fechada. Ganharam bilhões de dólares comindenizações fraudulentas e poder de influência em todo o mundo através de seus lobbies mafiosos, financiando políticos corruptos para que submetam seus países ao controle do sionismo internacional.
Não satisfeitos, os sionistas querem que as compensações sejam pagas a seus descendentes pela eternidade. Aqui está a mais nova farsa que estão criando.
O sionismo inventou um “estudo” alegando que o sofrimento pode ser passado genéticamente aos descendentes. Artigo publicado originalmente no site judaico Salon.
Querem justificar a continuidade dos pagamentos de compensações aos descendentes de judeus “sobreviventes do holocausto”, ou seja, perpetuar a indústria do holocausto. É um pretexto para permitir que os descendentes dos indivíduos que estiveram(e os que não estiveram) na lista para receber as compensações herdem os pagamentos. Desta forma, filhos, netos, bisnetos e tataranetos de judeus receberão os pagamentos sem ter vivenciado a 2ª Guerra Mundial. Serão beneficiados porque “herdaram o sofrimento” de seus pais e/ou avôs.
O “estudo” vale para os palestinos semitas que são assassinados diariamente pelo regime nazi de Israel? Os filhos dos palestinos que foram mortos e expulsos de suas terras pelos terroristas judeus do Hagana, Stern Gang e Irgun na década de 40 também herdaram o sofrimento de seus pais ou o “estudo” só vale para judeus?
E o povo iraquiano? E o povo afegão? E o povo líbio? Há décadas estes povos SEMITAS são vítimas da OTAN-EUA-Israel. A população destes países receberão indenizações pelos crimes cometidos pelo movimento sionista?

Conclusão

Os verdadeiros antissemitas são os sionistas ashkenazis do Cáucaso, que são descendentes de kazares convertidos ao judaísmo em massa por ordem do imperador do reino da Kazária no século 1.
Caminho Alternativo | maio 21, 2015 às 10:10 pm | Tags: sionismo | Categorias: Mundo | URL:http://wp.me/p29z3m-Pg

sábado, 7 de fevereiro de 2015

POR QUE A CULPA NÃO É DO COLONIZADOR?

Por que não culpam o colonizador? 

Vamos esclarecer uma coisa. 

Não há nenhum problema palestino. O problema é Israel. 

Os palestinos não invadiram a Europa. 

Os palestinos não ocuparam nenhuma nação européia. 

Os palestinos jamais perseguiram quem quer que seja por questões religiosas. 

Governantes muçulmanos palestinos sempre trataram respeitosamente quaisquer membros de outras religiões. 

Jamais perseguiram os judeus europeus ou ocidentais. 

Os europeus cristãos é quem perseguiam os judeus. 

Os europeus cristãos é quem criaram os campos de concentração. 

O holocausto é um produto cristão europeu. 

E o muçulmano é o terrorista? 

A criação de Israel foi uma ação cínica do Ocidente para livrar-se de seus judeus já que os campos de concentração não bastaram. 

Roubaram uma terra que não lhes pertencia para doá-la a pessoas que não tinham nenhuma relação com a região. 

E os palestinos é que pagam a fatura? 

Vamos esclarecer uma coisa. 

A Palestina é uma nação ocupada. 

E como nação ocupada tem o direito de utilizar todos os meios a seu alcance para se libertar. 

Foi o que fizeram todas as nações africanas. 

Foi o que fizeram as nações asiáticas. 

Foi o que fizeram as nações americanas para se libertar do jugo colonialista. 

A Palestina é uma nação ocupada. 

Terrorista é o ocupante. 

Por isso engana-se quem trata o Hamas como um movimento terrorista. 

Terroristas são os invasores e colonizadores. 

Não se esqueçam. O presidente inconteste da Palestina, Yasser Arafat, sentou-se à mesa de negociação e apertou a mão de Rabin. 

Rabin foi assassinado por um terrorista judeu. 

E a cada reunião de Arafat com os israelenses, mudava-se a oferta. 

A cada reunião com Arafat, o mapa da Palestina encolhia. 

E acusavam Arafat de intransigente. 

Dos 100% da Palestina, a ONU ofereceu 47% aos palestinos. 

Os 100% originais, que passaram a 47%, foram encolhendo a cada reunião. 

Hoje Israel oferece 17% e acusa os palestinos de não quererem negociar. 

Eles querem enganar a quem? 

Fossem eles sinceros, teriam negociado com Arafat. 

Ao invés disso o mantiveram em prisão. 

Arafat morreu e até hoje pairam dúvidas sobre a sua morte. 

Morreu ou foi assassinado? 

Foram realizadas eleições na Palestina e o Hamas venceu. 

Os observadores internacionais que acompanharam essa eleição, entre os quais o ex-presidente dos EUA, Jimmy Carter, afirmaram que foram eleições limpas e transparentes. 

E qual foi a reação de Israel? 

Dividir a Palestina e criar um cerco brutal. 

Na Cisjordânia, o muro da vergonha. 

Em Gaza, um cerco onde ninguém entrava, ninguém saía. 

Isto são fatos. 

A Palestina é uma nação ocupada que busca a liberdade. 

Israel é o opressor que não distingue seus alvos. 

O Hamas é um movimento de libertação que tenta libertar sua terra da fome, da miséria, do muro da vergonha e do maior campo de concentração de que se tem notícia. 

Por isso, NÃO CULPEM o Hamas. 

Culpem o colonizador. 


Postado por bourdoukan
Atualização : Money Spender disse: " Admito que tudo que vc escreveu é verdadeiro, mas apenas que o que incomoda é a visível parcialidade na forma como vc escreveu..."

Eles é que agem com "parcialidade".
Este é o "OUTRO LADO DA HISTÓRIA" que querem ocultar do Mundo!
Se você admitiu ser VERDADEIRO é porque é mesmo. Então, não veja como "parcialidade" minha... mas, como VERDADE.
POR QUE NÃO CULPAM O COLONIZADOR?
São invasores e ocupantes e tem massacrado o Povo Palestino. É isso!

Informe-se por fontes fidedignas.
Atualização 2: Ricardo D disse: "OS PALESTINOS NÃO EXISTIAM ANTES DE 1960. Existiam pessoas morando lá, mas nunca foram uma nação...."

Ah... Então, existiam pessoas MORANDO lá?!
Existiam e existem... e ...são os verdadeiros donos das terras.
PREZO E BUSCO A VERDADE.
A verdade ... tão somente a VERDADE... doa a quem doer.

O Mundo quer PAZ!
Eu quero PAZ!
Os Iraquianos querem PAZ!
Os Palestinos querem PAZ!

Você quer PAZ ou GUERRA?
Atualização 3: MGoulart: Quem lança bombas, invade, humilha, oprime, massacra, destrói ...é Israel.
Contar vantagem com o sangue alheio nas mãos é fácil.


Melhor resposta
Concordo plenamente. Onde é que subscrevo?

PS.: Os sionistas já perceberam que os judeus se não são os mais inteligentes são os menos burros. Assim, há muito tempo os sionistas vem apostando na ignorância dos outros povos - para manipulá-los. Por isso, agora, a História de palestinos começa em 1960. E o argumento de que existiam pessoas morando lá, mas que não foram uma nação é uma “pé****”. Por que essas pessoas que moravam lá nunca constituíram uma nação? Porque de seis em seis meses, ou todos os anos mudavam essas pessoas?
Vamos nos fazer valer do que há na Internet a respeito:

“A palavra Palestina deriva do grego Philistia, nome dado pelos autores da Grécia Antiga a esta região, devido ao facto de em parte dela (entre a actual cidade de Tel Aviv e Gaza) se terem fixado no século XII a.C. os Filisteus.”
Este povo é igualmente mencionado nos escritos do Antigo Egito. Em meados do século XV a.C. a região foi conquistada pelo faraó Tutmósis III, sendo perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.
Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica.
As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Palestina
Entendem porque há tanto ressentimento entre as partes? Exatamente porque essa guerra não tem somente 49 anos: ela é muito mais antiga que a religião muçulmana. Portanto, se alguma religião interfere de modo obstinado, impedindo qualquer acordo - é a judaica, que já existia antes do conflito ter início. Este conflito sempre foi insuflado pela religião judaica, que quer impor a todos os outros povos a idéia de que os judeus são “o povo escolhido”. Ou seja, é a mais antiga forma de declarar a “superioridade” de uma raça: declará-la escolhida por Deus.
Na verdade, essa declaração tem sido uma tentativa milenar de impor à toda humanidade uma vontade humana como se fosse divina. Israel não é o povo escolhido por Deus, mas, ao revés, o povo que luta contra Deus - pois esse nome teria se originado da luta de Jacó (fundador da nação hebraica) contra um anjo que, mais tarde, na mesma passagem, é retratado como Deus(Gênesis primeiro livro da Bíblia. Cap. 32; vers. 24-30).
Mas, confiando que ninguém vai perceber esse “detalhe”, os judeus se vendem como o povo escolhido.
Mas se a maioria dos povos tem um território (como russos, chineses, americanos, indianos, brasileiros entre centenas de outros), por que, justamente o povo escolhido, não teria o seu território, tendo de usurpá-lo de outro povo? O fato é que as verdades que existem na História de Israel têm sempre sido ofuscadas pelas lendas, pelas inverdades e pelas distorções.
Enquanto ficamos nas suposições de que se "eles pudessem lançariam bombas para destruir Israel", Israel, efetivamente, lançam milhares de mísseis e usa de armamentos permitidos - e proibidos - para, efetivamente, exterminar seus opositores.

Source:

    https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090220212840AAYhN3k