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terça-feira, 11 de novembro de 2014

PALESTINOS PEDIRÃO NA ONU FIM DA OCUPAÇÃO ISRAELENSE

Mundo

9 de novembro de 2014 - 8h38 

Palestinos pedirão na ONU fim da ocupação israelense

A Palestina submeterá durante o mês de novembro ao Conselho de Segurança da ONU um projeto de resolução que defenda o fim da ocupação israelense.


ONU
Presidente da Palestina, Mahmoud Abbas na Assembleia Geral da ONUPresidente da Palestina, Mahmoud Abbas na Assembleia Geral da ONU
A decisão foi anunciada pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, durante uma reunião na Mukata, a sede do Governo, em meio a uma turbulenta situação em Jerusalém, denominada de Al Quds pelos muçulmanos, e uma maior percepção internacional sobre a falta de vontade de Israel para a negociação.

É improvável que o texto prospere devido ao possível veto dos Estados Unidos, membro permanente do Conselho de Segurança, apesar de recentes divergências entre Washington e Tel Aviv, em particular depois da agressão militar de 50 dias à Faixa de Gaza.

Entre princípios de julho e finais de agosto últimos, o Exército israelense desencadeou uma inda de bombardeios indiscriminados contra Gaza que causou a morte a cerca de 2.200 civis, em sua maioria mulheres e crianças e ferimentos a cerca de 11 mil pessoas.

No final do mês passado, Abbas declarou sua intenção de dirigir-se ao Conselho de Segurança com uma resolução que "deixará claro se os Estados Unidos são partidários de uma solução pacífica do problema palestino e da criação de um Estado independente" nas fronteiras anteriores a junho de 1967.

Com sua ocupação das terras palestinas Israel viola todas as leis internacionais, disse o mandatário durante o encontro para examinar a crise desencadeada em Jerusalém por ultrajes de judeus extremistas da mesquita de Al Aqsa, um dos três lugares mais sagrados do Islã.

A construção de assentamentos e a instalação de comunidades humanas em territórios de países sob ocupação militar são considerados um crime de guerra pela Quarta Convenção de Genebra à qual os palestinos se propõem aderir. 

Queremos uma declaração da ONU que afirme o status quo aplicado a Jerusalém desde (a ocupação militar depois da guerra de) junho de 1967, asseverou o mandatário. 

O texto fixa um prazo de pouco mais de dois anos até 2017, para a retirada israelense da Cisjordânia e de Jerusalém, de acordo com versões que circulam em veículos de comunicação palestinos. 

No sábado (8), a nova chefe de Relações Exteriores da União Europeia, Federica Mogherini, declarou que Jerusalém deve ser a capital de dois estados independentes que vivam em paz e respeito mútuo.

Nos últimos meses el Governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acelerou a construção nos assentamentos paramilitares em Jerusalém, com o intento de judaizá-la.

Prensa Latina

sábado, 4 de outubro de 2014

É MENTIRA! HAMAS NÃO FAZ USO DE ESCUDOS HUMANOS

Você já pensou nisso? Reflita.

Por que acreditar somente na versão imperialista/sionista que a mídia mundial divulga?

Se a mídia diz que Hamas é um grupo terrorista, por que você acredita sem pesquisar, sem ver, sem conhecer o outro lado da História?


É mentira! Hamas não faz uso de escudos humanos


Gaza possui cerca de 1,816 milhão de habitantes. O território possui aproximadamente 45 quilômetros de comprimento e 10 quilômetros de largura, que totalizam algo em torno de 360 km2. É uma das regiões mais densamente povoadas do planeta. A densidade populacional é de incríveis 5.046 habitantes por km2.

Para se ter uma ideia a região administrativa de Brasília, que possui cerca de 472 km2 tem aproximadamente 214.529 habitantes. A região central de Brasília possui basicamente estruturas prediais com apartamentos residenciais e também centros empresariais, ou seja, é predominantemente vertical e bastante povoada. Quem conhece o Plano Piloto de Brasília sabe, o território é pequeno e em praticamente 30 minutos é possível passear pela região toda.

Em comparação a Brasília, a densidade populacional de Gaza é indiscutivelmente superior.

Agora imagine essa região cercada. Fechada por todos os lados com um muro de 8 metros de altura. As fronteiras são controladas por Israel. A decisão de quem entra e quem sai é de Israel, que faz de Gaza a maior prisão a céu aberto do mundo.


É infundado o argumento de que o Hamas faz dos palestinos como escudos humanos. Gaza é por si só um escudo humano. O Hamas não precisa dizer quem fica ou quem sai. Todos os cantos da região são povoados e sair de lá é praticamente impossível, já que Israel é quem controla as fronteiras.

Aceitar que o Hamas faz uso de escudos humanos seria como dizer que o Hamas manda os civis palestinos saírem da sala para entrarem na cozinha.

Liberdade a Palestina!

Oriente-se.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

DESMASCARANDO A TESE OFICIAL DE "AUTODEFESA" DE ISRAEL

Criança em Gaza

A mentira da “auto defesa” de Israel

Breno Altman é um jornalista judeu, diretor editorial da Revista Samuel e do Opera Mundi.
No texto a seguir, Altman desmascara a tese oficial de “auto defesa” baseando-se em apenas três argumentos: desde 1967, quando começou a expandir seu território pela força, Israel é que tem sido o agressor. Assim, quem teria o direito de auto-defesa seriam os palestinos. Em segundo lugar, Netanyahu fez questão de tratar como um problema militar o caso dos três adolescentes mortos (sequer houve investigação). Por fim, não existe auto-defesa quando o alvo é a população civil, principalmente crianças.
Não existe auto-defesa de Israel. O que é existe é genocídio.
Fim imediato e incondicional do bombardeio contra o povo palestino!

Sobre o direito de Israel a se defender

Por Breno Altman

O governo de Netanyahu alega que os ataques a Gaza são legítima defesa. Como se a situação tivesse começado com lançamento de mísseis pelo Hamas.
O argumento, para início de conversa, tem um déficit original: ao menos desde 1967, quando tomou a força territórios árabes, Israel é o Estado agressor. Os palestinos, desde então, são os que possuem direito natural à auto-defesa e à rebelião, como está escrito na Carta das Nações Unidas sobre povos submetidos a situação colonial.
Segundo, os mísseis do Hamas foram uma resposta, independente do juízo que se faça dela, à maneira como o governo de Israel conduziu o caso dos três jovens israelenses cruelmente assassinados. Ao contrário de considerar um caso policial, que pressuporia investigação e julgamento conduzido pela Autoridade Palestina, dentro de um prazo razoável, Netanyahu tratou como um tema militar, lançou uma onda de prisão em massa contra palestinos e denunciou a responsabilidade do Hamas sem que houvesse provas conclusivas a esse respeito. A organização islâmica contestou com seus disparos a esmo os gritos de guerra e a repressão generalizada conduzida pelo governo de Israel.
Terceiro, não se pode considerar “direito de defesa” um massacre como o que está em curso, com mais de 1,5 mil palestinos mortos, a maioria civil, incluindo mulheres e quase trezentas crianças, além de ataques a edifícios sob controle das Nações Unidas.
Estes três argumentos são suficientes para desmascarar o suposto caráter defensivo da escalada em Gaza. O nome do que faz o governo de Israel é crime de guerra.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

ISRAEL IMPEDE DEPUTADOS EUROPEUS DE ENTRAR EM GAZA

MÉDIO ORIENTE

Israel impede eurodeputados de entrar em Gaza

por Lumena RaposoHoje60 comentários
Marisa Matias
Marisa MatiasFotografia © NUNO VEIGA/LUSA
Israel impediu que um grupo de 13 eurodeputados de seis países diferentes, em missão do Parlamento Europeu, entrasse Na Faixa de Gaza para se aperceber da realidade da situação ali vigente após 50 dias de guerra. Israel alegou estar a limitar as entradas à "ajuda humanitária direta", disse Marisa Matias ao DN.

Marisa Matias, do Bloco de Esquerda (BE), considerou ao DN que a justificação de Israel para negar a entrada dos eurodeputados em Gaza foi "hipócrita e um pouco revoltante". "Se há entrada de ajuda humanitária é porque a situação não será a melhor", disse.
A eurodeputada portuguesa avançou que todos os contactos necessários com as autoridades israelitas foram feitas atempadamente e que, ainda em Bruxelas, receberam a informação de que "seria difícil entrar". Aliás, num primeiro tempo, Israel limitou a possibilidade de entrada a "apenas oito deputados" , o que, afinal, não se concretizaria.
Sem poderem ir a Gaza, os eurodeputados têm em agenda uma série de encontros em Jerusalém e Ramallah, com responsáveis palestinianos e representantes da sociedade civil israelita e da defesa dos direitos humanos.
No último dia da visita, os eurodeputados manterão encontros em Telavive com deputados trabalhistas, do Meretz (esquerda) e do partido árabe Haddash.

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4108863

sábado, 19 de julho de 2014

NÃO ÀS AGRESSÕES ISRAELENSES CONTRA O POVO PALESTINO

2 de julho de 2014 - 3h16 

Não alinhados condenam agressões israelenses contra o povo palestino


O presidente do Irã e presidente rotativo do Movimento Não Alinhado (MNA), Hasan Rohani, condenou severamente nesta sexta-feira (11) os crimes organizados, ilegais e anti-humanos do regime de Israel contra a nação palestina. 


Por meio de um comunicado emitido na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, Rohani solicitou a todas as entidades e organizações regionais e internacionais que cumpram de maneira imediata seus deveres legais e humanos para com Gaza. 

Neste sentido, exigiu que se trabalhe pela anulação imediata e completa do bloqueio da Faixa de Gaza, pelo envio de ajuda humanitária aos palestinos e o fim da invasão e da matança do povo oprimido da Palestina. 

Igualmente, pediu a adoção de um mecanismo jurídico internacional eficiente para julgar e punir os criminosos sionistas, já que as recentes ofensivas israelenses geraram uma situação “muito preocupante e desastrosa”, ao mesmo tempo que constituem uma séria ameaça para a paz e a segurança regionais e internacionais.

“A invasão da Faixa de Gaza nos últimos dias, os ataques aéreos aos lares dos cidadãos, que causaram a morte de dezenas de palestinos, entre eles mulheres e crianças, e deixaram centenas de feridos, marcaram outra triste tragédia para a nação palestina, e recordaram ao mundo a clara violação dos princípios e das leis inalienáveis do direito internacional pelos sionistas”, diz a nota. 

O documento aponta também que estes ataques ocorrem num momento em que o bloqueio cruel e inumano da Faixa de Gaza durante os últimos anos gerou uma situação precária, por conseguinte a escassez de equipamentos médicos, e dificultou o oferecimento de serviços médicos aos feridos palestinos. 

A este respeito, Rohani mostrou sua preocupação por um eventual desastre humano, se continuarem os ataques israelenses; nesse sentido, afirmou que é urgente o envio imediato de ajuda humanitária a Gaza. 

No final de seu comunicado, Rohani expressou sua profunda insatisfação pela incapacidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas quando se trata de adotar as medidas necessárias que impeçam as invasões israelenses, e fez um chamamento aos seus membros para que trabalhem rapida e incondicionalmente para pôr fim às agressões israelenses

Desde o dia 12 de junho último, os palestinos vêm sofrendo uma nova onda de agressões por parte de Israel, sob o pretexto do desaparecimento e posterior morte de três jovens israelenses. Estas agressões já provocaram a morte de mais de 100 pessoas e mais de 700 feridos. 

Hispan TV
http://www.vermelho.org.br/noticia/245632-9