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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

OS EUA E A RÚSSIA NO AFEGANISTÃO

Ramez Maalouf  comentou: A foto é de muito antes dos EUA atacarem o Afeganistão. Ainda há pessoas que acreditam que a URSS invadiu o Afeganistão e que os EUA reagiram enviando os terroristas. Foi o oposto. Primeiro, os EUA enviaram terroristas "islâmicos" para desestabilizarem o governo revolucionário do Afeganistão e só muito depois a URSS reagiu enviando as tropas. Agora, pagamos o preço da derrubada do governo revolucionário afegão em 1992 e também por não compreendermos o que de fato ocorreu no Afeganistão nos anos 70, 80 e 90 do século XX.
Fernando Almeida
23 de dezembro de 1979: Unidades militares da União Soviética ocupam Cabul, a capital do Afeganistão. A foto é do centro da cidade.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O SÉCULO DO GÁS - O GÁS DA SÍRIA E OS INTERESSES IMPERIALISTAS

O gás de Síria

A «revolução siria» é uma encenação midiática que esconde a intervenção  militar ocidental para a conquista do gás.

Quando Israel empreendeu  a extração de petróleo e gás, a partir de 2009, ficou claro que a bacia do Mediterrâneo se havia somado ao jogo e que haveria duas possibilidades: Síria seria  alvo de um ataque ou toda a região viveria em paz, pois se supõe que o século XXI seja o século da energia limpa.

De acordo com o Washington Institute for Near East Policy (WINEP, Think-Tank do AIPAC), a bacia do Mediterrâneo contém as maiores reservas de gás e é, precisamente,  na Síria onde se localizam as mais importantes. Este mesmo Instituto também emitiu a hipótese de que a batalha entre a Turquia e Chipre se  intensificará porque a Turquia não pode aceitar a perda do projecto Nabucco (apesar do contrato assinado com Moscou em Dezembro de 2011 para o transporte de grande parte do gás  de South Stream através da Turquia).

A revelação do segredo do gás sírio dá uma idéia da importância do que está realmente em jogo. Quem tenha o controle da Síria poderá controlar o Médio Oriente. E a partir da Síria, portão da Ásia, terá  em suas mãos a chave da Rússia e, também, da China, através da “Rota da Seda”, assim você poderá dominar o mundo neste século, já que é o século do gás.


É esta  a razão pela qual os signatários do acordo de Damasco, que permite que o gás iraniano passe pelo Iraque e chegue ao Mediterrâneo, criando um novo espaço geopolítico e cortando a linha vital do Projeto Nabucco, declararam na época que “A Síria é a chave da nova era”.
Imad Fawzi Shueibi:  geopolítico e filósofo. Presidente do centro de documentação e estudos estratégicos de Damasco – Síria.


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domingo, 28 de setembro de 2014

O DESARMAMENTO QUÍMICO DA SÍRIA

Será coincidência que quando Síria termina de eliminar suas armas químicas, EUA e seus lacaios começam a bombardear?
Brasília - Sexta , 26 de Setembro de 2014
A política do (des)armamento
Por Manlio Dinucci
Tradução Anna Malm*- Correspondente de Pátria Latina na Europa
Um carregamento de armas químicas da Síria será transportado amanhã para Gioia Tauro [1] (na Calábria), do navio dinamarquês Ark Futura, ao navio estadunidense Cape Ray. Esse será o último envio. Com isso então a Síria termina o desarmamento químico posto abaixo do controle da Organização para a Proibição de Armas Químicas. Damasco manteu dessa maneira a sua palavra no quadro do acordo estabelecido com a mediação de Moscou, que em troca obteve de Washington a promessa de não atacar a Síria. A transferência e a destruição sucessiva das armas químicas sírias declarou Mogherini, ministra dos negócios estrangeiros da Itália, “poderá abrir mais cenários de desarmamento e de não proliferação na região”. Ela se calou aqui quanto ao fato que enquanto a Síria renunciava às armas químicas, Israel ia construindo um sofisticado arsenal químico que continua sendo secreto porque Israel assinou, mas não ratificou, a Convenção sobre armas químicas. Isso está sendo da mesma maneira como fez com o seu arsenal nuclear, que também continua sendo secreto porque Israel não assinou o Tratado de não proliferação.
Mogherini calou-se principalmente quanto a maneira pela qual os Estados Unidos contribuem ao “desarmamento” na região : exatamente quando Damasco terminou o seu desarmamento químico, mostrando dessa maneira a sua prontidão para negociações, o presidente Obama requeria do Congresso 500 milhões de dólares para armar e treinar os “membros controláveis da oposição síria”. Entretanto, essa oposição é na sua maioria composta por não-sírios, os quais foram recrutados na Líbia, Afeganistão, Bósnia, Chechênia e outros países. Esse recrutamento foi feito pela CIA, a qual os vem armando e treinando na Turquia e na Jordânia, já há muitos anos, para infiltrá-los na Síria. Entre os recrutados encontram-se numerosos militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS, ou EIIL) os quais são treinados em bases secretas na Jordânia. Se bem que Damasco tenha realizado o desarmamento químico, e que novas provas tenham sido apresentadas quanto ao fato de terem sido os “rebeldes” que tinham usado armas químicas na Síria, Washington continua a armá-los e treiná-los para derrubar o governo sírio. Emblemático seria a declaração da reunião de cúpula da G7 em Bruxelas, a qual reflete a política de Washington a esse respeito.
Sem dizer uma palavra sobre o desarmamento químico da Síria, o G7 “condena a brutalidade do regime de Assad, que dirige um conflito que já matou mais de 160 mil pessoas deixando 9.3 milhões de pessoas em necessidade de assistência humanitária”. Depois eles qualificam também as eleições presidenciais de 3 de junho como falsificadas, declarando que “não haveria nenhum futuro para Assad na Síria. Isso ao mesmo tempo que elogiavam “o trabalho da Coalisão Nacional e do Exército Livre da Síria para manter o direito internacional” “deplorando” o fato da Rússia e da China terem bloqueado, no Conselho de Segurança da ONU, uma resolução que exigia uma acusação contra o governo sírio no Tribunal Internacional de Hague.
Os objetivos de Washington mostram-se, entretanto, muito claros : abater o governo de Damasco, o qual é apoiado principalmente por Moscou, e ao mesmo tempo (por intermédio da ofensiva do Estado Islâmico do Iraque e do Levante – ISIS ou EIIL – o qual é um instrumento da estratégia estadunidense) depor também o governo de Bagdá, que se distanciou dos Estados Unidos, e está se aproximando da China e da Rússia. A alternativa seria aqui « balcanizar » o Iraque, favorecendo então a sua divisão em partes. Com essa intenção Washington enviou ao Iraque, além dos drones que já operam lá vindos de Kuweit, 300 conselheiros militares com a missão de instalar dois “centros de operações conjuntas”, um em Bagdá e o outro no Curdistão. Para conduzir essas operações, assim como outras também, definidas oficialmente como de “contra terrorismo”, a Casa Branca pediu ao Congresso fundos adicionais : 4 bilhões de dólares para o Pentágono (sobretudo para as forças especiais), um bilhão para o Departamento do Estado, e 500 milhões para “situações imprevisíveis”. Na verdade essas “situações imprevisíveis” seriam facilmente previsíveis.

terça-feira, 1 de julho de 2014

CUBA EM PARCERIA COM O BRASIL - REMÉDIO NATURAL CONTRA O CÂNCER E DOENÇAS AUTOIMUNES

América Latina

6 de junho de 2014 - 10h01 

Com apoio do Brasil, Cuba terá remédio contra o câncer em dois anos


Cuba espera desenvolver, antes de 2 anos, um novo remédio natural contra o câncer, que reduziria os tumores e ajudaria a evitá-los em pessoas com pré-disposição para a doença, anunciou nesta quinta-feira (5) o laboratório estatal Labiofam.


AFP
Cuba espera ter remédio natural contra o câncer antes de 2 anos. Foto: AFP/ Fred TanneauCuba espera ter remédio natural contra o câncer antes de 2 anos. Foto: AFP/ Fred Tanneau


















Trata-se de uma solução de oito "peptídeos" (tipos de moléculas), extraídos de uma espécie de escorpião que, clonados mediante técnicas de engenharia genética, demonstraram uma eficácia "impressionante" em testes de laboratório, disse o presidente do Labiofam, José Fraga Castro. Em testes pré-clínicos com ratos, a resposta "realmente impressionou, ou seja, houve reduções de 90% em questão de nove dias do tamanho do tumor", declarou Fraga.

"Se nós conseguirmos desenvolver os testes clínicos entre o final e o começo do ano, poderíamos estar falando (...) de um ano e tanto, a possibilidade de dar este passo" e ter o medicamento aprovado para uso em massa, explicou ele em entrevista à AFP.

"Fizemos esta avaliação pré-clínica repetidamente e os resultados se mantiveram, o que demonstra que o produto já é estável, que é um antitumoral altamente eficaz. Estamos na fase de escalada, para ir a um teste clínico posterior, com todos os testes que o processo tem", acrescentou.

O Labiofam desenvolve outros medicamentos com veneno de escorpião, que melhoram a qualidade de vida do paciente com câncer, mas não revertem a doença. O peptídeo natural já foi testado com bons resultados em humanos em casos de pacientes desenganados pelos médicos e com autorização pessoal e familiar, disse Fraga.

"Do ponto de vista de produção, não há nenhum tipo de dificuldade, o tema está em que seja aprovado para uso pelos organismos de controle e regulação dos medicamentos humanos", acrescentou.

Colaboram no desenvolvimento do novo medicamento, que ainda não tem nome comercial, empresas da China e da Rússia, menos propensas a receber "pressões" de transnacionais farmacêuticas, uma vez que um medicamento contra o câncer seria concorrente da quimio e da radioterapia, tratamentos que geram ganhos "milionários", disse o funcionário.

Cuba exporta várias vacinas e remédios desenvolvidos com biotecnologia, que rendem ao país 600 milhões de dólares anuais.


Parceria com o Brasil


No início deste ano, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou uma carta que estabelece parceria bilateral entre Brasil e Cuba para o desenvolvimento de medicamentos contra o câncer e doenças autoimunes.

O acordo permite que empresas brasileiras e cubanas desenvolvam conjuntamente"novos medicamentos. Em nota divulgada na época pelo Blog do Planalto, o governo federal informou que o texto prevê ainda a redução no custo desses medicamentos e produtos, além de "estímulo à inovação tecnológica" no Brasil. 


Da redação do Portal Vermelho,
Com informações do Blog do Planalto e de agências de notícias

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A HORA E A VEZ DO EGITO

Depois de Líbia e Síria, é a vez do Egito

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A equipe do Oriente Mídia selecionou dois artigos sobre a formação do “Exército Livre Egípcio” que tem campos de treinamento na Líbia e planeja transformar o Egito na próxima vítima do “inverno” árabe.

Depois de Síria, Egito
Yusuf Fernandez


A ofensiva terrorista no Egito está passando por uma escalada notável, já que os principais patrocinadores que apoiaram e apoiam a causa dos grupos armados na Síria, ou seja, o Qatar e a Turquia de Erdogan, estão agora empenhados em uma nova campanha de desestabilização semelhante, desta vez contra Egito.
Estas forças acreditam que um Egito forte e estável coloca em risco os seus interesses, já que o pais poderia adquirir -por seu tamanho, seu desenvolvimento histórico e sua população- um papel de liderança no mundo árabe como o que já teve na época do pai do panarabismo, Gamal Abdel Nasser. Isto é particularmente preocupante para as tentativas de Erdogan de construir uma espécie de império neo-otomano sob seu controle e para o diminuto Qatar, que continua empenhado em desestabilizar seus vizinhos, espalhar a ideologia da Irmandade Muçulmana e desempenhar o papel de grande potência árabe e regional.
O cenário sírio se repete, também, em relação à atitude das grandes potências. Enquanto a Rússia, principal pilar da ordem internacional emergente, é um dos principais apoiadores da estabilidade do Egito. EUA, por enquanto não tem ido tão longe como foi na Síria, onde apoia uma oposição sem vínculos reais com sociedade e intimamente ligada ao terrorismo takfiri, mas atua pela omissão, permitindo que os seus aliados do Qatar e da Turquia continuem seu projeto de desestabilização.
Segundo o jornal libanês Al Akhbar, citando fontes de inteligência, "eles estão tentando criar um exército livre egípcio na Líbia com o apoio da Irmandade Muçulmana, Turquia e Qatar. Este grupo estaria planejando atacar instalações importantes do país, atacando as prisões para libertar os detidos e perturbar as eleições presidenciais”. “

O que está se preparando na Líbia?
Fonte: al-Akhbar

Após a queda do regime de Gaddafi na Líbia pela OTAN – os rebeldes não teria nenhuma chance contra o exército líbio sem o apoio da Aliança do Atlántico Norte- acontecida há três anos, a Líbia mergulhou em um estado de caos total e se transformou em uma base terrorista. Por causa do papel que as milícias têm naquele país, o país tornou-se um dos principais fornecedores de armas para grupos terroristas no Oriente Médio e Norte da África, como se viu no caso da Síria e outros países. O estado líbio não quer, e nem mesmo poderia parar esses envios ou prevenir tais atividades em seu território.
Segundo afirmações de fontes jihadistas a Al Akhbar “fábricas na Líbia preparam uniformes do chamado “exército livre egípcio” e já estão distribuindo entre os seus membros. Grandes quantidades de armas, veículos e outros equipamentos estão sendo entregues aos grupos “egípcios” e armazenados no autoproclamado “Emirado” de Darna, na região líbia de Cyrenaica, com o apoio de serviços de inteligência que apoiam estes grupos.
Os componentes deste grupo parecem ser estudantes egípcios que fugiram à Líbia após o derrocamento do presidente Mohammed Mursi, em julho de 2013, mas há também sudaneses e muitos milicianos que vieram para a Líbia, provenientes de guerra na Síria, onde acumularam uma grande experiência. Como acontece em outros lugares, os grupos melhor organizados são membros de Al Qaeda, que estão sob o comando de Sufian al -Hakim e têm uma vasta experiência na criação de redes e células.
O chefe do “Exército Livre Egipcio” é Sharif al Radwani, é ele que administra os campos de treinamento e os depósitos de armas do grupo na Líbia. Ele participou em combates na Síria, no Líbano e no Afeganistão. O responsável pelos contactos com patrocinadores e os serviços de inteligência estrangeiros é Ismail al Salabi. Ele é membro do Alto Comando da Al Qaeda e um amigo e confidente do chefe do serviço de inteligência do Qatar, Ganim Kubaisi, com quem se reúne regularmente. Outra ligação com o Qatar é Abu Ubaida, veterano líder da Al Qaeda, que já trabalhou com o serviço de inteligência do Qatar, na Líbia e na Síria. É bom lembrar que Qatar e Turquia têm oficiais dos seus serviços de inteligência operando na Líbia, onde inspecionam os campos de treinamento de terroristas e coordenam a aquisição de armas e a entrega aos milicianos.
Outro dos líderes militares é Abdul Fahd al Zaz , que também lutou na Síria, mas viajou para a Líbia para ajudar a lançar o projeto contra o Egito. Ele parece estar ligado principalmente aos estudantes egípcios que viajaram para a Líbia se ocupa com a supervisão do treinamento e tarefas de coordenação.
Segundo fontes egípcias, esses líderes terroristas estão em contato com o Guia Supremo da Irmandade Muçulmana, Khairat al- Shatir , que estaria interessado em desestabilizar as novas autoridades egípcias e criar o caos antes da realização de novas eleições presidenciais, que favorecem o novo homem forte do país, Abdul Fattah al Sisi.
O Exército Livre egípcio está sendo organizado de forma paralela com a expansão de outros grupos terroristas no Sinai, principalmente Maqlis Bait al Ansar, que lideraram uma campanha contra as forças de segurança egípcias na Península, no Cairo e outras cidades egípcias e foi recentemente declarada uma organização terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA.
Este grupo procura atentar contra militares e membros das forças de segurança assim como contra infraestruturas vitais. Seu objetivo é derrubar o governo atual, que consideram em “guerra contra os muçulmanos “, após a derrubada do presidente Mohammed Mursi. Nos últimos meses, Bait al Ansar Maqlis tornou-se uma força de elite que provocando atentados ousados no Cairo e em outras cidades.
Quando o Exército Livre Egípcio unir forças com o grupo, a magnitude da violência no Egito poderia sofrer uma forte escalada. A capacidade de recrutar esses grupos no Egito é maior do que na Síria, onde as minorias religiosas -alawítas, cristãos, xiitas, drusos têm prestado um forte apoio ao governo por causa de seu medo justificado de ser exterminados ou, na melhor das hipóteses, serem severamente marginalizados no caso de triunfo de grupos takfiris.
No Egito, há apenas uma minoria significativa, a cristã copta, mas não tem a influência nem a capacidade das minorias na Síria. O Egito também tem milhões de jovens em situação de pobreza que podem ser facilmente recrutados por grupos terroristas.
Por último, é bom ressaltar que o Egito é muito relevante para os grupos extremistas. O próprio líder de Al Qaeda, Zaim al Zawahiri, é egípcio e o país, por sua influência e demografia, é uma peça cobiçada para estes grupos, até mais que a Síria.
Comentando sobre a situação no Egito, fontes militares disseram a Al- Akhbar que “o Egito está em uma crise real” , em função da gravidade da situação que o país enfrenta. “A ignorância das forças de segurança sobre os novos terroristas é desastrosa”.

http://www.orientemidia.org/depois-de-libia-e-siria-e-a-vez-do-egito/
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terça-feira, 15 de abril de 2014

GOLPE NA UCRÂNIA FOI PLANO SIONISTA

Golpe na Ucrânia foi plano sionista: comandante militar obedece rabino





















A cada dia que passa fica mais claro o caráter do golpe parlamentar na Ucrânia, que derrubou
um presidente democraticamente eleito pela maioria do povo para colocar em seu lugar, de 
forma espúria e criminosa, um banqueiro judeu sionista como chefe de governo.
O objetivo dos sionistas é criar um Governo Mundial dominado pelos EUA e controlado pelos 
sionistas - que já controlam a mídia e o Congresso dos EUA.
A Ucrânia sionista seria uma base de lançamento de mísseis da OTAN contra a Rússia ou, 
pelo menos, de ameaças e chantagem.
Na foto, o comandante militar do Pravy Sektor, Andrey Zagorodniy, se encontrando na
sinagoga de Odessa com o rabino Abraam Wolf, o principal rabino da Ucrânia, para planejar
a sua cooperação no "combate ao antissemitismo" e oferecer proteção de seu movimento às 
sinagogas e prédios pertencentes a judeus. Cada vez mais fica clara a aliança diabólica
entre nacional-chauvinistas russófobos e os sionistas e sua ideologia genocida racista de
"povo eleito".

sexta-feira, 21 de março de 2014

CRIMÉIA É RÚSSIA

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17 Março, 13:44

Habitantes da Crimeia fizeram sua escolha

Quase 96% dos habitantes da Crimeia votaram a favor da integração da península na Rússia, comunicou o chefe da Comissão do Conselho Supremo da Crimeia para o referendo, Mikhail Malyshev. Estes são dados preliminares. Ao mesmo tempo, 3,2% dos eleitores manifestaram-se contra esta opção e um pouco mais de 1% dos boletins foram reconhecidos não válidos.

Os resultados oficiais serão divulgados dentro de alguns dias. Em conversa telefônica com Barack Obama, Vladimir Putin destacou que o referendo foi realizado em conformidade com as normas do direito internacional e da Carta da ONU, considerando, em particular, o conhecido precedente do Kosovo.
Os eleitores, que participaram no domingo passado do referendo, foram convidados a escolher entre a integração da Crimeia na Rússia com direitos de unidade Federação da Rússia e a restituição da Constituição da República da Crimeia de 1992 e do estatuto da Crimeia no seio da Ucrânia. Às 20 horas locais, quase 80,5% dos eleitores já participaram do plebiscito, comunicou Mikhail Malyshev. Este é um recorde de atividade de eleitores. Em suas palavras do chefe da Comissão para o referendo, mais de 1250 mil pessoas expressaram sua opinião. Levando em consideração a cidade de Sevastopol, votaram 1724,5 mil, ou seja mais de 82,5% dos eleitores, adiantou o chefe da comissão. Como apontou Mikhail Malyshev, estes números não mudarão praticamente:
“Tanto as comissões setoriais, como territoriais para o referendo não receberam quaisquer queixas. Gostaria de anunciar a todos que o referendo na Crimeia foi realizado”.
Observadores internacionais no referendo sobre o estatuto da Crimeia também confirmaram que não houve quaisquer infrações, assinalando uma alta taxa de participação no referendo nos locais de residência dos tártaros da Crimeia e qualificando a sua votação como um fator importante. Tal é a opinião de Mateus Piskorski, chefe da delegação do parlamento polaco. Em suas palavras, os habitantes da Crimeia têm pleno direito à autodeterminação:
“A Ucrânia não se realizou como Estado e não é capaz de garantir os direitos de seus cidadãos. Por isso foi decidido convocar um referendo, no quadro do qual os cidadãos têm direito a definir seu próprio futuro. É necessário considerar a opinião expressa através do referendo. A meu ver, este referendo deve ter certas consequências jurídicas”.
O referendo na Crimeia correspondeu plenamente às normas do direito internacional, disse o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em conversa telefônica com o presidente dos EUA, Barack Obama. Vladimir Putin ressaltou ainda que o referendo na península correspondeu também às normas da Carta da ONU.
Por outro lado, a realização do referendo levou em consideração o conhecido precedente do Kosovo. Ao mesmo tempo, aos habitantes da península foi garantida a possibilidade de expressar livremente a sua vontade e critérios de autodeterminação.
Hoje, em Simferopol, irá reunir-se uma sessão do Conselho Supremo (parlamento) da Crimeia, no quadro do qual será formulado um pedido oficial de entrada da República Autônoma na composição da Rússia. No mesmo dia de hoje, este documento será apresentado em Moscou por uma delegação do Parlamento da Crimeia.
Conforme foi comunicado, a Duma de Estado pretende discutir em 21 de Março um projeto de lei de integração da Crimeia na Rússia. O documento determina as regras de entrada de novos territórios na Federação Russa.