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quarta-feira, 1 de abril de 2015

O FIM DA REDE GLOBO


O objetivo dos protestos é pelo fim dos direitos de transmissão da emissora, que está no ar há 49 anos.
Hoje, o dia simbólico 01 de abril, é conhecido pelo dia da mentira, por isso os organizadores dizem que não há dia melhor que represente a Rede Globo.
A cassação da concessão de uma emissora é um processo simples, que pode ser feito por qualquer cidadão, instituição ou sindicato, perante a constituição 
É feito e protocolado o pedido e enviado a presidente da República ou o ministério das comunicações e quem dá a palavra final é o Ministro das Comunicações. Os motivos devem ser descritos e claros, e a decisão não pode ser recorrida.
Por ser a maior rede de televisão do país e uma das maiores do mundo, a emissora possui uma capacidade sem paralelo de influenciar a cultura, a política e a opinião pública. Desde a sua fundação, a empresa possui um longo histórico de controvérsias em suas relações com a sociedade brasileira, que vão desde seu apoio ao regime militar até a influência em eleições presidenciais do período democrático, como em 1989.
A história nos mostra que a Rede Globo é uma inimiga da democracia, apoiando o golpe militar (cujo a mesma já admitiu essa informação), sabotou as eleições de 1989 elegendo Collor, sonegou impostos milionários em 2002 na Copa do Mundo e hoje conspira contra a democracia.

Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/04/10-mil-pessoas-protestam-pelo-fim-da.html#ixzz3W74KfagE


10 mil pessoas protestam pelo fim da Rede Globo no Rio de Janeiro


Cerca de 10 mil pessoas protestam em frente a sede da Rede Globo no Rio de Janeiro pelo fim da emissora; As manifestações estão ocorrendo em todo Brasil pela cassação da concessão da emissora, em Porto Alegre são estimadas mais de 20 mil pessoas em frente a RBS

Por Bruno Barbosa - da Mídia Livre
Cerca de 10 mil pessoas protestam agora na sede da Rede Globo no Rio de Janeiro, O Projac em Jacarepaguá, segundo estimativa dos organizadores do evento. Ainda não há informações por parte da Policia Militar.
O protesto foi marcado pelas redes sociais em frente as sedes da emissora do país, em São Paulo o protesto reúne cerca de 2 mil pessoas em frente a sede da emissora. Já em Porto Alegre, a manifestação é maior e os organizadores já contam mais de 20 mil pessoas.
O objetivo dos protestos é pelo fim dos direitos de transmissão da emissora, que está no ar há 49 anos.
Hoje, o dia simbólico 01 de abril, é conhecido pelo dia da mentira, por isso os organizadores dizem que não há dia melhor que represente a Rede Globo.
A cassação da concessão de uma emissora é um processo simples, que pode ser feito por qualquer cidadão, instituição ou sindicato, perante a constituição
É feito e protocolado o pedido e enviado a presidente da República ou o ministério das comunicações e quem dá a palavra final é o ministro das comunicações. Os motivos devem ser descritos e claros, e a decisão não pode ser recorrida.
Por ser a maior rede de televisão do país e uma das maiores do mundo, a emissora possui uma capacidade sem paralelo de influenciar a cultura, a política e a opinião pública. Desde a sua fundação, a empresa possui um longo histórico de controvérsias em suas relações com a sociedade brasileira, que vão desde seu apoio ao regime militar até a influência em eleições presidenciais do período democrático, como em 1989.
A história nos mostra que a Rede Globo é uma inimiga da democracia, apoiando o golpe militar (cujo a mesma já admitiu essa informação), sabotou as eleições de 1989 elegendo Collor, sonegou impostos milionários em 2002 na Copa do Mundo e hoje conspira contra a democracia.


Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/04/10-mil-pessoas-protestam-pelo-fim-da.html#ixzz3W74mRPmr

quinta-feira, 29 de maio de 2014

BRASILEIROS ENTRAM NO ESPÍRITO DA COPA



Quase 400 mil brasileiros já fizeram filas – às vezes, de horas até – para ver, tocar e tirar fotos e selfie com a taça da Copa do Mundo que viaja pelo país. Mas a mídia, Rede Globo a frente, só tem olhos e só destaca os 3 mil que saíram as ruas para protestar contra a Copa em 12 cidades do país há pouco mais de uma semana.

No último sábado, toda a mídia falou de um protesto semelhante, também noticiado como sendo contra a Copa, realizado na Zona Oeste paulistana, no bairro de Pinheiros. Só que neste, os três mil de uma semana antes no Brasil inteiro, evaporaram-se. Reduziram-se a participantes nesta manifestação no fim de semana em São Paulo, o que nem assim arrefeceu o ânimo pró-tragédia da imprensa.

Alguns comentaristas, uma praga cada vez mais presente nos noticiários de TV, que falam mais do que dão notícia, mantiveram o tom que seguem há duas semanas e misturaram os protestos contra a Copa com as greves e passeatas por melhores salários de professores e motoristas (em São Paulo) e de rodoviários (no Rio, como são chamados lá motoristas e cobradores de ônibus).

Todos, mídia, comentaristas, sem exceção, minimizaram a violência das manifestações contra a Copa, a violência de mascarados, de gente com o rosto coberto, de outros que compareceram às manifestações sem saber contra o que protestavam. Estão todos loucos por uma tragédia que macule o Mundial de futebol que começa daqui a 17 dias no nosso país (no próximo dia 12), com a partida entre Brasil e Croácia, no estádio do Corínthians, o Itaquerão, em São Paulo.

A propósito, não deixem de ler o primoroso artigo que o jornalista Ricardo Melo publica hoje na Folha de S.Paulo sob o título “A Copa, o X-Tudo e a lista da Forbes”. Ele explica bem o que há, no fundo, em torno disso tudo, dos protestos aos rebeldes sem causa que vão às ruas, à cobertura da mídia. 

Acessem aqui:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardomelo/2014/05/1459896-a-copa-o-x-tudo-e-a-lista-da-forbes.shtml

domingo, 14 de julho de 2013

OS TEÓRICOS DA CONSPIRAÇÃO SÃO OS MAIS SÃOS

Estudos recentes realizados por psicólogos e cientistas sociais nos EUA e no Reino Unido sugerem que, contrariamente aos estereótipos tradicionais da mídia, aqueles rotulados como "teóricos da conspiração" parecem ser mais sãos do que aqueles que aceitam as versões oficiais dos eventos contestados.

Novos Estudos: "Teóricos da Conspiração" Sensatos - "Crentes no Governo" Loucos e Hostis

sábado, 13 de julho de 2013 | 








Estudos recentes realizados por psicólogos e cientistas sociais nos EUA e no Reino Unido sugerem que, contrariamente aos estereótipos tradicionais da mídia, aqueles rotulados como "teóricos da conspiração" parecem ser mais sãos do que aqueles que aceitam as versões oficiais dos eventos contestados. O estudo mais recente foi publicado em 08 de julho pelos psicólogos Michael J. Wood e Karen M. Douglas, da Universidade de Kent no Reino Unido. Intitulado "E sobre o Edifício 7? Um estudo psicossocial da discussão on-line das teorias do 11 de setembro", o estudo comparou comentários "conspiracionistas" (pró-teoria da conspiração) e "convencionalistas" (anti-conspiração) em sites de notícias.  

Mais comentários Conspiracionistas 

 Os autores ficaram surpresos ao descobrir que agora é mais convencional escrever os chamados comentários conspiracionistas do que convencionalistas: "Das 2.174 observações coletadas, 1.459 foram classificadas como conspiracionistas 715 como convencionalistas." Em outras palavras, entre as pessoas que comentam sobre reportagens, aqueles que não acreditam na versão do governo sobre os eventos como os de 11 de setembro e o assassinato de JFK (John F. Kennedy presidente dos EUA assassinado em 1963) superam os que acreditam por mais de dois para um. Isso significa que são os comentadores pró-conspiração estão expressando o que é agora a sabedoria convencional, enquanto que os comentadores anti-conspiração estão se tornando uma pequena minoria sitiada. Talvez porque suas visões supostamente dominantes já não representam mais a maioria, os comentadores anti-conspiração muitas vezes exibiam raiva e hostilidade: "... A pesquisa mostrou que pessoas que favoreceram a versão oficial do 11 de setembro foram em geral mais hostis ao tentar convencer os seus rivais." 

 Foco em Desbancar a Versão Oficial 

 Além disso, descobriu-se que as pessoas anti-conspiração não só eram hostis, mas também fanaticamente ligadas às suas próprias teorias da conspiração. Segundo eles, a sua própria teoria do 11 de setembro - uma teoria da conspiração afirmando que 19 árabes, dos quais nenhum poderia voar aviões com qualquer proficiência, conseguiu aplicar o crime do século, sob a direção de um cara fazendo diálise numa caverna no Afeganistão - era indiscutivelmente a verdade. Os chamados conspiracionistas, por outro lado, não pretendiam ter uma teoria que explica completamente os acontecimentos do 11 de setembro: "Para as pessoas que acham que 11 de setembro foi uma conspiração do governo, o foco não está na promoção de uma teoria rival específica, mas na tentativa de desbancar a versão oficial." Em suma, o novo estudo de Wood e Douglas sugere que o estereótipo negativo do teórico da conspiração - um fanático hostil casado com a verdade de sua própria teoria absurda - descreve com precisão as pessoas que defendem a versão oficial do 11 de setembro, e não aqueles que a contestam.

 Contexto Histórico e Criação do Termo Teoria da Conspiração

 Além disso, o estudo constatou que os chamados conspiracionistas discutem o contexto histórico (como ver o assassinato de JFK como um precedente para o 11 de setembro) mais do que os anti-conspiracionistas. Ele também descobriu que os chamados conspiracionistas não gostam de ser chamados de "conspiracionistas" ou "teóricos da conspiração". Ambos os resultados são amplificados no novo livro "Teoria da Conspiração na América" pelo cientista político Lance DeHaven-Smith, publicado no início deste ano. Professor DeHaven-Smith explica porque as pessoas não gostam de ser chamados de "teóricos da conspiração": O termo foi inventado e posto em grande circulação pela CIA para difamar e caluniar pessoas questionando o assassinato de JFK! "A campanha da CIA para popularizar o termo "teoria da conspiração" e fazer da crença em conspirações alvo de zombaria e hostilidade deve ser creditada, infelizmente, como uma das iniciativas de propaganda mais bem sucedidas de todos os tempos".

 Nota: Lance deHaven-Smith publicou também um artigo científico denominado "Beyond Conspiracy Theory: Patterns of High Crime in American Government", tradução livre "Além da Teoria da Conspiração: Padrões de Altos Crimes no Governo Americano"

 Em outras palavras, as pessoas que usam os termos "teoria da conspiração" e "teórico da conspiração" como insultos o fazem como o resultado de uma bem-documentada, inquestionável e historicamente-verdadeira conspiração, criada pela CIA para encobrir o assassinato de JFK. Essa campanha, aliás, foi completamente ilegal, e os oficiais da CIA envolvidos eram criminosos. A CIA deveria estar impedida de todas as atividades domésticas, mas rotineiramente viola a lei para conduzir operações domésticas que vão desde propaganda até assassinatos. DeHaven-Smith também explica por que aqueles que duvidam das explicações oficiais de altos crimes estão ansiosos para discutir o contexto histórico. Ele ressalta que um grande número de alegações de conspiração acabaram sendo verdade, e que parece haver um forte relacionamento entre muitos ainda não resolvidos "crimes do Estado contra a democracia." Um exemplo óbvio é o elo entre os assassinatos de JFK e RFK (Robert F. Kennedy, irmão de JFK e assassinado em 1965), os quais abriram o caminho para presidências que continuaram a Guerra do Vietnã. De acordo com DeHaven-Smith, devemos sempre discutir os "assassinatos dos Kennedy", no plural, porque as duas mortes parecem ter sido diferentes aspectos do mesmo crime maior. 

 Bloqueio da Função Cognitiva 

 A Psicóloga Laurie Manwell da Universidade de Guelph concorda que o termo "teoria da conspiração" criado pela CIA impede a função cognitiva. Ela ressalta, em um artigo publicado no American Behavioral Scientist (2010), que as pessoas anti-conspiração são incapazes de pensar claramente sobre esses aparentes crimes do estado contra a democracia como o 11 de setembro, devido à sua incapacidade de processar a informação que entra em conflito com uma crença pré-existente. Na mesma edição do ABS, o professor da Universidade de Buffalo Steven Hoffman acrescenta que as pessoas anti-conspiração normalmente são vítimas de um forte "preconceito de confirmação" - isto é, buscam informações que confirmem suas crenças pré-existentes, utilizando mecanismos irracionais (como o rótulo "teoria da conspiração") para evitar informações conflitantes. 

 Rótulos Como Ferramenta de Exclusão

 A irracionalidade extrema de quem ataca "teorias da conspiração" foi habilmente exposta pelos professores de Comunicação Ginna Husting e Martin Orr da Universidade Boise State. Em um artigo revisado (peer-reviewed) de 2007, intitulado "Maquinaria Perigosa:" 'Teórico da conspiração'", como uma Estratégia Transpessoal da Exclusão", eles escreveram: "Se eu te chamar de teórico da conspiração, pouco importa se você tem realmente alegou que uma conspiração existe, ou se você simplesmente levantou uma questão que eu prefiro evitar... Ao rotular você, eu estrategicamente o excluí da esfera onde ocorre o discurso público, debate e conflito." Mas agora, graças à internet, as pessoas que duvidam das histórias oficiais não são mais excluídos da conversa pública, a campanha da CIA de 44 anos de idade para abafar o debate com a difamação de "teoria da conspiração" está praticamente desgastada. Em estudos acadêmicos, assim como em comentários sobre notícias, vozes pró-conspiração são agora mais numerosas - e mais racionais - do que aquelas anti-conspiração. Não admira que as pessoas anti-conspiração estão soando mais como um bando de maníacos hostis e paranóicos. 


 Fontes: - Press TV: New studies: ‘Conspiracy theorists’ sane; government dupes crazy, hostile - [ESTUDO] “What about building 7?” A social psychological study of online discussion of 9/11 conspiracy theories - Universidade de Kent: Psychologists investigate online communication of conspiracy theories - [ESTUDO] In Denial of Democracy: Social Psychological Implications for Public Discourse on State Crimes Against Democracy Post-9/11 - [ESTUDO] Dangerous Machinery: 'Conspiracy Theorist' as a Transpersonal Strategy of Exclusion