Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

quarta-feira, 17 de julho de 2013

CASO MC DALESTE - CIDADE ALERTA - VIDEO

Marcelo Rezende recebeu o depoimento da testemunha e revelou novas informações sobre o assassino de Daleste. Segundo o relato, o PCC tem relação com o acontecimento. Veja!

terça-feira, 16 de julho de 2013

COLOMBIA ALGUÉM TE USA

Anti Imperialista adicionou uma nova foto.
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PACTO PELA SAÚDE - PROGRAMA OFERECE BOLSAS DE R$ 10 MIL PARA MÉDICOS TRABALHAREM EM REGIÕES CARENTES DO BRASIL



Publicado em 11/07/2013
EM QUESTÃO - 11.07.13: O programa Mais Médicos quer aumentar o número de profissionais em regiões carentes do país. Quem for trabalhar na rede pública em municípios do interior e nas periferias das grandes cidades vai receber bolsas de R$ 10 mil. Médicos formados em outros países poderão preencher as vagas não ocupadas. Neste caso, a prioridade será para brasileiros que fizeram faculdade no exterior. As medidas fazem parte do Pacto pela Saúde, que vai investir R$ 15 bilhões no setor até 2014. Outras informações em www.saude.gov.br

GOVERNO FEDERAL - PROGRAMA MAIS MÉDICOS



Publicado em 11/07/2013
BOM DIA MINISTRO - 11.07.13: O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou durante o programa Bom Dia, Ministro como será a seleção dos profissionais para o programa Mais Médicos. Prazo para inscrição vai até 25 de julho.

Atividades da Presidenta 2013 - AÇÃO CONJUNTA DOS PAÍSES DO MERCUSUL SOBRE SEGURANÇA CIBERNÉTICA E CONTRA INVASÃO DE PRIVACIDADE DOS CIDADÃOS



Publicado em 12/07/2013
ATIVIDADES DA PRESIDENTA - 12.07.13: A presidenta Dilma Rousseff esteve nesta sexta-feira na cidade de Montevidéu, no Uruguai, para participar da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul. Após o encontro, a presidenta conversou com a imprensa e relatou alguns dos temas debatidos na reunião. Dilma anunciou a volta do Paraguai ao bloco econômico, após um ano de suspensão, e afirmou que os países do Mercosul planejam uma ação conjunta de segurança cibernética e se posicionam contra a invasão de privacidade dos cidadãos que as recentes denúncias de espionagem sugerem.

BRASIL ENCAMINHA SEMENTES PARA A ARCA DE NOÉ DO MUNDO



Publicado em 20/10/2012
NBR NOTÍCIAS - 19.10.12: O Banco Global de Semente da Noruega é o maior do mundo e tem como objetivo conservar sementes e garantir a segurança alimentar para as futuras gerações. Por meio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil encaminhou ao banco da Noruega 264 amostras de milho e 540 de arroz. A TV NBR foi conhecer o maior banco de sementes do Brasil e da América Latina e um dos maiores do mundo, com mais de 120 mil amostras de cerca de 600 espécies.

A ARCA DO FIM DO MUNDO

Um cofre guarda amostras de 100 milhões de sementes no Ártico.
A Svalbard International Seed Vault (SISV), também conhecida como a " arca do fim do mundo", está desenhada para guardar amostras de todas as variedades de sementes conhecidas pelo homem.
O objetivo é convertê-la em uma arca de Noé, um enorme armazem que contenha amostras das plantas necessárias para que o ser humano reinicie a conquista da Terra se se produzir um desastre ecológico, seja por causas naturais ou pela ação do homem.
A Arca de Noé das sementes foi construida em Longyearbyen , um pequeno lugarejo mineiro na ilha de Spitsbergen que pertence ao arquipélago norueguês de Svalbard, ao norte, a uns 1.000 kilômetros do Polo Norte. O lugar foi escolhido por sua estabilidade sísmica e por estar escavado em solo permanentemente gelado do território ártico (o permafrost), facilitando a conservação.
Salvadora, a ilha da Noruega, onde está o cofre para combater especialmente efeitos apocalíticos das mudanças climáticas.
A Arca ártica está construida dentro de uma montanha congelada.
No total, a Arca receberá mais de 100 milhões de sementes procedentes de todas as partes do mundo.
Estão armazenadas nas profundidades de uma montanha ártica, empacotadas em alumínio, rodeadas por muros de um metro de largura. A Arca conta com um túnel de 125 metros de profundidade, escavado na rocha . Inclusive, se todos os sistemas de refrigeração falharem, dizem os cientistas, a temperatura na montanha nunca superaria a temperatura de congelamento devido ao "permafrost", a capa de gelo perpétua da região.
 La entrada de la bóveda tiene un diseño futurista con unos espejos metálicos que reflejan el sol durante el día y brillan en la oscuridad por la noche, concebido por la artista noruega Dyveke Sanne . Junto a la puerta se encuentran los compresores cuya función es enfriar el interior del bunker.
Ao entrar na Arca, a primeira coisa que se vê é um largo corredor de 125 metros que leva até os tres armazéns de abastecimento.
O interior do corredor foi reforçado com uma estrutura circular de aço desenhada para evitar o perigo de qualquer colapso devido à erosão da montanha em que se construiu a Arca.
Ao final do corredor, se encontra a sala de controle onde os técnicos da Arca registram nos ordenadores do centro cada amostra de semente que vai chegando de todos os países do mundo.
Os técnicos tem que classificar cada mostra , especificando sua espécie, procedência e idade. Toda informação vai para um banco de dados cujo conteúdo pode ser acessado livremente na web pela comunidade científica.
As mostras de sementes são introduzidas no banco em pacotes com tres capas de alumínio que são fechados de forma hermética para garantir sua conservação nas melhores condições possíveis.
Uma vez que tenham sido registradas e seladas herméticamente, as mostras de sementes são introduzidas em caixas de plástico e se trasladam a uma das tres câmaras da Arca.
As mostras, conservadas em "caixas negras", só serão postas em circulação no caso de que todas as fontes de sementes do planeta tenham sido destruídas ou esgotadas .
 Relativamente às medidas de segurança, a instalação está dotada de uma porta blindada e um muro divisório, e contará com a presença de autoridades norueguesas.
Seus responsáveis citam também a localização remota da instalação, os invernos incrívelmente frios, os bancos de gelo e inclusive a agressividade dos ursos polares, como medidas de segurança adicionais.
Na atualidade, já existem mais de 1.000 bancos de sementes por todo o mundo. No entanto, muitos deles, sobretudo nos países em vias de desenvolvimento, se encontram permanentemente ameaçados pela escassez de água, o risco de terremotos, inundações ou outros desastres naturais, o impacto dos conflitos bélicos ou simplemente uma má gestão devido à escassez de recursos.
Para afrontar todos estes perigos, no qual também deve ser acrescentada a crescente ameaça da mudança climática ou de uma catástrofe global que poderia provocar uma guerra nuclear, a Noruega construiu a Arca. «Nosso objetivo é conservar aqui uma cópia de segurança das sementes de todo o planeta», explica Westengen. «Assim, frente a qualquer catástrofe, de origem natural ou humana, a biodiversidade dos cultivos estará a salvo . A Arca representa uma estratégia crucial para garantir o futuro dos cultivos que nos alimentam a todos».
A conservação das sementes na Arca será um serviço gratuito, e os países que enviarem suas amostras continuarão sendo sempre seus proprietários. Todos eles poderão recorrer às cópias de reposição que se conservarão no cofre ártico sempre que uma das variedades desapareça de seu ambiente natural.

Categoria
Sem fins lucrativos/Activismo



"A conservação das sementes na Arca será um serviço gratuito , e os países que enviarem suas amostras continuarão sendo sempre seus proprietários. Todos eles poderão recorrer às cópias de reposição que se conservarão no cofre ártico sempre que uma das variedades desapareça de seu ambiente natural".

PROJETO ARCA DE NOÉ - A NOVA ARCA DE NOÉ - A CAVERNA DO JUÍZO FINAL

PROJETO ARCA DE NOÉ




Encravado no gelo, o cofre vai abrigar sementes com o objetivo de preservar toda a vida vegetal presente no planeta. Essa caverna de alta tecnologia é equipada com portas de aço blindadas, câmeras e detectores de movimentos e será monitorada a distância.

O cofre tem capacidade para armazenar e conservar até 4,5 milhões de amostras de sementes e 2 bilhões de sementes de todas as espécies cultivadas pelo ser humano. Esse patrimônio, mantido em segurança máxima, estará protegido de catástrofes naturais e até mesmo de guerras nucleares. Sementes transgênicas não entrarão nesse santuário vegetal congelado.

O projeto já recebeu cerca de 100 milhões de sementes doadas por cem países e incluirá, obviamente, o Brasil. A mudança climática no planeta foi o que impulsionou o projeto, mas não foi o único motivo. Nos últimos anos, mais de 40 países tiveram os seus bancos de sementes destruídos em guerras e desastres naturais e ecológicos.

Mais a pergunta é : O que realmente esse cofre representa, para que ele foi feito? O governo espera reconstruir algo no futuro , mais poucos estão vendo isso.

O projeto, impulsionado pelo Governo norueguês, pelo Fundo Mundial para a Diversidade de Cultivos e pelo Banco Genético Nórdico, permite a criação de um depósito seguro de bancos de dois exemplares de sementes de cultivos alimentícios. Com isso, ele garante a sobrevivência frente a fenômenos como a mudança climática e catástrofes naturais.

Situada perto de Longyearbyen, em uma ilha do arquipélago norueguês de Svalbard, a arca do "fim do mundo" ou "Arca de Noé", foi escavada a 130 metros de profundidade em uma montanha de rocha sedimentar, impermeável à atividade vulcânica, a terremotos, à radiação e à elevação do nível do mar.


O primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, e a vencedora do prêmio Nobel da Paz 2004, a ativista queniana Wangari Maathai, foram os encarregados de colocar em seu interior as primeiras sementes, variedades de arroz de 104 países.

Na cerimônia, à qual compareceu o presidente da Comissão Européia (CE, órgão executivo da União Européia), José Manuel Durão Barroso, Stoltenberg chamou a construção de "bloco fundamental da civilização humana".

A arca acolherá, a princípio, 268 mil amostras de sementes - de uma capacidade total de 4,5 milhões de amostras e 2 bilhões de sementes, que foram acondicionadas em pacotes vedados dentro de caixas fechadas hermeticamente em cada uma das três dependências da câmara.

As sementes permanecerão armazenadas a uma temperatura de -18º Celsius, que garante baixa atividade metabólica e perfeito estado de conservação por séculos; em caso de falta de energia, o permafrost ártico (camada permanentemente gelada) do exterior atuaria como refrigerador natural.

As sementes só poderão ser extraídas da arca se todas as suas fontes tiverem sido destruídas ou se esgotado, a não ser que os países doadores - que são os proprietários das sementes - assim o requeiram.

O Governo norueguês assumiu a construção da instalação, orçada em 50 milhões de coroas norueguesas (US$ 9,4 milhões), enquanto o transporte das sementes e a manutenção da arca ficarão a cargo do Fundo Mundial para a Diversidade de Cultivos.

Operários dão os toques finais na porta da "caverna do juízo final", em Svalbarg: segurança sem a necessidade de guardas.

O projeto é das Nações Unidas em parceria com o governo da Noruega e financiamento de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo.

O lugar está sendo chamado de "caverna do juízo final". Na verdade, o banco de sementes não terá utilidade apenas se houver uma hecatombe mundial. Há outros usos para as amostras de Svalbard. O mais imediato é servir como um reservatório genético, que poderá ser utilizado por cientistas para experimentar cruzamentos e desenvolver novas variedades de plantas. Uma espécie cultivada no passado mas hoje ignorada pelos agricultores pode conter um gene que a torna resistente a pragas. Nesse caso, a engenharia genética permitiria introduzir tal gene em uma variedade usada na agricultura, aumentando sua resistência a doenças. Também seria possível desenvolver plantas adaptadas a um mundo mais quente e com menos água. "Quanto maior for a variedade de sementes à disposição, maior será a capacidade humana de se adaptar ao aquecimento global, no futuro", disse a VEJA o americano Cary Fowler, diretor do Fundo Global para a Diversidade de Sementes, o nome oficial do projeto.

Fowler, que fica a maior parte do tempo em seu escritório em Roma, controlará a caverna remotamente, por meio de câmeras e sensores de vigilância. Depois que o estoque de sementes estiver colocado em três câmaras a 18 graus negativos, a caverna ficará sem funcionários nem seguranças. De novembro a janeiro, durante a noite polar do Ártico, as portas permanecerão sempre fechadas. Novas remessas serão levadas no verão. Os idealizadores do projeto apostam que, como fica em uma ilha remota, gélida e pouco povoada, o depósito está seguro. A caverna não será o único reservatório para as sementes, já que existem outros bancos espalhados por 75 países. Seu papel é ter uma cópia de segurança de todas as sementes dos demais depósitos. Segundo Fowler, mais da metade deles está em situação de risco devido a guerras, erros humanos e infra-estrutura precária.

Desde que o homem começou a cultivar os alimentos em vez de apenas coletá-los na natureza, as espécies foram modificadas para se tornar mais nutritivas e produtivas. Esse processo, conhecido como domesticação das plantas, teve início 11.000 anos atrás no Oriente Médio e ganhou força com a descoberta de técnicas agrícolas rudimentares. Com lâminas fincadas em pedaços de madeira ou de osso, os homens colhiam grãos com mais agilidade. Cestos ajudavam no transporte e tábuas porosas facilitavam a remoção da casca dos grãos.

A agricultura multiplicou entre dez e 100 vezes a produção por hectare, em comparação com as mesmas plantas na natureza. Hoje, caso a humanidade resolvesse abdicar da agricultura e voltasse a viver da caça e da coleta, estima-se que um terço da população ficaria sem comida. Um efeito colateral da opção por espécies cada vez mais produtivas e adequadas à agricultura e, mais recentemente, às exigências do mercado foi a queda na variedade de vegetais que compõem o cardápio da humanidade. Hoje, só o trigo, o arroz e o milho são responsáveis por mais da metade da dieta calórica mundial obtida com o consumo de vegetais.

Das 7.000 espécies de plantas já cultivadas pelo homem em algum momento de sua história, apenas 150 continuam a ser plantadas. Para atender aos padrões de qualidade e garantir colheitas elevadas, as sementes de uma mesma espécie produzidas atualmente também são muito parecidas entre si, o que eleva o poder destrutivo de um novo fungo ou inseto. O banco de sementes de Svalbard será a fortaleza à qual pesquisadores do mundo todo poderão recorrer em caso de emergências como essas. O depósito terá sementes silvestres e também as domesticadas. O Peru já enviou amostras de batata; a Colômbia, de feijão; e o México, de trigo e de milho.

Até o momento, as Filipinas foram o país que mais contribuiu, com 70.000 amostras de arroz. O Brasil também deve mandar em breve amostras de espécies conservadas pela Embrapa. Todas as sementes continuarão sendo propriedade dos países que as enviaram. "São amostras muito valiosas, nas quais foi investido muito trabalho por séculos", diz o embaixador Jorio Dauster, do Rio de Janeiro, membro do conselho do Fundo Global para a Diversidade de Sementes. Na fria Svalbard, esse tesouro estará a salvo.

Parece filme de ficção científica, mas é a mais pura realidade. Um projeto da Global Crop Diversity Trust já está sendo chamado de a “nova Arca de Noé”. Localizado na Noruega, bem próximo ao pólo norte, foi construído um cofre a 70 metros de profundidade, com temperaturas que variam de -10ºC a -20ºC.



Carregado em 04/12/2008
Noruega inaugura 'cofre do fim do mundo' para proteger sementes
Instalações protegerão de catástrofes amostras de 4,5 bilhões de sementes
Foi inaugurada na Noruega uma galeria gelada subterrânea que guardará as sementes de quase todos os tipos de vegetais do mundo. A construção é capaz de suportar os mais variados desastres naturais, tornando-se o
banco mundial de sementes e a Arca de Noé do século XXI.
Jornal nacional: Terça-feira, 26/02/2008

"va ¿PARA QUIÈNES SE ESTARÀ PREPARANDO ESTE RESERVORIO?... ASI SERÀ LO QUE ESTÀN ESPERANDO... SEGURO NO HAN LOCALIZADO SU SEGUNDO PLANETA A DESTRUIR.... O SERÀ QUE LA CONTAMINACIÒN QUE ESTÀN ESPERANDO ES TAN CATASTRÒFICA...

El viernes a la(s) 21:16 · Me gusta
Artemisa Artemisa Artemisa SIMPLEMENTE ESPERANUN CATACLISMO PRODUCIDO POR MODIFICACION GENETICA Y ESE ES UN RESERVORIO PARA LAS ELITES SOBREVIVIENTES...PARA MI QUE YA ENCONTRARON ESE MUNDO Y NO ESTA TAN ESPECTACULAR COMO ESTE Y ESTAN PLANEANDO LA DESTRUCCION COLECTIVA DE HUMANOS...EL TIEMPO DE RECUPERACION AMBIENTAL Y EL REGRESO AL PLANETA Y REINICIO DE CICLO CON LAS SEMILLAS ...PERO RECUERDA QUE EL TIEMPO NO EXISTEN, ES DECIR QUE ELLOS VIAJAN EN EL TIEMPO Y YA SABEN LO QUE SUCEDERA...OSEA QUE REGRESARON A IMPLANTAR LOS SEMILLEROS PARA LA NUEVA SOCIEDAD DEL FUTURO "- via Irma Silva
La “Bóveda de Semillas” de Bill Gates y sus amigos productores de OGM.


Bill Gates está invirtiendo millones de dólares en un lugar remoto llamado Svalbard, una roca estéril cerca del Mar de Barents a 1.100 kilómetros del Polo Norte para construir un "banco de semillas del día del juicio final" oficialmente nombrada la Bóveda Global de Semillas de Svalbard en la isla noruega de Spitsbergen, parte del grupo de islas Svalbard.

La pregunta es, ¿Qué catástrofe mundial están previendo los inversores de esta bóveda de semillas? Si se sigue la pista del origen del dinero no es difícil de entender ¿Adivina quién está participando en este "noble" proyecto, aparte de los noruegos?:

• La Fundación Bill y Melinda Gates.
• Dupont / Pioneer, gigante de los agronegocios (propietario de patentes de semillas OGM).
• La Fundación Syngenta - El fabricante suizo de semillas OGM y pesticidas.
• La Fundación Rockefeller - creó la "revolución genética” con más de $ 100 millones invertidos en la ciencia GM desde 1970.
• CGIAR, la red global de defensores Fundación Rockefeller.

En la misma pagina web de la Boveda se puede leer:

“Asegurar que la biodiversidad de los cultivos alimentarios del mundo sea preservada para las futuras generaciones constituye un importante aporte a la lucha contra el hambre y la pobreza en países en desarrollo. Es ahí donde se origina la mayor diversidad de plantas y donde a la vez existe una necesidad más urgente de seguridad alimentaria y mayor desarrollo de la agricultura.
La Bóveda Global de Semillas de Svalbard, que está siendo establecida en el permahielo de las montañas de Svalbard, ha sido diseñada para almacenar duplicados de variedades de semillas provenientes de bancos de semillas de todo el mundo. Muchos de estos bancos de semillas se encuentran en países en desarrollo. Si las semillas se perdiesen, por ejemplo debido a una catástrofe natural, guerra o simplemente debido a la carencia de recursos, los bancos de semillas serían reestablecidos con semillas de Svalbard.
La pérdida de biodiversidad es actualmente uno de los mayores desafíos para el medio ambiente y el desarrollo sostenible. La diversidad de los cultivos alimentarios está bajo constante presión. La consecuencia podría ser una pérdida irreversible de nuestras posibilidades de cultivar plantas adaptadas al cambio climático, a nuevas enfermedades y a las necesidades de una población en crecimiento.”

Al parecer, quien escribió estas líneas o es demasiado cínico o no sabe de la cruzada de sus inversores por destruir la biodiversidad y contaminar nuestras semillas puertas afuera del proyecto. 

La bóveda esta lista y podría ser escenario de la próxima película de James Bond. En medio de un paisaje de hielo y osos polares emerge una entrada a una construcción que se diluye enclava en las entrañas de una montaña, sus puertas son a prueba de explosiones, hay sensores de movimiento, dos esclusas de aire y paredes reforzadas con varios metros de hormigón. En el interior se guardarán más de 3 millones de variedades de semillas, y es de prever que no habrá una sola semilla transgénica u OMG entre ellas.

Mas información en español, pagina oficial:

segunda-feira, 15 de julho de 2013

DESMASCARANDO O GRUPO DENOMINADO ANONYMOUS



Publicado em 23/06/2013

O Grupo denominado Anonimous parece ser a chave certa para explicar porque os mentores da marcha de Brasília organizaram aquela comissão de frente, todos com máscaras e uma grande faixa com os dizeres na nossa língua matrix, o inglês, onde se lia: Corrupted System...

É intrigante lembrar que nas recentes manifestações nos países do norte da áfrica e do Oriente Médio, inclusive atualmente na Síria, sempre aparecem mascarados portando faixas em inglês, o que parece indicar o interesse de criar imagens em fotografias, vídeos e filmes que possam ser repercutidas no mundo todo através da mídia mundial. Tudo é muito igual em seus princípios e técnicas.

Outra evidência da atuação do grupo anonimous no Brasil foi a invasão de diversos sites, principalmente de jornais, e revistas e sites do governo, assim como aconteceu em 2012 nos Estados Unidos quando o governo tentava aprovar as leis SOPA e PIPA que visava combater a pirataria. Em retalhação ao fechamento do site Megaupload, os anonimous derrubaram vários sites do governo americano.

A pergunta é:
Quem financia o grupo anonimous que possui tentáculos em vários países?

O grupo anonimous é uma vertente da Adbusters Media Foundation de Vancouver Canadá a qual surgiu em 1989. 

A fundação se define como uma entidade sem fins lucrativos e uma rede global de artistas, ativistas, escritores, estudantes, educadores e empresários que querem desenvolver um novo movimento ativista social da era da informação.

Até então sempre foi considerada uma entidade respeitada em defesa das pessoas e do anticonsumismo.

A máscara da fundação intimamente ligada ao grupo anonimous começou a cair quando repercutiu um caso envolvendo George Soros, um dos maiores especuladores finaceiros illuminati e que já defendeu explicitamente a implantação da Nova Ordem Mundial. Soros teria doado milhões de dólares para a fundação a fim de influeciar suas publicações, o que é ilegal e vai de encontro aos princípios da entidade que tem grande influência nos movimentos jovens de contracultura nos Estados Unidos e no Mundo Todo.

Repare que o grupo anonimous adotaram como, símbolo uma marca semelhante ao das organizações das nações unidas, ONU, cuja aspiração sempre foi estabelecer um governo global através da implementação de suas políticas.

Um fato curioso chamou a atenção em uma das manifestações ocorridas na avenida Paulista, em São Paulo, reforçando a idéia de que os illuminati estão por trás dos distúrbios e do incentivo aos protestos:

Durante as manifestações populares na avenida paulista em 18 de junho de 2013, o painel eletrônico montado na fachada do edifício da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo mostrou um dos símbolos mais conhecidos dos illuminati.
Paulo Skaf, presidente da FIESP declarou abertamente apoio aos manifestantes e aplaudiu o hino nacional sendo entoado na manifestação.

O prédio da FIESP é uma exata pirâmide inacabada, a mesma que aparece na nota de um dólar, e é ali onde se reúnem os homens mais ricos do país, demonstrando então inequivocadamente o imenso poder dessa Sociedade secreta.

Você se pergunta: como as manifestações populares no Brasil em 2013 poderia contribuir para os planos illuminati, que querem implantar a nova ordem mundial?

A resposta está na frase em latim: Ordo ab Chao

Este é o Lema da Maçonaria que significa "A Ordem vem do Caos", ou sêja, que eles devem criar o caos, a desordem, as guerras, as contendas e tudo o quanto eh ruim para poderem implantar a mudança que "eles" creem que sejam boas, tanto no interior quanto no exterior do ser humano. 

Voce seria a favor de criar o Caos na esperança que advenha a Ordem e Progresso? E se esta Nova Ordem nunca chegar, quanto tempo deveremos viver no Caos?

Criado o Caos religioso, existiriam dois resultados possíveis: 

A descrença total na religião e, em Deus, ou uma Crença maior e tãoo mais forte que sera Única. 

Deste dois resultados se obtém a Ordem que seria: um povo unido com Deus ou sem Deus. E isso serve também para a politica, da qual desacreditando os políticos se obtém um so poder.

Nova Ordem Mundial: Um só mundo, Um só poder e Uma só religião.

SABEM QUANDO ISSO poderá ACONTECER "PACIFICAMENTE"?

NUNCA! VIVEREMOS GUERRAS ETERNAS TENTANDO ALCANÇAR ESTA META, MEDÍOCRE!

A HISTORIA DOS ANONYMOUS INTERNACIONAL

11 de julho de 2013 às 03:24


Em 14 de janeiro de 2008, um vídeo com o ator Tom Cruise fazendo apologia das maravilhas da Igreja da Cientologia foi parar no YouTube. A seita das celebridades de Hollywood não gostou e entrou com um pedido de violação de direitos autorais contra o canal de internet, exigindo a imediata remoção do conteúdo. Ganhou na Justiça, mas a censura desencadeou uma série de ações contra a igreja. Tanto na rede quanto nas ruas.


Em 2 de fevereiro daquele ano, duas centenas de pessoas se reuniram em frente a um centro da Igreja, na Flórida, para protestar. Manifestações também foram realizadas no mesmo dia na Califórnia (EUA) e em Manchester (Inglaterra). No dia 10 e no dia 15, os atos continuaram, cada um com cerca de 8 mil pessoas protestando em aproximadamente uma centena de cidades, incluindo Chicago, Los Angeles, Londres, Paris, Vancouver e Berlim. Detalhe: os manifestantes escondiam seus rostos sob máscaras, boa parte delas do personagem do filme “V de Vingança”, que foi inspirado num personagem histórico inglês, Guy Fawkes.


O mundo começava a conhecer o Anonymous, grupo gerado pela ação das redes e que, desde 2003, se articulava e debatia ideias em fóruns, principalmente no site www.4chan e no Internet Relay Chat (IRC).


Alguns desses militantes são hackers, com conhecimentos avançados de programação, mas boa parte, não. “Eu, por exemplo, sou escritora, redatora e estou na faixa dos 30 anos. Normalmente não dizemos nossa idade, mas estou lhe revelando para tirar o mito de que somos adolescentes. Isso não é verdade. Para você ter uma ideia, não sei nada de informática, sou uma leiga”, revela Farfalla (borboleta em italiano), militante dos Anonymous Brasil, numa conversa que tivemos pelo IRC, plataforma de bate-papo que fez muito sucesso no final dos anos 1990 e início dos anos 2000.


Os Anonymous já realizaram várias ações depois da que os tirou do anonimato global, contra a Igreja da Cientologia. Uma das mais conhecidas se deu em dezembro de 2010, quando mais de mil deles se organizaram por meio de fóruns e redes sociais para congestionar os sistemas das redes Mastercard e Visa e o serviço de pagamento PayPal por se negarem a receber contribuições para o WikiLeaks, que acabava de revelar uma série de documentos secretos das embaixadas americanas espalhadas pelo mundo.


Na sequência, em janeiro deste ano, o Anonymous entrou em ação de novo, participando da Primavera Islâmica. Seus militantes protestaram em sites do Ministério da Indústria e da Bolsa de Valores da Tunísia, em solidariedade ao movimento contrário ao governo local, que cairia dias depois. Também organizou, em fevereiro, um ataque contra sites do governo do Iêmen e foi atuante na difusão de informações sobre a revolução no Egito, principalmente quando Hosni Mubarak derrubou o sinal de internet no país.


Na Espanha, os protestos que levaram milhares à Praça do Sol começaram a ganhar corpo na rede impulsionado pelos Anonymous. Em 20 de dezembro do ano passado, eles fizeram a primeira manifestação contra a Ley Sinde, que restringia a liberdade na internet. Depois fizeram outros atos, até chegar ao mais ruidoso, em 4 de março, e que resultou, depois de 11 dias, no movimento que ficou conhecido como 15M (15 de março), quando milhares de jovens passaram a acampar na Praça do Sol, reivindicando não só mudanças na lei, como uma nova democracia no país.


No Brasil, os Anonymous ainda não são um grupo com muito espaço na rede, mas já começam a testar sua força. Estão programando, por exemplo, protestos para o dia 7 de setembro e, de alguma forma, o nome do grupo ganhou a mídia quando dos ataques a sites do governo federal em julho. Protesto que eles não assumem e é reivindicado pelo Luzlsec (ver entrevista com SilverLords, do grupo, na pagina 10).


Mas antes de continuar este texto, parênteses para um esclarecimento que Farfalla me fez na primeira pergunta de nossa entrevista: “O Anonymous não é um grupo fechado, mas uma ideia, e todos que compartilham dessa ideia são Anonymous, e não do Anonymous.” O que parece um simples jogo de palavras é uma explicação importante para entender a lógica desse novo ativismo.


Farfalla é apenas uma das pessoas que se reivindicam Anonymous, mas não é porta-voz do grupo ou muito menos uma liderança. Entender o universo Anonymous não é algo exatamente fácil, principalmente se forem utilizadas as tradicionais classificações da sociologia política. É preciso tentar entendê-lo com base na lógica da nova sociedade globalizada e em redes, que surge no contexto da revolução digital. Çom instrumentos de comunicação, pelos quais muitos falam com muitos de forma horizontal, rompendo a lógica de emissores e receptores. Rompendo a lógica de líderes e liderados. E relativizando completamente a importância das organizações intermediárias.


Entre os Anonymous, quem busca se destacar é rechaçado pelo resto da comunidade. E não há causa nobre que justifique mostrar a cara ou aparecer. No episódio do WikiLeaks, durante o processo de Julian Assange, um dos seus membros, conhecido por Coldblood, deu entrevistas a alguns veículos como BBC e Guardian falando em nome do grupo. Foi expulso.


Manifestação na internet


Richard Stallmann, o criador do movimento dos softwares livres, escreveu recentemente um artigo reproduzido no Brasil pelo O Estado de S. Paulo no qual busca explicar não só os Anonymous como os movimentos que eles realizam. No primeiro parágrafo, Stallmann já relativiza os “protestos on-line feitos pelo grupo”, que segundo ele “são equivalentes a uma manifestação na internet”, acrescentando ser “um erro classificá-los como atividade de grupos hackers (uso da astúcia brincalhona) ou de crackers (invasão de sistemas de segurança)”.


Stallmann ainda explica, por exemplo, que os manifestantes do Anonymous, quando fizeram os protestos contra a Mastercard e a Visa, não tentaram roubar dados da empresa. “Eles entram pela porta da frente de uma página, que simplesmente não é capaz de suportar tantos visitantes ao mesmo tempo.”


O ativista também sustenta que há diferenças entre os protestos na rede. Conforme Stallmann, os organizados pelo Anonymous contra a Mastercard, por exemplo, não foram “ataques de negação de serviço” (DDoS). Ataques por DDoS são realizados por meio de milhares de computadores zumbis, como aconteceu no caso da invasão da página da Presidência da República do Brasil. Neste caso, explica Stallmann, alguém invade o sistema de segurança desses computadores (com frequência, recorrendo a um vírus) e assume remotamente o controle sobre eles, programando-os para formar uma botnet (rede de zumbis, que é um sistema em que computadores aliciados desempenham automaticamente a mesma função), que atende em uníssono às suas ordens (nessa hipótese, a ordem é sobrecarregar um servidor).


No caso das manifestações do Anonymous, segundo ele, foram ativistas que fizeram com que seus próprios computadores participassem do protesto. Pode parecer uma sutil diferença, mas é imensa. São cidadãos protestando, não máquinas operadas por uma única pessoa que invadiu uma série de outras para realizar o ataque.


O professor da Universidade Federal do ABC, Sérgio Amadeu, um dos maiores especialistas em cultura digital no Brasil, concorda com Stallmann e revela que os ataques realizados contra o site da Presidência da República foram realizados por 2 mil computadores escravizados na Itália. “Assim como defendo o direito de fazer manifestação na rua, não acho que as manifestações na internet, como as do Anonymous devam ser proibidas.” Mas ao mesmo tempo, Amadeu esclarece que há métodos diferentes e às vezes utilizados pelo mesmo grupo. “O LulzSec fez uma ação contra a Sony com uma causa, um ataque supersofisticado, em defesa da liberdade na rede. No caso dos ataques aos sites do governo, porém, e principalmente ao da Presidência da República, isso só jogou contra a liberdade na rede”, avalia.


Amadeu considera que os ataques acabaram contribuindo para que o AI-5 Digital, proposto pelo deputado federal Eduardo Azeredo, ganhasse força no Congresso. E, por isso, ele não descarta a possibilidade de os ataques terem sido realizados com esse objetivo, o que é negado em entrevista por um dos membros do LuzlSec Brasil (na página 11).


No seu artigo, Stallmann ainda chama a atenção para a precariedade de direitos na internet, que, na sua opinião, é o fator motivador dessas ações. “A internet não pode funcionar se os sites forem constantemente bloqueados por multidões, assim como uma cidade não funciona se suas ruas estiverem sempre tomadas por protestos. Mas, antes de declarar seu apoio à repressão dos protestos na internet, pense no motivo de tais protestos: na internet, os usuários não têm direitos.”


Ele faz a comparação entre as condições do mundo real e do virtual para defender sua tese. “No mundo físico, temos o direito de publicar e vender livros. Quem quiser impedir a publicação do livro tem de levar o caso a um tribunal. Para criar um site na rede, porém, precisamos da cooperação de uma empresa de concessão de domínios, de um provedor de acesso à internet (ISP) e, com frequência, de uma empresa de hospedagem, e cada um desses elos pode ser individualmente pressionado a cortar o nosso acesso.” E encerra: “é como se todos nós morássemos em quartos alugados e os senhorios pudessem despejar qualquer um sem notificação prévia.”


O espaço da política


Gabriela Coleman, pesquisadora e professora de Mídia, Cultura e Comunicação da New York University, explicou, em entrevista por e-mail à Fórum, que foram os protestos contra a Igreja da Cientologia que deram dimensão política às ações dos Anonymous. “Originalmente Anonymous era um nome usado para coordenar brincadeiras na internet. Foram os protestos contra os abusos da Igreja da Cientologia que criaram seu braço político.” Ela diz não saber calcular quantas pessoas se definem como Anonymous, mas, confirmando a entrevista de Farfalla, registra que apenas um pequeno grupo de participantes são hackers. “Esses são os programadores qualificados, pesquisadores de segurança e administradores de sistemas que se identificam como tal. Mas há um grupo muito maior que eu não descreveria como de hackers, mas, talvez, como ‘geeks’. Estes fazem edição de vídeo, design, trabalham com ferramentas de escrita colaborativa e têm bastante know-how técnico para usar o IRC. Outros participantes, talvez a maioria, não se deva qualificar nem como hackers nem como geeks. Mas, com o tempo, eles começam a aprender alguns dos códigos culturais e de alfabetização digital, que podem transformá-los em geeks.”


A professora também conta detalhes da ação do grupo contra o governo da Tunísia. “Eles começaram a ajudar os manifestantes muito antes de a mídia tradicional noticiar com qualquer profundidade os protestos que aconteciam naquele país. Em 2 de janeiro de 2011, o Anonymous abriu uma operação chamada ‘OpTunisia’, depois que o governo bloqueou, a internet e passou a oferecer ajuda aos protestos.” Colleman acrescenta que “o ‘OpTunisia’ representou mais um momento decisivo na formação política dos Anonymous como um movimento de protestos, pois as operações anteriores residiam no campo da censura à internet, e essa da Tunísia foi ativismo a favor dos direitos humanos e da democracia e atraiu um grande número de participantes”.


O sociólogo Emir Sader, que tem acompanhado as ações das novas tecnologias na política, inclusive utilizando-se de um blogue e do Twitter para fazer o debate público, destaca que um dos pontos positivos do Anonymous e de outros movimentos da internet “é que eles podem mudar certos aspectos da luta popular, estendendo e dinamizando a capacidade de mobilização e incorporando jovens”. E cita o caso do movimento no Egito como o mais notável desse tipo de mobilização. Mas, ao mesmo tempo, pondera que “se essas ações não se articulam com propostas políticas capazes de transformar em realidades suas visões, tendem a se esvaziar”.


Para defender a sua tese, o professor cita dois movimentos. O movimento dos piqueteros, na Argentina, que, mobilizado pela explosão da crise da política da paridade com o dólar, “levantou o lema ‘Que se vayan todos’ no momento das eleições”. E que decidiu não participar do processo eleitoral para preservar “a chamada autonomia dos movimentos sociais”, que, segundo Emir, “serve para a resistência, mas não para a construção de alternativas”.


Foi isso, no entendimento do professor, que levou “os piqueteros a praticamente desaparecer enquanto movimento na Argentina e que também levou os zapatistas mexicanos, que mantêm essa visão, a se limitarem a um trabalho no estado de Chiapas, perdendo qualquer dimensão nacional”. Emir diz que isso não ocorreu nem na Bolívia e nem no Equador, “onde os movimentos sociais se constituíram como forças políticas e, uma vez no governo, promoveram processos de refundação dos seus Estados”.


Em relação ao fato de o movimento se utilizar do anonimato para promover ações, Emir considera que essa é uma arma legítima “dos que lutam para criar espaços alternativos, buscando contornar aqueles que querem desqualificá-los e criminalizá-los com a pecha de ’piratas’”. Emir também defende a liberação de documentos públicos por ativistas da rede. Na sua opinião, “conforme o critério kantiano, tudo que é publico tem que ser transparente”. 


A história da máscara


A máscara utilizada pelos participantes das mobilizações pelo mundo remete ao reinado de Henrique VIII, na Inglaterra, que vigorou entre 1509 a 1547. Aquele período é considerado o mais absolutista de toda a história. Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e passou, ele próprio, a controlar uma nova Igreja, a Anglicana. Entre seus atos está a criação da Witchcraft Act, que levava à morte as pessoas acusadas por bruxarias.


Com a morte de Henrique VIII, seus sucessores mantiveram seus métodos e, em 1603, no reinado de James I, grupos de católicos passaram a organizar conspirações na tentativa de assassinar o Rei.


A conspiração mais famosa é a da “Pólvora”, liderada por Guy Fawkes, especialista em explosivos, e que tinha o objetivo de explodir o Parlamento no dia em que o Rei fosse discursar para os lordes ingleses.


Alguns historiadores acreditam que houve uma traição dentro do movimento e outros, que, ao tentar avisar inocentes que não ficassem no prédio no dia do atentado, a notícia acabou chegando às autoridades.


Em 5 de novembro de 1605, Guy Fawkes foi preso, enforcado e esquartejado. E esse dia passou a ser conhecido, na Inglaterra, como o dia da salvação do Rei e é comemorado aos moldes da nossa “malhação de Judas”, com um boneco representando Guy Fawkes sendo espancado e queimado nas ruas.


A máscara usada nos bonecos inspirou Allan Moore a criar, nos anos 1980, o romance “V de Vingança”, no qual o personagem mascarado tenta fazer o trabalho que Guy Fawkes não havia conseguido: explodir o Parlamento inglês.


Em 2006, em uma produção que conta com os irmãos Wachowski, o filme “V For Vendetta” é lançado e recria na telona o romance de Allan Moore, mostrando um “herói” mascarado que luta contra a manipulação da mídia e do governo conservador.


OBS: MAS ESSES NÃO TEM NADA A VER COM OS TUCANONYMOUS.
(Marco Biruel)

NOSSOS HERÓIS TEM CARA, CAUSA E HONRA - ELES NÃO USAM MÁSCARAS


















VAMOS APOIAR 

Edward Snowden,
Barrett Brown,
Jeremy Hammond,
Aaron Swartz,
Gottfrid Svartholm, 
Jacob Appelbaum e
Bradley Manning 

QUE ESTÃO TENTANDO FAZER QUE A HUMANIDADE ENTENDA O PERIGO QUE CORRE DE SER ESCRAVIZADA PELOS EUA!!!

https://www.facebook.com/events/609241385763685/

PARA OS ANONYMOUS

O GRUPO ANTI-PIG VEM TORNAR PUBLICO QUE:

É A FAVOR DA DEMOCRACIA E A LEGALIDADE
NÃO APOIAMOS A ESPIONAGEM DO GOVERNO OBAMA
NÃO APOIAMOS GOLPISTAS
NÃO APOIAMOS EXTREMISTAS QUE SE INFILTRARAM NO MPL

NÃO APOIAMOS DE FORMA ALGUMA NWO OU
 QUALQUER FORMA DE GOVERNO MUNDIAL ‪#‎ANTI_PIG‬

‪#‎ANTIPIG‬ #ANTI_PIG ‪#‎ANONYMOUS‬ ‪#‎ANONYMOUSBR‬ ‪#‎FORAGLOBO‬
















NOSSOS HERÓIS TEM CARA, CAUSA E HONRA: "WIKILEAKS"

https://www.facebook.com/events/609241385763685/


MOTORYN: ANONYMOUS É A DIREITA MASCARADA

7 de julho de 2013 às 14:19

"O Anonymous Brasil simboliza a guinada conservadora que os atos do MPL sofreram em São Paulo. O Passe Livre, que mira o acesso universal ao transporte público – bandeira fundamentalmente progressista e não moralista – foi fraudado pela mídia e por grupos que não tem como principal objetivo uma mudança estrutural na sociedade brasileira", argumenta Paulo Motoryn, estudante de jornalismo e de ciências sociais da PUC-SP23 DE JUNHO DE 2013 ÀS 15:13


A GUINADA CONSERVADORA NOS ATOS DO MPL


Por Paulo Motoryn, da revista Vaidapé 


No caminho para o quinto grande ato contra o aumento da tarifa, organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL-SP), encontrei quatro pessoas com aquela máscara que caracteriza o grupo Anonymous Brasil. Como já estava com medo da apropriação do movimento por grupos que não eram progressistas, resolvi prestar atenção no que diziam. 

Como ainda estávamos no metrô, só um deles já vestia a máscara, uma referência a Guy Fawkes, um famoso conspirador inglês, e que foi popularizada no Brasil pelo filme V de Vingança. Todos eram típicos jovens de classe média. Mas o problema está muito longe de morar aí. Um deles, o mais agitado e que falava mais alto, criticava o Bolsa Família: 

“Não pode ser esmola. Tinha que obrigar o neguinho a tirar 10 na escola. Aí eu queria ver eles racharem de estudar para levar a grana para casa”, disse. Certamente, não parou para refletir por qual motivo ele próprio teve a vida que qualquer beneficiário do Bolsa Família pediu a deus (com “d” minúsculo) e nunca foi obrigado a tirar 10 para usufruir do dinheiro de seus pais. 

Desde o primeiro ato do Passe Livre, algumas máscaras do Anonymous já podiam ser vistas pelas ruas paulistanas. Mas o número de mascarados cresceu exponencialmente no desenrolar dos atos e eles passaram a ser um dos símbolos da revolta nacional. 

Na última quarta-feira, após a revogação do aumento das passagens do transporte público, objetivo único e claro dos atos promovidos pelo MPL, o Anonymous lançou um vídeo com “as 5 causas” pelas quais o povo deveria continuar nas ruas: o arquivamento da PEC 37, a saída de Renan Calheiros do Congresso, investigação e punição por corrupção nas obras da Copa, criação de lei que trata corrupção como crime hediondo e fim do foro privilegiado. 

É preciso dizer que absolutamente nenhuma dessas causa tem como principal objetivo reduzir as desigualdades sociais? Pior. No vídeo, deixam claro que nenhuma das propostas tem caráter político-ideológico, mas sim moral. Ora, nem precisava dizer. A bandeira da corrupção, implícita nas cinco causas, é o moralismo descarado. Ou alguém realmente acha que só o fim da corrupção vai tornar o Brasil socialmente justo? 

A luta contra a corrupção não altera as estruturas de poder vigentes e não combate, por exemplo, o oligopólio das concessões públicas, ineficientes e altamente lucrativas. 

O Anonymous Brasil simboliza a guinada conservadora que os atos do MPL sofreram em São Paulo. O Passe Livre, que mira o acesso universal ao transporte público – bandeira fundamentalmente progressista e não moralista – foi fraudado pela mídia e por grupos que não tem como principal objetivo uma mudança estrutural na sociedade brasileira. 

A luta e a ocupação das ruas deve continuar. Mas antes devemos discutir as bandeiras que queremos levantar, para não fortalecer interesses que não os dos mais pobres e das minorias.

PARA QUEM GOSTA DE UMA BOA EXPLICAÇÃO EM FILME: 





https://www.facebook.com/photo.php?fbid=638190322859508&set=pb.563173237027884.-2207520000.1373522540.&type=3&theater





PROVA DEFINITIVA QUE ANONYMOUS BRASIL É EXTREMA DIREITA!!!

EM SUA PÁGINA VEM PREGANDO ABERTAMENTE GOLPE MILITAR.

PRECISAMOS ALERTAR OS NOSSOS JOVENS QUE NÃO CONHECERAM A DITADURA, DE O QUANTO ELA FOI HORRENDA.


Você que esta vendo todas estas manifestações pode achar que os Políticos não te representam, que são todos corruptos como a Globo quer fazer você acreditar. Mas não é não. Isso é o que eles querem que você pense. 

Os militares ficaram vinte e um anos no poder, entregando as riquezas para os gringos. 

O Povo foi tão escravizado que um salário minimo valia pouco mais de noventa reais, e tudo isso com uma inflação de mais de oitenta por cento ao mês.

Nem um "Senhor de Engenho" gastava tão pouco para manter um escravo.

Então o caminho é a politica, só através dela poderemos melhorar a vida do povo cada vez mais.

O politico ruim você troca de quatro em quatro anos e tem até o impeachment. Já o Ditador não.

COMPARTILHEM PARA ELES SABEREM

#ANONYMOUS #ANTIPIG