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| Parabéns a todos esses profissionais! |
Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...
sexta-feira, 13 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
13 DE MARÇO - O POVO ÀS RUAS PELA CONTINUIDADE DA DEMOCRACIA NO BRASIL
quinta-feira, 12 de março de 2015
13 de março trabalhadores, estudantes, professores
se juntam com movimentos sociais em defesa dos
Princípios Democráticos
Grupos distribuídos em 26 Estados confirmaram presença nas mobilizações
promovidas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para esta sexta-feira
(13). Os atos têm o objetivo de garantir direitos, defender a Petrobras,
a Democracia e a realização da reforma política no País.
“Queremos o comprometimento com a política de desenvolvimento e
é isso que iremos forçar em nossas manifestações”, explicou o presidente
da CUT, Vagner Freitas, durante evento realizado na terça, em São Paulo.
Além da CUT, que representa cerca oito milhões de trabalhadores em 3,2
mil sindicatos, a iniciativa contará com a participação da União Geral dos
Trabalhadores (UGT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do
Brasil (CTB), além de movimentos como a União Nacional dos Estudantes
(UNE), o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Movimento
dos Sem Terra (MST) .
Confira os locais de concentração:
Acre
Rio Branco – em frente ao Palácio – 9h
Alagoas
Maceió – Praça Sinimbú – 9h
Amazonas
Manaus – Concentração na Praça da Polícia – 15h
Amapá
Macapá- Concentração na Praça da Bandeira – 8h
Caminhada até a Praça do Forte – 10h
Bahia
Salvador – Itaigara – Em frente ao prédio da Petrobrás – 7h
Ceará
Fortaleza – Praça da Imprensa – 8h
Distrito Federal
Brasília – Rodoviária – 17h
Espírito Santo
Vitória – Em frente à Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – 16h30
Goiás
Goiânia – Coreto da Praça Cívica – 10h
Maranhão
São Luís – Panfletagem na Praça Deodoro – 7h
Concentração na Praça João Lisboa e passeata na Rua Grande
até o final da mesma rua – Canto da Viração – para o Ato Político – 15h
até o final da mesma rua – Canto da Viração – para o Ato Político – 15h
Minas Gerais
Belo Horizonte – Praça Afonso Arinos – 16h
Mato Grosso
Cuibá – Praça da República – 11h
Mato Grosso do Sul
Campo Grande – Praça do Rádio – 9h
Pará
Belém – Praça da República – 15h
Paraíba
João Pessoa – Em frente ao Cassino da Lagoa – 15h
Paraná
Curitiba – praça Santos Andrade – 17h
Pernambuco
Recife – Parque 13 de Maio, Santo Amaro – 7h
Piauí
Teresina – Praça da Liberdade – 15h
Paraná
Curitiba – Praça Santos Andrade – 17h
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro – Cinelândia – 15h
Rio Grande do Norte
Natal – em frente à Catedral – 16h
Roraima
Boa Vista – na Praça do Centro Cívico
Santa Catarina
Florianópolis – em frente à Catedral – 14h
Sergipe
Aracaju – Praça Camerino – 14h
São Paulo
São Paulo – Avenida Paulista nº 901 – em frente ao
prédio da Petrobrás – 15h
prédio da Petrobrás – 15h
Tocantins
Concentração no Posto do Trevo 2, caminhada na Avenida Tocantins,
em Taquaralto, até a Praça da Igreja São Jose – 15h30
em Taquaralto, até a Praça da Igreja São Jose – 15h30
No dia 12 de março
Rio Grande do Sul
Porto Alegre – Largo Glênio Pires – 12h
quarta-feira, 11 de março de 2015
NOVA CAMPANHA DE RUMO A GAZA
Rumbo a Gaza lanza una campaña de crowdfunding para poner en marcha una nueva Flotilla de la Libertad que navegará en la primavera para denunciar y romper el ilegal bloqueo que Israel impone a la…
00:02:57
Adicionado em 26/02/2015
751 exibições
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¡Buenos días!
La campaña de micromecenazgo para poner en marcha la nueva flotilla a través de pequeñas participaciones individuales cumple dos semanas y nos quedan 25 días por delante.
Si aún no conoces la campaña puedes ver este breve vídeo sobre la situación en Gaza presentado por Teresa Aranguren, portavoz de la campaña.
Para realizar esta acción directa de denuncia del ilegal bloqueo israelí y para luchar por los derechos del pueblo palestino hacen falta respuestas y apoyos de la sociedad civil, ya que de nuestros gobiernos, desgraciadamente, no podemos esperar nada porque nada han hecho.
Queríamos pedirte por favor que valores poder hacer una aportación económica a la campaña. Se puede colaborar desde solo 10 euros en la plataforma de micromecenazgo social y político Namlebee y también a través del enlace en la página web de Rumbo a Gaza.
Los 25 días restantes parecen mucho tiempo, pero todavía queda un largo trayecto para conseguir el objetivo y esta campaña es de 'todo o nada', o sea, que si no conseguimos la cifra final las aportaciones se devolverán a los y las donantes.
Si en estos momentos difíciles nos acordamos de quien lo está pasando mucho peor, también en el futuro podremos encontrar el apoyo de otros sectores de la sociedad civil internacional cuando nosotros les necesitemos.
Son necesarias muchas pequeñas aportaciones ya que estas flotillas se financian única y exclusivamente con colaboraciones de particulares de todo el mundo y sin ellas sería imposible poner en marcha los recursos necesarios para estas campañas de denuncia directa.
Te rogamos que difundas esta información a tus contactos y entorno que pueda estar sensibilizado con la causa Palestina. También es importante poder realizar una labor de difusión para volver a poner a Gaza en primer plano mediático.
Si tienes posibilidad de generar actos en tu territorio te podemos enviar material de difusión y, dependiendo de la ciudad, también existe la posibilidad de que gente afín a la campaña pueda desplazarse para colaborar en charlas.
Las flotillas, el BDS, las brigadas sobre el terreno, los lobbies de presión, etc., son formas de movilización de la sociedad civil para luchar por los derechos humanos cuando nuestros gobiernos permanecen pasivos. Sumando muchos pequeños esfuerzos conseguiremos golpear con firmeza para acabar con la ocupación y el bloqueo.
LIBERTAD PARA EL MAR DE PALESTINA
¡Saludos!
Laura Arau
Zohar Chamberlain
María Pulido
Adriana Català
Pablo Miranzo
Nacho Prieto
(Grupo de comunicación de Rumbo a Gaza)
facebook.com/rumboagazaoficial
607659875 / 636003601
segunda-feira, 9 de março de 2015
O MESSIAS - FILME IRANIANO SOBRE JESUS
O Irã talvez é o país islâmico que mais sofre com as calunias dos cristãos ocidentais. Para desmistificar esse HOAX de uma vez por todas, quero informa-los da existência do filme “O Messias”, do diretor iraniano Nader Telebzadeh. O filme segue o prisma muçulmano sobre Jesus.
Que tiver interesse, pode assistir o filme com legendas em inglês no link que segue:
https://www.youtube.com/watch?v=nEjrTCRABMI
Peace be Upon You All, This movie depicts the life of Jesus (Isa) [Peace be Upon Him] from the Islamic point of view, as viewed in the Quran, and narrations ...
YOUTUBE.COM
MITOS SOBRE O ESTADO ISLÂMICO
Desde que o grupo conhecido como ISIS ou "Estado islâmico" declarou o restabelecimento de um califado em 29 de Junho de 2014, o universo midiático relatou diversas ações realizadas pelo grupo, a mais recentemente, a execução de 21 cristãos coptas na cidade líbia de Sirte. Infelizmente, muitos jornalistas, acadêmicos e analistas têm disseminado em seus discursos que esses crimes são uma "normalidade" para um califado.
Por isso, eu senti que era necessário educar muçulmanos e não-muçulmanos sobre os valores islâmicos verdadeiros, para impedir o público de confundir o Islã com atos extremos. Além disso, é imperativo que os muçulmanos que são qualificados em matérias relacionadas com a shariah (lei islâmica) e história islâmica esgotaram seus esforços em educar as pessoas de todos os credos porém, nenhum sobre como é a vida sob um califado, como testemunhado por mais de mil anos de civilização islâmica.
-Valores islâmicos em prática
A governança islâmica é fundamentalmente baseada na justiça e compaixão. Estes são os valores centrais do Islã que são expressos através de uma sincera crença na existência de um único Deus, no qual seus servos (muçulmanos) procuram agir de uma forma que é agradável a Ele. Ao destacar-Lo para o culto e consciente de sua responsabilidade, um muçulmano é incentivado a agir de forma justa. O Alcorão afirma claramente a este respeito:
"Ó vós que credes, sejam firmes na sua devoção a Deus e testemunhem com imparcialidade: não deixe o ódio dos outros levá-los para longe da justiça, mas adiram à justiça, para que sejam mais perto de ser conscientes de Deus. Esteja conscientes de Deus:. Deus está bem inteirado de tudo o que vocês fazem"
"Ó vós que credes, defendem a justiça e deem testemunho de Deus, mesmo que seja contra vós mesmos, seus pais, ou seus parentes próximos. Se a pessoa é rica ou pobre, Deus pode cuidar melhor de ambos. Abstenha-se de seguir o seu próprio desejo, para que você possa agir com justiça -. Se você distorcer ou negligenciar a justiça, Deus está plenamente consciente do que você faz "
Assassinatos em massa, limpeza étnica, o sectarismo, a intolerância, matança de jornalistas, sequestros e outros males são o oposto do comportamento compassivo e misericordioso que é a marca de um verdadeiro Estado islâmico. Como afirma o Alcorão:
"E o que te fara entender o que É vencer como vicissitudes?
É libertar um escravo, alimentar em um momento de fome um órfão, parente ou uma pessoa pobre em perigo, e para ser um daqueles que acreditam e exortar mutuamente a firmeza e compaixão."
-Minorias sob o governo islâmico
No passado, quando esses valores foram praticados e internalizados, os muçulmanos que tinham autoridade política criaram uma sociedade que foi sem precedentes na história. Considerando o tratamento das minorias, como os judeus e os cristãos. O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) no tratado de Medina disse:
"Cabe a todos os muçulmanos ajudar e estender tratamento simpático aos judeus que entraram em um acordo conosco. Nem uma opressão de qualquer tipo deve ser perpetrada contra eles, nem seus inimigos devem ser ajudados contra eles ".
A popular historiadora Karen Armstrong aponta como esses valores estabeleciam uma convivência sem precedentes:
"Os muçulmanos tinham estabelecido um sistema que permitiu que judeus, cristãos e muçulmanos vivessem em Jerusalém juntos pela primeira vez."
O historiador acadêmico judeu Amnon Cohen ilustra a aplicação prática dos valores islâmicos, e como os judeus da Jerusalém otomana eram livres e contribuíram para a sociedade:
"Ninguém interferia com a sua organização interna ou as suas atividades culturais e econômicas externas ... Os judeus da Jerusalém otomana gozavam de autonomia religiosa e administrativa dentro de um Estado islâmico, como um elemento construtivo, dinâmico da economia local e da sociedade que podiam contribuir para o seu funcionamento ".
Omar Ibn al-Khattab, o companheiro do profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) e o segundo califa do Islã, concedeu aos cristãos da Palestina liberdade religiosa, segurança e paz. Seu tratado com os cristãos palestinos, declarou:
"Essa é a proteção que o servo de Deus, Amir al-Mumineen (Líder dos fiéis), da para o povo da Palestina. Assim, a proteção para as suas vida, suas propriedade, igrejas, cruzes, para os doentes e sadios, e para todos os seus correligionários. Desta forma, suas igrejas não devem ser transformadas em casas de habitação, nem serão demolidas, nem qualquer prejuízo será feito contra eles ou para os seus gabinetes, nem para a sua cruz, e nem nada a ser deduzido da sua riqueza. Não há restrições a serem feitas em relação às suas cerimônias religiosas. "
Em 869, o patriarca de Jerusalém, Theodosius, confirmou a adesão dos muçulmanos ao Tratado de Omar:
"Os sarracenos [ou seja, os muçulmanos] mostram-nos uma grande boa vontade. Eles nos permitem construir nossas igrejas e observar nossos próprios costumes sem obstáculos. "
Estas narrativas históricas não são acidentes históricos, mas baseiam-se nos valores islâmicos intemporais de tolerância e misericórdia.
Conversão forçada
Conversões forçadas são totalmente proibidas no Islã e os muçulmanos não são permitidos, sob quaisquer circunstâncias, e converterem à força alguém. Isto é devido ao seguinte versículo do Alcorão:
"Não há compulsão na religião: a verdadeira orientação tornou-se distinta do erro ..."
Michael Bonner, uma autoridade sobre a história do início Islã, explica a manifestação histórica do versículo acima:
"Para começar, não houve conversão forçada, sem escolha entre o" Islã e a Espada ". A lei islâmica, seguindo um princípio corânico claro (2: 256), proíbe qualquer uma dessas coisas:. Dhimmis [não-muçulmanos sob domínio islâmico] são autorizados a praticar a sua religião. "
Um dos principais historiadores do Islã, Lacy O 'Leary, expõe os mitos atribuídos aos ensinamentos islâmicos:
"A história deixa claro, no entanto, que a lenda de muçulmanos fanáticos varrendo o mundo e forçando o Islã na ponta da espada sobre povos conquistados é um dos mitos mais fantasticamente absurdos que os historiadores já repetiram."
Imposto aos não-muçulmanos: Jizya
A autoridade do governo islâmico, com base em vários preceitos das escrituras, cobraram dos não-muçulmanos um tipo de imposto sobre o cidadão. Este imposto - conhecido como jizya - não era um fardo, e era geralmente menos do que o que os muçulmanos tinham de pagar como imposto. O imposto recaia sobre todos os adultos do sexo masculino, no entanto, as mulheres, as crianças, os doentes e os pobres eram isentos. Era pago no final de cada ano e os ricos não-muçulmanos teriam que dar 48 dirhams (o que equivale a cerca de 500 euros por ano), e os moderadamente ricos não-muçulmanos pagariam muito menos. Se alguém pudesse não pagar este imposto, não teria que pagar nada.
Na realidade, cabia às autoridades garantirem que o cidadão não-muçulmano tivesse o suficiente para alimentar suas famílias e manterem um padrão de vida decente. Por exemplo, Omar ibn' Abd al-Aziz, um dos califas do Islã, escreveu a seu agente no Iraque:
"Procure O Povo do Livro (cristãos e judeus) em sua área, que podem ter crescido crescido de idade (idosos), e são incapazes de ganhar (o próprio sustento), e forneça-lhes estipêndios regulares do tesouro para cuidar de suas necessidades."
A manifestação prática do imposto aos não-muçulmano pode ser encontrada na seguinte carta escrita por um rabino em 1453. Ele estava incitando seus correligionários a viajarem para terras muçulmanas depois das ondas de ataques contra judeus na Europa, e que eles estariam economicamente emancipado :
"Aqui na terra dos turcos não temos nada de que nos queixar. Possuímos grandes fortunas; muito ouro e prata estão em nossas mãos. Nós não somos oprimidos com impostos pesados e nosso comércio é livre e sem entraves. Ricos são os frutos da terra. Tudo é barato e cada um de nós vive em paz e liberdade ... "
Segurança e proteção
O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) em narrações autênticas atribuídas a ele, disse:
"Aquele que prejudica uma pessoa sob o convênio, ou cobre mais do que ele pode, eu vou argumentar contra ele no Dia do Juízo."
"Aquele que machuca um dhimmi [a não-muçulmanos sob proteção muçulmano] me machuca." [18]
O jurista do século XIII, al-Qarafi praticamente explica os ensinamentos proféticos acima:
"O pacto de proteção nos impõe certas obrigações para com a Ahl al-dhimmah [não-muçulmanos sob proteção muçulmana]. Eles são nossos vizinhos, sob nosso abrigo e proteção mediante a garantia de Deus, Seu Mensageiro, e da religião do Islã. Quem viola estas obrigações contra qualquer um deles por tanto como uma palavra abusiva, por difamar sua reputação, ou fazendo-lhe algum dano ou auxiliando no mesmo, violou a garantia de Deus, Seu Mensageiro (que a paz esteja com ele), e da religião do Islã. "[19]
Em face do exposto, não é de admirar o Alcorão descreve o Profeta (que a paz esteja com ele) como "uma misericórdia para os mundos" , e que a misericórdia de Deus "abrange todas as coisas".
Quando esses valores foram realizados na história, as minorias foram protegidas, experimentaram a paz e elogiaram as autoridades muçulmanas. Por exemplo, Bernard, o Sábio, um monge peregrino, visitou o Egito e a Palestina, no reinado de al-Mu'tazz (866-9), e ele tinha o seguinte a dizer:
"... Os cristãos e os pagãos [muçulmanos] tem esse tipo de paz entre eles de tal forma que se eu estivesse indo em uma viagem, sobre um camelo ou um burro, que por ventura viessem a morrem, e eu tivesse que abandonar todos os meus bens, sem qualquer guardião, e fosse para a cidade em um outro animal de carga, quando eu voltasse, eu encontraria todos os meus bens ilesos: tal é a paz lá ".
O impacto sem precedentes e efeitos dos valores islâmicos, fizeram que as pessoas preferissem a misericórdia e tolerância do Islã. Reinhart Dozy, uma autoridade em início da Espanha islâmica, explica:
"... A tolerância ilimitada dos árabes também devem ser tidas em conta. Em matéria religiosa eles não colocaram pressão sobre nenhum homem ... os cristãos preferiam seus governos de que o dos francos (que eram cristãos). "
O professor Thomas Arnold, historiador e orientalista britânico, comentando sobre uma fonte islâmica, afirma que os cristãos estavam felizes e em paz com o Islã ao ponto de eles "invocarem bênçãos sobre as cabeças dos muçulmanos".
Islã e cooperação inter-racial
Longe de ser uma fonte de conflito racial, o Islã ofereceu um modelo viável de cooperação inter-racial com base em ensinamentos islâmicos. O Alcorão afirma com veemência:
"Oh povo, nós criamos a todos de um único homem e uma única mulher, e fizemos-lhe em raças e tribos, para que vocês reconhecessem um ao outro. Aos olhos de Deus, o mais honrado de você são os mais recordantes dele:. Deus é onisciente, consciente "
O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) deixou claro que o racismo não tem lugar no Islã:
"Toda a humanidade é a partir de Adão e Eva, um árabe não tem superioridade sobre um não-árabe, nem um não-árabe tem qualquer superioridade sobre um árabe; também um branco não tem superioridade sobre um negro, nem um negro tem qualquer superioridade sobre um branco exceto por piedade e boas ações. "
Como Hamilton AR Gibb, o historiador em Orientalismo, declarou:
"Mas o Islã tem ainda um outro serviço a prestar à causa da humanidade. Ergue-se depois de tudo mais perto do verdadeiro Oriente do que a Europa, e possui uma magnífica tradição de compreensão e cooperação inter-racial. Nenhuma outra sociedade tem esse histórico de sucesso unindo em uma igualdade de status, de oportunidade e de empreendimentos tantas e tão diversas raças da humanidade ... Islã ainda tem o poder de conciliar elementos aparentemente irreconciliáveis de raça e tradição. Se alguma vez a oposição das grandes sociedades do Oriente e do Ocidente, fossem ser substituídas pela cooperação, a mediação do Islã é uma condição indispensável. Em suas mãos reside em grande parte, a solução do problema com que a Europa se depara em sua relação com o Leste. Se eles se unirem, a esperança de uma questão pacífica é incomensuravelmente maior. Mas se a Europa, por rejeitar a cooperação do Islã, atira-se nos braços de seus rivais, a questão só pode ser desastrosa para ambos. "
O respeitado historiador AJ Toynbee também confirma:
"A extinção da consciência de raça entre os muçulmanos é uma das mais importantes conquistas do Islã e no mundo contemporâneo há, como acontece, uma necessidade premente para a propagação dessa virtude islâmica ..."
Talvez um dos resumos mais pungentes da grandeza da civilização islâmica estava em um discurso do ex-CEO da Hewlett Packard, Carly Fiorina:
"Era uma vez uma civilização que foi a maior do mundo. Ela foi capaz de criar um super-estado continental que se estendia do oceano para o mar, e de climas do norte para regiões tropicais e desertos. Dentro de seu domínio viveram centenas de milhões de pessoas, de diferentes credos e origens étnicas. Uma de suas línguas se tornou a língua universal de grande parte do mundo, a ponte entre os povos de uma centena de terras. Seus exércitos eram feitos por pessoas de muitas nacionalidades, e sua proteção militar permitiu um grau de paz e prosperidade que nunca tinha sido conhecido.
E esta civilização foi impulsionada mais do que qualquer coisa, por invenções. Seus arquitetos projetaram edifícios que desafiavam a gravidade. Seus matemáticos criaram a álgebra e algoritmos que permitiriam a construção de computadores, bem como a criação de criptografia. Seus médicos examinaram o corpo humano, e descobriram novas curas para doenças. Seus astrônomos olharam para o céu, nomearam as estrelas , e abriram o caminho para viagens e explorações espaciais. Seus escritores criaram milhares de histórias. Histórias de coragem, romance e magia.
Quando outras nações tinham medo de idéias, esta civilização prosperou sobre elas, e os manteve vivas. Quando os censores ameaçaram acabar com o conhecimento de civilizações passadas, esta civilização manteve o conhecimento vivo, e passaram-o para os outros. Enquanto modernas ações da civilização ocidental possui muitas dessas características, a civilização que estou falando foi o mundo islâmico a partir do ano 800 a 1600, que incluiu o Império Otomano e os tribunais de Bagdá, Damasco e Cairo, e governantes iluminados como Suleiman, o Magnífico .
Apesar de estarmos muitas vezes ignorantes a nossa dívida para com esta outra civilização, seus dons são uma parte muito importante do nosso património. A indústria da tecnologia não existiria sem as contribuições dos matemáticos árabes. Líderes como Suleiman contribuíram para nossas noções de tolerância e liderança cívica. E talvez possamos aprender uma lição com o seu exemplo: Foi uma liderança baseada na meritocracia, não na herança. Foi uma liderança que aproveitou todos os recursos de uma população muito diversificada, que incluiu o cristianismo, islamismo e as tradições judaicas. Este tipo de liderança esclarecida - liderança que alimentou a cultura, sustentabilidade, diversidade e coragem -. Conduziram 800 anos de invenção e de prosperidade "
Conclusão
A principal razão que fez com que muçulmanos fossem capazes de alcançar tais sociedades tolerantes e compassivas, foi porque afirmando a Unicidade de Deus, agrada-Lo e adorá-Lo era a base espiritual e moral de suas vidas. Isso proporcionou aterramento moral atemporal, universal e objetivo a alcançar, o que o economista do século XVIII Adam Smith afirmou ser "o primeiro Estado do mundo a ter o grau de tranqüilidade que o cultivo das ciências requer ..."
Espera-se que esta breve visão sobre os valores que sustentam a atividade política islâmica mostre como as ações atribuídas a alguns grupos muçulmanos não estão em conformidade com o Islã normativa. Significativamente esperamos que esta pequena introdução ajude a promover uma perspectiva mais equilibrada no que é islâmico e o que não é.
domingo, 8 de março de 2015
A MULHER É O SER NOBRE NA RELIGIÃO ISLÂMICA
O Rassulullah (S) e a Sua Preocupação com A Mulher
Por SHEIKH.KHALED TAKY EL DIN, presidente do Conselho Superior dos Teólogos e Assuntos Islâmicos do Brasil
A mulher é o ser nobre na religião islâmica. Antes da revelação da lei islâmica, ela não tinha muitos direitos. Quando surgiu o Islam, ele foi justo com ela. Os árabes, antes do Islam, consideravam-na uma vergonha, que deveria ser descartada. Uma parte dos romanos e dos persas considerava-a um instrumento de prazer, outra parte discutia se a mulher tinha alma ou era um corpo sem alma. Mesmo em épocas recentes a mulher não tinha direito à herança, não tinha direito à instrução, não tinha direito ao voto, antes que as legislações modernas concederem alguns direitos a ela.
A questão no Islam é totalmente diferente. Além do enobrecimento do Alcorão à mulher, sendo ele o Livro de Deus que foi revelado ao Seu Profeta Mohammad (S), vamos apresentar das tradições a esse respeito, de como ele tratou do direito da mulher, e como a considerou. Para isso, vamos analisar alguns aspectos da vida do Rassulullah (S).
1) O Rassulullah (S) como esposo.
O Rassulullah (S) era um excelente esposo. Não se sabe que ele tenha insultado alguma mulher ou tenha gritado com ela. Ao contrário, narra-se que ele respeitava as esposas e as tratava dignamente, com amor e respeito. Ele disse: “As mulheres são irmãs dos homens.” Aicha (R), esposa do Rassulullah (S), foi perguntada como ele tratava a família? Ela respondeu: “Ele estava a serviço de sua família, ajudando-a nos afazeres de casa. Quando chegava a hora da oração, ele se dirigia para a sua prática.” (Relatada por Bukhári). Esse é o aspecto da hombridade, da perfeição do humanismo, com o esposo auxiliando à esposa nos afazeres de casa.
O Profeta (S) recomendou aos muçulmanos o bom tratamento às mulheres. Ele disse: “O melhor dentre vós é quem trata melhor a sua família, e eu sou quem trata melhor a minha família.” Ele também disse: “Os melhores dentre vós são os que tratam melhor as suas esposas.” O Profeta (S) considerou o sustento à esposa o melhor dos atos que aproximam o servo de Deus. Ele disse: “Toda vez que você gastar algo com a intenção de agradar a Deus, você será recompensado, mesmo o bocado que você coloca na boca de sua esposa.” (Hadice Muttafac alaih). Ele disse, ainda; “Se o homem dar de beber à esposa será recompensado por isso.” (Narrada por Ahmad).
Essas condutas mostram a extensão do carinho, do respeito e da cooperação que o Rassulullah (S) recomendou entre os casais. Se isso fosse cumprido, a casa ficaria repleta de felicidade e de segurança.
2) O Rassulullah (S) como pai:
O Rassulullah (S) recomendou cuidarmos dos filhos em geral, principalmente das filhas. Ele considerou a educação das meninas algo necessário, bem como instruí-las e educá-las como atos que elevam a pessoa de tal forma que estará junto a ele no Paraíso. Ele disse: “Quem tiver 3 meninas e as sustentar e cuidar delas entrará no Paraíso.” Perguntamos: “E se forem duas?” Ele respondeu: “Mesmo se forem duas.” Perguntamos novamente: “E se for uma só?” Ele respondeu: “Mesmo se for uma só.” (Tradição narrada por Musslim).
3) Sua recomendação quanto à mãe:
O Profeta (S) ordenou que fossemos benevolentes para com as nossas mães, colocando os seus direitos acima dos direitos do pai. Isso demonstra a sua importância e o respeito que o Profeta tinha por ela. Abu Huraira (R) relatou que um homem foi ter com o Profeta (S) e lhe perguntou: “Ó Rassulullah, quem é a melhor pessoa a quem devo oferecer a minha amizade?” Ele respondeu: “A tua mãe”. O homem perguntou novamente: “E quem mais?” Ele respondeu: “A tua mãe”. “E depois dela”, ele perguntou. O Profeta (S) respondeu: “A tua mãe”. “E depois dela?”, ele perguntou, novamente. O Profeta (S) respondeu: “Ao teu pai” (Musslim).
Muitas tradições foram narradas a esse respeito que demonstram e esclarecem que o Paraíso está sob os pés das mães. É a forma mais elevada de homenagem e engrandecimento.
4) Sua recomendação quanto ao tratamento à mulher em geral
Quem analisa a história irá verificar como a Europa tratava a mulher. Incutia-lhe a responsabilidade pelo pecado original, perguntava se ela possuía alma ou não, como é o caso do homem. Ao mesmo tempo, o Rassulullah (S) concedia o direito de voto às mulheres, da mesma forma que o fez com os homens. Isso mostra a participação da mulher na vida política. A mulher tinha o direito de procurar instruir-se. Ela participava das aulas nas mesquitas e nos outros locais da mesma forma que os homens, ao ponto de uma delas perguntar ao Rassulullah (S) como ela se purificava da menstruação e outras perguntas pertinentes às mulheres. Aicha (R) relatou que as mulheres dos Ansar (habitantes de Madina) faziam todo tipo de perguntas, sem reservas, para se instruírem na religião. (Narrada por Bukhári). As mulheres pediram um dia especial para elas para que fossem instruídas pelo Rassulullah (S), e ele as atendeu, convicto da necessidade da mulher de se instruir, porque isso iria se reverter na instrução da família e na construção da sociedade.
Quanto às mulheres guerreiras, que participaram das batalhas juntamente com o Rassulullah (S), elas são muitas. Isso demonstra, também, que a mulher participava de todas as atividades, e que desempenhava um papel preponderante na vida da sociedade. Eis Ummu Ammar, que empunhava a espada na batalha de Uhud, protegendo o Rassulullah (S). Ele disse a seu respeito: “Toda vez que me virava para a direita ou para a esquerda, via Ummu Ammar ali, defendendo-me com a sua espada.” Ela também participou da Batalha de Yamáma, contra o falso profeta, Mussailama, quando perdeu a mão.
Quanto às mulheres que participaram da migração (Hijra), podemos citar Rucaiya, filha do Rassulullah (S), Ummu Salama, Assmá filha de Ummais...
Entre as que deram o voto de confiança ao Rassululah (S) podemos citar Sumaiya, filha de Caab, Assmá, filha de Omar, e muitas outras.
Esses exemplos demonstram que o Rassulullah (S) formou companheiras e tratou a mulher como ser humano, capaz, com plenos direitos e deveres. Ele mostrou que a mulher é corpo e alma, que quando a mulher é bem instruída, será a causa da formação de uma sociedade sustentada pela ciência, pela moral, pela força, pela religiosidade e pela paz. A mulher, na vida do Rassulullah (S) tinha um local de destaque.
Por isso, dizemos que o Islam e o seu Profeta proporcionaram à mulher o que nenhuma outra legislação humana ofereceu. Por isso, é nosso dever lermos cada vez mais a respeito da luz profética, ensinar aos nossos filhos e às nossas filhas, divulgando isso entre a sociedade brasileira.
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Por isso, eu senti que era necessário educar muçulmanos e não-muçulmanos sobre os valores islâmicos verdadeiros, para impedir o público de confundir o Islã com atos extremos. Além disso, é imperativo que os muçulmanos que são qualificados em matérias relacionadas com a shariah (lei islâmica) e história islâmica esgotaram seus esforços em educar as pessoas de todos os credos porém, nenhum sobre como é a vida sob um califado, como testemunhado por mais de mil anos de civilização islâmica.
-Valores islâmicos em prática
A governança islâmica é fundamentalmente baseada na justiça e compaixão. Estes são os valores centrais do Islã que são expressos através de uma sincera crença na existência de um único Deus, no qual seus servos (muçulmanos) procuram agir de uma forma que é agradável a Ele. Ao destacar-Lo para o culto e consciente de sua responsabilidade, um muçulmano é incentivado a agir de forma justa. O Alcorão afirma claramente a este respeito:
"Ó vós que credes, sejam firmes na sua devoção a Deus e testemunhem com imparcialidade: não deixe o ódio dos outros levá-los para longe da justiça, mas adiram à justiça, para que sejam mais perto de ser conscientes de Deus. Esteja conscientes de Deus:. Deus está bem inteirado de tudo o que vocês fazem"
"Ó vós que credes, defendem a justiça e deem testemunho de Deus, mesmo que seja contra vós mesmos, seus pais, ou seus parentes próximos. Se a pessoa é rica ou pobre, Deus pode cuidar melhor de ambos. Abstenha-se de seguir o seu próprio desejo, para que você possa agir com justiça -. Se você distorcer ou negligenciar a justiça, Deus está plenamente consciente do que você faz "
Assassinatos em massa, limpeza étnica, o sectarismo, a intolerância, matança de jornalistas, sequestros e outros males são o oposto do comportamento compassivo e misericordioso que é a marca de um verdadeiro Estado islâmico. Como afirma o Alcorão:
"E o que te fara entender o que É vencer como vicissitudes?
É libertar um escravo, alimentar em um momento de fome um órfão, parente ou uma pessoa pobre em perigo, e para ser um daqueles que acreditam e exortar mutuamente a firmeza e compaixão."
-Minorias sob o governo islâmico
No passado, quando esses valores foram praticados e internalizados, os muçulmanos que tinham autoridade política criaram uma sociedade que foi sem precedentes na história. Considerando o tratamento das minorias, como os judeus e os cristãos. O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) no tratado de Medina disse:
"Cabe a todos os muçulmanos ajudar e estender tratamento simpático aos judeus que entraram em um acordo conosco. Nem uma opressão de qualquer tipo deve ser perpetrada contra eles, nem seus inimigos devem ser ajudados contra eles ".
A popular historiadora Karen Armstrong aponta como esses valores estabeleciam uma convivência sem precedentes:
"Os muçulmanos tinham estabelecido um sistema que permitiu que judeus, cristãos e muçulmanos vivessem em Jerusalém juntos pela primeira vez."
O historiador acadêmico judeu Amnon Cohen ilustra a aplicação prática dos valores islâmicos, e como os judeus da Jerusalém otomana eram livres e contribuíram para a sociedade:
"Ninguém interferia com a sua organização interna ou as suas atividades culturais e econômicas externas ... Os judeus da Jerusalém otomana gozavam de autonomia religiosa e administrativa dentro de um Estado islâmico, como um elemento construtivo, dinâmico da economia local e da sociedade que podiam contribuir para o seu funcionamento ".
Omar Ibn al-Khattab, o companheiro do profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) e o segundo califa do Islã, concedeu aos cristãos da Palestina liberdade religiosa, segurança e paz. Seu tratado com os cristãos palestinos, declarou:
"Essa é a proteção que o servo de Deus, Amir al-Mumineen (Líder dos fiéis), da para o povo da Palestina. Assim, a proteção para as suas vida, suas propriedade, igrejas, cruzes, para os doentes e sadios, e para todos os seus correligionários. Desta forma, suas igrejas não devem ser transformadas em casas de habitação, nem serão demolidas, nem qualquer prejuízo será feito contra eles ou para os seus gabinetes, nem para a sua cruz, e nem nada a ser deduzido da sua riqueza. Não há restrições a serem feitas em relação às suas cerimônias religiosas. "
Em 869, o patriarca de Jerusalém, Theodosius, confirmou a adesão dos muçulmanos ao Tratado de Omar:
"Os sarracenos [ou seja, os muçulmanos] mostram-nos uma grande boa vontade. Eles nos permitem construir nossas igrejas e observar nossos próprios costumes sem obstáculos. "
Estas narrativas históricas não são acidentes históricos, mas baseiam-se nos valores islâmicos intemporais de tolerância e misericórdia.
Conversão forçada
Conversões forçadas são totalmente proibidas no Islã e os muçulmanos não são permitidos, sob quaisquer circunstâncias, e converterem à força alguém. Isto é devido ao seguinte versículo do Alcorão:
"Não há compulsão na religião: a verdadeira orientação tornou-se distinta do erro ..."
Michael Bonner, uma autoridade sobre a história do início Islã, explica a manifestação histórica do versículo acima:
"Para começar, não houve conversão forçada, sem escolha entre o" Islã e a Espada ". A lei islâmica, seguindo um princípio corânico claro (2: 256), proíbe qualquer uma dessas coisas:. Dhimmis [não-muçulmanos sob domínio islâmico] são autorizados a praticar a sua religião. "
Um dos principais historiadores do Islã, Lacy O 'Leary, expõe os mitos atribuídos aos ensinamentos islâmicos:
"A história deixa claro, no entanto, que a lenda de muçulmanos fanáticos varrendo o mundo e forçando o Islã na ponta da espada sobre povos conquistados é um dos mitos mais fantasticamente absurdos que os historiadores já repetiram."
Imposto aos não-muçulmanos: Jizya
A autoridade do governo islâmico, com base em vários preceitos das escrituras, cobraram dos não-muçulmanos um tipo de imposto sobre o cidadão. Este imposto - conhecido como jizya - não era um fardo, e era geralmente menos do que o que os muçulmanos tinham de pagar como imposto. O imposto recaia sobre todos os adultos do sexo masculino, no entanto, as mulheres, as crianças, os doentes e os pobres eram isentos. Era pago no final de cada ano e os ricos não-muçulmanos teriam que dar 48 dirhams (o que equivale a cerca de 500 euros por ano), e os moderadamente ricos não-muçulmanos pagariam muito menos. Se alguém pudesse não pagar este imposto, não teria que pagar nada.
Na realidade, cabia às autoridades garantirem que o cidadão não-muçulmano tivesse o suficiente para alimentar suas famílias e manterem um padrão de vida decente. Por exemplo, Omar ibn' Abd al-Aziz, um dos califas do Islã, escreveu a seu agente no Iraque:
"Procure O Povo do Livro (cristãos e judeus) em sua área, que podem ter crescido crescido de idade (idosos), e são incapazes de ganhar (o próprio sustento), e forneça-lhes estipêndios regulares do tesouro para cuidar de suas necessidades."
A manifestação prática do imposto aos não-muçulmano pode ser encontrada na seguinte carta escrita por um rabino em 1453. Ele estava incitando seus correligionários a viajarem para terras muçulmanas depois das ondas de ataques contra judeus na Europa, e que eles estariam economicamente emancipado :
"Aqui na terra dos turcos não temos nada de que nos queixar. Possuímos grandes fortunas; muito ouro e prata estão em nossas mãos. Nós não somos oprimidos com impostos pesados e nosso comércio é livre e sem entraves. Ricos são os frutos da terra. Tudo é barato e cada um de nós vive em paz e liberdade ... "
Segurança e proteção
O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) em narrações autênticas atribuídas a ele, disse:
"Aquele que prejudica uma pessoa sob o convênio, ou cobre mais do que ele pode, eu vou argumentar contra ele no Dia do Juízo."
"Aquele que machuca um dhimmi [a não-muçulmanos sob proteção muçulmano] me machuca." [18]
O jurista do século XIII, al-Qarafi praticamente explica os ensinamentos proféticos acima:
"O pacto de proteção nos impõe certas obrigações para com a Ahl al-dhimmah [não-muçulmanos sob proteção muçulmana]. Eles são nossos vizinhos, sob nosso abrigo e proteção mediante a garantia de Deus, Seu Mensageiro, e da religião do Islã. Quem viola estas obrigações contra qualquer um deles por tanto como uma palavra abusiva, por difamar sua reputação, ou fazendo-lhe algum dano ou auxiliando no mesmo, violou a garantia de Deus, Seu Mensageiro (que a paz esteja com ele), e da religião do Islã. "[19]
Em face do exposto, não é de admirar o Alcorão descreve o Profeta (que a paz esteja com ele) como "uma misericórdia para os mundos" , e que a misericórdia de Deus "abrange todas as coisas".
Quando esses valores foram realizados na história, as minorias foram protegidas, experimentaram a paz e elogiaram as autoridades muçulmanas. Por exemplo, Bernard, o Sábio, um monge peregrino, visitou o Egito e a Palestina, no reinado de al-Mu'tazz (866-9), e ele tinha o seguinte a dizer:
"... Os cristãos e os pagãos [muçulmanos] tem esse tipo de paz entre eles de tal forma que se eu estivesse indo em uma viagem, sobre um camelo ou um burro, que por ventura viessem a morrem, e eu tivesse que abandonar todos os meus bens, sem qualquer guardião, e fosse para a cidade em um outro animal de carga, quando eu voltasse, eu encontraria todos os meus bens ilesos: tal é a paz lá ".
O impacto sem precedentes e efeitos dos valores islâmicos, fizeram que as pessoas preferissem a misericórdia e tolerância do Islã. Reinhart Dozy, uma autoridade em início da Espanha islâmica, explica:
"... A tolerância ilimitada dos árabes também devem ser tidas em conta. Em matéria religiosa eles não colocaram pressão sobre nenhum homem ... os cristãos preferiam seus governos de que o dos francos (que eram cristãos). "
O professor Thomas Arnold, historiador e orientalista britânico, comentando sobre uma fonte islâmica, afirma que os cristãos estavam felizes e em paz com o Islã ao ponto de eles "invocarem bênçãos sobre as cabeças dos muçulmanos".
Islã e cooperação inter-racial
Longe de ser uma fonte de conflito racial, o Islã ofereceu um modelo viável de cooperação inter-racial com base em ensinamentos islâmicos. O Alcorão afirma com veemência:
"Oh povo, nós criamos a todos de um único homem e uma única mulher, e fizemos-lhe em raças e tribos, para que vocês reconhecessem um ao outro. Aos olhos de Deus, o mais honrado de você são os mais recordantes dele:. Deus é onisciente, consciente "
O profeta Muhammad (que a paz esteja com ele) deixou claro que o racismo não tem lugar no Islã:
"Toda a humanidade é a partir de Adão e Eva, um árabe não tem superioridade sobre um não-árabe, nem um não-árabe tem qualquer superioridade sobre um árabe; também um branco não tem superioridade sobre um negro, nem um negro tem qualquer superioridade sobre um branco exceto por piedade e boas ações. "
Como Hamilton AR Gibb, o historiador em Orientalismo, declarou:
"Mas o Islã tem ainda um outro serviço a prestar à causa da humanidade. Ergue-se depois de tudo mais perto do verdadeiro Oriente do que a Europa, e possui uma magnífica tradição de compreensão e cooperação inter-racial. Nenhuma outra sociedade tem esse histórico de sucesso unindo em uma igualdade de status, de oportunidade e de empreendimentos tantas e tão diversas raças da humanidade ... Islã ainda tem o poder de conciliar elementos aparentemente irreconciliáveis de raça e tradição. Se alguma vez a oposição das grandes sociedades do Oriente e do Ocidente, fossem ser substituídas pela cooperação, a mediação do Islã é uma condição indispensável. Em suas mãos reside em grande parte, a solução do problema com que a Europa se depara em sua relação com o Leste. Se eles se unirem, a esperança de uma questão pacífica é incomensuravelmente maior. Mas se a Europa, por rejeitar a cooperação do Islã, atira-se nos braços de seus rivais, a questão só pode ser desastrosa para ambos. "
O respeitado historiador AJ Toynbee também confirma:
"A extinção da consciência de raça entre os muçulmanos é uma das mais importantes conquistas do Islã e no mundo contemporâneo há, como acontece, uma necessidade premente para a propagação dessa virtude islâmica ..."
Talvez um dos resumos mais pungentes da grandeza da civilização islâmica estava em um discurso do ex-CEO da Hewlett Packard, Carly Fiorina:
"Era uma vez uma civilização que foi a maior do mundo. Ela foi capaz de criar um super-estado continental que se estendia do oceano para o mar, e de climas do norte para regiões tropicais e desertos. Dentro de seu domínio viveram centenas de milhões de pessoas, de diferentes credos e origens étnicas. Uma de suas línguas se tornou a língua universal de grande parte do mundo, a ponte entre os povos de uma centena de terras. Seus exércitos eram feitos por pessoas de muitas nacionalidades, e sua proteção militar permitiu um grau de paz e prosperidade que nunca tinha sido conhecido.
E esta civilização foi impulsionada mais do que qualquer coisa, por invenções. Seus arquitetos projetaram edifícios que desafiavam a gravidade. Seus matemáticos criaram a álgebra e algoritmos que permitiriam a construção de computadores, bem como a criação de criptografia. Seus médicos examinaram o corpo humano, e descobriram novas curas para doenças. Seus astrônomos olharam para o céu, nomearam as estrelas , e abriram o caminho para viagens e explorações espaciais. Seus escritores criaram milhares de histórias. Histórias de coragem, romance e magia.
Quando outras nações tinham medo de idéias, esta civilização prosperou sobre elas, e os manteve vivas. Quando os censores ameaçaram acabar com o conhecimento de civilizações passadas, esta civilização manteve o conhecimento vivo, e passaram-o para os outros. Enquanto modernas ações da civilização ocidental possui muitas dessas características, a civilização que estou falando foi o mundo islâmico a partir do ano 800 a 1600, que incluiu o Império Otomano e os tribunais de Bagdá, Damasco e Cairo, e governantes iluminados como Suleiman, o Magnífico .
Apesar de estarmos muitas vezes ignorantes a nossa dívida para com esta outra civilização, seus dons são uma parte muito importante do nosso património. A indústria da tecnologia não existiria sem as contribuições dos matemáticos árabes. Líderes como Suleiman contribuíram para nossas noções de tolerância e liderança cívica. E talvez possamos aprender uma lição com o seu exemplo: Foi uma liderança baseada na meritocracia, não na herança. Foi uma liderança que aproveitou todos os recursos de uma população muito diversificada, que incluiu o cristianismo, islamismo e as tradições judaicas. Este tipo de liderança esclarecida - liderança que alimentou a cultura, sustentabilidade, diversidade e coragem -. Conduziram 800 anos de invenção e de prosperidade "
Conclusão
A principal razão que fez com que muçulmanos fossem capazes de alcançar tais sociedades tolerantes e compassivas, foi porque afirmando a Unicidade de Deus, agrada-Lo e adorá-Lo era a base espiritual e moral de suas vidas. Isso proporcionou aterramento moral atemporal, universal e objetivo a alcançar, o que o economista do século XVIII Adam Smith afirmou ser "o primeiro Estado do mundo a ter o grau de tranqüilidade que o cultivo das ciências requer ..."
Espera-se que esta breve visão sobre os valores que sustentam a atividade política islâmica mostre como as ações atribuídas a alguns grupos muçulmanos não estão em conformidade com o Islã normativa. Significativamente esperamos que esta pequena introdução ajude a promover uma perspectiva mais equilibrada no que é islâmico e o que não é.
fonte: http://5pillarsuk.com/2015/02/21/hamza-tzortzis-debunking-myths-about-islamic-governance/"](https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-9/s552x414/11009985_338806339647938_2475204382881177487_n.jpg?oh=1737218d77105d7221e95246fdc3e73e&oe=557AFE46&__gda__=1435673206_40310d9e7aab36c171e5725869562227)
