Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

sábado, 27 de setembro de 2014

ISRAEL ESTÁ APAGANDO A PALESTINA DO MAPA

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"O exército israelense, o mais moderno e sofisticado do mundo, sabe quem mata. Não mata por erro. 
Mata por horror. As vítimas civis chamam-se danos colaterais, segundo o dicionário de outras guerras
imperiais".
 —


por Eduardo Galeano (*), em Esquerda.Net , Carta Maior 

Para justificar-se, o terrorismo de Estado fabrica terroristas: semeia ódio e colhe álibis. Tudo indica que esta carnificina de Gaza, que segundo os seus autores quer acabar com os terroristas, conseguirá multiplicá-los.

Desde 1948, os palestinos vivem condenados à humilhação perpétua. Não podem nem sequer respirar sem autorização. Têm perdido a sua pátria, as suas terras, a sua água, a sua liberdade, tudo. Nem sequer têm direito a eleger os seus governantes. Quando votam em quem não devem votar, são castigados. Gaza está sendo castigada. Converteu-se numa ratoeira sem saída, desde que o Hamas ganhou legitimamente as eleições em 2006. Algo parecido tinha ocorrido em 1932, quando o Partido Comunista triunfou nas eleições de El Salvador.

Banhados em sangue, os habitantes de El Salvador expiaram a sua má conduta e desde então viveram submetidos a ditaduras militares. A democracia é um luxo que nem todos merecem. São filhos da impotência os rockets caseiros que os militantes do Hamas, encurralados em Gaza, disparam com desleixada pontaria sobre as terras que tinham sido palestinas e que a ocupação israelense usurpou. E o desespero, à orla da loucura suicida, é a mãe das ameaças que negam o direito à existência de Israel, gritos sem nenhuma eficácia, enquanto a muito eficaz guerra de extermínio está a negar, desde há muitos anos, o direito à existência da Palestina. Já pouca Palestina resta. Pouco a pouco, Israel está a apagá-la do mapa.

Os colonos invadem, e, depois deles, os soldados vão corrigindo a fronteira. As balas sacralizam o despojo, em legítima defesa. Não há guerra agressiva que não diga ser guerra defensiva. Hitler invadiu a Polônia para evitar que a Polônia invadisse a Alemanha. Bush invadiu o Iraque para evitar que o Iraque invadisse o mundo. Em cada uma das suas guerras defensivas, Israel engoliu outro pedaço da Palestina, e os almoços continuam. O repasto justifica-se pelos títulos de propriedade que a Bíblia outorgou, pelos dois mil anos de perseguição que o povo judeu sofreu, e pelo pânico que geram os palestinos à espreita. Israel é o país que jamais cumpre as recomendações nem as resoluções das Nações Unidas, o que nunca acata as sentenças dos tribunais internacionais, o que escarnece das leis internacionais, e é também o único país que tem legalizado a tortura de prisioneiros.

Quem lhe presenteou o direito de negar todos os direitos? De onde vem a impunidade com que Israel está a executar a matança em Gaza? O governo espanhol não pôde bombardear impunemente o País Basco para acabar com a ETA, nem o governo britânico pôde arrasar Irlanda para liquidar a IRA. Talvez a tragédia do Holocausto implique uma apólice de eterna impunidade? Ou essa luz verde vem da potência ‘manda chuva’ que tem em Israel o mais incondicional dos seus vassalos? O exército israelense, o mais moderno e sofisticado do mundo, sabe quem mata. Não mata por erro. Mata por horror. As vítimas civis chamam-se danos colaterais, segundo o dicionário de outras guerras imperiais.

Em Gaza, de cada dez danos colaterais, três são meninos. E somam milhares os mutilados, vítimas da tecnologia do esquartejamento humano, que a indústria militar está a ensaiar com êxito nesta operação de limpeza étnica. E como sempre, sempre o mesmo: em Gaza, cem a um. Por cada cem palestinos mortos, um israelita. Gente perigosa, adverte o outro bombardeamento, a cargo dos meios massivos de manipulação, que nos convidam a achar que uma vida israelense vale tanto como cem vidas palestinianas. E esses meios também nos convidam a achar que são humanitárias as duzentas bombas atômicas de Israel, e que uma potência nuclear chamada Irã foi a que aniquilou Hiroshima e Nagasaki.

A chamada comunidade internacional, existe? É algo mais que um clube de mercadores, banqueiros e guerreiros? É algo mais que o nome artístico que os Estados Unidos assumem quando fazem teatro? Ante a tragédia de Gaza, a hipocrisia mundial destaca-se uma vez mais. Como sempre, a indiferença, os discursos vazios, as declarações ocas, as declamações altissonantes, as posturas ambíguas, rendem tributo à sagrada impunidade. Ante a tragédia de Gaza, os países árabes lavam as mãos. Como sempre. E como sempre, os países europeus esfregam as mãos.

A velha Europa, tão capaz de beleza e de perversidade, derrama uma ou outra lágrima enquanto secretamente celebra esta jogada de mestre. Porque a caça aos judeus foi sempre um costume europeu, mas desde há meio século essa dívida histórica está a ser cobrada dos palestinos, que também são semitas e que nunca foram, nem são, antissemitas. Eles estão a pagar, em sangue, na pele, uma conta alheia.

(*) Artigo publicado no Sin Permiso.
Tradução de Mariana Carneiro para o Esquerda.net.
Leia também:

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Galeano: Pouco a pouco, Israel está apagando a Palestina do mapa

publicado em 22 de julho de 2014 às 16:10

O DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA NA ONU E OS ATAQUES FASCISTAS

Quem me acompanha sabe bem que fui um dos primeiros jornalistas brasileiros a denunciar o grupo terrorista da vez – o Daesh -, que, hoje, cinicamente se auto denomina “Estado Islâmico”, uma facção criminosa composta de mercenários de vários países do mundo que não é nem um Estado e nem suas práticas são islâmicas.
Enquanto muitos só ouviram falar desse grupo agora, eu era um dos que já vinham denunciando os crimes dessa facção criminosa, inclusive nas redes sociais , e cujas vítimas principais são os próprios muçulmanos (sunitas e xiitas), embora entre essas vítimas estejam também cristãos, curdos, yazidis, armênios e drusos.
Denunciamos não só os crimes como também quem são os criadores, os gurus ideológicos e os patrocinadores desse grupo de mercenários que controla territórios e poços de extração de petróleo no Oriente Médio. Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Qatar e Israel estão por trás não só do Daesh (EI) como também de outros grupos terroristas como a Jubhat Nusra (Frente Al-Nusra), considerado o braço da Al-Qaeda na Síria.
Sempre disse que não há lugar do mundo onde a aliança dos Estados Unidos e seus aliados com a Al-Qaeda está mais evidente do que na Síria.
Portanto, parabenizamos e apoiamos o discurso da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, proferido, ontem, durante a abertura da sessão dos debates da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em que condenou os ataques hipócritas e o uso da violência para resolverem os problemas do Oriente Médio por parte do governo dos Estados Unidos e seus aliados ditadores e genocidas, os verdadeiros criadores de grupos extremistas e terroristas naquela região do mundo.
Postura digna
Dilma agiu como uma estadista e mostrou que o Brasil não é capacho dos ianques. A exemplo da maioria dos países do mundo, o Brasil não embarcou nesta nova farsa, por saber que a luta contra o Daesh proposta pelos Estados Unidos é uma “furada” que não vai levar a lugar algum.
Por conta desse discurso corajoso, a presidente Dilma Rousseff vem sendo covardemente atacada e acusada de forma distorcida de se posicionar a favor do Daesh (EI), o que não é verdade. Esses grupos fascistas no Brasil, que atacam covardemente a presidente do país, incluindo alguns veículos de comunicação, ao mesmo tempo em que procuram satanizar Dilma - que não tem nenhuma participação na criação do Daesh -, pintam uma imagem de “santo” e de “salvador” da Humanidade de Barack Obama.
O regime de Obama e os de seus aliados estão envolvidos até “os ossos” com os extremistas wahabitas-salafistas-takfiris (chamados erradamente de islâmicos e jihadistas, pois o que fazem não é jihad – cujo significado real é defesa da fé -, mas sim praticam violência barata em prol de interesses políticos e econômicos). Ou seja, na visão distorcida desses fascistas, a Dilma é ruim porque apoia extremistas e o Obama é o bom porque vai salvar o mundo e a civilização dos extremistas. Tenha a santa paciência!!!
Condenar os ataques ilegais e inúteis dos Estados Unidos e de suas ditaduras aliadas não significa apoio ao Daesh, mas sim apoio ao respeito as leis internacionais que proíbem países de apoiar grupos terroristas e de tomar medidas à revelia da ONU.
Críticas gerais

As críticas não partiram só de Dilma. O jornal New York Times, um dos principais dos Estados Unidos, criticou a decisão do governo Obama em suas páginas de atacar na Síria sem um debate com a sociedade norte-americano. Países importantes como a China, Rússia e Irã, embora interessados no fim do Daesh e que já vêm combatendo esse grupo, criticaram a forma “cowboy” que os Estados Unidos querem usar para resolver o problema.

Os ataques “de longe” realizados pelo regime genocida dos Estados Unidos em conjunto com governos monárquicos absolutistas, mesmo que sejam contra os monstros que eles criaram, além de ilegais e violarem as leis internacionais, são inúteis, pois vão proliferar mais ódio e a violência. Não terão sua eficácia atingida caso não haja o uso de forças terrestres, algo que até agora não foi definido é quem vai fazer esse jogo sujo “no campo” de batalha contra os bárbaros do Daesh.
Se querem acabar com o Daesh, então que fechem as fontes de financiamento de dinheiro e de abastecimento de armas que estão nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, no Qatar, na Turquia e em Israel, que agora “juram” querer acabar com esse grupo para posarem na mídia e para opinião pública como os lutadores contra o terrorismo, quando, na prática, são eles os maiores beneficiados da existência do terrorismo.
Abaixo trecho do discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU em que o Brasil se posicionou contra o fim da violência, contra o terrorismo e a favor da paz no Oriente Médio:
“A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente. 
Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. 
O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.

A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz, mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos."

OS EUA E OS TERRORISTAS DO CHAMADO "ESTADO ISLÂMICO"

"Gente, eu não acredito nisso. Os EUA asseguram que estão na Síria para combater os terroristas, que eles mesmos formaram. Mas na verdade estão bombardeando instalações petrolíferas. Espera um pouco, não era o E.I. ???
E TEM GENTE QUE AINDA ACREDITA NESTES MENTIROSOS!"

Na Síria, os EUA não visaram o E.I., mas sim instalações petrolíferas.
Os Estados Unidos e os membros do CCG (Conselho de Cooperação do Golfo -ndT) 
bombardeiam a Síria desde há dois dias, supostamente para destruir o Emirado Islâmico.
Os bombardeamentos atingiram sobretudo Raqqa, de onde o Emirado Islâmico já se 
havia retirado, e 12 refinarias.
De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH, uma sucursal do 
M.I.6 britânico, mantida pela Irmandade Muçulmana), estes bombardeamentos não
teriam matado mais que 14 jihadistas, dos quais, provavelmente, nenhum pertencia ao 
Emirado Islâmico.
Fonte: Rede Voltaire | 26 de Setembro de 2014

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

GRANDES GENOCIDAS DO SÉCULO XX

Alguns grandes malfeitos dos Genocidas do século XX...
Claudio Daniel facebook

Harry Trumann. Matou cerca de 250 mil pessoas ao usar bombas nucleares contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki e milhões de chineses e coreanos na agressão imperialista à Coreia Popular. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade.
Suharto. Responsável pelo golpe militar pró-imperialista em 1965 na Indonésia, que derrubou o governo legítimo de Sukarno e causou a morte de um número estimado entre 500 mil e dois milhões de indonésios. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade.
Park Chung-hee. Ditador da espúria Coreia do Sul, começou sua carreira de oportunista colaborando com os invasores japoneses. Após a II Guerra Mundial, liderou um grupo de oficiais que aplicou um golpe de estado responsável por trinta anos de ditadura militar. Corrupto, autoritário e assassino, é um dos responsáveis diretos pela Guerra da Coreia, que matou, segundo algumas estimativas, 2,5 milhões de coreanos e 1 milhão de chineses. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade.Em tempo: a atual presidente do estado-fantoche sul-coreano é neta de Park Chung-hee, mas a mídia ocidental em nenhum momento fala em "monarquia capitalista".
Richard Nixon, responsável pela agressão imperialista ao Vietnã, que causou a morte de um milhão de vietnamitas. Durante seu governo, os EUA utilizaram diversas armas de destruição em massa no país asiático, incluindo o agente laranja, bombas de fragmentação e de fósforo branco. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade.
John F. Kennedy, responsável por diversas ações imperialistas, como a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba, o golpe de estado no Iraque e o início da agressão norte-americana ao Vietnã. Foi um dos principais articuladores do golpe de 1964 no Brasil. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade.
Ariel Sharon, militar e primeiro-ministro da entidade sionista, responsável direto por numerosos crimes de guerra, como o massacre da aldeia palestina de Deir Yassin, onde foram mortos 120 homens, mulheres e crianças. Sharon permitiu o massacre da população civil palestina em Sabra e Chatila pelas forças falangistas libanesas, que resultou em 2 mil mortos. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade.
Menachen Begin, Primeiro-ministro da entidade sionista. Quando jovem, integrou a força paramilitar de inspiração fascista chamada Irgun, responsável pelo atentado terrorista ao Hotel King David, em Jerusalém, no qual morreram 91 pessoas. Participou do massacre da aldeia palestina de Deir Yassin, em que morreram 120 pessoas. Na chefia do governo sionista, ordenou o ataque ao reator nuclear Osiraq/Tammuz, no Iraque, e iniciou a agressão ao Líbano, utilizando armas químicas e bombas de fragmentação. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade. Recebeu o Prêmio Nobel da Paz (assim como Barack Obama).
Barack Obama. Autorizou o ataque militar à Líbia, que destruiu a infra-estrutura do país, para apoderar-se de suas riquezas. Hoje, a Líbia, antes um estado próspero, está dividido entre diversas tribos, em guerra civil permanente. Financiou os terroristas do chamado "Exército Livre Sírio", responsáveis por um conflito que em apenas dois anos matou mais de cem mil pessoas. Ordenou a operação militar no Paquistão que resultou na morte de Osama bin Laden. É o responsável direto por ataques de drones em diversos países da Africa e Oriente Médio. É o principal apoiador de Israel. Nunca foi preso, julgado ou condenado por crimes contra a humanidade. Recebeu o Prêmio Nobel da Paz (assim como Menachen Begin).

terça-feira, 16 de setembro de 2014

DESMASCARANDO A TESE OFICIAL DE "AUTODEFESA" DE ISRAEL

Criança em Gaza

A mentira da “auto defesa” de Israel

Breno Altman é um jornalista judeu, diretor editorial da Revista Samuel e do Opera Mundi.
No texto a seguir, Altman desmascara a tese oficial de “auto defesa” baseando-se em apenas três argumentos: desde 1967, quando começou a expandir seu território pela força, Israel é que tem sido o agressor. Assim, quem teria o direito de auto-defesa seriam os palestinos. Em segundo lugar, Netanyahu fez questão de tratar como um problema militar o caso dos três adolescentes mortos (sequer houve investigação). Por fim, não existe auto-defesa quando o alvo é a população civil, principalmente crianças.
Não existe auto-defesa de Israel. O que é existe é genocídio.
Fim imediato e incondicional do bombardeio contra o povo palestino!

Sobre o direito de Israel a se defender

Por Breno Altman

O governo de Netanyahu alega que os ataques a Gaza são legítima defesa. Como se a situação tivesse começado com lançamento de mísseis pelo Hamas.
O argumento, para início de conversa, tem um déficit original: ao menos desde 1967, quando tomou a força territórios árabes, Israel é o Estado agressor. Os palestinos, desde então, são os que possuem direito natural à auto-defesa e à rebelião, como está escrito na Carta das Nações Unidas sobre povos submetidos a situação colonial.
Segundo, os mísseis do Hamas foram uma resposta, independente do juízo que se faça dela, à maneira como o governo de Israel conduziu o caso dos três jovens israelenses cruelmente assassinados. Ao contrário de considerar um caso policial, que pressuporia investigação e julgamento conduzido pela Autoridade Palestina, dentro de um prazo razoável, Netanyahu tratou como um tema militar, lançou uma onda de prisão em massa contra palestinos e denunciou a responsabilidade do Hamas sem que houvesse provas conclusivas a esse respeito. A organização islâmica contestou com seus disparos a esmo os gritos de guerra e a repressão generalizada conduzida pelo governo de Israel.
Terceiro, não se pode considerar “direito de defesa” um massacre como o que está em curso, com mais de 1,5 mil palestinos mortos, a maioria civil, incluindo mulheres e quase trezentas crianças, além de ataques a edifícios sob controle das Nações Unidas.
Estes três argumentos são suficientes para desmascarar o suposto caráter defensivo da escalada em Gaza. O nome do que faz o governo de Israel é crime de guerra.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O "EI" - CHAMADO DE ESTADO ISLÂMICO - É UMA CRIAÇÃO SIONISTA PARA DESTRUIR O MUNDO ÁRABE

O "EI" chamado de "Estado Islâmico" pelos imperialistas/sionistas é, obviamente, uma criação desses mesmos para enganar a comunidade internacional e para destruir o Mundo Árabe.

Al Azhar: el EI una creación sionista para destruir el mundo árabe
El jefe de la Universidad de Al Azhar de El Cairo, una de las más prestigiosas instituciones del Islam sunní, dijo el lunes que los militantes del EI eran “criminales” que sirven a un 
“complot sionista para destruir al mundo árabe”.

“Estos criminales han sido capaces de transmitir al mundo una imagen manchada y alarmante de los musulmanes”, dijo Sheij Ahmed al Tayyib
“Estos grupos terroristas fundamentalistas, sean cuales fueren sus nombres y sus patrocinadores, son creaciones coloniales que sirven al sionismo para destruir al mundo árabe”.


Las declaraciones de Al Tayyib se produjeron un día después de que los países árabes se reunieran para mostrar su rechazo al grupo que ha instaurado un “califato” en las regiones que controla en Iraq y Siria.
Source: Agencias
09-09-2014 - 17:14 Última actualización 09-09-2014 - 17:14 | 697 visitas

http://www.almanar.com.lb/spanish/adetails.php?eid=71553&frid=27&seccatid=38&cid=27&fromval=1#15614

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

ISRAEL IMPEDE DEPUTADOS EUROPEUS DE ENTRAR EM GAZA

MÉDIO ORIENTE

Israel impede eurodeputados de entrar em Gaza

por Lumena RaposoHoje60 comentários
Marisa Matias
Marisa MatiasFotografia © NUNO VEIGA/LUSA
Israel impediu que um grupo de 13 eurodeputados de seis países diferentes, em missão do Parlamento Europeu, entrasse Na Faixa de Gaza para se aperceber da realidade da situação ali vigente após 50 dias de guerra. Israel alegou estar a limitar as entradas à "ajuda humanitária direta", disse Marisa Matias ao DN.

Marisa Matias, do Bloco de Esquerda (BE), considerou ao DN que a justificação de Israel para negar a entrada dos eurodeputados em Gaza foi "hipócrita e um pouco revoltante". "Se há entrada de ajuda humanitária é porque a situação não será a melhor", disse.
A eurodeputada portuguesa avançou que todos os contactos necessários com as autoridades israelitas foram feitas atempadamente e que, ainda em Bruxelas, receberam a informação de que "seria difícil entrar". Aliás, num primeiro tempo, Israel limitou a possibilidade de entrada a "apenas oito deputados" , o que, afinal, não se concretizaria.
Sem poderem ir a Gaza, os eurodeputados têm em agenda uma série de encontros em Jerusalém e Ramallah, com responsáveis palestinianos e representantes da sociedade civil israelita e da defesa dos direitos humanos.
No último dia da visita, os eurodeputados manterão encontros em Telavive com deputados trabalhistas, do Meretz (esquerda) e do partido árabe Haddash.

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4108863