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quinta-feira, 26 de maio de 2016

ROMERO JUCÁ SUGERIU IMPEACHMENT DE DILMA PARA BARRAR A OPERAÇÃO LAJA JATO





Publicado em 23 de mai de 2016
Gravações publicadas nesta segunda-feira (23) pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’ indicam que o ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugeriu um pacto para tentar deter a Operação Lava Jato. A conversa é de março com um aliado investigado na Lava Jato. Sérgio Machado foi citado na delação de Paulo Roberto Costa, que disse ter recebido R$ 500 mil das mãos de Machado. Ele também foi citado na delação de Delcídio do Amaral.

Romero Jucá é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal por suspeita de recebimento de propina. O ministro do Planejamento confirmou a conversa com o presidente da Transpetro e disse que Sérgio Machado o procurou em casa.

O jornal ‘Folha de S.Paulo’ diz que em gravação, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugere pacto para deter a Lava Jato. De acordo com a reportagem, em conversas ocorridas em março passado entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá, e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, Jucá sugeriu que uma ‘mudança’ no Governo Federal resultaria em um pacto para ‘estancar a sangria’ representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.

Em uma das conversas, segundo o jornal, Machado disse a Jucá: ‘O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. Ele acha que sou o caixa de vocês’.

Ainda de acordo com o jornal, Machado fez uma ameaça velada e pediu que fosse montada uma estrutura para protegê-lo. E mais adiante, segundo a Folha, Machado voltou a dizer: ‘Então eu estou preocupado com o quê? Comigo e com vocês? A gente tem que encontrar uma saída’.

De acordo com a reportagem, Machado disse que novas delações na Lava Jato não deixariam ‘pedra sobre pedra’. E Jucá concordou que o caso de Machado ‘não pode ficar na mão de moro’.

Na gravação, ainda de acordo com o jornal, Jucá acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional ‘com o Supremo, com tudo’. E Machado disse que ‘aí parava tudo’. Jucá respondeu que delimitava onde está - a respeito das investigações.

Jucá disse que havia mantido conversas com ministros do Supremo, mas não citou os nomes. Jucá afirmou que poucos no STF aos quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, a quem classificou de ‘um cara fechado’.

Ainda de acordo com a jornal, Jucá disse que caiu a ficha de líderes do PSDB sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos. E ainda segundo com o jornal, Jucá responde: ‘Todo mundo na bandeja para ser comido’. E Machado afirma que o primeiro a ser comido vai ser o Aécio Neves.

O ministro Romero Jucá afirmou que os diálogos não trazem novidade em relação ao posicionamento dele sobre a crise política e econômica do país. E que o pacto a que ele se refere seria para destravar a crise e não acordo para barrar a Operação Lava Jato.

O ministro também afirmou que sempre se manifestou no sentido de que o país não podia ficar refém da operação, que o termo ‘delimitar’ usado na conversa não é barrar a Lava Jato, mas definir quem é culpado, o crime, e a punição de cada acusado.

Jucá afirmou que em nenhum momento ofereceu ajuda ou prometeu para Sérgio Machado que iria interferir nas investigações e encerrou dizendo que apoia a Operação Lava Jato.

Sérgio Machado não foi localizado.

O senador Aécio Neves desconhece e estranha os termos dessa conversa. Ele foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em 2001 por maioria absoluta dos votos em uma disputa que contou com outros nove candidatos, tendo sido essa eleição amplamente acompanhada pela imprensa nacional.

terça-feira, 24 de maio de 2016

REVELAÇÕES DE ROMERO JUCÁ - O XADREZ DO GRAMPO DE JUCÁ



O xadrez do grampo de Jucá

O Jornal de todos Brasis
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Desde março a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF) tinham conhecimento do chamado desvio de finalidade do processo de impeachment. Desde aquela época estavam de posse da PGR e do STF as gravações de conversas de Sérgio Machado com Romero Jucá indicando claramente que a queda de Dilma Rousseff era passo essencial para conter os avanços da Lava Jato.
Nada se fez. Ignoraram-se as provas que não mereceram sequer o privilégio dos vazamentos orquestrados cotidianamente pelos investigadores da Lava Jato.
Esse fato suscita um conjunto de indagações.
A primeira, é que não havia lógica jurídica ou estratégia de investigação que justificasse o ritmo imprimido à Lava Jato, por ser tecnicamente impossível trabalhar todas as frentes abertas. A abertura de centenas de frentes afronta a boa técnica de investigação.
Insistiu-se nessa estratégia blitzkrieg visando o jogo político. A multiplicidade de operações permitiu acumular munição para ser utilizada politicamente, como reforço às estratégias concatenadas com outros parceiros políticos.
Há duas interpretações para esse jogo.
A benigna é que, sabendo da propagação desse modelo de corrupção política por todo o sistema político, o Procurador Geral da República (PGR) Rodrigo Janot teria desenhado uma estratégia gradativa de comer os esquemas de forma fatiada.
A cética é que os vazamentos (e omissões) visariam beneficiar um grupo político específico – o PSDB – em detrimento de outros partidos.
Não há dúvidas sobre as razões das informações sobre a conversa de Jucá terem sido retidas em março: se divulgadas, impediriam a queda de Dilma. Deixou-se Dilma ir para o cadafalso, com a PGR sustentando que ela e Lula estariam criando obstáculos às investigações. Rodrigo Janot firmou essa convicção, mesmo tendo conhecimento do que estava por trás do golpe.
A dúvida é sobre as razões que levaram ao vazamento de ontem.
Ora, dirão os céticos, mas Aécio Neves foi expressamente citado na gravação. Logo, não haveria viés partidário.
Desde que vazaram as delações anteriores, Aécio tornou-se carta fora do baralho para eleições majoritárias, embora sua sua blindagem prossiga em todas as frentes. A PGR segurou as investigações sobre ele por mais de ano. Quando desovou o pedido de processo no STF (Supremo Tribunal Federal), foi coincidentemente sorteado para o Ministro Gilmar Mendes, que tratou de inviabilizá-lo em um dia.
Nada indica que será retomado, mesmo à luz das novas menções nas gravações de Jucá. E, olhe, que não foi pouca coisa:
Segundo a Folha,
O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) também aparece no diálogo, como sendo "o primeiro a ser comido". "O Aécio não tem condição, a gente sabia disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei da campanha do PSDB...", falou Machado. "A gente viveu tudo", se limitou a dizer Jucá.

A estratégia do vazamento


Assim como os vazamentos anteriores, o atual obedece a uma lógica política.
O sistema de poder, em torno de Michel Temer, contempla o PMDB e o PSDB. A banda do PMDB é sustentada por Jucá, Moreira Franco e Geddel Viera Lima. A do PSDB, por Serra.
Temer balança no meio. Em toda sua fase de militância política, sempre se manteve próximo do PSDB.
A divulgação da gravação foi precedida de uma série de episódios ilustrativos da nova etapa do jogo:
1      Mal assume o Ministério das Relações Exteriores, José Serra dispara um comunicado virulento contra vizinhos da América Latina. E anuncia um decálogo tendo como ghost writer Rubens Ricúpero, baseado em uma diplomacia que foi largamente superada pelos tempos, especialmente depois da passagem de Celso Amorim pelo Itamaraty.
2      No dia seguinte, FHC lança Serra presidente tendo como argumento apenas seu pronunciamento. E a Folha solta um editorial enaltecendo a grande mudança que Serra anuncia para o Itamaraty. Em ambos os casos, proclamações extemporâneas de uma competência que diplomática que Serra provavelmente não tem, e se tivesse, nem tempo houve para demonstrar.
3      Dois dias depois, explode o grampo de Jucá.
4      Ontem, enquanto o país debatia as gravações de Jucá, corriam rumores de transferência de Serra para o Planejamento.
De uma vez só, as gravações enfraquecem a banda peemedebista do governo Temer, aceleram sua aproximação maior com o PSDB e inviabilizam Aécio Neves.
É pouco?

O pequeno Supremo


No novo normal jurídico, esse tipo de manobra prescinde de justificativas maiores. Provavelmente o PGR não se sentirá obrigado a responder porque manteve essas informações sob sigilo; e porque as informações vazaram depois. Dirá que apenas seguiram os trâmites normais e tudo não passou de coincidência.
Quanto ao STF, hoje em dia ele é menor que Gilmar Mendes. Gilmar consegue transformar sua vontade em lei, seja recorrendo a manobras regimentais, como pedidos eternos de vista, até sua atuação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Além de ser o destinatário final de inúmeros processos no STF de interesse direto de seu grupo político.
Quanto ao Supremo, se apequenou de forma irreversível devido a um desses paradoxos da Justiça, na qual não basta o conhecimento jurídico para vencer: é preciso uma boa dose de atrevimento e de ousadia. E, na quadra atual, o atrevimento dos Ministros militantes se sobrepôs à anomia dos Ministros isentos.
Com a notável exceção de Marco Aurélio de Mello, o Supremo infelizmente deixou de ser uma referência, uma esperança para os que ainda acreditam no primado da Constituição e no fortalecimento da ordem jurídica.

terça-feira, 17 de maio de 2016

GOLPE DE ESTADO NO BRASIL É COMEMORADO POR ISRAEL

Início > Mundo > Israel comemora o golpe de estado no Brasil

Israel comemora o golpe de estado no Brasil

Tradução: Google Tradutor
Filho de imigrantes libaneses, novo presidente no Brasi é amigo da comunidade judaica

Rio de Janeiro – A elevação de um vice-presidente centrista, Michel Temer, como presidente do Brasil em meio ao processo de impeachment de Dilma Rousseff é esperado para resultar em uma relação menos tensa entre o Brasil e Israel, bem como a sua comunidade judaica, disseram os líderes judaicos.
Temer, 75, filho de imigrantes libaneses, assumiu o comando da maior nação da América Latina na quinta-feira. Ele foi vice-presidente desde 2011.
Rousseff, que serviu por 13 anos, foi suspensa pelo Congresso Nacional por 180 dias, como parte de um processo de impeachment em curso. Ela irritou a comunidade judaica com o que eram vistos como declarações anti-Israel, incluindo chamar o conflito de Israel com o Hamas em 2014 “um massacre”.
Além disso, o Brasil se recusou a aceitar a nomeação de um ex-líder dos colonos da Cisjordânia,Dani Dayan, como embaixador para Brasília. Em março, Dayan foi nomeado cônsul-geral em Nova York e ninguém foi nomeado em seu lugar.
“A interrupção de um mandato não é algo para comemorar, mas o amadurecimento da nossa democracia deve ser realçado,” Fernando Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil, disse ao JTA. “Nós vamos manter um diálogo eficaz e aberto com o novo governo sobre assuntos nacionais, internacionais e relacionadas com a comunidade.”
Entre suas primeiras medidas, Temer anunciou que José Serra, um amigo de longa data da comunidade judaica, como o ministro das Relações Exteriores e Ilan Goldfajn, economista que nasceu em Israel, como presidente do Banco CentralGoldfajn, que é judeu, tentará aumentar a sexta maior economia do mundo no auge da sua maior crise financeira em um século.
Em janeiro, à luz do Dia Internacional da Recordação do Holocausto, Temer acolheu Lottenberg, que se dirigiu a ele sobre a importância da aprovação da primeira lei anti-terrorismo do Brasil, que, eventualmente, foi aprovada em março.
Nascido em São Paulo e um católico romano, Temer é filho de imigrantes libaneses maronitas da cidade de Btaaboura no distrito de Koura, vizinho à capital Trípoli no norte do Líbano. Seu pai fugiu para o Brasil para escapar da fome e da guerra na década de 1920.
Bem respeitada no Brasil, Temer lidera maior PMDB partido do Brasil, que anunciou sua ruptura com as semanas do governo Dilma atrás, contribuindo para o processo de impeachment.
“Você é mais presidente do Líbano que a mim como você tem 8 milhões, temos 5 milhões,” o então presidente do Líbano, Michel Suleiman, disse a Temer em 2011, de acordo com o serviço de notícias Ya Libnan, fazendo referência à grande comunidade libanesa estimada entre 7 milhões e 10 milhões de membros no Brasil, ou quase 5 por cento da população.
Artigo relacionado


O artigo acima do Times of Israel revela os motivos do regime sionista para comemorar o golpe de estado no Brasil. Nota-se que por trás do golpe está a sombra do sionismo, operando através da CIA e Mossad israelense, orquestrando a Operação Lava Jato com o apoio da mídia e do judiciário. Uma vingança contra Dilma Rousseff, que não aceitou o embaixador terrorista nomeado pelo genocida Netanyahu.
Agora o caminho para que a máfia Rothschild possa usurpar a Petrobrás, o pré-sal e controlar diretamente o Banco Central ficou aberto. José Serra e Ilan Goldfajn são citados como nomeações importantes para Israel, ou seja, para os interesses da banca Rothschild.
Como avisado em outros artigos, quando um regime não obedece a esta estrutura globalista mafiosa, é derrubado e substituído por outro que obedeça.
Outro ponto importante é a importância para o sionismo a aprovação da “lei anti-terrorismo” no Brasil, uma lei de repressão e censura contra o próprio povo, que usa o pretexto do “terrorismo” como justificativa para a sua criação. É a ferramenta para censurar a liberdade de expressão e livre pensamento no país, intimidando quem se atreve a divulgar fatos históricos que revelam as mentiras divulgadas pelo sionismo para justificar a existência e os crimes de Israel. Esta lei está sendo criada e usada em diversos países para silenciar as denúncias contra o genocídio palestino. Para estes nazi-sionistas, quem não se alinha a Israel ou ao sionismo é “terrorista” ou “antissemita”, sendo que os antissemitas e terroristas estão em Israel e no sionismo internacional liderado pelos Rothschild.
O ataque sionista à América do Sul não terminou, ainda querem usurpar o petróleo da Venezuela e usarão os países que agora estão sob domínio sionista (Argentina e Brasil) para derrubar Maduro. Uma guerra na região já foi planejada pelo Comando Sul dos EUA.
Com a Argentina e Brasil militarmente alinhados com os EUA e Israel o sionismo aponta agora contra Maduro, que por sinal há anos vêm alertando para um golpe de estado em seu país patrocinado pela CIA. Maduro já percebeu o movimento e declarou estado de exceção por tempo indefinido, já esperando uma invasão.
Estes são apenas alguns dos motivos por trás do golpe de estado no Brasil promovido pelo sionismo e executado pelos seus Cavalos de Tróia estratégicamente posicionados no Senado, Câmara e Judiciário.
Sabendo disto, o que a população brasileira pensa fazer? Ficar de braços cruzados e assistir Temer e sua quadrilha entregarem o país à banca Rothschild/Rockefeller e destruir a soberania nacional?
Uma coisa é certa, bater panelas e fazer manifestação não vão impedir que o plano sionista avance sobre o Brasil.
Está dado o recado.

domingo, 10 de abril de 2016

HANGOUT - A INVASÃO DO IRAQUE E A ASCENÇÃO DO ISIS - ATUAL ESTADO ISLÂMICO





Transmitido ao vivo há 9 horas


O Mestre e Doutorando em Geografia Humana pela USP Ramez Maalouf, explica as terríveis consequências da invasão americana do Iraque, o surgimento do grupo extremista ISIS e a atual luta contra o terrorismo no país.

Email do Ramez Maalouf: ramez1995@gmail.com

domingo, 24 de janeiro de 2016

El líder de Hezbolá cara a cara con Assange - Diálogos con Julian Assang...

OS PALESTINOS TEM DIREITO À ÁGUA

Porquê boicotar a Mekorot?

 1. A Mekorot gere um sistema de apartheid da água:
A Mekorot tem sido responsável por violações e discriminações no direito à água desde a década de 1950, quando construiu a rede nacional de água israelense, que está a desviar o rio Jordão da Cisjordânia para servir as comunidades israelenses. Ao mesmo tempo, ela priva as comunidades palestinas da possibilidade de acederem à água:
O consumo palestino nos territórios ocupados é de cerca de 70 litros diários por pessoa – bem abaixo dos 100 litros per capita diários recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – enquanto o consumo diário per capita israelense, de cerca de 300 litros, é quatro vezes mais elevado.
A Mekorot recusou fornecer água às comunidades palestinas dentro de Israel, apesar de a decisão judicial de um tribunal superior israelense ter reconhecido o seu direito à água.
Um relatório parlamentar francês chamou a estas políticas apartheid da água.
 2. A Mekorot é um suporte vital para o empreendimento ilegal da colonização: 
O apoio da Mekorot à ocupação colonial tem continuado desde a ocupação da Cisjordânia, Gaza e Montes Golã em 1967. A empresa monopolizou o controlo sobre as fontes de água nos territórios ocupados, implementando políticas que reforçam os colonatos israelenses à custa das comunidades palestinas.
O relatório das Nações Unidas da missão internacional independente de inquérito sobre as implicações dos colonatos israelenses nos direitos do povo palestino, assim como o último relatório sobre os colonatos do secretário-geral das Nações Unidas, denunciam o papel da Mekorot na expansão dos colonatos.
Qualquer cooperação com a Mekorot beneficia automaticamente ou contribui para a criação dos colonatos, ilegais. A empresa pública de água holandesa Vitens declarou: “Tanto o conhecimento sobre a extracção da água como sobre os lucros se pode conseguir com redes inteligentes, nada disto pode ser separado do que a ONU escreve sobre a política da Mekorot (*) com relação aos territórios palestinianos e aos colonatos.”
3. A Mekorot participa no crime internacional de pilhagem dos recursos naturais e de destruição gratuita da infraestrutura de água:
A Mekorot faz funcionar uns 42 poços na Cisjordânia, sobretudo na região do Vale do Jordão, que abastecem essencialmente os colonatos israelenses.
A Mekorot trabalha em estreita parceria com o exército israelita, confiscando tubos de irrigação aos agricultores palestinos e destruindo as fontes de água que abastecem as comunidades palestinas. Só em 2012, o exército israelense demoliu 60 estruturas de água e de saneamento pertencentes a palestinos.
4. A Mekorot nega aos palestinos o direito humano à água como um instrumento para a política israelense de deslocação de populações:
No verão, a Mekorot, escoltada pelo exército, fecha a torneira nas comunidades palestinas da Cisjordânia, deixando-as a seco.
A Mekorot é um parceiro orgulhoso do plano “Negev Blueprint” do Jewish National Found, que verá 40.000 beduínos palestinos cidadãos de Israel expulsos de suas casas e levados para reservas e a sua terra utilizada para um colonato exclusivo de judeus no Negev.
5. A Mekorot exporta o seu apartheid da água beneficiando da privatização da água:
O sindicato do sector público da Argentina ATE declarou durante a sua campanha que “se o contrato for concedido à Mekorot, a água será classificada como um bem de luxo e não como um recurso vital que é um direito social e, em segundo lugar, os direitos humanos serão violados ao dar-se a concessão a uma empresa que apoia o genocídio palestino”.
6. A pretendida competência da Mekorot em matéria de água é mero ‘bluewashing’:
A construção de mitos sobre a água tem como intenção reforçar a imagem de Israel no estrangeiro. Ao contrário do que a empresa afirma, Israel não fez “florir” o deserto. A região da Palestina histórica é rica em água e os palestinos têm uma tradição de agricultura de vários séculos. Israel explorou este mito para justificar o desvio das águas do rio Jordão, transformando o histórico rio numa cova de esgoto, e para justificar a agressão aos países vizinhos. A realidade é que Israel é um desperdiçador de água. Os seus cidadãos consomem o dobro de água da média europeia e o seu sector agrícola é ecologicamente insustentável, com agricultores subsidiados pelo governo a fazerem culturas de alto consumo de água.
Junte-se à Primeira Semana Internacional de Acção contra a Mekorot, entre os dias 22 de março 2014, dia mundial da água, e 30 de março 2014, quando os palestinos assinalam o dia da terra. Tome posição pela justiça no acesso à água!
http://stopmekorot.org/6-reasons-to-boycott-mekorot/?lang=pt

domingo, 6 de dezembro de 2015

BANDEIRA DE MELLO CONTRA IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA

‘É uma palhaçada’, diz Bandeira de Mello sobre abertura de #impeachment contra a presidente
Em ato de vingança à decisão do PT de votar a favor de sua cassação, Cunha anuncia que aceita o pedido de impeachment de Dilma.

aecio_golpeO Jornal do Brasil conversou com o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello na noite desta quarta feira (2), logo após o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciar que abrirá o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Para Bandeira de Mello, “não há base jurídica alguma para a abertura do processo”, se tratando de uma ação tomada unicamente com “objetivos políticos”.
“É uma palhaçada [a abertura do impeachment]. Pelo que tudo indica, e o que a gente vê na imprensa, a razão foi exclusivamente política, sem nenhum embasamento na lei”, afirma o jurista, que concorda que a decisão de Cunha foi consequência do fato de os deputados petistas terem garantido votos a favor da admissibilidade do perecer que pede a abertura do processo de cassação do presidente da Câmara, a ser votada no Conselho de Ética.
Também de acordo com Bandeira de Mello, mesmo com o processo já aberto, a presidente não corre grandes riscos de cassação: “Eu não acredito [na cassação]. Seria uma enorme falta de dignidade por parte dos congressistas”.
http://www.ceilandiaemalerta.com.br/site2014/e-uma-palhacada-diz-bandeira-de-mello-sobre-abertura-de-impeachment-contra-a-presidente/

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ATENTADOS EM PARIS E O TERRORISMO DE ESTADO

Falsa Bandeira em Paris é terrorismo de Estado

Tradução: Caminho Alternativo
Farsa para justificar o genocídio e expólio que a França quer cometer na Síria junto a Israel, EUA e OTAN.
No universo nada é casual, tudo é causal. Para poder situar-nos no contexto do que está ocorrendo observemos como só umas horas antes deste auto-atentado em París, França tinha anunciado que enviava seu porta-aviões Charles de Gaulle às costas sírias para atacar desde alí dito país soberano, uma interferência que é completamente ilegal. Seu objetivo real, embora aparente ser o contrário, é intervir na Síria para seguir apoiando ao Estado Islâmico, organização criada e dirigida precisamente pelos serviços secretos de Israel, Arábia Saudita, Qatar, Estados Unidos, Europa e a OTAN, incluído o serviço secreto francês (DCRI).
Este apoio ao Estado Islâmico até agora foi dado de forma hipócrita e oculta para poder ajudar a derrocar ao legítimo presidente eleito pelos sírios, Bashar al-Assad e também até o dia de hoje continuam financiando e fornecendo armas. Mais do que isso, os supostos jihadistas são agentes secretos destes países, membros de suas forças especiais e mercenários vestidos com roupas e símbolos para a ocasião,  subcontratados por empresas de defesa como Blackwater (atualmente Academi). Estas subcontratas militares são fachadas de contratação de mercenários e técnicos especialistas militares em reserva dos distintos exércitos e forças especiais ocidentales para fomentar guerras por interesses privados e ilegais. Também são membros de base do Estado Islâmico e outros muitos pequenos grupos terroristas as pessoas que foram detidas ilegalmente pela CIA e posteriormente torturadas e degeneradas psicológicamente em prisões secretas e ilegais que existem por todo o mundo. Todos estes membros são os que ocidente chama hipócritamente “rebeldes moderados”. Não é casualidade que os objetivos de todos estes grupos terroristas que existem na Síria coincidam plenamente com os objetivos geo-estratégicos que mais interessam aos sionistas imperialistas de Israel, Arábia Saudita, Qatar e ocidente.
O povo da França não apoiaria que seu governo entrasse num conflito bélico destas dimensões que poderia gerar a Terceira Guerra Mundial Nuclear sem um pretexto e justificativa totalmente convincente e contundente. Não lhes faltou tempo a estes psicopatas sionistas do MOSSAD, CIA, OTAN e DCRI para criar essa justificativa com este auto-atentado que é também um atentado de falsa bandeira. Desta forma podem continuar impulsando hipócrita e incoerentemente ao Estado Islâmico com o apoio da França e quase todos os países ocidentales, em contra de um governo legítimo como o de Bashar al-Assad, mas que precisam demonizar diante todos. Também pode lhes servir para forçar ao povo sírio a aceitar como governante um governo marionete pró-sionista próximo a ocidente. Assim pretendem repetir o mesmo esquema que fizeram com a Líbia e com Kadafi, justificando com mentiras humanitárias um novo genocídio agora com o povo sírio que é a verdadeira vítima e arrasar todas suas infraestruturas, expoliar todos seus recursos naturais (como o petróleo e gás natural), também seu patrimônio e inclusive roubar o ouro e as riquezas como fizeram no Afeganistão, Iraque e Líbia.
É vergonhoso ver como repetem uma e outra vez o mesmo falso esquema que perpetraram na Líbia e em muitos outros cenários dos auto-atentados anteriores e posteriores, con roteiros ruins utilizando agentes secretos, mercenários e alguns especialistas/atores bem pagos. Sirva como prova a repetição do roteiro do anterior auto-atentado de falsa bandeira na França sobre a revista Charlie Hebdo, que foi na realidade o ensaio para este atual auto-atentado, toda uma montagem onde um dos mortos reais foi precisamente o delegado de polícia que realizava a posterior investigação oficial. O “suicidaram” na primeira hora em seu despacho porque decidiu denunciar que tinha sido um simulacro com claras provas que se encontraram nas agendas dos supostos terroristas, ao encontrar os telefones de importantes personagens da CIA e de outras organizações secretas governamentais.
Enquanto se investigue este novo auto-atentado de forma independente, crítica e exaustiva, todo o material gráfico e os dados reais das supostas vítimas e suas famílias, ficará visível para todos a fraude desta péssima montagem que é na realidade terrorismo de estado, cujos únicos artífices e beneficiários são estes estados imperialistas que o provocaram. O objetivo é criminalizar e estigmatizar aos árabes/muçulmanos, promovendo uma clara e gravíssima islamofobia, para seguir gerando medo e assim poder remover os direitos civís do povo de França e Europa. Neste caso gerando também o ódio inter-religioso para o tão buscado enfrentamento entre “cristãos” (americanos, europeus e pró-ocidentais) e “muçulmanos” (africanos, asiáticos e orientais), que debilitaría a ambos blocos maioritários religiosos e que só beneficiaria à elite dos sionistas.
Estes psicopatas nos estão mandando a combater aos membros do Povo da forma mais miserável e sem que ninguém saiba o que fazer. Querem nos conduzir ao caos e a beira do precipício e nos estamos deixando levar. Aparentemente estão conseguindo, mas como já dito em várias ocasiões, estão caindo todos os véus da hipocrisia, pelo que está nas mãos de todo o povo desmascará-los. De não fazer isto nos dirigimos, como cegos guiados por outros cegos, a essa Guerra Mundial Nuclear. Metaforicamente falando, a “besta” degenerada está agonizando e em sua embriaguez e delírios de grandeza quer reviver às custas do massacre do maior número de pessoas inocentes para repetir um novo ciclo com uma aparente Nova Ordem Mundial onde eles não percam nada, senão muito ao contrário, ganhem escravizando a todo o povo mundial. Estes psicopatas estão tão desesperados que estão apostando tudo permitindo assim que seja tão descarado como está sendo, para que quem tenha uma visão crítica e se atreva a duvidar do aparente possa observá-lo com toda claridade.
Jesús Hidalgo – Membro do Povo Livre
Últimos acontecimentos relacionados com os atentados
Atentado em Ankara, Turquia, 10 de outubro. Morrem 128 pessoas num atentado supostamente perpetrado por dois suicidas contra um ato de protesto pacifista contra o governo turco de Erdogan. O atentado realizado contra os opositores a Erdogan, é atribuído ao Estado Islâmico, que esteve recebendo ajuda de Erdogan de forma encoberta. Apesar de não ter muito sentido e de ser bastante evidente que por trás do atentado contra seus opositores está o próprio governo turco de Erdogan, a “verdade oficial” acaba culpando do ataque ao Estado Islâmico.
Enquanto isso, Rússia intensificá os ataques contra o Estado Islâmico. Então, é quando França também intensificá seus ataques contra esta organização. Concretamente, se diz que os aviões de combate franceses bombardeiam a infraestrutura petrolífera do Estado Islâmico, da que se nutre para financiar-se. Mas o mais grave do assunto, é que a França não centra seus bombardeios nos comboios com petróleo saqueado pelo Estado Islâmico, senão que na realidade se dedica a destruir a infraestrutura petroleira da Síria, com o objetivo encoberto de paralizar a economia síria e o governo de Bashar al-Assad, algo que foi qualificado pelo governo sírio, como uma “violação de sua soberanía”.  De novo, os meios de comunicação o passan por alto.
A fins de outubro se inicia a Conferência de Viena, na que múltiplos países com interesses na guerra da Síria se reúnem para buscar uma saída negociada ao conflito. Após alcançar alguns acordos prévios, os participantes se reúnem para novas negociações em 14 de novembro; o día depois deos atentados de Paris.
Poucas horas depois da reunião, em 31 de outubro, se produz o atentado contra o voo 9268 de Kogalymavia, um avião russo com 224 passageiros é derrubado na península do Sinai. Rápidamente, o Estado Islâmico reivindica o atentado. Em poucas horas, começa a se especular com a possibilidade de que os terroristas tivessem colocado uma bomba no avião e dito argumento se converte na verdade semi-oficial. Apesar disto, todo o mundo passa por alto umas estranhas manobras aéreas militares que estavam sendo realizadas em Israel justo no momento da queda do avião, o que leva a especular em múltiplos meios alternativos, que Israel poderia ser o autêntico causante da queda do avião mediante um missíl ar-ar. Óbviamente, esta teoria é amplamente ignorada pelos meios de comunicação.
Apesar de que tudo parece indicar que foram alcançados acordos políticos para negociar um final para o conflito na Síria, em 5 de novembre (1 semana antes dos atentados), se publica que França enviará o porta-aviões Charles de Gaulle com todo seu grupo de operações navais à Síria, para seguir atacando ao Estado Islâmico. O porta-aviões têm previsto partir em 18 de novembre (5 días depois dos atentados de Paris) à Síria e chegar a seu destino a mediados de dezembro. Um timing muito oportuno, estabelecido com antecedência aos atentados.
Ao mesmo tempo, se revela que EUA enviaram aviões F-15 equipados para combate aéreo contra outras aeronaves à Turquia, que se unem aos aviões A-10 anti-tanque já deslocados com antecedência na mesma base. A pergunta que surge automáticamente é: se o Estado Islâmico não dispõe de aviação e apenas dispõe de uns poucos tanques antiquados capturados do exército sírio, contra quém vão lutar os aviões F-15 e A-10 norteamericanos? O único rival na zona que dispõe de aviação e unidades blindadas é o exército sírio de Assad e seus aliados da Rússia.
Durante dias, crescem as vozes nos EUA, entre mandatários políticos e altos cargos militares, que reclamam uma intervenção militar sobre o terreno de tropas de EUA, na Síria. Pero falta un elemento detonante para justificar esta intervenção.
12 de novembro. Um dia antes do atentado de Paris. “Uma dupla explosão sacode Beirut, Líbano, e causa ao menos 41 mortos, segundo fontes da Cruz Vermelha libanesa. O atentado, é reivindicado pelo Estado Islâmico e ocorrido no bairro de Bourj em Barajneh, uma área povoada maiormente por habitantes xiíta e bastião do partido-milicia Hezbolá, inimigo do Estado Islâmico na guerra da Síria”.
13 de novembro, França, poucas horas antes do atentado. “A polícia francesa pratica na mesma sexta-feira pela manhã controles de identidade e registros em todas suas fronteiras, uma vez que o Governo deixou em suspenso durante um mês um dos principais pontos dos acordos de Schengen: a livre circulação de cidadãos e mercadorias. A excepcional medida foi tomada a raíz da celebração em Paris da Conferência do Clima, que se realizará entre 30 de novembro e 11 de dezembro”.
13 de novembro, se produzem os atentados em Paris. Morrem mais de uma centena de pessoas. França fecha as fronteiras após os atentados.
14 de novembro. Se reinicia a Conferência de Viena na que se decide a conclusão do conflito na Síria, sob a sombra dos atentados em Paris.
15 de novembro. Conferência do G-20 na Turquia, claramente marcada pela guerra da Síria e os atentados de Paris, ocorridos dois dias antes.
Como podemos ver, o timing dos eventos, parece estar encaminhado claramente, a justificar as decisões tomadas nos dias 14 e 15 de novembro em ambas conferências, nas que se decidirá o fim do conflito sírio e o futuro do país e de seu regime político. Os brutais atentados são produzidos poucas horas antes de ambas conferências, quando a opinião pública está mais afetada e comovida pelos atentados e portanto, mais disposta a aceitar qualquer medida que os mandatários tomem como resposta a estes ataques.
Será a misma opinião pública que terá aceitado com a boca pequena a Putin por atuar com contundência; e a mesma opinião pública que reclamará uma solução decidida para a crise dos refugiados; e a mesma opinião pública que reclamará mais controle policial e militar para acabar com o terrorismo, em troca de sua liberdade.
Cabe destacar, ademais, que os atentados na França ocorrem uma semana depois de que a França anunciasse o envío de seu porta-aviões Charles de Gaulle à Síria. A partida do porta-aviões acontecerá 5 dias depois dos atentados, o que levará muita gente a acreditar que o envío do porta-aviões é uma resposta aos atentados, quando na realidade já estava programado com antecedência, com um encaixe perfeito dos acontecimentos, como se o governo de Hollande tivesse tudo previsto.

Elementos adicionais “suspeitos”


1 – Resulta curioso que a polícia e os serviços de inteligência franceses, levaram tantos meses, após os atentados contra a revista Charlie Hebdo, vigiando e controlando aos possíveis jihadistas que pudessem atentar em território francês e que ainda assim não tenham sido capazes de deter o ataque. Lembremos que não se trata de um ataque isolado, perpetrado por um par de rapazes enlouquecidos. Foi um ataque perfeitamente coordenado, que implicou a vários terroristas, usando armas e explosivos e que foi perpetrado com eficácia militar. Segundo as próprias autoridades francesas, foram perpetrados por 3 grupos diferentes coordenados entre si. Lembremos também que os serviços de inteligência franceses trabalham em coordenação com outros serviços de inteligência europeus e ocidentais. Ninguém detectou uma operação deste calibre?
2 – Atentados suicidas no Estadio de Saint Denis. Um dos aspectos mais estranhos destes atentados, foram 3 bombas ao redor do Stade de France, onde se jogava uma partida amistosa entre França e Alemanha e ao que assistia o presidente francês François Hollande. Três terroristas se explodiram fora do estadio, enquanto se jogava a partida e quando, portanto, noã tinha praticamente ninguém contra quem atentar, ppois o público estava dentro do recinto. O resultado foi de uma vítima mortal, além dos três terroristas suicidas que se mataram. E a pergunta é: têm algum sentido que os três terroristas se suicidassem nestas condições, sabendo que sua morte teria tão poucas consequências? Se estavam dispostos a causar o terror, por que não se explodiram quando as pessoas estavam entrando em massa ao estadio? Só teriam que se ocultar entre a multidão. E no caso de que o fizessem coordenadamente com o resto de ataques, por que não esperaram que as pessoas saíssem do estadio ou fora evacuada dele, misturando-se com as massas?
3 – A Manipulação Psicológica do Passaporte. E como se tudo isto não resultasse suficientemente estranho, as aforas do estadio encontraram o passaporte de um refugiado sírio que entrou na Europa pela ilha grega de Leros em outubro. Inicialmente, o passaporte foi atribuído a um dos terroristas, embora de forma prudente, as autoridades deixaram a dúvida sobre isto posteriormente. Seja como for, o que fazia o passaporte no chão? Já é casualidade que seja o psasaporte de um refugiado, não? E no caso hipotético de que fosse o passaporte de um dos terroristas que se explodiu, como sobreviveu à explosão do cinturão explosivo? O deixou cair antes de explodir-se? Para quê? De todas as formas, parece que os passaportes dos islamistas são mais indestrutíveis que as caixas pretas dos aviões: finalmente, se encontrou o passaporte de um dos terroristas que impactou seus aviões contra as torres gêmeas, depois de que as pessoas engolissem isso, já conseguem engolir qualquer coisa.
ATUALIZAÇÃO: se confirma definitivamente, que o passaporte não correspondia a nenhum terrorista e sim a uma vítima do atentado, que casualmente era um refugiado sírio. De todas as formas, o destacável é que inicialmente, a maioria dos meios difundiram a notícia de que o passaporte correspondia a um terrorista, vinculando no imaginário coletivo os conceitos “terrorista” e “refugiado”. E essa é a ideia que ficou marcada como fogo na opinião pública. A primeira impressão causada pela primeira informação, é a que provoca um impacto psicológico e tudo desmentido posteriormente, sempre têm menos “potência” que a primeira impressão.
Neste aspecto, devemos adicionar que numerosos altos mandatários “se esforçam” em desvincular publicamente os conceitos de “terrorista” e “refugiado”, justo quando na opinião pública já estão vinculados entre sí; e se estão vinculados entre sí no imaginário coletivo, é por culpa das notícias fabricadas como a do passaporte ou as numerosas notícias filtradas durante toda a crise dos refugiados, que já advertem da mais que possível entrada entre eles de terroristas do Estado Islâmico dispostos a atentar na Europa.
O que conseguem com isso nossos mandatários? Primeiro nos inoculam sutilmente o conceito: “refugiado=terrorista” e depois, al desmentir toda vinculação, adquirem uma sorte de superioridade moral sobre o resto da população, que segue vinculando ambos conceitos íntimamente. Ou seja, eles ficam como os “generosos”, os “concienciados” e os “acolhedores” que abrem as portas as pessoas necessitadas que buscam refúgio na Europa; e a população, a que sutilmente lhe foi incitado a identificar aos refugiados como um perigo, fica assim como a “inconsciente”, a “racista”, a “xenófoba” e a “egoísta”, cuja baixa moral e incapacidade para discernir, a leva a converter-se numa massa cega e furibunda que deve ser controlada por esses mandatários dotados de superioridade moral. Boa jogada, não? Isso é guerra psicológica contra a população. Mas além da manipulação dos conceitos, o mais destacável do assunto é a nula capacidade crítica dos meios de comunicação: lhes dizem que o passaporte é de um terrorista que se explodiu com explosivos e o repetem como papagaios adestrados, sem se preguntar como pode ocorrer tal fenômeno paranormal; como fizeram com o passaporte dos terroristas do 11-s.
4 – Um dos primeiros argumentos que esgrimiram após os atentados, em algumas tertúlias, foi que as armas e explosivos dos terroristas, provávelmente lhes foi fornecida por organizações européias de extremistas de extrema-direita o extrema-esquerda. E este argumento, leva a várias perguntas: Como sabe um agente tertuliano ou radiofônico que organizações de extrema-direita e esquerda são capazes de fornecer explosivos e armas? Se o sabem um tertuliano, por que não o sabem as autoridades?
Se sabem que são organizações de extrema-direita e esquerda, então estão plenamente identificadas, pois do contrário, ninguém saberia qual é sua tendência política. Então, por que as autoridades não atúam contra elas? E sobretudo, se existem organizações de extrema-dereita e esquerda que dispõe de explosivos e armas e são organizações anti-sistema que querem acabar com tudo, por que não atuam elas mesmas contra o sistema com esse armamento do qual dispõe?
Existe por trás deste argumento tão inconsistente, a necessidade de começar a demonizar a todas aquelas ideologias, sejam do espectro ideológico que sejam, que podem ser qualificadas como incômodas, incontroláveis ou anti-sistema? E onde terminam as fronteiras da definição de “extremista” ou “anti-sistema”? Quem as vai a colocar? Se um grupo de anarquistas ou anti-sistema protestam contra uma conferência do G-20, serão relacionados com organizações que fornecem armas a terroristas islâmicos? Talvez, com a desculpa da luta contra o jihadismo, estejamos no início de uma brutal perseguição contra todos aqueles que se oponham às autoridades e ao sistema em geral.
5 – Outro aspecto curioso dos últimos atentados do Estado Islâmico, é que parecem ser um convite a ser atacados por TODOS os bandos implicados no conflito sírio. Lembremos que nas últimas semanas, ocorreram atentados do Estado Islâmico contra:
– Turquia, que forma parte do eixo Turquia-Arábia Saudita-Qatar-Israel, cujos componentes tratam de derrocar a Bashar al-Assad.
– Rússia, que é o principal sócio de Bashar al-Assad.
– Hezbolá e os xiitas, que representam o eixo Irã-Hezbolá-xiitas, que são aliados de Bashar al-Assad.
– França, que representa ao ocidente, á União Européia e à OTAN, que tratam de derrocar a Assad.
Têm algum sentido de que o Estado Islâmico, uma organização formada por sujeitos que “passeiam” em camionetas Toyota e que não dispõem de armamento pesado, tenha atacado simultaneamente a todos os envolvidos no conflito sírio, convidando-os a que ponham tropas sobre o terreno para eliminár-los?. “Graças” a estes atentados, agora todos os países, tanto os que apoiam a Assad como os que o querem derrocar, têm uma justificativa perfeita para enviar seus exércitos à Síria para eliminar ao Estado Islâmico. E de fato, já todos estão falando de fazê-lo ou começaram a mobilizar seus efetivos com este presunto objetivo.
Neste aspecto, vale a pena destacar as declarações do Papa Francisco, que parece ter querido aplicar uma etiqueta para categorizar os atentados: “O papa Francisco adverte de que os atentados em Paris são “parte” da Terceira Guerra Mundial. O papa tinha alertado que o mundo já está vivendo um terceiro conflito bélico a escala mundial, o qual se está desenvolvendo de maneira fragmentada a partir de conflitos, crimes, massacres e destruições que recorrem o planeta”.
Vendo tudo isto e os movimentos que estão começando a ocorrer após os ataques de Paris, existem duas grandes possibilidades para a Síria:
– Que todos os bandos se unam para destruir o inimigo comum: Estado Islâmico.
– Que os atentados de París sirvam de detonante final para que todos os bandos enfrentados enviem tropas à Síria para defender seus interesses, com o perigo de grande guerra entre países e potências que isto acarreta.

Conclusão


O certo é que é difícil e muito arriscado tirar conclusões sobre este assunto tão grave. É óbvio, não obstante, que tanto antes como depois, os principais afetados por estes atentados, serão as diferentes populações dos países; neste caso e especialmente as populações européias. Os atentados terroristas de París, significam a desculpa perfeita para implementar um controle estrito da população: controle da internet, das redes sociais, das comunicações, dos aeroportos, estações e portos; das estradas, das fronteiras, das ruas, CONTROLE, VIGILÂNCIA e MAIS CONTROLE em aras da segurança.
A isto podemos somar a crise dos refugiados, que combinada com a brutalidade dos atentados e a conseguinte indignação, poderia provocar uma resposta violenta contra os imigrantes por parte dos grupos mais xenófobos, o que por sua vez, provocará uma resposta destes e um crescente nível de enfrentamento social e instabilidade.
E que faltará para impedir que esta situação tão volátil acabe em grandes manifestações de violência? CONTROLE, VIGILÂNCIA e MAIS CONTROLE em aras da segurança. De novo, o mesmo resultado.
Ademais, o terrorismo islâmico e as respostas radicais, serão a justificativa perfeita para que os diferentes governos implementem leis restritivas e draconianas e possam começar a perseguir a todos aqueles que se lhes oponham ou lhes resultem incômodos. E será também uma perfeita justificativa para empreender todo tipo de manobras obscuras e sujas no interior dos países. Os poderes estabelecidos e mais concretamente as elites e os governos que as obedecem, podem obter enorme vantagem dos atentados de Paris.
Também devemos ter em claro que que o “Estado de bem-estar” está condenado a desaparecer pelos mesmos que o propiciaram, porque as razões para organizá-lo, a ameaça soviética ao capitalismo, já não existe. Por que as multinacionais pagariam salários de 1.000 a 3.000 euros aos trabalhadores do “Primeiro Mundo” se no “Terceiro” lhes basta com pagar de 50 a 200 e sem aportar direitos mais seguros sociais? Esta é a situação e este é o futuro que nos prepara a Máfia Capitalista Genocida, com nossa própria colaboração: desaparição da Classe Média, substituição por uma Classe Média Delinquente, tudo sustentado numa sociedade podre obrigada a delinquir para mal-viver.
Assad não aparece em público misteriosamente
Assad desapareceu da vista logo de sua viagem à Moscou. Bashar Assad não apareceu em público durante 2 semanas, e não se sabe nada de suas atividades nos meios de comunicação sírios, escreve a revista el-Fagr.
A única menção neste momento em que não havia notícias é que chamou a seus comandantes e expressou sua gratidão com motivo do desbloqueio do aeroporto Kveyres na província de Alepo, que foi precipitada logo de 2 anos de assédio do ISIS. Na batalha estiveram envolvidos no exército do Irã, a formação dos libaneses “hezbolá”, tropas de Assad e bombardeios russos.
No dia anterior se anunciou que Assad visitaria o aeroporto para receber a seus soldados e oficiais, mas a viagem foi cancelada no último momento, supostamente por “razões de segurança”. Enquanto isso, como dizem as fontes árabes, o paradeiro de Assad segue sendo desconhecido, e não hã evidência alguma de suas atividades.
As fontes indicam que, em contraste com o mês anterior, em que Assad estava constantemente no ouvido e à vista na televisão, nas últimas 2 semanas, não se observaram inclusive atividades ordinárias “legislativas” de Assad – como a emissão de decretos, resoluções, decisões, órdens. A última vez que diante as câmeras de televisão Assad apareceu foi enquanto recibia a delegação francesa em 28 de outubro.
Publicado pela agência KALI YUGA e HispanTV

A comunidade judaica da França foi alertada antes de que os ataques terroristas ocorreriam na sexta-feira nas diversas localidades de Paris, capital francesa, segundo um informe. “Na sexta-feira pela manhã, os funcionários da segurança da comunidade judaica da França foram informados da possibilidade muito real de um grande ataque terrorista no país”, informou neste sábado o jornal israelense The Times of Israel.
O The Times of Israel também informou que o centro de artes Bataclan, um lugar que registrou a maioría das baixas, é uma propriedade de um judeu que apoia financeiramente as FDI (as autodenominadas forças de defesa do regime israelense) nos territórios ocupados.

Atentados de falsa bandeira
As operações de falsa bandeira são operações encobertas realizadas por governos, corporações e outras organizações, projetadas para aparecer como se fossem perpetradas por outras entidades.
Desde o 11 de setembro de 2001 os atentados de falsa bandeira estão quase sempre protagonizados por supostos jihadistas. Mas toda esta paranóia do terrorismo islâmico internacional não começou em 2001. A indústria do cinema e TV, com Hollywood na primeira linha, estava há aproximadamente de 15 anos lançando filmes e séries onde os maus eram “terroristas muçulmanos”. Com este “pré-condicionamento” é assegurado de que a população, sempre impulsiva e irreflexiva, reaja de acordo a seus objetivos políticos quando são expostos ao trauma do evento de a falsa bandeira.
Seus objetivos são sempre civís, nunca políticos. Se de verdade querem combater contra as potências do ocidente, por que não atentam contra suas instituições? Por que não atacam a seus políticos e aristocratas? Não, muito melhor limitar-se a aterrorizar a grande massa, sempre com o patrocínio dos meios de propaganda do Estado. A pergunta aqui é, se o objetivo destas organizações terroristas é aterrorizar a população, por que nossos meios de comunicação patrocinam todas suas ações?
Como reconhecer um atentado de Falsa Bandeira
1.- Os atentados de falsa bandeira sempre vão acompanhados de uma colossal campanha mediática liderada por todos os meios de propaganda do regime. A função dos meios de comunicação não é informar. Cumprem um mero trabalho de propaganda, ponto. As aparentes diferenças ideológicas que existem entre os diferentes meios de massas são pura fachada, todos rendem culto ao Sistema, formam parte íntima dele. Inclusive meios supostamente alternativos como RT (Russia Today) colaboram com toda a propaganda jihadista sobre o ISIS, Al-Qaeda, etc. Não existe nenhum antagonismo real entre a Rússia sionista de Putin e as potências sionistas do Ocidente.
2.- Participação de todos os Organismos do Estado na Campanha Mediática. Todas as instituições governamentais participam de forma unânime na Campanha Mediática que segue aos atentados de falsa bandeira. Marionetes que não representam ao povo, se reúnem como moscas no esterco pela chamada de seu amo.
3.- Os autores oficiais do atentado estavam já registrados. Eram colaboradores da polícia, do FBI e agências de inteligência, tinham contatos com o Governo, etc. Delinquentes de pouco gabarito envolvidos com drogas. Um bom número inclusive colaborava com a polícia como confidentes. Uma tática habitual das agências de inteligência é recrutar a imigrantes. Lhes dão documentos de residência, e os convertem em pouco menos que escravos, recorrendo à chantagem quando se negam a colaborar. Como sempre, conseguem escapar. Aparentemente, se esquecem o documento de identidade no carro. O que permite localizar aos autores. Que, de novo, já eram velhos conhecidos da polícia.
4.- Os autores oficiais do atentado são assassinados. Os supostos autores dos atentados de falsa bandeira são sempre identificados e apresentados ao grande público a uma velocidade de vértigo. A única função destes bodes expiatórios é colocar cara aos autores dos fatos. Depois de ser exposta sua identidade nos meios de propaganda, eliminá-los é prioridade. Já seja “suicidando-se”, ou baleados. Colaborar com os serviços de inteligência é brincar com fogo.
5.- Problema, Reação, Solução. Os atentados de falsa bandeira vão sempre seguidos de novos pacotes de medidas dirigidas, supostamente, a “combater o terrorismo”. A campanha mediática libera o caminho para a apresentação e aprovação da nova legislação, que num cenário normal sería recusada frontalmente. Censurar a liberdade de expressão, criminalizar a dissidência, restringir (ainda mais) nossas liberdades, ou destruir o pouco que fica do direito à privacidade, nunca faltam ao encontro.
A estas alturas todos deveriam saber que marcas terroristas tipo Al-Qaeda, Boko-Haram e ISIS são o produto de agências de inteligência pátrias. A simples ideia da existência de grupos “terroristas” é ridícula. Aterrorizar para quê? Pelo mero fato de aterrorizar? Que classe de grupo é esse que em nome da Jihad combate o Ocidente colocando bombas em trens, matando de forma indiscriminada a civís? Que classe de grupo jihadista é esse que produz vídeos de propaganda sequestrando e executando a civís para o horror do cidadão médio? Que classe de meios de comunicação são esses que dão difusão a todos os atos de seu suposto inimigo? Por que os civís somos sempre o objetivo de todos estes grupos terroristas? Quem se beneficia realmente aterrorizando a população?
A resposta, como sempre, é simples: o Governo. Toda esta campanha mediática do terrorismo internacional é uma completa farsa. E está sendo utilizado de forma sistemática e premeditada para justificar a destruição de todas nossas liberdades e a instauração de um Estado policial todo poderoso e sem fronteiras, fora da lei e ainda por cima da lei.
Existem realmente grupos terroristas “amadores” (independentes) que sejam capazes de desafiar as agências de inteligência e ao exército da Nova Ordem Mundial? Estamos falando do MI6, a CIA, o Mossad, a OTAN, etc. São organismos que a nível de organização, recursos humanos, materiais, armamento, logística e extensão não têm nenhum rival. O terrorismo internacional islâmico é um mito de proporções descomunais.
A Nova Ordem Mundial ficou sem rivais externos. Não possui concorrência. Se continuamos tendo agências de inteligência e exércitos é por uma simples razão: o inimigo é você.
Para terminar considero que o discurso de Le Pen foi apressado. Quero pensar isto e não outra coisa. Não há nenhuma menção ao sionismo.

Javier Ordoñez
Javier Ordoñez apresentador do Canal Populus TV para o seu programa El Grano del Sistema por Youtube.