Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A LUTA É DE VIDA OU MORTE - LULA É BRICS







Publicado em 12 de mar de 2016
"Brics" é a sigla mais amaldiçoada no eixo Avenida Beltway [onde ficam várias instituições do governo dos EUA em Washington]-Wall Street, e por razão de peso: a consolidação do Brics é o único projeto orgânico, de alcance global, com potencial para afrouxar a garra que o Excepcionalistão mantém apertada no pescoço da chamada "comunidade internacional".

MATÉRIA DE PEPE ESCOBAR

BRICS - O MAIOR INIMIGO DOS EUA E O MOTIVO DO GOLPE NO BRASIL







Publicado em 21 de ago de 2016
O único inimigo do poder hegemônico do Império norte-americano e seus associados é o Brics, bloco alternativo liderado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul. 
Há importantes pontos que o Brics precisa acertar, um deles é se livrar do dólar, criando uma moeda em comum para seus países membros e aliados. Tal feito é possível e está próximo da conclusão, o que causa verdadeiro temor aos EUA. 
De todos os países, o Brasil é a presa mais frágil. O governo, que deu continuidade na participação do país no bloco, do mesmo partido do governo antecessor, responsável pelo comprometimento do Brasil ao alinhamento em questão, sofreu um golpe articulado pelos EUA. Os EUA têm todo interesse em boicotar a participação do Brasil no Brics https://www.youtube.com/watch?v=tkYAT...

O governo ilegítimo e golpista, substituto ao governo de Dilma Rousseff, já adentrou tomando medidas pró-Império, como destituir a lei de partilha do pré-sal. Michael Temer, segundo fontes do WikiLeaks, é informante de Washington https://www.youtube.com/watch?v=qD1mz...

O golpe é um show de ilegalidade, onde os acusadores estão envolvidos em esquemas de corrupção. A presidente, embora não tenha envolvimento em nenhuma esquema de corrupção e não tenha cometido crime algum, nem mesmo de irresponsabilidade fiscal, foi impedida de governar. 

O juiz, protagonista da Operação Lava-Jato, teve treinamento pago pelo departamento de Estado norte-americano. E a Operação, conhecida por investigar a corrupção dentro da Estatal petrolífera brasileira, a Petrobras, contou com informações cedidas pela NSA, após a espionagem contra Dilma e altos cargos da Petrobras. A falta de imparcialidade no processo de impeachment e, assim como, a mesma falta de coerência, transparência e equidade no decorrer das investigações da Lava-Jato, são provas da participação dos Estados Unidos no golpe de Estado no Brasil https://www.youtube.com/watch?v=ikg-z...

A matéria citada no vídeo é da Sputink Brasil: 

Comentário, edição e narração: Cibele Laura

O GOVERNO INVISÍVEL (O PODER INVISÍVEL)





Publicado em 9 de set de 2015
O que os livros de história não nos contam é a manipulação assídua feita por um poder invisível ou governo invisível, que não pode mais ser considerado como teoria da conspiração. Nesse vídeo, eu me utilizo de fontes, Leo Huberman, e de fatos, que vcs podem pesquisar e comprovar, com intuito de provar a realidade do poder invisível, sem o qual a história não teria acontecido como aconteceu. Independente da evolução, a humanidade paga muito caro pela intromissão do governo invisível em todo contexto histórico. Ele existe e já foi descrito por grandes nomes, como alguns presidentes norte-americanos

Presidente Theodore Roosevelt:
“Por trás do governo ostensivo senta entronizado um governo invisível, devido nenhuma lealdade e reconhecendo qualquer responsabilidade perante o povo. Para destruir esse governo invisível, para dissolver a aliança profana entre os negócios corruptos e políticos corruptos é a primeira tarefa do estadista do dia. ”

Presidente Woodrow Wilson: 
“Alguns dos maiores homens nos Estados Unidos, no campo do comércio e da indústria têm medo de alguém, estão com medo de alguma coisa. Eles sabem que há um poder em algum lugar tão organizado, tão sutil, tão atento, tão interligado, tão completo, tão penetrante, que é melhor não falar mais alto que sua respiração quando falarem em condenação a ele. ”

Meu vídeo é apenas uma breve explanação para incitar o interesse de todos a se aprofundar no assunto. Espero que vcs gostem e sigam no encalço da verdade. São alguns minutos, depois deles vcs se sentirão mais aguçado para desvendar os segredos do mundo.

Deixarei alguns links para facilitar a pesquisa de vcs:

Pirâmide do Poder: 

A farsa da Reserva "Federal" norte-americana

Tbm estão no facebook, em meu perfil, os vídeos supracitados

O segredo das sete irmãs


O Negócio da Revolução

domingo, 25 de setembro de 2016

GOVERNO SOB ATAQUE: EUA JÁ AGEM PARA DERRUBAR DILMA ROUSSEFF!





Publicado em 12 de mar de 2015
IMPORTANTE: 
Publicado no “NEO – New Eastern Outlook”, escrito por F. William Engdahl, norte-americano, engenheiro (Princeton) e pós-graduado em economia comparativa (Estocolmo), revela que o governo de Dilma está sob ataque. 

"Para ganhar o segundo turno das eleições contra o candidato apoiado pelos Estados Unidos, Aécio Neves, em 26 outubro de 2014, a presidenta recém-reeleita do Brasil, Dilma Rousseff, sobreviveu a uma campanha maciça de desinformação do Departamento de Estado estadunidense. Não obstante, já está claro que Washington abriu uma nova ofensiva contra um dos líderes chave dos BRICS, o grupo não alinhado de economias emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Com a campanha de guerra financeira total dos Estados Unidos para enfraquecer a Rússia de Putin e uma série de desestabilizações visando a China, inclusive, mais recentemente, a “Revolução dos Guarda-Chuvas” financiada pelos Estados Unidos em Hong Kong, livrar-se da presidente “socialmente propensa” do Brasil é uma prioridade máxima para deter o polo emergente que se opõe ao bloco da Nova (des)Ordem Mundial de Washington." 

Link do artigo original: 
BRICS’ Brazil President Next Washington Target


Este vídeo já fora publicado há 2 dias, mas a conta em que estava anexo sofreu problemas e foi removida. Portanto, peço a todos que compartilhem novamente. O conteúdo é extremamente importante. Quem puder salvá-lo e repostá-lo no Youtube, Facebook ou Vimeo, agradeço. Não precisa dar-me créditos. meu intuito é a divulgação do conteúdo o máximo possível. 

Desde já, agradeço. 

Cibele Laura


EUA ATUAM DESDE 1962 PARA DESESTABILIZAR O BRASIL





Publicado em 19 de abr de 2015

Já ouvimos tanto a frase: "Um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la" e esta outra tbm "A História só se repete em forma de farsa ou de tragédia", no entanto, hoje, presenciamos semelhante intervenção norte-americana no país e poucos ousam falar sobre o assunto, embora haja indícios e até mesmo provas. A matéria de Flávio Sérvio (link: http://www.portalmetropole.com/2015/0...) traça paralelos entre dois momentos, cujo manipulador é os Estados Unidos da América, recebendo informações de títeres de dentro do Brasil, porque os governos em questões não se alinharam aos seus propósitos.

*Escândalos na Petrobras serviram para desestabilizar João Goulart

*1964: intervenção americana não era teoria conspiratória

*Em 2007, Heráclito Fortes pediu intervenção dos EUA no Brasil

*Nome de Heráclito Fortes aparece em outros documentos secretos

*Declarações de Heráclito podem ter sido o estopim para mudanças diplomáticas dos EUA

*Para cientista político, governo do PT tem contrariado interesses americanos


No vídeo, ilustro a matéria, pois precisamos escancarar, sem medo de sermos taxados de alienados, os fatos atuais, meros reflexos do que tem sido nossa história inteira de obstruções no progresso e política social. 


Obs: Na narração, completa-se: No passado, funcionou como um dos ingredientes para desestruturar o governo de João Goulart, presidente que assumiu o mandado após a renúncia "de Jânio Quadros" ( o nome do presidente foi suprimido por erro de edição)

DOSSIÊ KADAFI - O FILHO DO DESERTO


"...E chegam as potências estrangeiras, ocupam um país árabe e enforcam o seu presidente e ficamos todos no canto, a rir. Por que é que eles não investigaram o enforcamento do Saddam Hussein? Como pode um prisioneiro de guerra ser enforcado? Eu não estou a falar das políticas de Saddam Hussein ou dos desacordos que tínhamos. Todos nós tínhamos desacordos políticos com ele e temos desacordos entre nós aqui. Uma liderança árabe inteira foi executada por enforcamento e mesmo assim ficamos no canto, por quê? Qualquer um de vocês pode ser o próximo, sim. 
...Um dia desses a América (EUA) pode enforcar-nos". - palavras do Grande Líder Líbio Muammar Gaddafi.

"Qualquer um de vocês pode ser o próximo, sim." - palavras de Gaddafi





Quem foi o homem que usou o maior recurso natural de seu pais e reverteu em benefícios ao povo, tirou a Líbia da miséria, trouxe água à superfície do deserto e combateu os interesses dos estrangeiros em se apossarem do petróleo líbio? 

As mentiras midiáticas.... Os fatos históricos manipulados que envolveram Kadafi... Por fim, a sangrenta primavera árabe que culminou com seu assassinato, é o que trago nesse vídeo: DOSSIÊ KADAFI - O FILHO DO DESERTO 

Por que Kadafi tinha que morrer no grande tabuleiro de xadrez geopolítico para que os Estados Unidos e seus sócios continuassem os planos imperialistas? 


Assista e descubra. 


Quando te perguntarem qual socialismo que deu certo, responda o socialismo beduíno do filho do deserto.



quinta-feira, 26 de maio de 2016

ROMERO JUCÁ SUGERIU IMPEACHMENT DE DILMA PARA BARRAR A OPERAÇÃO LAJA JATO





Publicado em 23 de mai de 2016
Gravações publicadas nesta segunda-feira (23) pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’ indicam que o ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugeriu um pacto para tentar deter a Operação Lava Jato. A conversa é de março com um aliado investigado na Lava Jato. Sérgio Machado foi citado na delação de Paulo Roberto Costa, que disse ter recebido R$ 500 mil das mãos de Machado. Ele também foi citado na delação de Delcídio do Amaral.

Romero Jucá é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal por suspeita de recebimento de propina. O ministro do Planejamento confirmou a conversa com o presidente da Transpetro e disse que Sérgio Machado o procurou em casa.

O jornal ‘Folha de S.Paulo’ diz que em gravação, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugere pacto para deter a Lava Jato. De acordo com a reportagem, em conversas ocorridas em março passado entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá, e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, Jucá sugeriu que uma ‘mudança’ no Governo Federal resultaria em um pacto para ‘estancar a sangria’ representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.

Em uma das conversas, segundo o jornal, Machado disse a Jucá: ‘O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. Ele acha que sou o caixa de vocês’.

Ainda de acordo com o jornal, Machado fez uma ameaça velada e pediu que fosse montada uma estrutura para protegê-lo. E mais adiante, segundo a Folha, Machado voltou a dizer: ‘Então eu estou preocupado com o quê? Comigo e com vocês? A gente tem que encontrar uma saída’.

De acordo com a reportagem, Machado disse que novas delações na Lava Jato não deixariam ‘pedra sobre pedra’. E Jucá concordou que o caso de Machado ‘não pode ficar na mão de moro’.

Na gravação, ainda de acordo com o jornal, Jucá acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional ‘com o Supremo, com tudo’. E Machado disse que ‘aí parava tudo’. Jucá respondeu que delimitava onde está - a respeito das investigações.

Jucá disse que havia mantido conversas com ministros do Supremo, mas não citou os nomes. Jucá afirmou que poucos no STF aos quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, a quem classificou de ‘um cara fechado’.

Ainda de acordo com a jornal, Jucá disse que caiu a ficha de líderes do PSDB sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos. E ainda segundo com o jornal, Jucá responde: ‘Todo mundo na bandeja para ser comido’. E Machado afirma que o primeiro a ser comido vai ser o Aécio Neves.

O ministro Romero Jucá afirmou que os diálogos não trazem novidade em relação ao posicionamento dele sobre a crise política e econômica do país. E que o pacto a que ele se refere seria para destravar a crise e não acordo para barrar a Operação Lava Jato.

O ministro também afirmou que sempre se manifestou no sentido de que o país não podia ficar refém da operação, que o termo ‘delimitar’ usado na conversa não é barrar a Lava Jato, mas definir quem é culpado, o crime, e a punição de cada acusado.

Jucá afirmou que em nenhum momento ofereceu ajuda ou prometeu para Sérgio Machado que iria interferir nas investigações e encerrou dizendo que apoia a Operação Lava Jato.

Sérgio Machado não foi localizado.

O senador Aécio Neves desconhece e estranha os termos dessa conversa. Ele foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em 2001 por maioria absoluta dos votos em uma disputa que contou com outros nove candidatos, tendo sido essa eleição amplamente acompanhada pela imprensa nacional.

terça-feira, 24 de maio de 2016

REVELAÇÕES DE ROMERO JUCÁ - O XADREZ DO GRAMPO DE JUCÁ



O xadrez do grampo de Jucá

O Jornal de todos Brasis
AddThis Sharing Buttons
Desde março a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF) tinham conhecimento do chamado desvio de finalidade do processo de impeachment. Desde aquela época estavam de posse da PGR e do STF as gravações de conversas de Sérgio Machado com Romero Jucá indicando claramente que a queda de Dilma Rousseff era passo essencial para conter os avanços da Lava Jato.
Nada se fez. Ignoraram-se as provas que não mereceram sequer o privilégio dos vazamentos orquestrados cotidianamente pelos investigadores da Lava Jato.
Esse fato suscita um conjunto de indagações.
A primeira, é que não havia lógica jurídica ou estratégia de investigação que justificasse o ritmo imprimido à Lava Jato, por ser tecnicamente impossível trabalhar todas as frentes abertas. A abertura de centenas de frentes afronta a boa técnica de investigação.
Insistiu-se nessa estratégia blitzkrieg visando o jogo político. A multiplicidade de operações permitiu acumular munição para ser utilizada politicamente, como reforço às estratégias concatenadas com outros parceiros políticos.
Há duas interpretações para esse jogo.
A benigna é que, sabendo da propagação desse modelo de corrupção política por todo o sistema político, o Procurador Geral da República (PGR) Rodrigo Janot teria desenhado uma estratégia gradativa de comer os esquemas de forma fatiada.
A cética é que os vazamentos (e omissões) visariam beneficiar um grupo político específico – o PSDB – em detrimento de outros partidos.
Não há dúvidas sobre as razões das informações sobre a conversa de Jucá terem sido retidas em março: se divulgadas, impediriam a queda de Dilma. Deixou-se Dilma ir para o cadafalso, com a PGR sustentando que ela e Lula estariam criando obstáculos às investigações. Rodrigo Janot firmou essa convicção, mesmo tendo conhecimento do que estava por trás do golpe.
A dúvida é sobre as razões que levaram ao vazamento de ontem.
Ora, dirão os céticos, mas Aécio Neves foi expressamente citado na gravação. Logo, não haveria viés partidário.
Desde que vazaram as delações anteriores, Aécio tornou-se carta fora do baralho para eleições majoritárias, embora sua sua blindagem prossiga em todas as frentes. A PGR segurou as investigações sobre ele por mais de ano. Quando desovou o pedido de processo no STF (Supremo Tribunal Federal), foi coincidentemente sorteado para o Ministro Gilmar Mendes, que tratou de inviabilizá-lo em um dia.
Nada indica que será retomado, mesmo à luz das novas menções nas gravações de Jucá. E, olhe, que não foi pouca coisa:
Segundo a Folha,
O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) também aparece no diálogo, como sendo "o primeiro a ser comido". "O Aécio não tem condição, a gente sabia disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei da campanha do PSDB...", falou Machado. "A gente viveu tudo", se limitou a dizer Jucá.

A estratégia do vazamento


Assim como os vazamentos anteriores, o atual obedece a uma lógica política.
O sistema de poder, em torno de Michel Temer, contempla o PMDB e o PSDB. A banda do PMDB é sustentada por Jucá, Moreira Franco e Geddel Viera Lima. A do PSDB, por Serra.
Temer balança no meio. Em toda sua fase de militância política, sempre se manteve próximo do PSDB.
A divulgação da gravação foi precedida de uma série de episódios ilustrativos da nova etapa do jogo:
1      Mal assume o Ministério das Relações Exteriores, José Serra dispara um comunicado virulento contra vizinhos da América Latina. E anuncia um decálogo tendo como ghost writer Rubens Ricúpero, baseado em uma diplomacia que foi largamente superada pelos tempos, especialmente depois da passagem de Celso Amorim pelo Itamaraty.
2      No dia seguinte, FHC lança Serra presidente tendo como argumento apenas seu pronunciamento. E a Folha solta um editorial enaltecendo a grande mudança que Serra anuncia para o Itamaraty. Em ambos os casos, proclamações extemporâneas de uma competência que diplomática que Serra provavelmente não tem, e se tivesse, nem tempo houve para demonstrar.
3      Dois dias depois, explode o grampo de Jucá.
4      Ontem, enquanto o país debatia as gravações de Jucá, corriam rumores de transferência de Serra para o Planejamento.
De uma vez só, as gravações enfraquecem a banda peemedebista do governo Temer, aceleram sua aproximação maior com o PSDB e inviabilizam Aécio Neves.
É pouco?

O pequeno Supremo


No novo normal jurídico, esse tipo de manobra prescinde de justificativas maiores. Provavelmente o PGR não se sentirá obrigado a responder porque manteve essas informações sob sigilo; e porque as informações vazaram depois. Dirá que apenas seguiram os trâmites normais e tudo não passou de coincidência.
Quanto ao STF, hoje em dia ele é menor que Gilmar Mendes. Gilmar consegue transformar sua vontade em lei, seja recorrendo a manobras regimentais, como pedidos eternos de vista, até sua atuação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Além de ser o destinatário final de inúmeros processos no STF de interesse direto de seu grupo político.
Quanto ao Supremo, se apequenou de forma irreversível devido a um desses paradoxos da Justiça, na qual não basta o conhecimento jurídico para vencer: é preciso uma boa dose de atrevimento e de ousadia. E, na quadra atual, o atrevimento dos Ministros militantes se sobrepôs à anomia dos Ministros isentos.
Com a notável exceção de Marco Aurélio de Mello, o Supremo infelizmente deixou de ser uma referência, uma esperança para os que ainda acreditam no primado da Constituição e no fortalecimento da ordem jurídica.

terça-feira, 17 de maio de 2016

GOLPE DE ESTADO NO BRASIL É COMEMORADO POR ISRAEL

Início > Mundo > Israel comemora o golpe de estado no Brasil

Israel comemora o golpe de estado no Brasil

Tradução: Google Tradutor
Filho de imigrantes libaneses, novo presidente no Brasi é amigo da comunidade judaica

Rio de Janeiro – A elevação de um vice-presidente centrista, Michel Temer, como presidente do Brasil em meio ao processo de impeachment de Dilma Rousseff é esperado para resultar em uma relação menos tensa entre o Brasil e Israel, bem como a sua comunidade judaica, disseram os líderes judaicos.
Temer, 75, filho de imigrantes libaneses, assumiu o comando da maior nação da América Latina na quinta-feira. Ele foi vice-presidente desde 2011.
Rousseff, que serviu por 13 anos, foi suspensa pelo Congresso Nacional por 180 dias, como parte de um processo de impeachment em curso. Ela irritou a comunidade judaica com o que eram vistos como declarações anti-Israel, incluindo chamar o conflito de Israel com o Hamas em 2014 “um massacre”.
Além disso, o Brasil se recusou a aceitar a nomeação de um ex-líder dos colonos da Cisjordânia,Dani Dayan, como embaixador para Brasília. Em março, Dayan foi nomeado cônsul-geral em Nova York e ninguém foi nomeado em seu lugar.
“A interrupção de um mandato não é algo para comemorar, mas o amadurecimento da nossa democracia deve ser realçado,” Fernando Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil, disse ao JTA. “Nós vamos manter um diálogo eficaz e aberto com o novo governo sobre assuntos nacionais, internacionais e relacionadas com a comunidade.”
Entre suas primeiras medidas, Temer anunciou que José Serra, um amigo de longa data da comunidade judaica, como o ministro das Relações Exteriores e Ilan Goldfajn, economista que nasceu em Israel, como presidente do Banco CentralGoldfajn, que é judeu, tentará aumentar a sexta maior economia do mundo no auge da sua maior crise financeira em um século.
Em janeiro, à luz do Dia Internacional da Recordação do Holocausto, Temer acolheu Lottenberg, que se dirigiu a ele sobre a importância da aprovação da primeira lei anti-terrorismo do Brasil, que, eventualmente, foi aprovada em março.
Nascido em São Paulo e um católico romano, Temer é filho de imigrantes libaneses maronitas da cidade de Btaaboura no distrito de Koura, vizinho à capital Trípoli no norte do Líbano. Seu pai fugiu para o Brasil para escapar da fome e da guerra na década de 1920.
Bem respeitada no Brasil, Temer lidera maior PMDB partido do Brasil, que anunciou sua ruptura com as semanas do governo Dilma atrás, contribuindo para o processo de impeachment.
“Você é mais presidente do Líbano que a mim como você tem 8 milhões, temos 5 milhões,” o então presidente do Líbano, Michel Suleiman, disse a Temer em 2011, de acordo com o serviço de notícias Ya Libnan, fazendo referência à grande comunidade libanesa estimada entre 7 milhões e 10 milhões de membros no Brasil, ou quase 5 por cento da população.
Artigo relacionado


O artigo acima do Times of Israel revela os motivos do regime sionista para comemorar o golpe de estado no Brasil. Nota-se que por trás do golpe está a sombra do sionismo, operando através da CIA e Mossad israelense, orquestrando a Operação Lava Jato com o apoio da mídia e do judiciário. Uma vingança contra Dilma Rousseff, que não aceitou o embaixador terrorista nomeado pelo genocida Netanyahu.
Agora o caminho para que a máfia Rothschild possa usurpar a Petrobrás, o pré-sal e controlar diretamente o Banco Central ficou aberto. José Serra e Ilan Goldfajn são citados como nomeações importantes para Israel, ou seja, para os interesses da banca Rothschild.
Como avisado em outros artigos, quando um regime não obedece a esta estrutura globalista mafiosa, é derrubado e substituído por outro que obedeça.
Outro ponto importante é a importância para o sionismo a aprovação da “lei anti-terrorismo” no Brasil, uma lei de repressão e censura contra o próprio povo, que usa o pretexto do “terrorismo” como justificativa para a sua criação. É a ferramenta para censurar a liberdade de expressão e livre pensamento no país, intimidando quem se atreve a divulgar fatos históricos que revelam as mentiras divulgadas pelo sionismo para justificar a existência e os crimes de Israel. Esta lei está sendo criada e usada em diversos países para silenciar as denúncias contra o genocídio palestino. Para estes nazi-sionistas, quem não se alinha a Israel ou ao sionismo é “terrorista” ou “antissemita”, sendo que os antissemitas e terroristas estão em Israel e no sionismo internacional liderado pelos Rothschild.
O ataque sionista à América do Sul não terminou, ainda querem usurpar o petróleo da Venezuela e usarão os países que agora estão sob domínio sionista (Argentina e Brasil) para derrubar Maduro. Uma guerra na região já foi planejada pelo Comando Sul dos EUA.
Com a Argentina e Brasil militarmente alinhados com os EUA e Israel o sionismo aponta agora contra Maduro, que por sinal há anos vêm alertando para um golpe de estado em seu país patrocinado pela CIA. Maduro já percebeu o movimento e declarou estado de exceção por tempo indefinido, já esperando uma invasão.
Estes são apenas alguns dos motivos por trás do golpe de estado no Brasil promovido pelo sionismo e executado pelos seus Cavalos de Tróia estratégicamente posicionados no Senado, Câmara e Judiciário.
Sabendo disto, o que a população brasileira pensa fazer? Ficar de braços cruzados e assistir Temer e sua quadrilha entregarem o país à banca Rothschild/Rockefeller e destruir a soberania nacional?
Uma coisa é certa, bater panelas e fazer manifestação não vão impedir que o plano sionista avance sobre o Brasil.
Está dado o recado.

domingo, 10 de abril de 2016

HANGOUT - A INVASÃO DO IRAQUE E A ASCENÇÃO DO ISIS - ATUAL ESTADO ISLÂMICO





Transmitido ao vivo há 9 horas


O Mestre e Doutorando em Geografia Humana pela USP Ramez Maalouf, explica as terríveis consequências da invasão americana do Iraque, o surgimento do grupo extremista ISIS e a atual luta contra o terrorismo no país.

Email do Ramez Maalouf: ramez1995@gmail.com

domingo, 24 de janeiro de 2016

El líder de Hezbolá cara a cara con Assange - Diálogos con Julian Assang...

OS PALESTINOS TEM DIREITO À ÁGUA

Porquê boicotar a Mekorot?

 1. A Mekorot gere um sistema de apartheid da água:
A Mekorot tem sido responsável por violações e discriminações no direito à água desde a década de 1950, quando construiu a rede nacional de água israelense, que está a desviar o rio Jordão da Cisjordânia para servir as comunidades israelenses. Ao mesmo tempo, ela priva as comunidades palestinas da possibilidade de acederem à água:
O consumo palestino nos territórios ocupados é de cerca de 70 litros diários por pessoa – bem abaixo dos 100 litros per capita diários recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – enquanto o consumo diário per capita israelense, de cerca de 300 litros, é quatro vezes mais elevado.
A Mekorot recusou fornecer água às comunidades palestinas dentro de Israel, apesar de a decisão judicial de um tribunal superior israelense ter reconhecido o seu direito à água.
Um relatório parlamentar francês chamou a estas políticas apartheid da água.
 2. A Mekorot é um suporte vital para o empreendimento ilegal da colonização: 
O apoio da Mekorot à ocupação colonial tem continuado desde a ocupação da Cisjordânia, Gaza e Montes Golã em 1967. A empresa monopolizou o controlo sobre as fontes de água nos territórios ocupados, implementando políticas que reforçam os colonatos israelenses à custa das comunidades palestinas.
O relatório das Nações Unidas da missão internacional independente de inquérito sobre as implicações dos colonatos israelenses nos direitos do povo palestino, assim como o último relatório sobre os colonatos do secretário-geral das Nações Unidas, denunciam o papel da Mekorot na expansão dos colonatos.
Qualquer cooperação com a Mekorot beneficia automaticamente ou contribui para a criação dos colonatos, ilegais. A empresa pública de água holandesa Vitens declarou: “Tanto o conhecimento sobre a extracção da água como sobre os lucros se pode conseguir com redes inteligentes, nada disto pode ser separado do que a ONU escreve sobre a política da Mekorot (*) com relação aos territórios palestinianos e aos colonatos.”
3. A Mekorot participa no crime internacional de pilhagem dos recursos naturais e de destruição gratuita da infraestrutura de água:
A Mekorot faz funcionar uns 42 poços na Cisjordânia, sobretudo na região do Vale do Jordão, que abastecem essencialmente os colonatos israelenses.
A Mekorot trabalha em estreita parceria com o exército israelita, confiscando tubos de irrigação aos agricultores palestinos e destruindo as fontes de água que abastecem as comunidades palestinas. Só em 2012, o exército israelense demoliu 60 estruturas de água e de saneamento pertencentes a palestinos.
4. A Mekorot nega aos palestinos o direito humano à água como um instrumento para a política israelense de deslocação de populações:
No verão, a Mekorot, escoltada pelo exército, fecha a torneira nas comunidades palestinas da Cisjordânia, deixando-as a seco.
A Mekorot é um parceiro orgulhoso do plano “Negev Blueprint” do Jewish National Found, que verá 40.000 beduínos palestinos cidadãos de Israel expulsos de suas casas e levados para reservas e a sua terra utilizada para um colonato exclusivo de judeus no Negev.
5. A Mekorot exporta o seu apartheid da água beneficiando da privatização da água:
O sindicato do sector público da Argentina ATE declarou durante a sua campanha que “se o contrato for concedido à Mekorot, a água será classificada como um bem de luxo e não como um recurso vital que é um direito social e, em segundo lugar, os direitos humanos serão violados ao dar-se a concessão a uma empresa que apoia o genocídio palestino”.
6. A pretendida competência da Mekorot em matéria de água é mero ‘bluewashing’:
A construção de mitos sobre a água tem como intenção reforçar a imagem de Israel no estrangeiro. Ao contrário do que a empresa afirma, Israel não fez “florir” o deserto. A região da Palestina histórica é rica em água e os palestinos têm uma tradição de agricultura de vários séculos. Israel explorou este mito para justificar o desvio das águas do rio Jordão, transformando o histórico rio numa cova de esgoto, e para justificar a agressão aos países vizinhos. A realidade é que Israel é um desperdiçador de água. Os seus cidadãos consomem o dobro de água da média europeia e o seu sector agrícola é ecologicamente insustentável, com agricultores subsidiados pelo governo a fazerem culturas de alto consumo de água.
Junte-se à Primeira Semana Internacional de Acção contra a Mekorot, entre os dias 22 de março 2014, dia mundial da água, e 30 de março 2014, quando os palestinos assinalam o dia da terra. Tome posição pela justiça no acesso à água!
http://stopmekorot.org/6-reasons-to-boycott-mekorot/?lang=pt

domingo, 6 de dezembro de 2015

BANDEIRA DE MELLO CONTRA IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA

‘É uma palhaçada’, diz Bandeira de Mello sobre abertura de #impeachment contra a presidente
Em ato de vingança à decisão do PT de votar a favor de sua cassação, Cunha anuncia que aceita o pedido de impeachment de Dilma.

aecio_golpeO Jornal do Brasil conversou com o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello na noite desta quarta feira (2), logo após o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciar que abrirá o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Para Bandeira de Mello, “não há base jurídica alguma para a abertura do processo”, se tratando de uma ação tomada unicamente com “objetivos políticos”.
“É uma palhaçada [a abertura do impeachment]. Pelo que tudo indica, e o que a gente vê na imprensa, a razão foi exclusivamente política, sem nenhum embasamento na lei”, afirma o jurista, que concorda que a decisão de Cunha foi consequência do fato de os deputados petistas terem garantido votos a favor da admissibilidade do perecer que pede a abertura do processo de cassação do presidente da Câmara, a ser votada no Conselho de Ética.
Também de acordo com Bandeira de Mello, mesmo com o processo já aberto, a presidente não corre grandes riscos de cassação: “Eu não acredito [na cassação]. Seria uma enorme falta de dignidade por parte dos congressistas”.
http://www.ceilandiaemalerta.com.br/site2014/e-uma-palhacada-diz-bandeira-de-mello-sobre-abertura-de-impeachment-contra-a-presidente/