Antes de tudo, um forte abraço, em amor à História e à Verdade...

domingo, 15 de junho de 2014

Sayed Hasan Nasrallah: TAKFIRIS AMEAÇAM ORIENTE E OCIDENTE

sábado, 14 de junho de 2014

GOVERNO FEDERAL QUER OUVIR AINDA MAIS O CIDADÃO

“Celebrar o diálogo e a participação social é celebrar o Brasil” -  Dilma Rousseff

Sábado, 14 de junho de 2014 às 17:00

Governo federal quer ouvir ainda mais o cidadão

O desenvolvimento e a construção de um Brasil melhor passam por ações do nosso dia a dia. A todo instante, brasileiros e brasileiras realizam inúmeras funções que contribuem para o crescimento do País, como movimentar a economia com o próprio trabalho, usar tecnologia em atividade essencial, realizar ações solidárias que ajudam uma pessoa, protegem o meio ambiente, espalham cultura.
Para mostrar que também está conectado com as atividades e os problemas enfrentados no cotidiano do brasileiro, o governo federal quer intensificar as atenções para duas atividades igualmente importantes e extremamente conectadas: a participação social e a cidadania. O objetivo é juntar muitos brasileiros que têm contato com ferramentas de participação social em conselhos, conferências e audiências, com quem ainda não teve a oportunidade. É opinar e ser ouvido. Mais do que isso, é saber onde participar e de que forma sua opinião pode ser mais efetiva.
“Celebrar o diálogo e a participação social é celebrar o Brasil”. Assim a presidenta Dilma Rousseff deu início à fala sobre a assinatura do decreto que institui a Política Nacional da Participação Social (PNPS) e o Compromisso Nacional pela Participação Social (CNPS). É por meio dessa ação que existirá um novo patamar de participação na implementação de políticas públicas.
O diretor de Participação Social, da Secretaria-Geral da Presidência da República, Pedro Pontual, também destacou a importância do Plano, e principalmente, da participação dos brasileiros.
“A população vai ser mais escutada nas suas demandas e nos seus anseios. As manifestações que nós tivemos em junho do ano passado ao mesmo tempo que colocam as demandas de serviços também trazem a demanda ‘queremos ser mais escutados. A população vai poder participar de elaboração, acompanhamento, monitoramento e avaliações das políticas e dos programas tanto no âmbito municipal, estadual quanto no federal. Ela vai poder participar das decisões e priorizações do orçamento público”, destacou.
Um novo exemplo de interação entre governo e sociedade pela internet é o #ParticipaBR, também inaugurado pela presidenta Dilma.
“Por meio desse portal, agora os brasileiros vão ter mais um canal aberto de diálogo direto com o governo federal. Portal, que inclusive foi construído em software livre e com tecnologia nacional”, disse.
Além da internet, outros espaços de participação social são conselhos, conferências, ouvidorias, audiências e consultas públicas, mesas de diálogos existentes nos estados e municípios.
O que é a Política Nacional da Participação Social?
- Estabelece objetivos e diretrizes relativos ao conjunto de mecanismos criados para possibilitar o compartilhamento de decisões sobre programas e políticas públicas, tais como conselhos, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, consultas públicas, audiências públicas e ambientes virtuais de participação social.
- A participação social está garantida na Constituição de 1988. Todo cidadão brasileiro tem o direito à participação garantido na Constituição. O decreto da Política Nacional de Participação Social institucionaliza as formas pelas quais as pessoas podem exercer esse direito. O decreto dá instrumentos de voz ao cidadão.
- De acordo com o decreto, é considerado sociedade civil o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações. Ou seja, todos podem participar, seja de forma individual ou de forma agregada em alguma organização da sociedade.
- É importante que todos os órgãos de governo, inclusive as agências reguladoras, tenham formas de diálogos com a sociedade, como consultas públicas, audiências públicas, mesas de diálogos e ouvidorias. Longe de engessar o governo, isso traz mais qualidade às ações de governo. Um exemplo é o Marco das Organizações da Sociedade Civil, onde as propostas da sociedade coletadas em consultas e audiências públicas foram incorporadas às propostas do Executivo e encaminhadas ao Senado.
- Os conselhos, as comissões e as conferências têm os representantes da sociedade escolhidos pela própria sociedade e qualquer pessoa pode se candidatar. Não há como o governo interferir nessa escolha.
Conheça o texto completo do DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014.

http://blog.planalto.gov.br/governo-federal-quer-ouvir-ainda-mais-o-cidadao/

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A CORÉIA DO NORTE QUE VOCÊ DESCONHECE

Jornalista dos Estados Unidos visita a República Popular Democrática da Coreia e “corrige” alguns equívocos que a mídia ocidental propaga sobre o país

Tive a oportunidade única de pas­sar vários dias em três partes diferentes da República Popular Democrática da Coreia, mais comumente referida apenas como Coreia do Norte. Aqui estão algu­mas coisas sobre o país que podem sur­preendê-lo.

1. Os americanos não são odiados, mas bem-vindos
2. Fronteira e alfândega
3. Pyongyang é bonita, limpa e colorida
4. Cabelo a la Kim Jong-Un
5. Norte-coreanos sorriem muito
6. Ideologia monolítica não significa personalidade monolítica
7. As pessoas se vestem incrivelmente bem no país todo
8. As crianças começam a aprender inglês aos 7 anos
9. O turismo será incentivado num futuro próximo
10. Coreanos estão dispostos a falar sobre seu país de maneira aberta
11. Cerveja e microcervejarias
12. Tabloides
13. Os coreanos não hesitaram em fazer com que você se divirta com eles

Na íntegra AQUI: http://www.iranews.com.br/noticia/12101/minha-viagem-a-coreia-do-norte

terça-feira, 10 de junho de 2014

PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF PELA REALIZAÇÃO DA COPA DO MUNDO NO BRASIL

‪#‎DILMA‬ - como sempre altaneira e poderosíssima (como só é alguém que cumpre todo o dia o seu dever com o coração e a alma!) - deu as boas vindas a todos os visitantes!
Deu também as explicações -já há muito propaladas pelas redes sociais - dos números financeiros da ‪#‎COPAdasCOPAS‬.
Assegurou a #‎TRANSPARÊNCIA‬ em relação a TODAS AS OBRAS e falou sobre o ‪#‎LEGADO dessa copa.
Enfim, disse que espera que o Brasil dê as boas vindas a todos, do mesmo jeito com que SEMPRE FOMOS RECEBIDOS NO MUNDO INTEIRO - EM TODAS AS OUTRAS COPAS !
VIVA A DILMA! VIVA O BRASIL! VIVA A COPAdasCOPAS!


Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 21:30

Dilma: Brasil venceu obstáculos e está preparado para a Copa, dentro e fora do campo

Em pronunciamento à nação, nesta terça-feira (10), a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o Brasil venceu os principais obstáculos rumo à Copa do Mundo 2014 e está preparado para a competição, a partir desta quinta-feira (12). Ela comparou a organização do Mundial com uma partida de futebol, na qual resultado e celebração final valem o esforço, além de esclarecer detalhes sobre período de preparação do país para o evento, enfatizando objetivos alcançados.
“Os pessimistas diziam que não teríamos Copa porque não teríamos estádios. Os estádios estão aí, prontos. Diziam que não teríamos Copa porque não teríamos aeroportos. Praticamente, dobramos a capacidade dos nossos aeroportos. Chegaram a dizer que iria haver racionamento de energia. Quero garantir a vocês: não haverá falta de luz na Copa, nem depois dela. Chegaram também ao ridículo de prever uma epidemia de dengue na Copa em pleno inverno, no Brasil!”, exclamou.
Além das grandes obras físicas e da infraestrutura, Dilma destacou a entrega de sistema de segurança capaz de proteger e garantir direito de brasileiros e visitantes que querem assistir a Copa. O pronunciamento dela também citou moderno sistema de comunicação e transmissão nas 12 cidades-sede, e reiterou que o Mundial apressou obras e serviços previstos antes no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
“Construímos, ampliamos ou reformamos aeroportos, portos, avenidas, viadutos, pontes, vias de trânsito rápido e avançados sistemas de transporte público. Fizemos isso, em primeiro lugar, para os brasileiros. Tenho repetido que os aeroportos, os metrôs, os BRTs e os estádios, não voltarão na mala dos turistas. Ficarão aqui, beneficiando a todos nós. Uma Copa dura apenas um mês, os benefícios ficam para toda vida”, comentou.
Investimentos em saúde e educação são 212 vezes maior que o dos estádios
Sobre críticas de que os recursos da Copa deveriam ter sido aplicados em saúde e educação, Dilma disse que escuta e respeita essas opiniões, mas que se trata de um falso dilema. Ela apresentou a somatória dos orçamentos nas duas áreas, no mesmo período quando começaram as obras dos estádios. De 2010 até 2013, os recursos para as arenas chegaram a R$ 8 bilhões, contra R$ 1,7 trilhão em educação e saúde: um valor 212 vezes maior.
“Vale lembrar, ainda, que os orçamentos da saúde e da educação estão entre os que mais cresceram no meu governo. É preciso olhar os dois lados da moeda. A Copa não representa apenas gastos, ela traz também receitas para o país. É fator de desenvolvimento econômico e social. Gera negócios, injeta bilhões de reais na economia, cria empregos”, ressaltou.
A presidenta também reforçou que as contas da Copa estão sendo analisadas, detalhadamente, pelos órgãos de fiscalização. Ela frisou que responsáveis por irregularidades, devidamente comprovadas, serão punidos com rigor.
Evolução do Brasil de 1950 para o de 2014
Dilma apresentou resultados do país para afirmar, no pronunciamento, que o Brasil desta Copa é muito diferente do país de 1950, que recebeu o primeiro Mundial.
“Hoje, somos a 7ª economia do planeta e líderes, no mundo, em diversos setores da produção industrial e do agronegócio. Nos últimos anos, nosso país promoveu um dos mais exitosos processos de distribuição de renda, de aumento do nível de emprego e de inclusão social. Reduzimos a desigualdade em níveis impressionantes, levando, em uma década, 42 milhões de pessoas à classe média e retirando 36 milhões de brasileiros da miséria”, analisou.
A presidenta exaltou ainda a democracia brasileira, a qual classificou como jovem, dinâmica e pujante, embora tenha passado, há poucas décadas por uma ditadura. Segundo ela, desfrutamos de absoluta liberdade e convivemos com manifestações populares e reivindicações que ajudam a aperfeiçoar, cada vez mais, nossas instituições democráticas, que nos respaldam para garantir a liberdade de manifestação e coibir excessos e radicalismos de qualquer espécie.
Copa Sem Racismo
Logo no início do pronunciamento, Dilma falou da satisfação e da alegria de sediar a maior Copa da história, em que pelo menos três bilhões de pessoas ficarão fascinadas pela arte das 32 melhores seleções de futebol do planeta. Em nome do povo brasileiro, ela saudou a todos que estão chegando para a Copa pela paz e contra o racismo.
“A Copa pela inclusão e contra todas as formas de violência e preconceito. A Copa da tolerância, da diversidade, do diálogo e do entendimento. Em todos os países, sempre fomos muito bem recebidos. Vamos retribuir, agora, a generosidade com que sempre fomos tratados, recebendo calorosamente quem nos visita. (…) Amigos de todo o mundo: cheguem em paz! O Brasil, como o Cristo Redentor, está de braços abertos para acolher todos vocês”, afirmou.
A presidenta finalizou o discurso com vibrante mensagem de apoio à Seleção Brasileira, a qual classificou como “poderoso patrimônio do povo brasileiro”. Para ela, o time Canarinho representa a nacionalidade, acima de governo, de partidos, e de interesses de qualquer grupo. E considerou que o Brasil precisa retribuir aos desportistas tudo o que eles têm feito pelo povo e pelo país.

Na íntegra:  http://blog.planalto.gov.br/dilma-brasil-venceu-obstaculos-e-esta-preparado-para-a-copa-dentro-e-fora-do-campo/

sábado, 7 de junho de 2014

O QUE NÃO SAIU NA IMPRENSA - AVANÇOS DO BRASIL NOS ÚLTIMOS 11 ANOS

Recordando...

“O que eu vou dizer aqui não saiu na imprensa” – Lula em seminário do El País em Porto Alegre

domingo, 1 de junho de 2014

DELEGAÇÃO BRASILEIRA ACOMPANHARÁ ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS SÍRIAS


NOTÍCIAS DE DAMASCO 4.104.- CHEGOU A DAMASCO A DELEGAÇÃO BRASILEIRA QUE ACOMPANHARÁ AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS SÍRIAS.
Delegação liderada por Socorro Gomes, Presidente do CEBRAPAZ - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz

Eles foram recebidos na fronteira da Síria com o Líbano, por uma delegação do Ministério das Relações Exteriores da Síria, tendo à frente o Embaixador e Ministro Conselheiro, Dr. Ghassan Obeid, Chefe do Departamento de Protocolo do Ministério, além de um grupo de deputados ao Parlamento Sírio, tendo à frente o deputado representante do Presidente do "Majlis Chab".
Chegaram, ainda, representantes parlamentares da República Democrática da Coréia.
Chegarão, amanhã, 42 representantes do Irã, em um avião cheio de ajuda humanitária, medicamentos, etc.
Não vieram, lamentavelmente, PARLAMENTARES brasileiros, apesar de haver no PARLAMENTO do Brasil uma comissão especial ligada aos assuntos árabes, formada na sua maioria por deputados e senadores de origem árabe, mormente síria e libanesa.
Na foto, um café no hotel Dama Rose, em Damasco, onde a delegação está hospedada.



Recordando...


É preciso impedir a agressão à Síria

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A Síria, com mais de dez mil anos de civilização, berço do alfabeto mais antigo, com sua capital Damasco, uma das cidades mais antigas do mundo, está prestes a ser atacada militarmente pela potência bélica mais poderosa, letal e sem escrúpulos que a humanidade já conheceu.

Por Socorro Gomes, especial para o Vermelho

Há mais de dois anos, os Estados Unidos, o Reino Unido, a França, o regime sionista de Israel, as monarquias reacionárias do Oriente Médio e a Turquia sustentam com armas e dinheiro os mercenários, terroristas que sob o apelido de rebeldes, fizeram das ruas e cidades sírias um palco de destruição e morte. Hospitais, escolas, bairros residenciais, igrejas, mesquitas, infraestruturas do Estado, são atacados sistematicamente criando o caos e o terror entre a população.

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A sobrevivência do governo de Bashar Al Assad, que inegavelmente contou com o apoio e unidade da absoluta maioria do povo sírio contra esta tão poderosa quanto nefasta coalizão, fez com que Barack Obama ingressasse no caminho das provocações e ameaças abertas, seguindo uma vez mais os passos trilhados pelo seu antecessor, o refundador do terrorismo de Estado, o ex-presidente George W.Bush. Todos nos recordamos. Este último, em 2003 invadiu o Iraque, destruiu o país, assassinou centenas de milhares de iraquianos, inclusive o presidente Saddam Hussein, sob o falso pretexto da posse de armas de destruição em massa e do uso de armas químicas.

Depois de terminarem a divisão do butim, ficando, evidentemente, como líder do bando agressor, com a maior parte do petróleo iraquiano, as autoridades de ocupação vieram a público para, cinicamente, afirmar que não encontraram as aludidas armas. Ficou o dito pelo não dito e o redesenho do Oriente Médio continuou sendo executado, agora pelo democrata Barack Obama, que logo de inicio, afirmara sobre a crise na Síria que o uso de armas químicas seria uma “linha vermelha”.
Como em um ensaio, usava a mesma partitura. Sua então secretária de Estado, Hillary Clinton, afirmou várias vezes que o objetivo propriamente dito dos Estados Unidos na crise que envolve o país árabe é a queda do presidente Bashar Al Assad.
Tive oportunidade, como presidente do Conselho Mundial da Paz, de visitar a Síria algumas vezes. Evidentemente, cada povo tem características próprias. No entanto, o povo sírio, que abriga uma grande diversidade de religiões e etnias, demonstra forte identidade nacional. Seja xiita, sunita, alauita, druso ou cristão, a sua identidade síria está acima de qualquer outra. A convivência entre as religiões é pacífica e respeitosa. O centro de Damasco abriga, com distâncias de poucos metros, igrejas e mesquitas. A hospitalidade com que recebem os visitantes, que é também um jeito brasileiro, me causou admiração e simpatia. A solidariedade da nação síria ao povo palestino e sua posição anti-imperialista e de solidariedade com os demais povos da região, fazem com que seja respeitada e estimada pelos povos do mundo inteiro. Toda esta riqueza humanística está sob iminente perigo de destruição.
Como dizia o indômito presidente Hugo Chávez, nos Estados Unidos não se pode confiar nem um tantinho. Antes mesmo que os inspetores da ONU, que estão na Síria investigando se houve uso de armas químicas e quem as usou, dessem o seu parecer, já o secretário de Estado de Barack Obama, John Kerry, declarou que não há dúvida alguma de que o governo sírio as utilizou, apesar de não fornecerem nenhuma evidência de tais fatos, numa clara demonstração de que não importam os fatos, mas as versões que sejam convenientes aos interesses da potência imperialista. Esta, sabemos todos, tem imensa experiência acumulada de rompimento com o Direito Internacional, tendo reiteradas vezes rasgado a Carta da ONU. Usa, além das armas, os grandes meios privados de comunicação para impor ao mundo seus interesses de potência hegemônica, agora em decadência, como se foram os interesses de todos os países.
Os Estados Unidos buscam o “redesenho do Oriente Médio”, para o que fomentam e instrumentalizam conflitos étnicos e religiosos, montam redes de espionagem e de mercenários terroristas para criar o caos, fragilizar estados nacionais e governos, e, com o apoio da grande mídia, criam uma rede de intrigas e desinformação. Os imperialistas “criam fatos” para justificar a ação “humanitária” dos mísseis, drones e frotas de guerra, todo o aparato bélico necessário para o domínio e o saque das riquezas dos demais países e o controle dos caminhos marítimos. Este é o grande interesse nacional dos Estados Unidos: dominar nações e saquear países e povos.
O povo sírio tem demonstrado grande valentia e coragem na defesa de sua autodeterminação, constituindo exemplo e esperança para os povos em luta.
Devemos intensificar nossos esforços em defesa da paz e na oposição à guerra, manifestar incondicionalmente nossa solidariedade ao povo sírio, que deve expressar-se por meio de denúncias das ações dos agressores, em todos os lugares: escolas, universidades, centros de trabalho, ruas e praças, organizando eventos para condenar e impedir este crime contra os povos.
Cabe a todos os governos que têm compromisso com a soberania das nações e a paz condenar as forças que preparam a agressão à Síria e exigir o respeito à Carta das nações, fazendo parar as ameaças de guerra contra a República Árabe Síria.
É hora de os trabalhadores, o movimento sindical, de mulheres, da juventude, dos bairros, os movimentos populares ocuparem as ruas e praças contra mais esta agressão imperialista e assumirem a defesa da paz e da soberania da Síria.
Socorro Gomes é presidenta do Conselho Mundial da Paz e do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz)